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Biossegurança
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Biossegurança
Precauções-padrão e de riscos ocupacionais
- precauções padrão
- para todos os pacientes
- EPIs
- lavar as mão antes e depois de cada procedimento
- não reencapar, entortar, quebrar ou retirar as agulhas
- manipulação cuidadosa de perfuro-cortantes
- transferência cuidadosa de materiais
- cuidados com caixa de descarte
- transporte de resíduos cuidadoso
- não afixar papéis em murais c/ agulhas
- desinfectar superfícies
- limpeza, desinfecção e esterilização dos artigos pré-atendimento
- não tocar superfícies potencialmente contaminadas ou contaminantes
- cuidados na coleta e manipulação de sangue
- não tocar superfícies potencialmente contaminadas ou contaminantes
- limpeza, desinfecção e esterilização dos artigos pré-atendimento
- desinfectar superfícies
- não afixar papéis em murais c/ agulhas
- transporte de resíduos cuidadoso
- cuidados com caixa de descarte
- transferência cuidadosa de materiais
- manipulação cuidadosa de perfuro-cortantes
- não reencapar, entortar, quebrar ou retirar as agulhas
- lavar as mão antes e depois de cada procedimento
- EPIs
- para todos os pacientes
- imunização dos profissionais de saúde
- odonto
- vacinas de hepatite B, influenza, tríplice viral e dupla tipo adulto
- odonto
- riscos ocupacionais
- risco físico
- radiação, temperatura, vibração...
- maiores riscos: caneta de alta rotação, compressor de ar, equipamento de RX, equipamento de laser, fotopolimerizador, autoclave, condicionador de ar, ...
- óculos de proteção
- protetores auriculares
- equipamentos de proteção radiológica
- iluminação eficiente
- compressor de ar c/ caixa acústica
- cuidado com materiais de alta temperatura
- ambiente arejado e ventilado, para o bem-estar
- cuidado com materiais de alta temperatura
- compressor de ar c/ caixa acústica
- iluminação eficiente
- equipamentos de proteção radiológica
- protetores auriculares
- óculos de proteção
- maiores riscos: caneta de alta rotação, compressor de ar, equipamento de RX, equipamento de laser, fotopolimerizador, autoclave, condicionador de ar, ...
- radiação, temperatura, vibração...
- risco químico
- poeira, vapores, gases...
- maiores riscos: amalgamadores, desinfetantes químicos (álcool, glutaraldeído, hipoclorito de sódio, ácido peracético, clorexidina, entre outros) e os gases medicinais (óxido nitroso e outros)
- limpeza do chão com pano umedecido
- limpeza e uso completo dos EPIs
- usar apenas amalgamador de cápsulas
- acondicionar resíduos de amálgama em recipiente inquebrável, de paredes rígidas, contendo água suficiente para cobri-lo, e encaminhá-lo à coleta especial de resíduos contaminados
- correto armazenamento de produtos químicos
- manutenção preventiva das válvulas dos recipientes contendo gases medicinais
- correto armazenamento de produtos químicos
- acondicionar resíduos de amálgama em recipiente inquebrável, de paredes rígidas, contendo água suficiente para cobri-lo, e encaminhá-lo à coleta especial de resíduos contaminados
- usar apenas amalgamador de cápsulas
- limpeza e uso completo dos EPIs
- limpeza do chão com pano umedecido
- maiores riscos: amalgamadores, desinfetantes químicos (álcool, glutaraldeído, hipoclorito de sódio, ácido peracético, clorexidina, entre outros) e os gases medicinais (óxido nitroso e outros)
- poeira, vapores, gases...
- risco ergonômico
- postura incorreta, ausência do profissional auxiliar e/ou técnico, falta de capacitação do pessoal auxiliar...
- ambiente de trabalho organizado
- planejamento do atendimento diário
- trabalhar em equipe
- capacitações permanentes à equipe de trabalho
- atividades físicas diárias
- exercícios de alongamento
- momentos de lazer com a equipe
- exercícios de alongamento
- atividades físicas diárias
- capacitações permanentes à equipe de trabalho
- trabalhar em equipe
- planejamento do atendimento diário
- ambiente de trabalho organizado
- postura incorreta, ausência do profissional auxiliar e/ou técnico, falta de capacitação do pessoal auxiliar...
