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Flashcards

unidade 5

yris xauane Psicologia Português 127 flashcards

unidade 5

Flashcards do conjunto (127)

  1. 1Controle de estímulosO efeito que os EVENTOS ANTECEDENTES exercem sobre o comportamento.
    O nosso comportamento ocorre em determinado contexto
  2. 2por que nos comportamos de maneira diferente em situações diferentes?Efeito da consequências:
    Reforçadores positivos
    Estímulos aversivos
  3. 3Evidência de controle de estímulosA prob da R é alta na presença do estímulo diante do qual ela foi repetidamente reforçada e baixa na sua ausência
    Estímulo discriminativo: SD, correlacionado com o reforço para uma dada R
    Estímulo delta: S, correlacionada com a ausência de reforço para uma dada R
  4. 4O Responder discriminado: discriminaçãoÉ estabelecido através de um procedimento denominado TREINO DISCRIMINATIVO: ocorre por meio do reforçamento diferencial: reforço do comport diante de determinado estímulo.
    Ausência do reforço (extinção ou punição) para o comport diante de outros estímulos
  5. 5Correlacionado com o reforço para uma dada RCorrelacionado com o reforço para uma dada R
  6. 6Correlacionado com a ausência de reforço para uma dada RCorrelacionado com a ausência de reforço para uma dada R
  7. 7SDEstímulo discriminativo
    EVOCA comportamentos
    Sinaliza a consequência da R
    Sinaliza a classe de R com prob de reforço
    Afeta a prob de R
    Não existe garantia (prob)
    Ex: na presença de sua mãe, dizer "mãe"
    Inclui o ambiente físico, social, temporal, fisiológico
  8. 8SΔEstímulo Delta
    Sinaliza a INDISPONIBILIDADE do reforço
    Fornece ocasião para que a RESPOSTA NÃO OCORRA; não evoca a R
    É correlacionado com ausência do reforço (extinção ou punição).
    Ex: na presença do pai, dizer pai e não mãe.
    EX: Lanchonete com luzes apagadas sinaliza que o reforço NÃO estará disponível.
    Inclui o ambiente físico, social, temporal e fisiológico
  9. 9Discriminação operante e o responder discriminado: Discriminação simplesDiscriminar implica em responder de maneira diferenciada na presença de estímulos diferentes ou a diferentes aspectos do estímulos.
    A discriminação simples exemplifica uma contingência de 3 termos
    SD: R → S conseq.
    EX: Cantar no banheiro mas não durante uma conferência
  10. 10Discriminação operante e o operante discriminado 1) treino sucessivoSD e SΔ apresentados um após o outro, de maneira aleatória.
    Estímulo antecedente: comportamento → consequência.
  11. 11SD e SΔ apresentados um após o outro, de maneira aleatória.Treino sucessivoSD e SΔ apresentados um após o outro, de maneira aleatória.
  12. 12Discriminação operante e o operante discriminado 2) Treino simultâneoSD e S apresentados simultaneamente. Produz discriminações mais precisas e em menos tempo.
  13. 13SD e SΔ apresentados simultaneamente. Produz discriminações mais precisas e em menos tempo.Treino simultâneoSD e SΔ apresentados simultaneamente. Produz discriminações mais precisas e em menos tempo.
  14. 14Generalização de estímulos operanteEmissão do mesmo comport na presença de estímulos semelhantes.
    Quanto mais parecido o novo estímulo for com o SD, maior a prob da R ocorrer.
    A R é reforçada na presença de um estímulo SD.
    Provavelmente ocorrerá na presença de novos estímulos formalmente parecidos com o SD
  15. 15Gradiente de generalizaçãoGradiente de generalização
  16. 16issão do mesmo comport na presença de estímulos semelhantes. Quanto mais parecido o novo estímulo for com o SD, maior a prob da R ocorrer. A R é reforçada na presença de um estímulo SD. Provavelmente ocorrerá na presença de novos estímulos formalmente parecidos com o SDissão do mesmo comport na presença de estímulos semelhantes. Quanto mais parecido o novo estímulo for com o SD, maior a prob da R ocorrer...
