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Flashcards

PROVA FINAL PROCESSO PENAL II

GIOVANNA SANTOS MAIA Portuguese 138 cards

Cards in this deck (138)

  1. 1O QUE SÃO MEIOS DE PROVAS?Instrumentos que INTRODUZEM as provas no processo;
    CPP - exemplificativo;
    Exceção: Estado civil (só admite os meios admitidos no CC)
  2. 2O QUE SÃO MEIOS DE OBTENÇÃO DE PROVAInstrumentos que VIABILIZAM A COLHEITA de prova
  3. 3QUAIS SÃO AS FONTES REAIS DE PROVA? (material)São os objetos, documentos ou coisas que podem fornecer informações sobre os fatos
  4. 47. O QUE SÃO ELEMENTOS DE INFORMAÇÃO?Produzido na investigação;
    Informa MP--> decide se denuncia ou não.
  5. 5QUAL A FINALIDADE DO PROCESSO PENAL?tentativa de reconstrução dos acontecimentos
  6. 6O QUE SÃO SUCEDÂNEOS PROBATÓRIOS?Provas leves;
    por si só não pode ser usada como fundamentação
  7. 7O QUE É ÔNUS DA PROVA PERFEITA?Quando a parte não consegue cumprir com o ônus da prova o seu prejuízo é inevitável
  8. 8O QUE É ÔNUS DA PROVA IMPERFEITO?- pode causar ou não prejuízo à parte;
    - onus da defesa é sempre imperfeito.
  9. 9O QUE É ÔNUS DA PROVA OBJETIVO?- Caso não seja atingido = réu absolvido
  10. 10O QUE É ÔNUS DA PROVA SUBJETIVO?- Encargo da parte - buscar fontes p/ sustentar alegações
  11. 11O QUE É TEORIA DA FONTE INDEPENDENTE?2 fontes, uma delas inválidas;
    poderá ser utilizado, pois uma delas é válida
  12. 12O QUE É TEORIA DA DESCOBERTA INEVITÁVEL?- fonte ilícita;
    - mas a prova seria descoberta de qualquer forma.
  13. 13O QUE É EXCEÇÃO DA BOA-FÉ?- Fonte ilícita;
    - mas prova pode ser utilizada = agente agiu de boa-fé p/ coletar a prova
  14. 14O QUE É EXCEÇÃO ERRO INÓCUO?- comportamento ilícito;
    - erro incapaz de prejudicar
  15. 1510.O QUE É PROVA IRREPETÍVEL- não pode ser refeita;
    - incide o contraditório diferido
  16. 1616. DIFERENCIE PROVA ILÍCITA E ILEGÍTIMA1. falha direito material;
    2. falha processual
  17. 1721. QUANDO INICIA A CADEIA DE CUSTÓDIA- preservação local crime;
    - policial detecta vestígio
  18. 1822. QUANDO TERMINA A CADEIA DE CUSTÓDIA:Descarte
  19. 1933. PRINCÍPIO DA COMUNHÃO DAS PROVAS;provas podem ser utilizadas por ambas as partes do processo
  20. 2035. O QUE É UM EXAME PERICIAL;- análise;
    -conhecimento técnico especializado;
    - interesse p/ processo
  21. 21QUEM PODE AUTORIZAR A EXUMAÇÃO- delegado/ juiz;
    - fundamentado;
    - s/ limite temporal
  22. 2232. PRINCÍPIO DA AUTORRESPONSABILIDADE DAS PARTEScada um comprova o que é de interesse p/ sua causa
  23. 23QUEM PODE AUTORIZAR A REALIZAÇÃO DE PERÍCIAS;juiz/ delegado
  24. 24QUANDO O ASSISTENTE TÉCNICO PODE ATUAR;- expert na área do perito;
    - indicado pela parte;
    - auxilia no processo
    - juiz autoriza a presença em tempo real na durante atuação do perito;
  25. 2539. QUAIS SISTEMAS DO LAUDO TÉCNICO.1. vinculatório;
    2. liberatório
  26. 2640. EXPLIQUE O SISTEMA DE APRECIAÇÃO DE LAUDOS1. liberatório: resultado da perícia não vincula decisão juiz;
    2. vinculatório: juiz não pode decidir contra perícia.