- risco mecânico/acidente
- espaço físico subdimensionado, arranjo físico inadequado, instrumental com defeito...
- equipamentos c/ registro no MS, modernos e c/ bons desenhos ergonômicos
- istalar os equipamentos em área física adequada - RDC 50/2002, Anvisa
- materiais/ medicamentos/ produtos registrados na Anvisa
- instrumentais em número suficiente e c/ qualidade para o atendimento
- extintores de incêndio (obedecendo NR-23) e capacitar a equipe para utilizá-los
- manutenção preventiva e corretiva da estrutura física, instalações hidráulicas e elétricas
- Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA, de acordo com a NR-9 (em clínicas odontológicas c/ aporte maior de funcionários)
- manutenção preventiva e corretiva da estrutura física, instalações hidráulicas e elétricas
- extintores de incêndio (obedecendo NR-23) e capacitar a equipe para utilizá-los
- instrumentais em número suficiente e c/ qualidade para o atendimento
- materiais/ medicamentos/ produtos registrados na Anvisa
- istalar os equipamentos em área física adequada - RDC 50/2002, Anvisa
- equipamentos c/ registro no MS, modernos e c/ bons desenhos ergonômicos
- espaço físico subdimensionado, arranjo físico inadequado, instrumental com defeito...
- risco pela falta de conforto e higine
- sanitário insuficiente e sem separação por sexo, falta de produtos de higiene pessoal, ausência de água potável ...
- Proporcionar à equipe condições de higiene, conforto e salubridade no ambiente de trabalho, de acordo com a NR-24.
- sanitário insuficiente e sem separação por sexo, falta de produtos de higiene pessoal, ausência de água potável ...
- risco biológico
- vias de transmissão
- aérea
- gotículas aerossóis
- doenças: meningocócica, gripe, mononucleose, rubéola/ sarampo, tuberculose,
- quando permitido, usar dique de borracha
- sugadores de alta potência
- evitar usar seringa tríplice na forma spray
- regular a saída de água de refrigeração
- higienizar previamente a boca do paciente - escovação e/ou bochecho anti-séptico
- ambiente ventilado
- exaustores com filtro HEPA
- máscaras de proteção respiratórias e óculos de proteção
- evitar contato dos profissionais suscetíveis com pacientes suspeitos de sarampo, varicela, rubéola e tuberculose
- máscaras de proteção respiratórias e óculos de proteção
- exaustores com filtro HEPA
- ambiente ventilado
- higienizar previamente a boca do paciente - escovação e/ou bochecho anti-séptico
- regular a saída de água de refrigeração
- evitar usar seringa tríplice na forma spray
- sugadores de alta potência
- quando permitido, usar dique de borracha
- doenças: meningocócica, gripe, mononucleose, rubéola/ sarampo, tuberculose,
- gotículas aerossóis
- contato direto/indireto c/ paciente
- doenças: herpes simples, escariose, pediculose, micoses, conjuntivite
- EPIs e higienização das mãos
- cabelos presos,
- desinfecção concorrente das secreções e artigos contaminados
- cabelos presos,
- EPIs e higienização das mãos
- doenças: herpes simples, escariose, pediculose, micoses, conjuntivite
- sangue e fluidos orgânicos
- Percutânea - lesão por perfuro-cortantes. Mucosa - respingo nos olhos, nariz e boca. Cutânea - contato c/ pele c/ dermatite ou feridas abertas. Mordeduras humanas - deve ser avaliada p/ o indivíduo que a provocou e para o exposto. (exposição de risco quando há presença de sangue)
- atenção durante procedimentos
- não: reencapar, entortar, quebrar ou retirar agulhas das seringas c/ as mãos; utilizar agulhas para fixar papéis; utilizar dedos como anteparo na realização de procedimentos c/ perfurocortantes
- desprezar todo material perfuro cortante em recipiente com tampa e resistente a perfuração
- dispor coletores específicos p/ descarte de material perfurocortante próximo ao local onde é realizado o procedimento e não ultrapassar o limite de dois terços de sua capacidade total
- EPI completo e seguir a PGRSS