  17. 17Gráfico de gradiente de generalizaçãoGráfico de gradiente de generalização
  18. 18Classes de estímulosConjunto de estímulos que serve de ocasião para a mesma classe de R.
    Classes Formais
    Classes funcionais
  19. 19Classes formaisOs estímulos são unidos na classe por similaridade física (de forma)Classes formais
  20. 20Classes funcionaisUma mesma R é reforçada na presença de estímulos do conjunto que não possuem similaridade física.Classes funcionais
  21. 21Controle de estímulosControle dimensional (atenção): o que controla a R: cor, forma ou fundo?Controle de estímulos
  22. 22Controle Dimensional e Atenção (controle de estímulos)Estímulos/objetos têm várias dimensões (cor, forma, textura, tamanho...)
    Controle por determinadas dimensões é geralmente denominado ATENÇÃO
    Controle restrito ou super seletividade
  23. 23Atenção ATENTAR para a ACControle por determinadas dimensões.
    Não é a "mente" que atenta ou discrimina, e sim, o organismo como um todo.
  24. 24O que determina o atentar?As contingências
    Atentamos aos estímulos que sinalizam ou sinalizaram consequências importantes (reforçadoras).
  25. 25Controle restrito ou super seletividadeControle por partes ou elementos de um estímulo (diferente do estímulo/dimensão alvo).
    Ex: dizer "mulher na de presença de um determinado estímulo
  26. 26AbstraçãoGeneralização dentro da mesma classe e discriminação entre classes diferentes.
    *Reforçamento ADICIONAL produz a generalização dentro da mesma classe.
    *Reforçamento DIFERENCIAL produz a discriminação entre classes diferentes.
  27. 27Reforçamento adicionalInclusão de novos estímulos á classe de estímulos da cor "preto"
    ex: blusa preta, bolsa preta, calça preta
  28. 28Reforçamento diferencialPara extinguir a R verbal "preto" na presença de outros estímulos
    ex: blusa, bolsa, calça de outras cores
  29. 29Encadeamento de R ou cadeia comportamentalSequência de R necessárias para a produção de um reforçador
  30. 30Cadeia comportamentalEm uma cadeia comportamental, o elo entre as contingências é o reforço condicionado.
  31. 31Sequência de R necessárias para a produção de um reforçadorSequência de R necessárias para a produção de um reforçador
  32. 32Em uma cadeia comportamental, o elo entre as contingências é o reforço condicionado.Em uma cadeia comportamental, o elo entre as contingências é o reforço condicionado.
  33. 33Atenção - Reforçador condicionador generalizadoAtenção de outras pessoas é um reforço condicionador generalizado porque reforça n classes de R, INDEPENDENTEMENTE de privações especificas, sendo também um SD para a emissão de n classes de R diferentes
  34. 34Atenção de outras pessoas é um reforço condicionador generalizado porque reforça n classes de R, INDEPENDENTEMENTE de privações especificas, sendo também um SD para a emissão de n classes de R diferentesAtenção de outras pessoas é um reforço condicionador generalizado porque reforça n classes de R, INDEPENDENTEMENTE de privações especific...
  35. 35Aprendizagem X ErrosInfluência da cultura
    Contexto acadêmico: Erros benéficos para o processo de aprendizagem: informações sobre como corrigir e emitir o desempenho correto. Em avaliações - indicação sobre o processo de aprendizagem ou desenvolvimento.
    Mudanças em estruturas cognitivas
  36. 36Erro e ACLei do efeito (Thorndike): Aprendizagem = manutenção de R que produzem bons efeitos e diminuição da ocorrência de R que produzem maus efeitos (erros)
  37. 37Erro e AC Aprendizagem sem erroProgramação de contingências de ensino que resultam em desempenhos precisos ou com poucos erros
  38. 38Erro e AC Qual o efeito do erro sobre a aprendizagem?Pesquisas com controles de estímulos:
    Redução da precisão do desempenho
    Respostas emocionais
    Esquiva da tarefa/professor
  39. 39O que é o Erro?Senso comum: Erro é inerente ao aprendiz, a pessoa tem "problema"
    Para a AC: R não reforçadas; R sem SΔ.