  27. 2742. O QUE É EXAME DE CORPO DELITOexame em qualquer vestígio físico do crime
  28. 28O QUE É INSTRUMENTO CONTUNDENTE;- massa considerável
    -lesão contusa
  29. 29O QUE É INSTRUMENTO PERFURANTE;- Ponta;
    - lesão punctória
  30. 30O QUE É INSTRUMENTO CORTANTE;- gume;
    - lesão incisa
  31. 31QUANDO PODE SER REALIZADO EXAME NECROSCÓPICO- qualquer hora;
  32. 3253. QUAL É O CONTEÚDO DO INTERROGATÓRIO DO ACUSADO;1. pregressamento/ qualificação réu:
    - infos réu;
    - evita falsidade ideológica;
    - stj= mentir identidade é crime;
    2. mérito: pergunta sobre o crime em si;
    - sistema presidencialista;
    - dto silencio (só é possível nessa fase)
  33. 33O QUE SE ENTENDE POR CORPO DE DELITOQualquer vestígio físico
  34. 3457. O QUE É UMA CONFISSÃO COMPLEXAreconhece autoria + 1 crime
  35. 3556. QUAIS AS CARACTERÍSTICAS DA CONFISSÃO;1. divisibilidade: Pode aceitar parte da confissão;
    2. retratabilidade: réu pode retirar confissão
    - stj: juiz ainda pode usar confissão p/ fundamentar;
  36. 3660. QUAIS AS CARACTERÍSTICAS DAS TESTEMUNHAS1. judicialidade: declaração em juízo; compromisso c/ verdade;
    2. oralidade: regra (pode consulta pontual);
    - exceção: presidente, vice; presidente STF; presidente camara dep./senado (podem depor por escrito)
    3. individualidade (testemunho é individual);
    4. retrospectividade: fatos passados; forma objetiva
  37. 37QUEM SÃO AS TESTEMUNHAS (CONCEITO)- pessoa desinteressado;
    -declara em juízo o que presenciou.
  38. 3863. ESPÉCIES DE MEDIDAS CAUTELARES1. Prisão;
    2. L.P;
    3. cautelar diversa
  39. 3966. EXPLIQUE O PRINCÍPIO DA TAXATIVIDADE DA PRISÃO CAUTELARas medidas são previstas taxativamente na lei, juiz não pode criar.
  40. 4067. REQUISITOS DAS CAUTELARES:1. Fumus comissi delict (indício suficiente de autoria);
    2. necessidade;
    3.adequação.
  41. 4168. ELEMENTOS DO MANDADO DE PRISÃO1. individualização (redigido escrivão/ assin. juiz)
    2. valor da fiança;
    3. a quem se dirige
  42. 4269. É POSSÍVEL FAZER PRISÃO SEM MANDADO. QUAIS AS HIPÓTESESprisão em flagrante;
    crime inafiançável (Pode não ter mandado em mãos, mas encaminha p/ juiz que expediu mandado)
  43. 4375. EXPLIQUE O FLAGRANTE POSTERGADO:ação controlada;
    espera melhor momento;
    necessita autorização judicial
  44. 4470. EXPLIQUE O TRATAMENTO LEGAL DO USO DE ALGEMAS- júri: só por necessidade; delegado fundamenta;
    - sum. vinc. 11: perigo p/ sua integridade/ agente/ terceiros
  45. 45EXPLIQUE O FLAGRANTE ESPERADO:- policia é informada do crime
    - tenta impedir
  46. 4671. CONCEITUE PRISÃO EM FLAGRANTE- medida restritiva de liberdade;
    - carát. adm. (não exige ordem jud.)
    - autopreservação sociedade (facultado a qualquer um).
  47. 4772.O QUE É ESTOURO DE URNAver
  48. 4883 O QUE SE ENTENDE POR GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA ( Uma das hipóteses para prisão preventiva)duas interpretações:
    1. interpretação majoritária: evitar com que a pessoa continue cometendo crimes.
    2.Interpretação minoritária: Nucci- conjunto de 3 fatores:
    - gravidade do delito;
    - repercussão social;
    - periculosidade
  49. 4985. QUANDO CABE PRISÃO PREVENTIVA QUANDO A PENA FOR MENOR QUE 4 ANOS;1. reincidente - 5 anos;
    2. dúvida identidade;
    3. contra vítima especial
  50. 50QUAIS OS PRAZOS DE PRISÃO TEMPORÁRIA1. 5 + 5;
    2. 30 + 30 - hediondo
    (prorrogação não é de ofício)
  51. 51O QUE É PROCESSO1. sequencia de atos pré-ordenados;
    2. com finalidade de se chegar ao fim preterido;
    3. guardando direitos/ garantias envolvidos;
    4. fazendo valer a prestação jurisdicional;
  52. 5290. QUAL FINALIDADE DA DIFUSÃO VERMELHA DA INTERPOL.pessoa foragida (condenada/ respondendo processo)
    requisitos:
    1. ordem prisão legal;
    2.fundamentação legal e prova;
    3- identificação.
