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7. Decisões eficazes

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7. Decisões eficazes
Uma decisão é uma escolha de alternativas, basicamente entre o quase "certo" e o "provavelmente errado".
- Uma decisão não se inicia a partir da apuração de fatos, como muitos livros afirmam, pois não há fatos antes de haver critérios de relevância, os acontecimentos por si só não podem ser considerados fatos.
- Pelo processo ser iniciado a partir de uma opinião, pedir a equipe que procure por fatos será inútil, pois apenas encontraram aqueles que se ajustem a suas próprias conclusões.
- Assim fundamentado no fato de que as opiniões estão em primeiro lugar, o gestor eficaz pressupõe que o único método que pode ser utilizado é o método rigoroso.
- Incita a participação da equipe, de forma que esta emita suas opiniões pensando antes de apresentá-las e tornando-as sua própria responsabilidade.
- Que ao contrário a medida tradicional, reflete a decisão do ontem, ou seja, decisões já utilizadas, que de acordo com o gestor eficaz , o fato de ser necessária uma nova normalmente indica que a medida não é mais relevante.
- Ou seja, encontrar a medida apropriada é um julgamento arriscado, pois sempre que é necessário fazer um julgamento tense diversas alternativas que podem apreciar o que está em verdadeira causa, de forma que o gestor escolha apenas a única apropriada.
- "A não ser que consideremos as alternativas manteremos nossa mente fechada".
- Os gestores acreditam que além das opiniões da equipe é muito importante que hajam divergências durante o choque de ideias conflitantes pro julgamentos diversos, pois apenas dessa forma pode ser gerada uma decisão, mais que por aprovação.
- Há três razões para insistir nas divergências no processo decisório:
- a. O único meio de se ver livre de alegações e noções preconcebidas é garantir divergências diferentes, debatidas, a fim que que se forme uma decisão conjunta.
- b. A divergência pode prover alternativas a uma decisão.
- Sem alternativas para a avaliação e a tomada de decisão é provável que esta esteja errada, pois não foi completamente analisada.
- c. A divergência é necessária para estimular a imaginação.
- Pois em todos os assuntos de verdadeira incerteza, como aqueles que lida o gestor é preciso haver soluções criativas que façam surgir uma nova situação, um novo modo de perceber e compreender.
- E mesmo assim a imaginação precisa ser desafiada para que não permaneça latente, sem uso.
- Portanto o tomador de decisão organiza as divergências, protegendo a decisão de ser levada pelo plausível, mas falso ou incompleto.
- Pois o gestor que quer tomar uma decisão deve-se forçar a ver um ponto de vista contrario ao seu para raciocinar em relação as alternativas. Usando o conflito de opiniões como um auxílio para ter certeza que investigou cuidadosamente todos os aspectos principais de um assunto importante.
- Para por fim decidir realmente se é necessária a tomada dessa decisão, pois toda decisão irá aplacar em alguma parte da organização ou em todas.
- Da mesma forma uma decisão deve ser tomada quando existe condição com o risco de degeneração se nada for feito. Além de que a oportunidade é importante e pode vir a desaparecer, salvo se agir rapidamente.
- Em uma situação de confusão (tomar ou não a decisão), o tomador de decisão compara o risco de ação com o risco de inação e decide qual caminho seguir, já que a mesma possui todas as alternativas exploradas, riscos e retornos devidamente pesados.
- Atualmente muitas pessoas afirmam que em poucos anos as máquinas tomaram o controle das decisões.
- Porém na realidade, o computador forçará os gestores a tomar verdadeiras decisões, que hoje são feitas muitas vezes como adaptações de emergência. Transformando muitas pessoas em verdadeiros gestores tomadores de decisão,
- O computador é um auxiliar potente para o gestor.
- Ele não pode fazer nada que o homem não possa, mas pode fazer muitas vezes mais rápido que o mesmo.
- Porém como os seres humanos, o computador tem estreitas limitações, que forçarão os gestores a tomar verdadeiras decisões.
