Mapa mental
Subjetividade

Mapa mental: Subjetividade em psicologia
Conteúdo do mapa
Subjetividade
Influências
- Séc. XIV e XV
- Emergência Renascentista nas artes
- Séc XVI
- Reforma pastoral da Igreja Católica
- Séc. XVII
- Iluminismo, centramento da cultura moderna na figura do homem
- Séc. XIV e XV
Homem
Mente
- Existência imaterial e do pensamento docotômico cartesiano
Psicologia
- Forma particular específica de contribuição para compreenção da totalidade da vida humana
Fragmento psíquico
- Wundt
- Unidade do psiquismo, do funcionamento psíquico ou do processopsicológico: as capacidades de cognição, recusa do animismo cristão, mas confirmação do idealismo
- Busca fazer um mapeamento da consciência a partir da composição dos processos psíquicos e das capacidades cognitivas.
- Superar o fragmentarismo e o mecanicismo propondo uma psicologia e um sujeito mais integrados
- Depois surge o comportamento, inaugurado por Watson
- E depois recolocado por Skinner com a introdução da noção de "operante": exterioridade, mecanicismo, obejetivismo e sujeição estrita ao método científico.
- Depois surge o comportamento, inaugurado por Watson
- Wundt
Relações
- Superar o indidualismo, o mentalismo e as naturalizações ancoradas na neurofisiologia e atualizadas pela neurociência
- Buscando fundar tanto o conhecimento quanto o sujeito psicológico em concepções materialistas, sociais e históricas.
- Mostra-se aqui toda uma diversidade de jogos operando o discurso psicológico: fragmentarismo e mecanicismo X perspectivas mais amplas e integradas; mentalismo X materialismo; individualismo X coletivismo; naturalismo biologicista X perspectivas sociais e históricas
- Buscando fundar tanto o conhecimento quanto o sujeito psicológico em concepções materialistas, sociais e históricas.
- Superar o indidualismo, o mentalismo e as naturalizações ancoradas na neurofisiologia e atualizadas pela neurociência
Freud
- Após mais de um século o termo migra para o campo dos conhecimentos "psi" pelas mãos de Freud passando a designar uma instância de interioridade, constituindo objeto de estudo científico e campo de experiência do sujeito
- A psicanálise neutraliza e essencializa a subjetividade ao considerá-la inerente ao sujeito, reproduzindo a matriz cristã da interioridade e fazendo dela o enunciado.
- Discurso psicanalítico, o sujeito também universal do inconsciente e do desejo remetindo a sexualidade com o invariante
- Após mais de um século o termo migra para o campo dos conhecimentos "psi" pelas mãos de Freud passando a designar uma instância de interioridade, constituindo objeto de estudo científico e campo de experiência do sujeito
Séc. XIX
- Kant
- Se perguntava sobre as condições de possibilidades para a produção de verdades sólidas, objetivas e universais, válidas para todos, se quem produz conhecimento é sempre um sujeito singular, histórico e portanto, falível .
- Figura do sujeito cognoscente: aquele que conhece e enuncia verdades; "duplo" da filosofia e da ciência modernas: ao mesmo tempo sujeito e objeto do conhecimento, núcleo da epistemologia clássica, que permanece ainda no centro das epistemologias contemporâneas, de forma revisitada.
- Kant
Sec. XX
A subjetividade se produz na relação das forças que atravessam o sujeito, no movimento, no ponto de encontro das práticas de objetivação pelo saber/poder com os modos de subjetivação: formas de reconhecimento de si mesmo como sujeito da norma, de um preceito, de uma estética de si.
Em constante reinvenção de si mesmo, por meio dos discursos, das relações de poder e das práticas de si.
No mundo contemporâneo a subjetividade é tomada como objeto construído pelo conhecimento e também como campo de experiência do sujeito não implica naturalmente nem necessariamente interioridade, substância ou permanência
- A modernidade inventou a subjetividade
Informações
- Descrição
- mapa mental sobre subjetividade
- Criado por
- Fernanda Ramos
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