- dispor coletores específicos p/ descarte de material perfurocortante próximo ao local onde é realizado o procedimento e não ultrapassar o limite de dois terços de sua capacidade total
- desprezar todo material perfuro cortante em recipiente com tampa e resistente a perfuração
- não: reencapar, entortar, quebrar ou retirar agulhas das seringas c/ as mãos; utilizar agulhas para fixar papéis; utilizar dedos como anteparo na realização de procedimentos c/ perfurocortantes
- doenças: hepatites A, B, C e AIDS
- atenção durante procedimentos
- Percutânea - lesão por perfuro-cortantes. Mucosa - respingo nos olhos, nariz e boca. Cutânea - contato c/ pele c/ dermatite ou feridas abertas. Mordeduras humanas - deve ser avaliada p/ o indivíduo que a provocou e para o exposto. (exposição de risco quando há presença de sangue)
- aérea
- vias de transmissão
- risco físico
- precauções padrão
Acidentes de trabalho e conduta pós-exposição
- manter a calma
- quimioprofilaxias HBV/HIV - 2h - MS
- casos extremos - 24 a 36h
- alto risco HBV - até 2 semanas depois
- casos extremos - 24 a 36h
- lavagem
- exaustiva com água e sabão na pele
- com soro fisiológico ou água nas mucosas
- anti-sétpticos tópicos (ácool ou PVPI) pode ser adotado
- Centro de Referência no atendimento de acidentes ocupacionais
- técinico de segurança do trabalho - preenchimento do inquérito de notificação e emissão da CAT
- anamnese recente do paciente-fonte
- hábitos de vida, história de hematotransfusão, DSTs e sorologias
- analisar a possibilidade de situá-lo numa possível janela imunológica
- levar carteira de vacinação ou informar estado vacinal/sorológico
- solicitação médica de sangue do atendente e paciente
- quadro de situação de risco
- quimioprofilaxias HIV/HBV iniciadas
- solicitação do anti-HIV quando necessário e HbsAg quando o profissional não foi imunizado para hepatite B
- paciente HIV+
- iniciar quimioprofilaxia
- paciente HIV-desconhecido ou teste demorado
- esquema básico antiretroviral e reavalização do teste
- paciente HbsAg+ e funcionário não vacinado
- fazer imunoglobulina e vacinação
- coleta de sangue do profissional apenas com paciente HIV/HBV/HCV + ou desconhecido. Paciente negativo: sem coleta
- repetição da sorologia
- 6 semanas, 3, 6, 12 meses após acidente, ou a critério do médico
- profissional em uso de quimioprofilaxia retroviral:
- recorrer à consulta médica - acompanhamento de intolerância medicamentosa
- caso de novo acidente com o funcionário:
- realizar protocolo novamente, desconsiderando os anteriores
- caso de soroconversão do funcionário para HIV/ hepatite:
- encaminhado ao médico do trabalho para orientação legal e centro de referância para o acompanhamento /tratamento
- paciente HIV+
- caso o paciente se recuse?
- considerar o paciente soropositivo, com alto título viral.
- quadro de situação de risco
- solicitação médica de sangue do atendente e paciente
- hábitos de vida, história de hematotransfusão, DSTs e sorologias
- quimioprofilaxias HBV/HIV - 2h - MS
- manter a calma
Higienização das mãos
- capacidade da pele de abrigar microrgs. e transferi-los de uma superfície a outra
- microbiota residente
- microbiota transitória - infecções da assistência em saúde
- microbiota residente
- água e sabão - umidade /sujidade visível nas mãos. álcool- umidade/sujidade não visíveis
- ambiente odontológico - luvas e lavagem de mãos predominam
- lavagem antes e após retirada de luvas
- reduzir oportunidades de infecção durante consulta -> minimizar troca de luvas e lavagem
- antes de procedimentos cirúrgicos - anti-sépticos, preferencialmente de efeito residual - mater multiplicação microbiana lenta
- MS - anti-sepsia das mãos - álcool a 70%, clorhexidina, compostos de iodo, como exemplo polivinil pirrolidona iodo (PVPI) e outros iodóforos
- sabonete preferencialmente líquido, sabonete sólido em pequenos pedaços, em suporte que não acumule água, e sabonete em pó.