    Controle de estímulo diferente do definido como objetivo de ensino: indica controle parcial ou ausência de controle do comport por estímulos específicos.
    Efeito da generalização
  40. 40Subproduto dos ErrosR errada em contingência de reforçamento intermitente pode torná-la persistente.
    A punição do erro pode produzir comport de fuga/esquiva.
    Estímulos pareados com erros podem se tornar aversivos, mesmo quando os pareamentos são ocasionais.
    R emocionais
  41. 41Procedimentos que minimizam errosAquisição de Discriminações: treino discriminativo, reforçamento diferencial (tentativa e erro).
    Procedimentos alternativos: esvanecimento ( fading), modelagem de estímulos, dica atrasada
  42. 42Procedimentos alternativos Esvanecimento (fading) Caso:EX: Whaley e Malott
    Bete: 8 anos; "retardo mental"
    Tarefa: ensinar a criança a selecionar o seu nome dentre dois
  43. 43Reforçamento diferencial Etapa 1Reforçamento diferencial Etapa 1
  44. 44Esvanecimento (ou fading) Etapa 2Esvanecimento (ou fading) Etapa 2
  45. 45Esvanecimento (ou fading) definiçãoProcedimento de treino discriminativo.
    Envolve mudanças gradual dos estímulos antecedentes (SD OU SΔ)
    A diferença entre os estímulos da discriminação inicial e final é gradualmente reduzida.
    Ocorre transferência de controle de estímulos
  46. 46Esvanecimento (ou fading) TiposEsvanecimento aditivo: introdução gradual de estímulos. EX: Bete e Suzy
    Esvanecimento subtrativo: remoção gradual de estímulos. EX: Casa e desenho da casa
  47. 47Esvanecimento subtrativo: remoção gradual de estímulos. EX: Casa e desenho da casaEsvanecimento subtrativo: remoção gradual de estímulos. EX: Casa e desenho da casa
  48. 48Treino discriminativo com mudança de estímulo gradual: Utilidade especial para:Reduz a probab de R em SΔ (ou SD) e seus subprodutos.
    Indivíduos com dificuldade de aprendizagem.
    Erros persistentes.
    Discriminação refinada e sutil.
    *Produzem discriminações num tempo menor do que o necessário com outros procedimentos; evitam contato com situações aversivas
  49. 49Porque é melhor utilizar esvanecimento aditivo ao invés de reforçamento diferencial?Porque produz desempenhos sem ou com o mínimo de erros foram obtidos com o procedimento de modificação gradual do SΔ (fading aditivo)
    História de aprendizagem com erros afeta o desempenho subsequente (“discriminação defeituosa”) e gera subprodutos emocionais.
  50. 50Sobreposição de estímulos Transferência de controle de estímulosSobreposição de estímulos Transferência de controle de estímulos
  51. 51Dica atrasada (delayed prompt) definiçãoModificação gradual do intervalo entre a apresentação dos estímulos da discriminação e da apresentação da dica se a R não ocorrer
  52. 52Dica atrasada procedimento1) A dica é sobreposta a um dos estímulos da discriminação final (SD OU SΔ).
    *Dica: estímulo suplementar, não relacionado com a tarefa.
    2) Interpõe-se um tempo para que a R ocorra entre a apresentação dos estímulos finais e a dica.
    3) Remoção gradual da dica
  53. 53Dica atrasada no contexto clínicoDica atrasada no contexto clínico
  54. 54Uso de dicas X Dica atrasadaUso de dicas X Dica atrasada
  55. 55Modelagem de estímulos (Stimulus Shaping) definiçãoConsiste na modificação gradual da topografia ou forma dos estímulos iniciais até que se transformem nos estímulos da discriminação final (alvo)
  56. 56Modelagem de estímulos (ilustração)Modelagem de estímulos (ilustração)
  57. 57Modelagem de estímulo letrasModelagem de estímulo letras
  58. 58—
  59. 59Modelagem de estímulos processoO treino inicia-se com estímulos fisicamente distintos e que já controlam desempenho discriminado. *estímulos familiares.
