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Fluxograma

Esquistossomose - Schistossoma mansoni

Anna Luiza Motta Português 5,0Avaliação média 5,0 de 5 (1 avaliação)

Esquistossomose - Schistossoma mansoni

Conteúdo do fluxograma

  1. Ciclo Biológico

  2. Patogenia e Sintomatologia

  3. Morfologia

  4. Habitat

  5. Hospedeiros

  6. Taxonomia

  7. Confirmação Diagnóstico

  8. Classe: Trematoda

  9. Subclasse: Digenea

  10. Família: Schistosomatide

  11. Gênero: Schistosoma

  12. Filo: Platyhelminthes

  13. Espécie: Schistosoma mansoni

  14. Definitivo

  15. Intermediário

  16. Ser Humano

  17. Considerado reservatório

  18. Permanece parasitado por longos períodos

  19. Principal fonte de contaminação ambiental

  20. Molusco aquático do gênero Biomphalaria spp.

  21. Ramos menores da veia mesentérica

  22. Parte inferior do cólon

  23. Partes do sistema porta

  24. Plexo venoso vesical

  25. Algumas vezes em outros focos ectópicos

  26. (Sistema circulatório)

  27. Ovo

    (0,15 mm)

  28. Cercária

    (2-4 mm)

  29. Vermes

  30. Delgados e longos

  31. Possuem ventosa oral e central (acetábulo) para fixação

  32. Fêmea (15mm)

  33. Corpo largo recoberto por projeções em forma de espinhos que ajudam na adesão

  34. Disposição corporal forma uma fenda

  35. Canal Ginecóforo ou Sulco

  36. Corpo mais alongado e delgado, quase cilíndrico, e tegumento liso

  37. Encontra-se inserida no canal ginecóforo

  38. Delgada

  39. Subdividida em cabeça, corpo e cauda, sendo essa última bifurcada

  40. Possue termotropismo positivo

  41. Elipsoide e afilado na ponta

  42. Casca fina e transparente, com espículo lateral

  43. Larva ciliada (miracídio) no seu interior

  44. Macho (11mm)

  45. Esquistossomose - Schistossoma mansoni
  46. Macho e fêmea estão sempre juntos nas vênulas do intestino grosso.

  47. Junto a fêmea, o macho segue contra corrente sanguínea usando suas ventosas para chegar ao intestino grosso.

  48. Fêmea libera os ovos com o miracídio já formado.

  49. Os ovos se aderem à parede endotelial pelo espinho.

  50. A antigenicidade do ovo desorganiza o tecido local, e o mesmo é expulso para o intestino grosso, onde se mistura às fezes.

  51. Os ovos necessitam de ambiente com água doce pouco corrente, onde há populações de Biomphalaria.

  52. Nesse local os ovos eclodem, liberando os miracídios.

  53. O miracídio penetra nos tecidos mole do caramujo (mecanismo ativo cutâneo).

  54. Dentro dos tecidos moles, o parasito perde a cobertura externa de cílios.

  55. Torna-se esporocisto

    (segunda forma larvária).

  56. As células germinativas no esporocisto iniciam a produção de centenas de cercárias (terceira forma larvária).

  57. Neste momento ocorre aumento numérico (poliembriogênese).

  58. As cercárias, já sexualmente definidas, abandonam espontâmenamente o caramujo e retornam para água.

  59. Penetram ativamente a pele. Também ocorrer a ingestão de água com cercárias (passivo oral).

  60. Perdem a cauda e se tornam esquistossômulos. Os mesmos ganham a circulação e chegam ao sistema porta hepático.

  61. Local onde ocorre o amadurecimento (2-3 semanas) e a formação dos casais.

  62. Animais Silvestres, como roedores

  63. A demora para infectar o caramujo pode levar a morte do miracídio.

  64. Cercárias / Esquistossômulos

  65. Ação Traumática ao penetrar

  66. Dermatite

  67. Manifestações transitórias (pruriginosas)

  68. Sintomática

  69. Micropápulas Erimatosas

  70. Indica morte de 50% das cercárias, as demais morrem no percurso até o sistema porta

  71. Áreas endêmicas

  72. Assintomática

  73. Indivíduos infectados antes

  74. Primeira infecção

  75. Fase Aguda

  76. Assintomática

  77. Predominante em primioinfectados

  78. Sintomática

  79. Pré-Postural

    (antes da liberação de ovos)

  80. Maturação dos vermes adultos no sistema porta hepático

  81. Surgem em 3-4 semanas

  82. Diarreia

  83. Febre

  84. Tosse Seca

  85. Mal - Estar

  86. Cefaleia

  87. Sudorese

  88. Prostração

  89. Dor Abdominal

  90. Dores Musculares

  91. Pós-Postural

    (após início da postura de ovos)

  92. Intensidade de sintomas aumenta pela 5-6 semana

  93. Hepatoesplenomegalia dolorosa

  94. Taquicardia

  95. Hipotensão Arterial

  96. Apesar da ovoposição ser contínua, geralmente ocorre a remissão/abrandamento dos sintomas espontaneamente, mesmo nos indivíduos não tratados

  97. As cercárias são atraídas por fatores liberados pela nossa pele (processo semelhante ocorre no caramujo).

  98. Métodos Coproparasitológicos

  99. Kato-Katz

    Técnica semiquantidativa

  100. Lutz

    (Sedimentação Espontânea)

  101. Ovos/ gramas de fezes

  102. PROBLEMA: Liberação irregular de ovos!

  103. Necessárias 3 amostras de dias não consecutivos

  104. Métodos Imunológicos

  105. Hemaglutinação

  106. Imunofluorescência Indireta

  107. Elisa

  108. Reação Intradérmica

    (Resposta tipo tardia)

  109. Falso Positivo

  110. Falso Negativo

  111. Indívíduos que residem em área endêmica

  112. Imunocomprometidos

  113. Infecção recente

  114. Biópsia retal

  115. Fragmento da mucosa retal (Processo Cirúrgico)

    ​

  116. Histopatologia

  117. Restrito a centros de pesquisa

  118. PCR

  119. Recomenda-se associar exames para obter melhor confirmação!

  120. Profilaxia

  121. Controle do molusco

  122. Evitar contato com águas que podem conter o parasito

  123. Educação em saúde

  124. Saneamento básico com tratamento de dejetos

  125. Diagnóstico e Tratamento dos doentes

  126. Drenagem de áreas alagadiças

  127. Natural com predadores

  128. Químico X

  129. Vacina????

  130. Epidemiologia

  131. Distribuição Mundial

  132. No Brasil, as áreas consideradas endêmicas situam-se no litoral do nordeste, desde o Maranhão até Minas Gerais

  133. Ilhas caribenhas

  134. América do Sul

  135. Península arábica

  136. Continente Africano

  137. Há focos de transmissão no Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul também

  138. O homem é o único hospedeiro importante na maioria das regiões com grande endemicidade

  139. RJ - Vale do Paraíba

  140. Áreas insalubres, rurais e pobres tendem ser endêmicas

  141. Ecossistema necessário para instalação do parasita

  142. Coleção de água doce, pouco corrente

  143. Forma infectante viável (parasito)

  144. Hospedeiro Suscetível

  145. Molusco Biomphalaria

Informações

Descrição
Fluxograma sobre Esquistossomose - Schistossoma mansoni, criado por Anna Luiza Motta em 20-05-2018.
Criado por
Anna Luiza Motta · mai 2018
Atualizado
20 mai 2018
Visualizações
170
Avaliação
Avaliação média 5,0 de 5 (1 avaliação)

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