- sabões e detergentes de objetos: nunca
- sabonete preferencialmente líquido, sabonete sólido em pequenos pedaços, em suporte que não acumule água, e sabonete em pó.
- MS - anti-sepsia das mãos - álcool a 70%, clorhexidina, compostos de iodo, como exemplo polivinil pirrolidona iodo (PVPI) e outros iodóforos
- antes de procedimentos cirúrgicos - anti-sépticos, preferencialmente de efeito residual - mater multiplicação microbiana lenta
- reduzir oportunidades de infecção durante consulta -> minimizar troca de luvas e lavagem
- lavagem antes e após retirada de luvas
- ambiente odontológico - luvas e lavagem de mãos predominam
- técnicas
- não usar: acessórios, unhas grandes, esmalte com descamação
- lavagem
- 1. Manter o corpo afastado da pia. 2. Abrir a torneira e molhar as mãos sem tocar na superfície da pia. 3. Aplicar a quantidade de produto recomendada pelo fabricante (3 a 5 ml, em geral), suficiente para cobrir toda a superfície das mãos. 4. Ensaboar as mãos, friccionando uma na outra por aproximadamente 15 segundos, com o objetivo de atingir toda a superfície. 5. Friccionar, com especial atenção, os espaços interdigitais, as unhas e as pontas dos dedos. 6. Enxaguar as mãos em água corrente, retirando totalmente o resíduo do sabonete, sem tocar na superfície da pia ou na torneira. 7. Enxugar as mãos com papel-toalha descartável (não utilizar toalhas de uso múltiplo).
- aplicação de anti-séptico que dispensa enxágue (de álcool)
- 1. Aplicar a quantidade de produto recomendada pelo fabricante (3 a 5 ml, em geral), suficiente para cobrir toda a superfície das mãos. 2. Friccionar as mãos uma na outra, com o objetivo de aplicar o produto em toda a superfície. 3. Friccionar, com especial atenção, os espaços interdigitais, as unhas e as pontas dos dedos. 4. Friccionar o produto até que seque completamente (não usar papel-toalha).
- anti-sepsia cirúrgica
- 1. Aplicar produto antimicrobiano em quantidade recomendada pelo fabricante, suficiente para cobrir toda a superfície das mãos e antebraço. 2. Limpar as unhas, friccionando-as contra a palma da mão ou escova macia. 3. Utilizar escova macia para friccionar a pele (opcional). 4. Efetuar movimentos de fricção iniciando pela extremidade dos dedos, continuando pelos espaços interdigitais, faces das mãos, punhos e antebraços, despendendo de dois a seis minutos. 5. Enxaguar as mãos em água corrente, deixando escorrer das pontas dos dedos para o antebraço, até eliminar completamente o produto. 6. Secar as mãos com compressa estéril, com movimentos compressivos, partindo das pontas dos dedos e seguindo pelas mãos até chegar ao cotovelo.
