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Engenharia de Requisitos

Elionay Manuel Engenharia de Software Concursos Públicos Portuguese

Engenharia de Requisitos

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Engenharia de Requisitos

  •  uma abordagem SISTEMATICA para a formulação, análise, documentação e manutenção de requisitos de um sistema. Em outras palavras, também podemos defini-la como um processo FORMAL que engloba todas as atividades que contribuem para a produção de um documento de requisitos.
  • engenharia de requisitos fornece um mecanismo adequado para compreender o que o cliente deseja, para analisar as suas necessidades, para avaliar a viabilidade da implementação,
  1. Requisitos

    • de USUARIO
      • descriçao em linguarem natural e com diagramas com ALTO NIVEL DE ABSTRAÇAO e poucos detalhes. para serem lidos por pessoas leitas
    • de SISTEMA
      • descriçoes DETALHADAS com baixo nivel da abstraçao que definem o que deve ser IMPLEMENTADO
    • class. qto a QUALIDADE
      • Normais
      • Esperados
        • Requisitos IMPLICITOS tais como interface intuitiva, velocidade de busca e facilidade de instaçao detre outros
      • Fascinantes
        • Recursos que vao alem da expectativa do cliente
    • class. qto a EVOLUÇÃO
      • Permanentes
        • tambem chamados de ESTAVEIS sao requisitos que fazem parte do DOMINIO PRINCIPAL DA EMPRESa
      • Volateis
        • Se modificam quando o sisttema esta em uso ou em desenvolvimento
        • Mutaveis
          • muda pq o enviroment muda, adaptaçao a leis e etc
        • Emergentes
          • muda no desenvolvimento quando o entendimento do produto melhora
        • Consequentes
          • o cliente percebe novas necessidades conforme vai usando o software
        • Compatibilidade
          • muda para se adequar a mudanças em outras partes do software
    • Class. qto a FUNCIONALIDADE
      • Funcionais
        • O QUE o sistema deve fazer
      • N~ao Funcionais
        • COMO O SISTEMA DEVE FAZER, sao restriçoes ou condiçoes estipuladas sobre as quais o sistema deve funcionar
        • ARQUITETURA TECNICA DO SISTEMA
        • CONFIABILIDADE, SEGURANÇA, USABILIDADE, PERFORMANCE, CUSTOS ROBUSTEZ
        • de produto
          • especificam o comportamento do produto. Entre os exemplos, estão requisitos de desempenho quanto à rapidez com que o sistema deve operar e quanto de memória ele requer, requisitos de confiabilidade que definem a taxa aceitável de falhas, requisitos de portabilidade e requisitos de usabilidade.
          • de confiabilidade
            • O sistema não deve ficar fora do ar por mais de cinco segundos durante o dia.
          • de proteçao
            • O sistema não deve permitir que os usuários modifiquem senhas de acesso que eles não criaram
          • de Eficiencia
            • Desempenho
              • O sistema deverá ser capaz de processar oitocentas requisições por segundo.
            • Armazenamento
          • usabilidade
            • Os usuários deverão operar todas as funcionalidades do sistema após 2 horas de treino.
        • organizacionais
          • são derivados de políticas e procedimentos da organização do cliente e do desenvolvedor. Entre os exemplos, estão padrões de processo que devem ser usados, linguagem de programação ou o método de projeto usado, e requisitos de entrega que especificam quando o produto e a sua documentação devem ser entregues.
          • ambientais
          • Operacionais
          • Implementaçao
        • externos
          • abrange todos os requisitos derivados de fatores externos ao sistema e seu processo de desenvolvimento. Entre os exemplos, estão a interoperabilidade que define como o sistema interage com outros sistemas, requisitos legais que devem ser seguidos, requisitos éticos sistema para assegurar que ele será aceito por todos
          • Regulatorio
          • Legais
          • Eticos
      • Dominio
        • são requisitos derivados do domínio da aplicação e refletem características de sua área de negócio. Eles podem ser requisitos funcionais ou não-funcionais
  2. Pressman

    • 1. Concepçao
    • 2. Levantamento
    • 3. Elaboraçao
    • 4. Negociaçao
    • 5. Especificaçao
    • 6. Validaçao
    • 7. Gestao
  3. SOMMERVILLE