- Em consequência a tomada de decisão não apenas se concentrará ao pequeno grupo na cúpula da empresa, pois com o computador todos os trabalhadores intelectuais de uma organização, terão de ser tornar no mínimo capaz de executar um papel ativo e autônomo, no processo de tomada de decisão, determinando cada vez mais o tomador de decisão, de ser eficaz, em geral.
- Assim quanto mais cedo os gestores de nível operacional aprenderem a tomar decisões como julgamentos genuínos e incerteza, mais rapidamente será sobrepujada uma das fraquezas da organização.
- Por fim há razões para que o aparecimento do computador tenha criado grande interesse no tomador de decisão, pois com ele realizando as funções básicas, todo o pessoal da organização terá de aprender a ser gestor e a tomar decisões.
- Assim quanto mais cedo os gestores de nível operacional aprenderem a tomar decisões como julgamentos genuínos e incerteza, mais rapidamente será sobrepujada uma das fraquezas da organização.
- Em consequência a tomada de decisão não apenas se concentrará ao pequeno grupo na cúpula da empresa, pois com o computador todos os trabalhadores intelectuais de uma organização, terão de ser tornar no mínimo capaz de executar um papel ativo e autônomo, no processo de tomada de decisão, determinando cada vez mais o tomador de decisão, de ser eficaz, em geral.
- Porém como os seres humanos, o computador tem estreitas limitações, que forçarão os gestores a tomar verdadeiras decisões.
- O computador pode modificar um dos erros típicos da tomada de decisão, as decisões genéricas, separando-as das excepcionais.
- Ele não pode fazer nada que o homem não possa, mas pode fazer muitas vezes mais rápido que o mesmo.
- O computador é um auxiliar potente para o gestor.
- Porém na realidade, o computador forçará os gestores a tomar verdadeiras decisões, que hoje são feitas muitas vezes como adaptações de emergência. Transformando muitas pessoas em verdadeiros gestores tomadores de decisão,
- Atualmente muitas pessoas afirmam que em poucos anos as máquinas tomaram o controle das decisões.
- Em uma situação de confusão (tomar ou não a decisão), o tomador de decisão compara o risco de ação com o risco de inação e decide qual caminho seguir, já que a mesma possui todas as alternativas exploradas, riscos e retornos devidamente pesados.
- Porém não devemos interferir quando a condição mesmo que desagradável, não possui grande ou nenhuma importância ou divergência afinal.
- Da mesma forma uma decisão deve ser tomada quando existe condição com o risco de degeneração se nada for feito. Além de que a oportunidade é importante e pode vir a desaparecer, salvo se agir rapidamente.
- Para por fim decidir realmente se é necessária a tomada dessa decisão, pois toda decisão irá aplacar em alguma parte da organização ou em todas.
- Pois o gestor que quer tomar uma decisão deve-se forçar a ver um ponto de vista contrario ao seu para raciocinar em relação as alternativas. Usando o conflito de opiniões como um auxílio para ter certeza que investigou cuidadosamente todos os aspectos principais de um assunto importante.
- Portanto o tomador de decisão organiza as divergências, protegendo a decisão de ser levada pelo plausível, mas falso ou incompleto.
- E mesmo assim a imaginação precisa ser desafiada para que não permaneça latente, sem uso.
- Pois em todos os assuntos de verdadeira incerteza, como aqueles que lida o gestor é preciso haver soluções criativas que façam surgir uma nova situação, um novo modo de perceber e compreender.
- Há três razões para insistir nas divergências no processo decisório:
- Ou seja, encontrar a medida apropriada é um julgamento arriscado, pois sempre que é necessário fazer um julgamento tense diversas alternativas que podem apreciar o que está em verdadeira causa, de forma que o gestor escolha apenas a única apropriada.
- Uma decisão não se inicia a partir da apuração de fatos, como muitos livros afirmam, pois não há fatos antes de haver critérios de relevância, os acontecimentos por si só não podem ser considerados fatos.
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Informações
- Descrição
- Gestão Mapa Mental sobre 7. Decisões eficazes, criado por Maria Eduarda Pina Pereira em 11-07-2017.
- Criado por
- Maria Eduarda Pina Pereira
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