- lavagem
- não usar: acessórios, unhas grandes, esmalte com descamação
- capacidade da pele de abrigar microrgs. e transferi-los de uma superfície a outra
EPIs
- indicado: durante o atendimento, procedimentos de limpeza do ambiente e reprocessamento dos artigos
- proteção da cabeça
- proteção dos olhos e face
- proteção do tronco
- proteção dos membros superiores
- proteção dos membros inferiores
- calçados
- fechados e antiderrapantes
- calçados
- luvas
- borracha (limpeza), látex de procedimento (atividades clínicas), estéreis (cirurgia), sobreluvas (quando necessário), e aminiato, couro ou aramida (CME - artigos esterilizados)
- proteção dos membros inferiores
- avental
- avental plumbífero (raidiologia), descartável (atendimento), e impermeável (limpeza)
- proteção dos membros superiores
- óculos de proteção
- protetores faciais
- podem substituir os óculos
- máscaras
- protetores faciais
- proteção do tronco
- gorro
- descartável
- proteção dos olhos e face
- proteção da cabeça
- indicado: durante o atendimento, procedimentos de limpeza do ambiente e reprocessamento dos artigos
Fluxo e processamento de artigos
- limpeza, desinfecção e esterilização
- artigo sujo
- exposição ao agente de limpeza
- enxágue
- secagem
- barreira física
- inspeção visual
- preparo e embalagem
- desinfecção/esterilização
- armazenamento
- ocal exclusivo, separado, armários fechados, protegido de poeira, umidade e insetos, a uma distância mínima de 20 cm do chão, 50 cm do teto e 5 cm da parede
- destruir ou eliminar todas as formas de vida microbiana presentes, por meio de processos físicos (vapor saturado sob pressão - autoclave) ou químicos (glutaraldeído a 2% e ácido peracético a 0,2%)
- validade e monitoramento da esterilização (físico, químico e biológico)
- armazenamento
- autoclave -> papel grau cirúrgico, papel crepado, tecido não-tecido, tecido de algodão cru (campo duplo), vidro e nylon, cassetes e caixas metálicas perfuradas
- desinfecção/esterilização
- preparo e embalagem
- inspeção visual
- evitar que a umidade interfira nos processos e diminuir a possibilidade de corrosão dos artigos
- barreira física
- retirada de sujidades e produto de limpeza
- secagem
- limpeza- remoção mecânica de sujidades - reduzir a carga microbiana
- limpeza manual x mecânica
- enxágue
- exposição ao agente de limpeza
- desinfecção: e elimina a maioria dos microorganismos patogênicos de objetos inanimados e superfícies,
- artigo sujo
- limpeza, desinfecção e esterilização
Processamento de superfícies, linhas de água, rouparia e limpeza geral
- superfícies e componentes dos equipamentos
- limpar com água e sabão neutro, desinfectar com álcool 70
- recobrimento de superfícies com campos de algodão esterilizados - cirurgias
- aplicação de barreiras impermeáveis - procedimentos clínicos
- esterilização das partes removíveis do equipamento
- barreiras físicas de tecido ou as plásticas impermeáveis devem ser trocadas a cada paciente
- esterilização das partes removíveis do equipamento
- aplicação de barreiras impermeáveis - procedimentos clínicos
- recobrimento de superfícies com campos de algodão esterilizados - cirurgias
- limpar com água e sabão neutro, desinfectar com álcool 70
- rouparia
- manuseio mínimo de roupas sujas - embalar no local que foi usada
- lavagem da roupa contaminada separada da roupa pessoal
- o tecido deve permitir o uso de detergente para roupas, água quente e/ou agente químico desinfetante como os alvejantes
- manuseio mínimo de roupas sujas - embalar no local que foi usada
- linhas de água
- importância da água potável
- limpeza geral
- pisos limpos diariamente e demais superfícies, gavetas, mobiliários, etc. no mínimo semanalmente ou quando necessário
- O responsável da limpeza deve ser orientado quanto aos seguintes aspectos: a) Riscos de infecção. b) Uso de EPIs (luvas de borracha, avental impermeável e sapatos fechados). c) Técnicas de limpeza. d) Higienização dos materiais de limpeza.
