colégio de aplicação 2013

Elisson  Oliveira
Quiz by Elisson Oliveira, updated more than 1 year ago
Elisson  Oliveira
Created by Elisson Oliveira over 4 years ago
198
0

Description

UFPE

Resource summary

Question 1

Question
Vamos fazer uma viagem por alguns caminhos da história da escrita e da língua portuguesa. Leiam os textos abaixo e respondam as questões a eles relacionadas. TEXTO 1 A história das letras Descubra como surgiu o alfabeto, que permite escrever em muitas línguas do mundo! Já imaginou um carteiro carregado de tabletes de barro, madeira e pedra, distribuindo essas encomendas pelas cidades? Há cerca de 5 mil anos talvez essa cena não seria tão estranha. Em vez de papel, as pessoas escreviam em pedaços de barro e outros materiais. A escrita também era bem diferente da atual, feita com desenhos. Para quem não sabia desenhar era um verdadeiro abacaxi. A escrita foi inventada na Suméria, um país que existia onde hoje estão o Irã e o Iraque, numa região chamada Mesopotâmia, que significa “entre rios”. Os rios são o Tigre e o Eufrates. Naquela época, cerca de 5 mil anos atrás, a escrita começou a ser feita em pequenas almofadas de barro. Mais tarde, usou-se também madeira, metal e pedra para escrever. A ideia pegou e, assim, surgiram maneiras diferentes de escrever em vários pontos do mundo, de acordo com a língua falada em cada região. No começo, a escrita era feita com o desenho das coisas. Por exemplo: se a palavra era “casa” fazia-se o desenho de uma casa. Mas logo vieram as dificuldades. Como escrever o nome de uma pessoa? Não bastava fazer o desenho de um homem ou de uma mulher! Então começaram-se a combinar os símbolos. Desse modo, para escrever algo sobre alguém chamado Coelho, bastava desenhar um homem e um coelho. Mas isso também nem sempre funcionava bem. Como a gente poderia representar alguém chamado Henrique? Para resolver esse tipo de problema, passou-se a escrever os sons das palavras e não mais as ideias. Para escrever “irmão”, desenhavam-se as pernas andando (ir) e uma mão. Um soldado era representado por um sol junto com um dado. Ainda assim as dificuldades apareciam. Surgiu, então, uma maneira de escrever na qual eram observados os sons da fala. Se a gente espichar a fala devagar, ao dizer cavalo, por exemplo, alguns sons chamados “vogais” ficam destacados: caaa + vaaa + looo. Se a gente presta atenção nos movimentos da boca, os sons chamados “consoantes” se sobressaem: ccca + vvva + lllo. Juntando os dois tipos de sons, temos umas unidades chamadas sílabas: ca + va + lo. Assim, os símbolos da escrita passaram a ser as sílabas ou as vogais e as consoantes separadamente, conforme a língua. Esse tipo de escrita que e presenta separadamente as vogais e as consoantes, ou seja, cada letra, é chamado alfabeto, que se mostrou tão interessante, útil e prático que hoje em dia todas as línguas do mundo podem ser escritas com esse sistema. Luiz Carlos Cagliari. (Fonte: adaptado de http://chc.cienciahoje.uol.com.br/a-historia-das-letras/, acesso em 13/06/2012.) A finalidade principal do TEXTO 1 é: A. ( ) Narrar a história das letras. B. ( ) Descrever o sistema alfabético. C. ( ) Informar a origem da escrita. D. ( ) Convencer sobre a valorização da escrita.
Answer
  • A
  • B
  • c
  • D