  53. 5391. QUAL FINALIDADE DA DIFUSÃO AMARELA DA INTERPOL:pessoa desaparecida
    requisitos:
    - fundamentação legal e prova;
    - identificação.
  54. 54FLAGRANTE CRIME HABITUAL1. Doutrina que não permite: não é possível determinar habitualidade em um momento específico;
    2. doutrina que permite: comprovada habitualidade de antemão
  55. 55CITE 3 CAUTELARES ALTERNATIVAS1. fiança;
    2. proibição de ausentar-se da comarca;
    3.recolhimento domiciliar
  56. 5697. QUAL O OBJETIVO DA FIANÇA;- garantia réu responder liberdade;
    - s/ atrapalhar processo
  57. 5798. O QUE É A QUEBRA DA FIANÇA?descumprimento injustificado das condições;
    - perda metade valor;
    -impede fiança;
    - impõe outra cautelar.
  58. 58NATUREZA JURÍDICA L.P.1. Até 2011 - contracautela;
    2. cautelar - juiz pode determinar s/ pedido de prisão anterior
  59. 59O QUE PODE CONSTAR NA RESPOSTA PRELIMINAR?todos os argumentos possíveis e de oferecer todas as provas que contiver.
  60. 60momento da prisao temporáriadurante investiação
  61. 61quais são as hipóteses de rejeição da denúncia1. manifestamente inepta;
    2. s/ pressuposto processual/ condição exercicio ação penal;
    3. s/ justa causa
  62. 62numero de testemunhas no procedimento comum ordinarioaté 8 por réu e por fato
  63. 63quando se usa o procedimento comum ordinariopena máxima: maior ou igual 4 anos;
  64. 64quando se usa o procedimento comum sumárioPena maxima : menor 4 anos. e maior2:
  65. 65quando se usa o procedimento comum sumário-​ PENA MÁXIMA <= 2:
  66. 66QUAIS AS HIPÓTESES DE ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA1. excludente ilicutude;
    2. excludente culpabilidade;
    3. fato narrado não constitui crime;
    4. extinta punibilidade agente
  67. 67o que é a impronunciajuiz entende não haver:
    1. materialidade;
    2. indícios suficiente autoria;
  68. 68ordem de prioridade na pauta julgamento juri1. acusados que estão presos
    2. dentre os presos, os que estão presos a mais tempo
    3. dentre aqueles que estão presos desde o mesmo dia, pronunciados a mais tempo
    4. (não previsto na lei) - idade
  69. 69efeitos do recebimento da denúnciai. prazo de prescrição interrompido,
    ii. fixa prevenção
    e iii. citação do acusado /notificação do advogado.
  70. 70RESPOSTA PRELIMINAR1. arguir preliminares
    10 d;
    2. todos argumento e provas possíveis;
    3. testemunhas que deseja arrolar;
    4. provas que deseja produzir
  71. 71129.o que é a despronúncia?criação doutrinária e jurisprudencial:
    1. quando há retratação do juiz que havia dado sentença de pronuncia
    2. A parte interpôs o RESE, o juiz não reverteu sua decisão e remeteu-se ao Tribunal, que anulará a decisão de pronúncia, colocando fim ao processo.
  72. 72explique o princípio da competência mínima- delitos dolosos contra a vida.
    - constituição que estabelece;
    - nada impede que esse rol seja ampliado adicionando mais crimes de julgamento do júri.
  73. 73- a natureza jurídica do recebimento da denúncia-​ DOUTRINA: decisão interlocutória mista, exige fundamentação;
    -​ STF: não há conteúdo decisório e não precisa ser fundamentada
  74. 7454 - explique o efeito devolutivo dos recursosdevolve-se o caso para ser reapreciado pelo judiciário.
  75. 75DEVOLUTIVO ITERATIVOdevolve p/ mesmo juiz que julgou
  76. 76DEVOLUTIVO REITERATIVO:devolve a reanálise a órgão diferente.