- recomendações para limpeza
- a) Iniciar da área menos contaminada para a mais contaminada. b) Limpar as paredes de cima para baixo, em sentido único. c) Esfregar as paredes com água e sabão, utilizando esponja ou pano. d) Enxaguar com pano umedecido em um balde com água limpa. e) Secar com pano limpo. f) Limpar os pisos do fundo para a porta. g) Utilizar um rodo, dois baldes, panos limpos ou carrinhos próprios para limpeza, e água e sabão. h) Colocar água e sabão em um dos baldes e água limpa no outro. i) Afastar os móveis e equipamentos. j) Esfregar os pisos com rodo e pano umedecido em água e sabão. k) Enxaguar com pano umedecido em um balde com água limpa. l) Secar com um pano limpo envolto no rodo. m) Lavar os panos de limpeza, esfregões, baldes e luvas de borracha após o uso, no DML.
- limpeza e desinfecção na presença de matéria orgânica
- a) Aplicar solução de hipoclorito de sódio a 1% sobre a matéria orgânica e aguardar cinco minutos. b) Remover com auxílio de papel-toalha ou pano, que deve ser descartado. c) Proceder à limpeza com água e sabão
- pisos limpos diariamente e demais superfícies, gavetas, mobiliários, etc. no mínimo semanalmente ou quando necessário
- superfícies e componentes dos equipamentos
Gerenciamento de resíduos em serviços odontológicos
- biológicos
- Resíduos resultantes da atenção à saúde de indivíduos com suspeita ou certeza de contaminação biológica
- • Devem ser acondicionados em sacos vermelhos, que devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos uma vez a cada 24 horas, e identificados conforme o item 1.3.3 da RDC 306/04. • Devem ser submetidos a tratamento utilizando-se processo físico ou outros processos que vierem a ser validados para a obtenção de redução ou eliminação da carga microbiana, em equipamento compatível com o Nível III de Inativação Microbiana. Após o tratamento, devem ser acondicionados da seguinte forma: • Se não houver descaracterização física das estruturas, devem ser acondicionados conforme o item 1.2 da RDC 306/04, em sacos brancos leitosos, que devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos uma vez a cada 24 horas, e identificados conforme o item 1.3.3 da mesma RDC. • Havendo descaracterização física das estruturas, podem ser acondicionados como resíduos do Grupo D.
- Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, contendo sangue ou líquidos corpóreos na forma livre.
- • Devem ser acondicionados conforme o item 1.2 da RDC 306/04, em sacos vermelhos, que devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos uma vez a cada 24 horas, e identificados conforme o item 1.3.3 da mesma RDC. • Devem ser submetidos a tratamento utilizando-se processo físico ou outros processos que vierem a ser validados para a obtenção de redução ou eliminação da carga microbiana, em equipamento compatível com o Nível III de Inativação Microbiana (Apêndice IV da RDC 306/04) e que desestruture as suas características físicas, de modo a se tornarem irreconhecíveis. Após o tratamento, podem ser acondicionados como resíduos do Grupo D. Caso o tratamento previsto venha a ser realizado fora da unidade geradora, o acondicionamento para transporte deve ser em recipiente rígido, resistente a punctura, ruptura e vazamento, com tampa provida de controle de fechamento e devidamente identificado, conforme o item 1.3.3 da RDC 306/04, de forma a garantir o transporte seguro até a unidade de tratamento.
- Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, que não contenham sangue ou líquidos corpóreos na forma livre (luvas, óculos, máscaras, gaze e outros) e peças anatômicas (órgãos e tecidos) e outros resíduos provenientes de procedimentos cirúrgicos ou de estudos anatomopatológicos ou de confirmação diagnóstica
- • Esses resíduos podem ser dispostos, sem tratamento prévio, em local devidamente licenciado para disposição final de RSS. • Devem ser acondicionados em sacos brancos leitosos, que devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos uma vez a cada 24 horas, e identificados conforme o item 1.3.3 da RDC 306/04 . Os sacos devem estar contidos em recipiente de material lavável, resistente a punctura, ruptura e vazamento, com tampa provida de sistema de abertura sem contato manual, com cantos arredondados, e resistente ao tombamento. Devem ser dispostos em local devidamente licenciado para disposição final, e, na ausência deste, as orientações do órgão ambiental competente devem ser observadas.
