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Questões cognitivas e intuitivas no processo decisório.
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Questões cognitivas e intuitivas no processo decisório.
Por vivemos em um mundo de constantes mudanças e de cada vez menos tempo para aprender e reagir aos novos desafios que nos são apresentados
- o Julgamento e a Tomada de Decisão se tornaram etapas críticas do processo gerencial.
- O tempo para pensarmos e fazermos a melhor opção é é cada vez menor
- o Julgamento e a Tomada de Decisão se tornaram etapas críticas do processo gerencial.
A TEORIA DE JULGAMENTO E TOMADA DE DECISÃO
- Robbins (2000)
- os gerentes supostamente deveriam usar um processo racional de tomada de decisão,
- fazer escolhas consistentes, maximizando o valor dentro de limitações específicas, que deveria ter as seguintes etapas: Definir o problema, identificar os critérios de decisão e seus respectivos pesos; geração das alternativas e classificação destas em relação a cada Critério e Escolha da Melhor Alternativa.
- racionalidade delimitada
- fazer escolhas consistentes, maximizando o valor dentro de limitações específicas, que deveria ter as seguintes etapas: Definir o problema, identificar os critérios de decisão e seus respectivos pesos; geração das alternativas e classificação destas em relação a cada Critério e Escolha da Melhor Alternativa.
- os gerentes supostamente deveriam usar um processo racional de tomada de decisão,
- Stoner e Freeman (1992)
- Examinar a Situação (definir o problema, identificar os objetivos da decisão e diagnosticar as causas); Criar e Avaliar as Alternativas; Escolher a Melhor Alternativa e Implementar e Monitorar a Decisão.
- processo decisório não tem fim na decisão, mas se prolonga pelo monitoramento dos resultados desta, no busca por uma melhoria contínua deste processo.
- Dizem que este cria uma imagem do decisor como uma supermáquina
- racionalidade limitada
- proposto por Simon (1957)
- que consiste no uso de regras empíricas denominadas de heurísticas de decisão, que deixam que as tendências influenciem suas decisões.
- E ao invés de maximizar os resultados com sua decisão eles procuram otimizar os recursos que dispõem no processo decisório.
- racionalidade limitada
- Dizem que este cria uma imagem do decisor como uma supermáquina
- processo decisório não tem fim na decisão, mas se prolonga pelo monitoramento dos resultados desta, no busca por uma melhoria contínua deste processo.
- Elementos funamentais para o processo decisório
- Examinar a Situação (definir o problema, identificar os objetivos da decisão e diagnosticar as causas); Criar e Avaliar as Alternativas; Escolher a Melhor Alternativa e Implementar e Monitorar a Decisão.
- Elementos fundamntais para o processo decisório
- Criatividade
- Ela permite ao decisor avaliar e entender mais plenamente o problema e perceber questões ainda não consideradas. A
- é a capacidade de combinar idéias de um modo singular ou fazer associações incomuns entre elas.
- Decisão intuitiva
- É um processo inconsciente criado, geralmente, a partir de um refinamento das experiências anteriores.
- Criatividade
- Bazerman (1994)
- leva em consideração três pontos importantes: os aspectos cognitivos do processo decisório; o processo mental de formar opinião ou avaliar, através de discernimento ou comparação; e a capacidade de julgar
- Julgamento Probabilístico
- julgamento quanto a chances deste ou daquele evento ocorrer.
- Julgamento de Valor:
- julgamento através do qual indicamos nossas preferências, posição quanto a risco e valores em geral.
- Robbins (2000)
VIESES DA HEURÍSTICA DA DISPONIBILIDADE
- Os indivíduos julgam que os eventos mais facilmente recordados na memória, com base em sua vividez ou ocorrência recente, são mais numerosos do que aqueles de igual frequência cujos casos são menos facilmente lembrados.
VIESES DA HEURÍSTICA DA REPRESENTATIVIDADE
- Os indivíduos tendem a ignorar as proporções da base na avaliação da probabilidade de eventos, quando é fornecida qualquer outra informação descritiva, mesmo se esta for irrelevante.
VIESES DA HEURÍSTICA DA ANCORAGEM E AJUSTAMENTO
- Os indivíduos fazem estimativas para valores com base em um valor inicial (derivado de eventos passados, atribuição aleatória ou qualquer outra informação que esteja disponível) e, em geral, fazem ajustes insuficientes daquela âncora quando do estabelecimento de um valor final.
VIESES QUE EMANAM DIVERSAS HEURÍSTICAS
- Os indivíduos tendem a buscar informações de confirmação para o que consideram ser verdadeiro e negligenciam a busca de indícios de não confirmação.
heurísticas,
- constituem ferramentas cognitivas que usamos para simplificar a tomada de decisão.
Julgamento Probabilístico
Julgamento de valor
- levamos em consideração questões referentes à incerteza e ao risco
- leva em consideração um comportamento racional em relação ao risco e ao valor esperado dos benefícios de uma decisão.