    Manipulações progressivas na forma dos estímulos iniciais.
    Ao término das etapas de mudança, os estímulos apresentam a forma dos estímulos da discriminação final.
    Os estímulos iniciais e finais compartilham uma mesma dimensão crítica que permite a diferenciação entre o SD e o SΔ
  60. 60Esvanecimento x modelagem de estímulosEsvanecimento x modelagem de estímulos
  61. 61Procedimentos que minimizam erros AplicaçõesProcedimentos que minimizam erros Aplicações
  62. 62Aspectos importantes sobre os procedimentos 1Aspectos importantes sobre os procedimentos 1
  63. 63Aspectos importantes sobre os procedimentos 2Aspectos importantes sobre os procedimentos 2
  64. 64Falante e ouvintecomport verbal é definido como o comport operante que exige a presença de outra pessoa (ouvinte) para ser reforçado.
  65. 65Episódio verbal Contingências entrelaçadascontingências entrelaçadasEpisódio verbal Contingências entrelaçadas
  66. 66Comportamento verbal exPensar (comportamento verbal privado)
    Escrever
    Falar
    Digitar textos
    Expressões faciais
    Usar códigos
  67. 67Comportamento Verbal: Comportamento verbal não - vocalLíngua de sinais (libras)
    "Aquele que faz o sinal, silenciosamente, age como falante, e aquele que responde ao sinal, embora surdo, é o ouvinte"
  68. 68Comunidade verbalPessoas de um grupo que usam o mesmo sistema de sinais ora como falantes, ora como ouvintes.
    Por meio do reforçamento diferencial, modela o comportamento verbal.
  69. 69Comportamento do ouvinteTem papel fundamental
    Diferentes audiências controlam diferentes repertório verbais.
    O falante pode ser o ouvinte de seu próprio comportamento verbal
    *varia de acordo com o ouvinte: gestos, interjeições, palavras faladas
  70. 70Aprendizagem do comportamento de falarComportamento vocal (ainda não verbal) é gradualmente modelado.
    *Criança torna-se um falante e um ouvinte adaptado dentro de uma determinada comunidade verbal
  71. 71Modelação do comportamento verbal se dá peloreforçamento diferencial
  72. 72Operantes verbaisDevem ser considerados os antecedentes e o efeito sobre o comportamento do ouvinte
  73. 73Tipos de operantes verbaisEcoico
    Textual
    Transcrição: cópia e ditado
    Intraverbal
    Mando
    Tato
    7) Autoclítico (operante verbal de segunda ordem)
  74. 74Similaridade formalR e o SD são da mesma modalidade (escrito/escrito, falado/falado), então há similaridade formal.
    ex: dizer bola após ouvir o estímulo verbal oral bola
  75. 75Correspondência ponto a pontoPartes específicas do estímulo verbal controlam a topografia da R verbal.
    Ex: criança dizer "mãe" diante do SD palavra escrita mãe
  76. 76Operante verbal ECOICODeve haver correspondência (identidade) com o SD (estímulos auditivos): palavras ou frases ditas por outras pessoas.
    Resposta: vocal com correspondência ponto a ponto com o som ditado (SD = R)
    SD: verbal - vocal; R: verbal - vocal; Sc: reforço social
    Ouvir a palavra "água" e falar "água"
  77. 77Verbal - Vocal= sonoro
  78. 78Operante verbal: TextualA resposta verbal do falante (leitor) é controlada pelo texto (estímulo verbal ou textual).
    SD: estímulos textuais
    R: Verbal - Vocal (ou oral), correspondência funcional com o texto
    Conseq: reforço social
  79. 79Operante verbal: TextualOperante verbal: Textual
  80. 80Operante verbal: TranscriçãoSD: sonoro ou escrito (palavras ou frases)
    R: verbal escrita
    Ex: diante da palavra ditada bolo, escrever bolo
  81. 81Operante verbal: Transcrição cópia e ditadoOperante verbal: Transcrição cópia e ditado
  82. 82Operante verbal: intraverbalConsiste em conectar elementos verbais; estabelecido pela cultura ou pelo mundo físico, sequências verbais, associações verbais.