- Resíduos resultantes da atenção à saúde de indivíduos com suspeita ou certeza de contaminação biológica
- químicos
- a) Produtos antimicrobianos, citostáticos e antineoplásicos; imunossupressores, quando apresentarem prazo de validade vencido ou se tornarem impróprios para o consumo. b) Anestésicos. c) Efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores). d) Saneantes e desinfetantes. e) Resíduos de amálgama. f) Radiografias odontológicas. g) Demais produtos considerados perigosos, conforme classificação da NBR 10.004 da ABNT (tóxicos, corrosivos, inflamáveis e reativos).
- manejo
- Os resíduos químicos que apresentam risco à saúde ou ao meio ambiente, quando não forem submetidos a processo de reutilização, recuperação ou reciclagem, devem ser submetidos a tratamento e disposição final específicos. Os resíduos no estado sólido, quando não tratados, devem ser dispostos em aterro de resíduos perigosos – Classe I. Os resíduos no estado líquido devem ser submetidos a tratamento específico, sendo vedado o seu encaminhamento para disposição final em aterros. Quando submetidos a processo de tratamento térmico por incineração, devem seguir as orientações contidas na Resolução Conama n0 316, de 29 de outubro de 2002, ou a que vier substituí-la. O acondicionamento deve ser feito em recipientes individualizados, observadas as exigências de compatibilidade química do resíduo com os materiais das embalagens, de forma a evitar reação química entre os componentes, enfraquecendo-a ou deteriorando-a, ou a possibilidade de que o material da embalagem seja permeável aos componentes do resíduo. Os reveladores utilizados em radiologia podem ser submetidos a processo de neutralização para alcançarem pH entre 7 e 9, sendo posteriormente lançados na rede coletora de esgoto ou em corpo receptor, desde que atendam às diretrizes estabelecidas pelos órgãos ambientais, gestores de recursos hídricos e de saneamento competentes. Os fixadores usados em radiologia podem ser submetidos a processo de recuperação da prata ou então ao constante do item 11.16 da RDC 306/04. O descarte de pilhas, baterias e acumuladores de carga contendo chumbo (Pb), cádmio (Cd) e mercúrio (Hg) e seus compostos deve ser feito de acordo com a Resolução Conama n0 257/99, ou a que vier substituí-la. Os demais resíduos sólidos contendo metais pesados podem ser encaminhados a aterro de resíduos perigosos – Classe I ou submetidos a tratamento, de acordo com as orientações do órgão local de meio ambiente, em instalações licenciadas. para este fim. O manejo dos resíduos líquidos deste grupo deve seguir orientações específicas dos órgãos ambientais locais. Os resíduos contendo mercúrio (Hg) devem ser acondicionados em recipientes sob selo d’água e encaminhados para recuperação. Resíduos químicos que não apresentam risco à saúde ou ao meio ambiente não necessitam de tratamento, podendo ser submetidos a processo de reutilização, recuperação ou reciclagem. Resíduos no estado sólido, quando não submetidos à reutilização, recuperação ou reciclagem, devem ser encaminhados para sistemas licenciados de disposição final. Resíduos no estado líquido podem ser lançados na rede coletora de esgoto ou em corpo receptor, desde que atendam, respectivamente, as diretrizes estabelecidas pelos órgãos ambientais, gestores de recursos hídricos e de saneamento competentes.
- perfurocortantes
- Devem ser acondicionados em recipientes rígidos, com tampa vedante, estanques, resistentes à ruptura e à punctura. Devem ser dispostos em local devidamente licenciado para disposição final de RSS, e, na ausência deste, seu manejo deve seguir as orientações do órgão ambiental competente. Dependendo da concentração e do volume residual de contaminação por substâncias químicas perigosas, esses resíduos devem ser submetidos ao mesmo tratamento dado à substância contaminante.
- comuns
- devem ser seguidas as orientações estabelecidas pelo órgão ambiental competente e pelo serviço de limpeza urbana.
- biológicos
Information
- Description
- Mind Map on Biossegurança, created by Paulo Victor on 14/02/2021.
- Created by
- Paulo Victor
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