- Isto implica no uso de dois Princípios Básicos de Comportamento Racional:
- Princípio da Invariância: sempre que temos os mesmos elementos, temos que chegar às mesmas decisões;
- Princípio da Dominância: sempre que na comparação entre duas alternativas tivermos em uma delas um aspecto dominante, e os outros não sendo perdedores, temos nesta alternativa a melhor.
- Isto implica no uso de dois Princípios Básicos de Comportamento Racional:
- leva em consideração um comportamento racional em relação ao risco e ao valor esperado dos benefícios de uma decisão.
- levamos em consideração questões referentes à incerteza e ao risco
A intuição torna-se imprescindível na tomada de decisão porque ela tem uma capacidade de síntese da situação, uma leitura do todo, enquanto a lógica e a razão precisam fragmentar e analisar e situação em partes.
- Os processos decisórios atuais necessitam ser complementados pela intuição, pois, ao contrário do que muitos acreditam a intuição não é contrária a razão, elas não são mutuamente excludentes, pelo contrário, são complementares e num processo decisório eficaz elas devem coexistir, pois a intuição está relacionada principalmente com o modo de se obter informações
- lógica e intuição num processo decisório, a possibilidades de sucesso torna-se evidente, pois decisões eficazes são tomadas mediante o desencadeamento de um processo integrado que inclui seqüencialmente o raciocínio, a lógica e a intuição.
- Os processos decisórios atuais necessitam ser complementados pela intuição, pois, ao contrário do que muitos acreditam a intuição não é contrária a razão, elas não são mutuamente excludentes, pelo contrário, são complementares e num processo decisório eficaz elas devem coexistir, pois a intuição está relacionada principalmente com o modo de se obter informações
O principal desafio da administração de hoje é a necessidade de revitalizar empresas e fazer isso num ambiente empresarial caracterizado por mudanças rápidas e complexas.
- O reconhecimento do papel da intuição como principal componente de uma boa administração tornou-se um dos conteúdos mais citados nos relatos de executivos bem sucedidos que já admitem confiar na intuição.
- Assim administrar significa mais do que levantar dados analisá-los e tomar decisões por eles fornecidos, implica, também, usar a intuição.
- A intuição torna-se ainda mais importante pelo fato de ser um elemento chave na criação de uma visão
- estilo intuitivo permite que os administradores consigam enxergar os propósitos e as finalidades de qualquer empreendimento.
- Posner & Kouzes (1998)
- a necessidade leva a invenção, a intuição seria a fonte da visão
- Stoner & Freeman (1992)
- o papel decisório do administrador é ser empreendedor que significa ser um visionário, ou seja, um ser dotado de visão que estabelece a orientação entre a natureza do negócio e suas intenções quanto ao futuro.
- Contar com a intuição tornou-se necessário
- Posner & Kouzes (1998)
- estilo intuitivo permite que os administradores consigam enxergar os propósitos e as finalidades de qualquer empreendimento.
- A intuição torna-se ainda mais importante pelo fato de ser um elemento chave na criação de uma visão
- Assim administrar significa mais do que levantar dados analisá-los e tomar decisões por eles fornecidos, implica, também, usar a intuição.
- O reconhecimento do papel da intuição como principal componente de uma boa administração tornou-se um dos conteúdos mais citados nos relatos de executivos bem sucedidos que já admitem confiar na intuição.
QUESTIONÁRIO
- embasado nas idéias contidas em Bazerman (1994)
- convidava o respondente a tomar uma decisão ou emitir uma opinião sobre cada uma das perguntas, marcando a opção que lhe parecesse mais coerente.
- Conclui-se que é fato inegável que o ser humano utiliza uma capacidade de raciocínio limitada, se comparada com a necessidade de decidir-se questões complexas de maneira racional e estruturada;
- O ser humano para solucionar sua incapacidade de lidar com problemas complexos, utiliza-se de mecanismos para simplificá-los, através do uso das heurísticas
- O modelo racional de tomada de decisão é importante quando se têm decisões estratégicas que podem mudar os rumos de uma organização, mas certamente seria irracional o uso deste em todas as decisões do dia-a-dia de uma empresa – seria como pressupor o mesmo esforço para toda e qualquer decisão gerencial;
- As heurísticas tendem a produzir desvios sistemáticos de julgamento, que na verdade são tendências que nem sempre chegamos a perceber.Se os tomadores de decisão aprenderem a reconhecer e controlar a utilização de tais vieses, existe uma grande chance de melhoria da qualidade de suas decisões.
- A intuição torna-se imprescindível na tomada de decisão porque ela tem uma capacidade de síntese da situação, uma leitura do todo, enquanto a lógica e a razão precisam fragmentar e analisar e situação em partes.
- convidava o respondente a tomar uma decisão ou emitir uma opinião sobre cada uma das perguntas, marcando a opção que lhe parecesse mais coerente.
- embasado nas idéias contidas em Bazerman (1994)
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- Mind Map on Questões cognitivas e intuitivas no processo decisório., created by silvia kolber on 14/06/2020.
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