    SD: estímulo verbal sonoro ou escrito
    R: vocal, motora (escrita)
    conseq: reforço generalizado (social)
    *Sem correspondência ponto a ponto entre o SD e a R
  83. 83Operante verbal: Intraverbal exOperante verbal: Intraverbal ex
  84. 84Operantes verbais que envolvem o SDEcoico
    textual
    transcrição
    intraverbal
  85. 85Operante verbal ComparaçãoOperante verbal Comparação
  86. 86Operantes verbais controlados por eventos não verbais:Mando e Tato
    Não apresentam similaridade formal nem correspondência ponto a ponto entre o SD e a R
  87. 87Operante verbal: MandoOcorre diante de estado de privação ou de estimulação aversiva (operação estabelecedora)
    R: vocal ou escrita ou gesto (ordem, instrução, solicitação, exigência) explicita a natureza da ação do ouvinte.
    Conseq: mudanças no ambiente relacionadas aos estados de privação ou de estimulação aversiva
    Ex: "me passe o azeite?"
  88. 88Operante verbal: mandoEmissão de ordens, pedidos, perguntas, conselhos...
    Indicação dos reforços
    Não depende do tipo de R (palavra falada, escrita ou gesto)
    Seguido de conseq reforçadora (proporcionada pelo ouvinte)
    ex: mãe compra para mim
  89. 89Operante verbal: TatoSD: objetos, pessoas, acontecimentos, sensações, lembranças (não verbais).
    R: vocal ou motora (anunciar, nomear, descrever- forma oral, escrita gestual)
    Conseq: reforçadores sociais
    ex: Está chovendo!
  90. 90Qual é a importância do tatoidentificação de necessidades
    de ajuda, alívio, autoconhecimento, autocontrole
  91. 91Operante verbal: tatoNomeação de estímulos
    Permite o contato (tatear, nomear) com os mais variados aspectos do ambiente
    Descreve as propriedades dos elementos dos ambientes (interno ou externo)
    ex: a cadeira está quebrada
    Estou com frio
  92. 92Operantes verbais comparação Mando e tatoOperantes verbais comparação Mando e tato
  93. 93Extensão metafórica do tatoO controle pe exercido por algumas propriedades compartilhadas entre dois estímulos. O falante usa essa propriedade de um estímulo para falar sobre algo que tem relaçao funcional com essa propriedade.
    EX: seu sorriso brilha como o sol
    ex: “Me sinto como uma água suja que contamina
    tudo por onde passa”.
  94. 94Extensão metonímica do TatoTato emitido sob controle de parte ou partes de um estímulo complexo não verbal.
    Um estímulo passa a controlar uma resposta por acompanhar normalmente o estímulo sob o qual o reforço dessa resposta é contingente.
    EX: “Comprei 50 cabeças de gado”
    “O Congresso sancionou a lei...”
  95. 95Operantes verbais distorcidos (Tato)• Relato do que o ouvinte gostaria de ouvir e não o que de fato ocorreu.
    • Está sob o controle dos reforçadores sociais generalizados.
    • O falante relata eventos que produzem reforçadores positivos ou que evitam punições
    • Exemplos (Mantidos por reforçamento negativo):
    •“Eu fiquei com fulano no show X”; mas, de fato, apenas conversou
    •“Eu fiz o exercício, mas esqueci em casa”; mas, de fato, não fez
    • Exemplos (Mantidos por reforçamento positivo):
    • Marido conta sobre o que fez de bom durante o
    expediente, mas não sobre o happy hour
  96. 96Operantes verbais distorcidosTato Distorcido:
    • Pode também se referir a descrição exagerada, minimizada ou parcial de uma situação ou evento
    • Exemplos (reforçados socialmente):
    • Fofocas justificadas por “eu aumento, mas não invento” ou ditos populares “Quem conta um conto aumenta um ponto"
  97. 97Operantes verbais disfarçados•Mando disfarçado:
    •Tem semelhança topográfica com o tato, mas o efeito sobre o ouvinte é de mando.