    - regra é o juízo superior,
    - casos do Juizado pode ser a turma recursal, que é um órgão de 1ª instância.
  77. 77conceitue recurso- Meio voluntário de impugnação de uma decisão
    - dentro do mesmo processo,
    - buscando a reforma, invalidação, esclarecimento ou integração da decisão.
  78. 78princípio da fungibilidade dos recursos- Não havendo um erro grosseiro/ DÚVIDO objetiva sobre qual recuro era correto;
    - o tribunal deve receber este recurso como se tivesse sido o recurso direto, se for dentro do prazo
  79. 79- primeira cf que previu os habeas corpus1891 - primeira a constitucionalizar HC
  80. 80conceito de habeas corpus- Ação constitucional de natureza penal -
    - proteção da liberdade de locomoção
    - quando ameaçada/ violada por abuso de poder
  81. 81conceitue a apelação- recurso manejável tanto pela acusação quanto defesa
    - fins de reforma ou invalidação de determinadas decisões da 1ª instância.
  82. 82QUAL A NATUREZA JURÍDICA DA DECISÃO DE PRONÚNCIA;decisão interlocutória mista não terminativa.
    (não encerra o processo, mas define a competência do Tribunal do Júri para julgar )
  83. 83EXPLIQUE A CLÁUSULA DE INDISPONIBILIDADE.uma vez oferecida a denúncia, o MP não pode simplesmente retirá-la ou desistir do processo.
  84. 84117. EXPLIQUE O PRINCÍPIO DA SOBERANIA DOS VEREDITOS- decisão mérito cabe aoconselho de sentença
    -. Nem o Tribunal de justiça pode reformar essa decisão.
    - decisão absurda = refaz o júri;
    - segunda decisão irrecorrível
  85. 85144. PRINCÍPIO DA VOLUNTARIEDADE DOS RECURSOS- ato voluntário./ direito, a parte pode exercer ou não.
    -exceção: recurso de ofício
  86. 86PRINCÍPIO DA CONVOLAÇÃO DOS RECURSOSPode ser substituído por recurso mais útil ao recorrente.
  87. 87CLÁUSULA DE INDISPENSABILIDADE DAS TESTEMUNHAS- clausula que se estiver prevista só permite o julgamento com a presença da testemunha;
    - s/ presença testemunha --> julgamento suspenso
  88. 88152. 2 PRESSUPOSTOS OBJETIVOS DOS RECURSOS;1. tempestividade;
    2. adequação (se recurso escolhido é adequado para o objetivo)
  89. 89152. EXPLIQUE JUÍZO DE PRELIBAÇÃO;= juízo da admissbilidade;
    verifica se o recurso é cabível
    se cabível = juizo de delibação
  90. 90. QUAIS OS PRESSUPOSTOS DE ADMISSIBILIDADE DOS RECURSOS (os dois primeiros)1. juízo de prelibação/admissibilidade (ve se é cabível recurso)
    2. juízo de delibação (análise dos argumentos apresentados conferindo se são aptos aos fins que se pretende)
  91. 91137. EXPLIQUE AS HIPÓTESES DE DESCLASSIFICAÇÃO DO JÚRI- houve crime, mas júri não é competente;
    - remete ao juízo competente
  92. 92177. EXPLIQUE O FUNCIONAMENTO DO HABEAS CORPUS DE OFÍCIOjuiz ou tribunal age por iniciativa própria ao constatar uma ilegalidade ou abuso de poder que ameace a liberdade de locomoção de alguém
  93. 93EXPLIQUE O HABEAS CORPUS SUSPENSIVO e o nome da ordem;- ordem ilegal de prisão expedida, mas ainda não executada.
    - CONTRAMANDADO DE PRISÃO.