    • Estudo de viabilidade
      • A fase de Estudo de Viabilidade trata da realização de uma avaliação relativamente rápida e barata para verificar se as necessidades identificadas dos usuários podem ser satisfeitas por meio das tecnologias atuais de sistemas de software e hardware.
    • Elicitaçao e analise de requisitos
      • trata do processo de levantamento e derivação de requisitos de sistema através da observação de sistemas existentes, discussões com usuários e compradores potenciais, análise de tarefas, entre outros
      • Obtençao de Requisitos
        • processo de interação com os stakeholders para coletar requisitos. Os requisitos de domínio também são descobertos durante essa atividade.
      • Classificaçao e organizaçao
        • esta atividade envolve a coleção de requisitos não estruturados, agrupa os requisitos relacionados e os organiza em conjuntos coerentes.
      • Priorizaçao e negociaçao
        • inevitavelmente, os requisitos serão conflitantes. Assim, busca-se priorizar os requisitos e resolver conflitos por meio da negociação. d.
      • Documentaçao de req
        • os requisitos são documentados e colocados na próxima volta da espiral. Podem ser produzidos documentos de requisitos formais ou informais.
    • Especificaçao
      • objetivo aqui é criar uma documentação que sirva como um contrato entre as partes.
      • essa documentação deve servir tanto para engenheiros de requisitos quanto para os clientes. Esse documento contém requisitos de usuário e requisitos de sistema, logo ambas as partes podem consultá-lo de maneira sistemática para verificar o que foi levantado, a análise de viabilidade, os requisitos mais abstratos, os requisitos mais técnicos, o que foi acordado entre as partes, entre outros
    • Validaçao
      • A atividade de Validação de Requisitos é responsável por verificar os requisitos em relação ao realismo, consistência, abrangência, validade, completude, etc. Durante esse processo, erros no documento de requisitos são inevitavelmente descobertos.
      • Este estágio é focado no cliente e está relacionado à descoberta de problemas com requisitos.
      • Técnicas de Validaçao de requsitos
        • Revisao de requisitos
        • Prototipaçao
          • Um modelo executável do sistema é apresentado para usuários finais e clientes. Eles podem experimentar o modelo para verificar se atende às suas necessidades reais. Também há desvantagens: o tempo gasto na sua implementação pode não justificar o seu uso, pode enviesar os usuários e pode ainda levar os programadores a cair na tentação de usar o protótipo para continuar o desenvolvimento do sistema.
        • Geraçao de casos testes
          • É importante destacar que os requisitos devem ser testáveis. Se os testes dos requisitos forem criados como parte do processo de validação, eles frequentemente revelarão problemas de requisitos
    • Teste
  4. Técnicas de OBTENÇAO /LEVANTAMENTO DE REQUISITOS