    •Não especifica claramente o reforço.
    •A comunidade verbal reforça tais comportamentos por serem formas mais educadas ou delicadas de fazer pedidos
    • Exemplo:
    •“Nossa, que vestido lindo! Acho que cairia muito bem em mim”
    •“Gostei bastante, mas o valor da consulta é um pouco caro”
  98. 98Distorções do Tato e do MandoDistorções do Tato e do Mando
  99. 99Importância da Análise FuncionalImportância da Análise Funcional
  100. 100Regras x contingênciasOperar o novo equipamento a partir de seu manual
    x
    aprender a operar um novo equipamento apertando os botões e experienciando as consequências da ação
  101. 101Comportamento Modelado pelas Contingências(CMC)
    Adquirido e mantido diretamente por suas consequências.
    Não depende de outra pessoa, somente da interação com as contingências.
    Surge sem instruções (NÃO depende de ouvir ou ler uma regra).
    EX: andar de bicicleta, digitar...
  102. 102Controle por contingências naturais X Controle por contingências culturais (regras - instruções)Controle por contingências naturais X Controle por contingências culturais (regras - instruções)
  103. 103Comportamento Governado por Regras(CGR)
    Envolve DUAS R sob controles de antecedentes diferentes
    Controlado por um SD verbal (regra)
    Depende do comportamento verbal de outra pessoa (quem emite a regra - falada ou escrita)
  104. 104Envolve DUAS R sob controles de antecedentes diferentes (CGR)Envolve DUAS R sob controles de antecedentes diferentes (CGR)
  105. 105O que é uma regra?Estímulo verbal que especifica alguns aspectos de uma ou mais contingências de reforçamento (SD:R->SR+ ou SR- , se…então)
    Instruções
    Cartazes com modelos
    Conselhos
    Ordens
    Leis
  106. 106O que é uma regra?• Os elementos da contingência podem estar explícitos ou implícitos na regra:
    Explícitos: Se você fumar, vai acabar com câncer!
    Implícitos: Diga NÃO às drogas.
    Não indica os 3 termos da contingência; o contexto torna a contingência óbvia; o preenchimento das “lacunas” depende da história passada do indivíduo
  107. 107CGR - EnvolveDUAS R e DUAS consequências
  108. 108CGR contingência (1) ImediataConsequências próximas e arbitrárias - não
    relacionadas com as contingências descritas pela regra; consequência (social, em geral) para seguir a regra/obedecer.
    Programadas para que a regra controle o comportamento quando as consequências naturais são atrasadas e/ou aversivas.
    SD Regra (Não Fume!): Resposta (Não fumar) à SR (Evitar críticas)
  109. 109CGR Contingência (2) FinalConsequências naturais que compõem a
    contingência descrita pela regra.
    SD Regra (Não Fume!): Resposta (Não fumar) ↛ SAver (Doença/evita doenças)
  110. 110CGR - 2 tipos de ComportamentosDois comportamentos - Dois níveis de controle discriminativo.
    Aquiescência
    Rastreamento
  111. 111CGR - 2 tipos de Comportamento Aquiescência(em inglês, “pliance”) - Comportamento que depende de contingências sociais. O comportamento de seguir a regra é diretamente reforçado pelo falante (“autor”
    da regra). Ex: Normas, leis, costumes
  112. 112CGR - 2 tipos de Comportamentos Rastreamento(em inglês “tracking”) - Comportamento que depende de correspondências entre o comportamento verbal e eventos ambientais. Execução do comportamento
    especificado pela regra. Ex: Instrução para ligar um equipamento ou uma descrição de um trajeto para chegar
    em um local. A regra funciona como uma “pista”, uma “dica”.
  113. 113CMC X CGRDescrever a contingência é um segundo comportamento que o indivíduo pode aprender. Deve ser também analisado a fim de evitar o “mentalismo” (causalidade interna).
    O indivíduo que segue a regra pode conseguir explicitá-la (mesmo que parcialmente).
  114. 114Por que as pessoas seguem regras?O comportamento de seguir regra é reforçado quando a regra é verdadeira/funciona.Por que as pessoas seguem regras?