  94. 94166. QUANDO O HABEAS CORPUS SURGIU NO DIREITO BRASILEIRO?Código penal Do Império (1832
  95. 95150. QUAIS OS IMPEDIMENTOS RECURSAIS? (recurso não será julgado)1. desistência (parte pode desistir, MP não - clausula de indisponibilidade);
    2. renúncia: parte expressa antes do transito em julgado que não irá recorrer;
    - divergencia reu/defensor: stf = prevalesce a vontade de quem quer recorrer
    - advogado contratado quer renunciar = chama outro;
    - defensor não pode recusar
  96. 96151. EXPLIQUE O JUÍZO DE PRELIBAÇÃO;- feito pelo juiz que recebe recuros;
    - verifica se o recurso é cabível;
    - se não for = não conhece;
    - se for; juízo de delibação
  97. 97160. EXPLIQUE O EFEITO DEVOLUTIVO TRANSLATIVO:devolve ao tribunal análise de questão que não suscitada no recurso
  98. 98172. EXPLIQUE O HABEAS CORPUS PREVENTIVO E O NOME DA ORDEM DADA;- eminência/ fundado receio de sofrer prisão ilegal;
    - salvo conduto
  99. 99175. EXPLIQUE O HABEAS CORPUS PROFILÁTICO:- Pede-se o encerramento da investigação ou do processo instaurado sem justa causa.
    - trancamento
  100. 100H.C. LIBERATÓRIO:- já tem prisão ilegal;
    alvará de soltura
  101. 101OBJETIVOS AÇÕES AUTÔNOMAS DE IMPUGNAÇÃO- reverter decisões condenatórias transitadas em julgado;
    - servir de sucedâneo recursal, (quando for inexistente recurso )
  102. 102DIFUSÃO BRANCA-localizar bem culturalmente relevante;
    - requisito: demonstrar propriedade e relevância
  103. 103L.P. OBRIGATÓRIANão cabe nenhum tipo de prisão processual
  104. 104L.P. PERMITIDAHá requisitos p/ preventiva, mas tem hipótese causas de exclusão de culpabilidade
    Criação doutrinária;
    Código: ideia de obrigatoriedade, ao falar que não cabe preventiva, e a faculdade do juiz seria apenas em decidir sobre as medidas.
  105. 105L.P. VEDADA1. Quando couber prisão preventiva;
    2. código:
    - reincidene;
    - membro org. crim.
    - portando arma uso restrito
  106. 106L.P S/ FIANÇA1. Crimes inafiançáveis:
    - racismo; crime hediondo; grupo armado contra estado democrático;
    2.Inafiançabilidade legal:
    - quebra; prisão civil/militar; preventiva;
    3. Liberdade provisória sem fiança e sem vinculação
    juizado não há nenhuma forma de prender
  107. 107Liberdade Provisória condicionada:1.libera a pessoa mas condiciona as medidas.
    2. juiz entende que não cabe preventiva, mas a pessoa representa algum risco ao processo ou para pessoas do processo
  108. 108VALOR FIANÇAmenor ou igual a 4 anos 1-100 sal. mín.: juiz ou delegado
    maior 4 anos: 10-200 sal. min: apenas juiz
  109. 109FORMAS PAGAMENTO FIANÇA1. Depósito;
    2. hipoteca
  110. 110HIPÓTESES CASSAÇÃO DA FIANÇA. concedida por engano ou
    ii. classificação jurídica do delito alterada.
  111. 111procedimento do descumprimento das cautelares:1. juiz marca audiência;
    2. s/um bom motivo = juiz pode impor mais uma cautelar.
  112. 112CONVERSÃO DA CAUTELAR EM PRISÃO1. caso o delegado já tinha pedido a prisão da pessoa anteriormente → pode converter automaticamente.
    2. não tenha nenhum pedido → juiz deve abrir vistas ao MP
  113. 113CONCEITO DE PROCESSO- teoria mineira;
    - procedimento em contraditório
  114. 114PROCEDIMENTOsequência de atos voltados à produção do resultado final.
  115. 115NÃO APRESENTAÇÃO DA RESPOSTA INICIALnomeia avogado dativo
  116. 116CITAÇÃO POR EDITAL RESPOSTA PRELIMINAR- réu não aparece;
    - suspende processo; prescrição;
    - exceção: Não se aplica em lavagem de dinheiro (revelia).
  117. 117SÚMULA 455 STJ não apaecimento p/ resposta preliminarprovas urgentes e irrepetíveis podem ser produzidas
  118. 118SEQUENCIA DA AUDIENCIA1.vítima
    2. testemunha;
    3. acusação;
    4. defesa;
    5. perito;
    6. acareação;
    7. recon. coisas/ pessoas;
    8. réu
  119. 119OBS: MÉTODO DE INQUIRIÇÃO “CROSS EXAMINATION”- advogados falam
    diretamente com as testemunhas
  120. 120ALEGAÇÕES FINAIS:20 min do MP + se tiver atuação de assistente de acusação, 10
    30 minutos para defesa.