    • Entrevistas
      • Nessas entrevistas, a equipe de engenharia de requisitos formula questões para os stakeholders sobre o sistema que eles usam e o sistema a ser desenvolvido. Os requisitos são derivados a partir das respostas dessas questões.
      • Abertas
        • não há um roteiro predefinido
      • Fechadas
        • com um roteiro definido
    • Etnografia
      • Coloca-se o analista dentro do campo de atuação dos usuários, observando o trabalho diário anotando as tarefas reais em que os participantes estão envolvidos
    • Cenarios
      • Elas podem compreender e criticar um cenário de como interagiriam com um sistema de software
      • O uso de cenários para descrever requisitos é parte integrante dos métodos ágeis, como a Extreme Programming. 
    • Questionarios
      • Formulários distribuídos aos stakeholders com questões pré-definidas. Torna-se útil quando a quantidade de stakeholders é muito grande.
    • Workshop de Requisitos
      • Reunião estruturada e intensiva entre analistas e usuários com o intuito de obter um conjunto de requisitos bem definidos. Possui um facilitador neutro responsável pelas atividades de logística e promoção de momentos de descontração, como forma de dinamizar o trabalho em equipe. Permite utilizar outras técnicas em conjunto como brainstorming ou interpretação de papéis.
    • Brainstorming
      • durante cerca de 15 minutos em que toda a ideia deve ser levada em consideração, sendo proibida a crítica a qualquer sugestão dada, e encorajada, inclusive, a criação de ideias que pareçam estranhas ou exóticas. Busca-se explorar a potencialidade criativa de um grupo – um facilitador organiza e prioriza os resultados.
    • Leitura de documentos
    • JAD (joint Appication Design)
      • Similar à técnica de workshop de requisitos e registrada pela IBM, ela busca reunir os usuários e desenvolvedores em um workshop estruturado para levantar requisitos e promover a tomada de decisões por meio de diversos tipos de dinâmicas de grupo, técnicas visuais, processos racionais e até documentação. É bastante interativa e promove a participação ativa dos envolvidos – inclusive dos tímidos.
      • O processo consiste em três fases principais: customização, sessões e agrupamento. Na customização, o analista prepara as tarefas para as sessões como organizar os times, preparar o material, entre outros. Na fase de sessões, o analista marca uma ou mais reuniões com os stakeholders. No início da sessão, o engenheiro de requisitos provê uma visão genérica sobre o sistema. A discussão com os stakeholders continua até o fim do levantamento de requisitos. Na fase de agrupamento todos os requisitos levantados nas fases anteriores são convertidos em documentos de especificação de requisitos
    • Prototipaçao
      • Técnica de elicitação, independente de tecnologia, utilizada no estágio inicial do projeto, ajudando stakeholders a desenvolverem uma forte noção sobre a aplicação a ser implementada. Por meio da visualização de um esboço da aplicação, podem-se identificar requisitos reais e fluxos de trabalho do sistema. São frequentemente utilizadas quando os usuários são incapazes de expressar suas necessidades.
      • Horizontal
        •  Um protótipo que apresenta uma visão superficial e possivelmente abrangente da funcionalidade do sistema, mas que geralmente não suporta nenhum uso ou interação de fato
      • Vertical
        • Um protótipo que mergulha nos detalhes da interface, da funcionalidade ou de ambos
      • evolutiva
        • sofrerá constante evolução até se tornar o produto final
      • descartavel
        • (mais comum), será descartada após cumprir seus objetivos, feitos c/ ferramentas específicas.
    • Reuso de Requisitos
      • O reuso de requisitos trata do estudo e reutilização de especificações e glossários referentes a projetos de sistemas legados ou sistemas de mesma família ou com funcionalidades de negócio similares. Estudos mostram que sistemas similares podem reutilizar mais de 80% de seus requisitos. Dessa forma, eles têm chances maiores de serem compreendidos pelos stakeholders – o que é uma excelente vantagem.
    • Historias de usuarios
      • Introduzida inicialmente pela Metodologia XP (Extreme Programming), nada mais é do que uma história contada na linguagem do usuário final, que deve ser capaz de capturar aquilo que o usuário de fato necessita fazer para realizar seu trabalho. Deve ser concisa o suficiente para caber em um post-it. Um padrão seria: “Como um <papel>, eu quero <meta> de modo que <benefício>”.
    • Participaçao ativa de usuarios
      • A técnica de participação ativa de usuários permite a incorporação dos usuários e clientes ao grupo de engenharia de requisitos. Os usuários precisam aprender as linguagens de modelagem utilizadas para ser capaz de ler as descrições e criticá-las. Permite uma interação real entre clientes e usuários, no entanto necessita de um certo treinamento aos usuários participantes.
    • Encenaçao
      • Um facilitador mostra uma encenação para o grupo e este último faz comentários. Ajuda a restringir requisitos, estimula soluções mais criativas e a revisão em equipe, facilita o processo de entrevista, entre outros.
    • Interpretaçao de papeis
      • A técnica de interpretação de papeis é uma abordagem que atribui a cada membro do grupo um papel de interesse para o sistema. O grupo inspecionará então como o sistema é usado. Ao longo do caminho, haverá discussões sobre quem é responsável por o quê. O Analista de Sistemas interpreta o papel do usuário, o que o ajuda a obter um discernimento real do domínio do problema.
    • Grupo focal
      • A técnica de grupo focal trata de um grupo de discussão informal e de tamanho reduzido (geralmente até 12 pessoas), com o propósito de obter informação qualitativa em profundidade. As pessoas são convidadas para participar da discussão sobre determinado assunto.
    • Analise de protocolos
      • Essa técnica consiste em analisar o trabalho de determinada pessoa por meio de verbalização, estabelecendo a racionalidade utilizada na execução de tarefas.
    • Pontos de vista
      • A técnica de pontos de vista (também chamada de VORD) considera as perspectivas de diversas partes interessadas sobre os requisitos do sistema de software
  5. GERENCIAMENTO DE REQUISITOS

    • esse é o processo responsável por compreender, acompanhar e controlar as mudanças dos requisitos de sistema, identificando inconsistências
    • O processo de gerenciamento de requisitos deve se iniciar assim que uma versão inicial do documento de requisitos esteja disponível.
    • CONTROLE DE MUDANÇAS
      • mATRIZ DE RASTREABILIDADE
        • Matriz de rastreabilidade de requisitos é uma ferramenta que explicita a relação direta dos requisitos entre si ou com os outros componentes do projeto. Assim, caso alguma alteração seja feita no projeto, sabe-se quais requisitos serão afetados com tal mudança.
    • RASTREABILIDADE
    • PRIORIZAÇAO

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Concursos Públicos Engenharia de Software Mind Map on Engenharia de Requisitos, created by Elionay Manuel on 05/02/2022.
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Elionay Manuel
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