  115. 115Por que as pessoas seguem regras?História passada de reforçamento da correspondência entre seguir a regra e as consequências próximas (e.g., reforço social por obedecer)
    História passada de correspondência entre a regra e as contingências naturais e reforçamento diferencial para seguir x não seguir
  116. 116Vantagens do CGRRegras tornam mais fácil tirar proveito das semelhanças entre as contingências
    ex: “Esse programa funciona de modo semelhante ao Word”
    Facilita novas aprendizagens; evita erros e consequências aversivas.
  117. 117Vantagens do CGR Regras são importantes para contingências:Complexas (Ex: Instruções para uso de aparelhos com muitas teclas diferentes x com 3 teclas).
    Com reforçamento a longo prazo (Ex: Criança obesa - seguir dieta)
    Com reforçamento pouco frequente (Ex: Treino de vendedor para ser persistente; persistência para seguir dieta e prática de exercícios).
    Punitivas (Ex: Não aceite balas de desconhecidos)
  118. 118Desvantagens do CGRControle instrucional (Regras) pode diminuir a sensibilidade às mudanças nas contingências de reforço.
    Uso de orientações fixas (e.g., Chegar a um local sempre pelo mesmo caminho; e se houver um desvio?)
    Ator iniciante tende a seguir rigidamente o texto, tem dificuldade com improvisação.
    Resolver problemas de física a partir da fórmula sem considerar as unidades de medida.
  119. 119AutorregrasEstímulos verbais que descrevem, completa ou parcialmente, as contingências.
    Indivíduo é o falante (quem emite a regra) e o ouvinte (quem segue ou não a regra).
    São formuladas a partir da interação com o ambiente (“Se eu sair de casa à noite, algo ruim irá acontecer” - autorregra formulada após um assalto).
    Regras formuladas por outros falantes podem se tornar autorregras para um indivíduo (Ouvir da mãe desde a
    infância: “Não confie nos homens”)
    Nem sempre descrevem as contingências de maneira acurada (Se eu emagrecer, vou casar e ter um bom
    emprego)
  120. 120Categorização SocialAtitudes como comportamento verbal
    Contribuições do paradigma de equivalência de estímulos.
    Contribuições da teoria das molduras relacionais (RFT)
    Contribuições da análise do comportamento para a abordagem do preconceito racial (Mizael e de Rose,2017)
  121. 121Definições (psicologia Social)Preconceito: "conjunto de atitudes culturalmente condicionadas com relações a determinado grupo social ou indivíduo. (relata uma preferência)
    Estereótipos: "conjunto de crenças sobre os atributos pessoais de um grupo de indivíduos". (Utilizados para justificar atitudes, comportamentos e diferenças nos grupos sociais.
  122. 122Propostas da Análise do comportamentoatitudes como comportamento verbal
    preconceito racial é uma atitude
    atitude e crença - envolvem comportamento verbal sob controle de contingências sociais em vigor
  123. 123Funções das atitudes1) Tatos
    2) Intraverbal
    3) Mando
  124. 124Funções das atitudes Tatoinformam sobre eventos privados; funcionam como tatos. Aprendizagem a partir de generalização de tatos
    sobre o ambiente físico para tatos sobre o próprio comportamento. Ex: “Gosto da minha casa, do meu óculos ...”; “Não gosto do time X”, pois viu os torcedores
    brigando no estádio.
  125. 125Funções das atitudes Intraverbal- controle por eventos verbais; falar de
    situações, eventos, pessoas com os quais não teve experiência direta. (e.g., “todos os moradores de X são ignorantes”; “não gosto de nenhum cabelereiro homossexual”.
  126. 126Funções das atitudes MandoEspecifica o reforço a ser promovido pelo ouvinte. Ex: O chefe diz (mando disfarçado): “Não gosto de funcionários que olham as redes sociais enquanto
    trabalham”. Pai diz: “Não gosto de defensores das minorias raciais
  127. 127—

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Descrição
Psicologia FlashCards sobre unidade 5, criado por yris xauane em 26-05-2025.
Criado por
yris xauane
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