    COMPLEXIDADE: converter em memoriais apresentados em 5 dias
  121. 1212 FASES DO JÚRI1. juiz togado - juízo de admissibilidade.
    2. conselho de sentença 7 civis. Decisão é feita pelo critério da maioria. Faz-se quesitos a serem respondidos. Caso os jurados conversem entre si, o processo será anulado.
  122. 122EXPLIQUE PLENITUDE DEFESA JURIdefesa não é limitada por questões técnicas/jurídica, ela pode ser motivada por qualquer motivo.
    STF = legítima defesa da honra não pode ser utilizada como fundamento → limitação não permitida pela Constituição.
  123. 123ACÓRDÃO HETEROGÊNOJURI
    composto por um juiz de carreira e juizes s/ formação jurídica
  124. 124O QUE SÃO DECISÕES SUBJETIVAMENTE COMPLEXASum decide quanto aos fatos/mérito
    outro decide quanto ao cálculo de pena/
    a irrecorribilidade incide apenas no mérito.
  125. 125POSSÍVEIS DECISÕES DA AIJ antes do juri1. pronuncia; ( juiz entende que o fato aparenta ser um crime doloso contra a vida e remete para o julgamento.)
    2. impronuncia; (não tem materialidade ou autoria suficientes)
    3. absolvição sumária; (excludente ilicitude; culpabilidade; fato ñ constitui crime; extinção punibilidade)
    4. desclassificação juri não tem competencia
  126. 126Características da cognição judicial: FASE 1 do Juri1. não exauriente (não discute todas as teses de defesa apresentadas);
    1. não vertical: não se aprofunda em nenhuma tesa;
    Horizontalidade estreita: qualquer delito conexo será atraido pela competência.
    decisão interlocutória mista não terminativa: encerra apenas uma fase
  127. 127NOME DAS FASES DO JURI1. judicium accusationis:
    2. Judicium causae:
  128. 128o QUE É desaforamento:pedido de remoção do julgamento para comarca diversa
  129. 129HIPÓTESES DESAFORAMENTO- interesse público:
    - dúvidas quanto a imparcialidade do conselho de sentença ou sobre a segurança do réu:
    - excesso de serviço do tribunal do júri JULGAMENTO não se realiza em 6 meses
  130. 130COMO É FEIA A ESCOLHA DE JURADOSListagem geral: (é anual) essa lista pode ser de 2 formas:
    1. pessoas que se inscrevem de forma voluntária;
    2. Juiz comunica que estão precisando.
    se não conseguir o número → pode convocar pessoas
  131. 131EXPLIQUE A CONFIABILIDADE DAS PROVAS- UM dos filtros de pré-valoração da prova
    -analisa o quão confiável é aquela prova.
  132. 132CRITÉRIO DE RELEVÂNCIA DAS PROVAS- um dos filtros pré-valoração
    - juiz deve analisar apenas o que é relevante p/ processo;
    - não pode diferir tudo pra nn inviabilizar a defesa
  133. 133O QUE É ESTOURO DE URNAo número de jurados sorteados é insuficiente para compor o conselho de sentença,
    o juiz pode convocar suplentes,
  134. 134EXPLIQUE OS FUNDAMENTOS DO RECURSO1. INCONFORMISMO: parte fica . inconformada com a decisão.
    2. FALIBILIDADE dos juízes: nível de erro ocasionado pelo juiz.
  135. 135QUAIS SÃO AS CAUSAS DE PEDIR DO HC1. REMOTA; (Fatos que deram origem ao pedido.) detalhamento do ato ilegal e quem o realiza.
    2. PROXIMA: fundamento jurídico que viabiliza o Habeas corpus.
  136. 136QUAIS OS SISTEMAS DE NULIDADE1. FORMALISTA: smpre que a forma for violada vai haver nulidade no processo;
    2. legalista; a lei classifica as nulidades, necessidade de refazimento dos atos = lei expressamente determinar.
    3. instrumental: princípio da instrumentalidade das formas = ato pode não ter sido feito conforme lei preve, mas se atinge o resultado admite o ato
  137. 137Fundamento do tribunal do juridar competência para a sociedade, que é amais prejudica, julgar.
  138. 138Órgão horizontal:os dois julgadores julgam ações distintas, não há concorrência, nem hierarquia entre eles.

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Flashcards on PROVA FINAL PROCESSO PENAL II, created by GIOVANNA SANTOS MAIA on 23/06/2025.
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