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Ensaio Marshall

Fillipe Oumori Barbosa Portuguese

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Ensaio Marshall

  1. DNIT 178/2018

  2. DNER-ME 043/95

  3. Procedimento para se determinar a estabilidade e a fluência de misturas de cimento asfáltico

    • Misturas a quente
      • Feito para uso em pavimentação com agregados de tamanho máximo de 25,4mm
  4. Estabilidade Marshall: resistência máxima à compressão do corpo de prova ensaiado no equipamento

    • Obtida através da compressão
  5. Fluência Marshall: aferida através da deformação total apresentada pelo corpo de prova, desde a aplicação de carga nula até a máxima

  6. Procedimentos

    • 1) Preparação dos corpos de prova, seguindo os critérios de temperatura, viscosidade , pesagem e controle de tempo
      • 2) Compactação atendendo critérios
        • 3) Determinação da estabilidade e fluência através da coleta de dados (fórmulas e correções dos valores obtidos no ensaio)
          • Os corpos-de-prova serão imersos em banho-maria a 60 ± 1 ºC, para misturas com cimento asfáltico ou a 38 ± 1 ºC, para misturas com alcatrão, por um período de 30 a 40 minutos.
            • Em seguida, cada corpo-de-prova é colocado no molde de compressão, que deve ser estar nas temperaturas de 21 a 38 ºC.
              • O molde de compressão, contendo o corpo-de-prova, é posicionado na prensa segundo a geratriz e o medidor de fluência é colocado e ajustado na posição de ensaio.
                • A prensa opera a 5cm/min até romper o corpo de prova. Após romper, faz-se a leitura "máxima" do deflectômetro e converte-se a leitura em N utilizando gráfico (estabilidade lida).
                  • . E faz-se a correção dessa estabilidade lida usando a tabela (ver fator encontrado), baseando-se na espessura
                    • ? = 〖927,23∗ℎ〗^(−1,64)
                      • O valor da fluência é obtido simultaneamente ao da estabilidade.
                        • Durante a aplicação da carga, a luva-guia do medidor de fluência será firmada, com a mão, contra o topo do segmento superior do molde de compressão, diretamente sobre um dos pinos-guia.
                          • A pressão da mão sobre a luva do medidor de fluência deve ser relaxada, no momento em que ser o rompimento do corpo-de-prova, ocasião em que será lido e anotado o valor da fluência.
                            • A fluência pode também ser obtida pela substituição do medidor de fluência por um deflectômetro.
          • 4) Resultados
            • A estabilidade é dada pela carga média, em N (kgf), de pelo menos três corpos-de-prova.
            • A fluência é a média dos valores obtidos em pelo menos três corpos-de-prova, expressa em 0,25 mm.
            • Indicar o tipo de amostra ensaiada (amostra de laboratório ou corpo-de-prova extraído de pavimento).
            • Temperatura de ensaio.
            • Apresentação dos resultados em tabelas
        • O molde de compactação e a base do soquete devem estar limpos e aquecidos em água fervente, em estufa ou placa a 90 a 150 ºC.
          • Colocar o molde em posição no suporte de compactação (bloco de madeira) e introduzir nele uma folha de papel-filtro, cortado conforme a seção do molde.
            • Colocar no molde a mistura, de uma só vez durante dois minutos
              • Acomodar a mistura quente com 15 golpes vigorosos de espátula com uma colher ligeiramente aquecida.
                • Recolocar o anel superior e aplicar com soquete determinado o número de golpes sobre a mistura, com altura de queda livre de 45,72 cm.
                  • Remover o anel superior e inverter o anel inferior e forçar com o soquete a mistura até atingir a placa-base e aplicar o mesmo número de golpes no corpo-de-prova invertido.
                    • Após a compactação, o corpo-de-prova é retirado do anel inferior e cuidadosamente colocado numa superfície lisa e plana e deixado em repouso durante, no mínimo 12 horas, à temperatura ambiente.
                      • A altura do corpo-de-prova deve ser de 63,5 ± 1,3 mm, medida com o paquímetro em quatro posições diametralmente opostas. Adota-se como altura o valor da média aritmética das quatro leituras.
      • Alcançar temperatura de mistura, usando viscosímetro
      • Alcançar a temperatura da compactação, usando viscosímetro
      • Secar os agregados até a massa constante em estufa a 105 a 110 ºC e separá-los nas seguintes frações: 25 a 19 mm; 19 a 9,5 mm, 9,5 a 4,8 mm, 4,8 a 2,0 mm, e passando na peneira de 2,0 mm
        • Pesar os agregados para um corpo-de-prova, de cada vez, em recipientes separados, nas quantidades de cada fração que após mistura com o ligante produza corpo-de-prova com cerca de 1,2 kg e 63,5 ± 1,3 mm de altura.
          • colocar os recipientes em placa quente ou em estufa e aquecer à temperatura de aproximadamente 10ºC a 15ºC acima da temperatura de aquecimento do ligante, não devendo ultrapassar a temperatura de 177ºC.
            • Efetuar a mistura rapidamente, de 2 a 3 minutos, até completa cobertura dos agregados, preferencialmente através de mistura mecânica, para ser colocada no molde de compactação.

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Mind Map on Ensaio Marshall, created by Fillipe Oumori Barbosa on 28/04/2020.
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