Question 2

Question
Vamos fazer uma viagem por alguns caminhos da história da escrita e da língua portuguesa. Leiam os textos abaixo e respondam as questões a eles relacionadas. TEXTO 1 A história das letras Descubra como surgiu o alfabeto, que permite escrever em muitas línguas do mundo! Já imaginou um carteiro carregado de tabletes de barro, madeira e pedra, distribuindo essas encomendas pelas cidades? Há cerca de 5 mil anos talvez essa cena não seria tão estranha. Em vez de papel, as pessoas escreviam em pedaços de barro e outros materiais. A escrita também era bem diferente da atual, feita com desenhos. Para quem não sabia desenhar era um verdadeiro abacaxi. A escrita foi inventada na Suméria, um país que existia onde hoje estão o Irã e o Iraque, numa região chamada Mesopotâmia, que significa “entre rios”. Os rios são o Tigre e o Eufrates. Naquela época, cerca de 5 mil anos atrás, a escrita começou a ser feita em pequenas almofadas de barro. Mais tarde, usou-se também madeira, metal e pedra para escrever. A ideia pegou e, assim, surgiram maneiras diferentes de escrever em vários pontos do mundo, de acordo com a língua falada em cada região. No começo, a escrita era feita com o desenho das coisas. Por exemplo: se a palavra era “casa”, fazia-se o desenho de uma casa. Mas logo vieram as dificuldades. Como escrever o nome de uma pessoa? Não bastava fazer o desenho de um homem ou de uma mulher! Então começaram-se a combinar os símbolos. Desse modo, para escrever algo sobre alguém chamado Coelho, bastava desenhar um homem e um coelho. Mas isso também nem sempre funcionava bem. Como a gente poderia representar alguém chamado Henrique? Para resolver esse tipo de problema, passou-se a escrever os sons das palavras e não mais as ideias. Para escrever “irmão”, desenhavam-se as pernas andando (ir) e uma mão. Um soldado era representado por um sol junto com um dado. Ainda assim as dificuldades apareciam. Surgiu, então, uma maneira de escrever na qual eram observados os sons da fala. Se a gente espichar a fala devagar, ao dizer cavalo, por exemplo, alguns sons chamados “vogais” ficam destacados: caaa + vaaa + looo. Se a gente presta atenção nos movimentos da boca, os sons chamados “consoantes” se sobressaem: ccca + vvva + lllo. Juntando os dois tipos de sons, temos umas unidades chamadas sílabas: ca + va + lo. Assim, os símbolos da escrita passaram a ser as sílabas ou as vogais e as consoantes separadamente, conforme a língua. Esse tipo de escrita que e presenta separadamente as vogais e as consoantes, ou seja, cada letra, é chamado alfabeto, que se mostrou tão interessante, útil e prático que hoje em dia todas as línguas do mundo podem ser escritas com esse sistema. Luiz Carlos Cagliari. (Fonte: adaptado de http://chc.cienciahoje.uol.com.br/a-historia-das-letras/, acesso em 13/06/2012.) Quais as palavras ou expressões retomadas ao longo do texto que contribuem para a continuidade temática do TEXTO 1? A. ( ) Tabletes de barro, pedaços de barro, almofadas de barro. B. ( ) No começo, Ainda assim, Assim. C. ( ) Há cerca de mil anos, Naquela época, hoje em dia. D. ( ) Barro, pedra, papel, internet.
Answer
  • A
  • B
  • C
  • D

Question 3

Question
Vamos fazer uma viagem por alguns caminhos da história da escrita e da língua portuguesa. Leiam os textos abaixo e respondam as questões a eles relacionadas. TEXTO 1 A história das letras Descubra como surgiu o alfabeto, que permite escrever em muitas línguas do mundo! Já imaginou um carteiro carregado de tabletes de barro, madeira e pedra, distribuindo essas encomendas pelas cidades? Há cerca de 5 mil anos talvez essa cena não seria tão estranha. Em vez de papel, as pessoas escreviam em pedaços de barro e outros materiais. A escrita também era bem diferente da atual, feita com desenhos. Para quem não sabia desenhar era um verdadeiro abacaxi. A escrita foi inventada na Suméria, um país que existia onde hoje estão o Irã e o Iraque, numa região chamada Mesopotâmia, que significa “entre rios”. Os rios são o Tigre e o Eufrates. Naquela época, cerca de 5 mil anos atrás, a escrita começou a ser feita em pequenas almofadas de barro. Mais tarde, usou-se também, metal e pedra para escrever. A ideia pegou e, assim, surgiram maneiras diferentes de escrever em vários pontos do mundo, de acordo com a língua falada em cada região. começo, a escrita era feita com o desenho das coisas. Por exemplo: se a palavra era “casa”, fazia-se o desenho de uma casa. Mas logo vieram as dificuldades. Como escrever o nome de uma pessoa? Não bastava fazer o desenho de um homem ou de uma mulher! Então começaram-se a combinar os símbolos. Desse modo, para escrever algo sobre alguém chamado Coelho, bastava desenhar um homem e um coelho. Mas isso também nem sempre funcionava bem. Como a gente poderia representar alguém chamado Henrique? Para resolver esse tipo de problema, passou-se a escrever os sons das palavras e não mais as ideias. Para“irmão”, desenhavam-se as pernas andando (ir) e uma mão. Um soldado era representado por um sol junto com um dado. Ainda assim as dificuldades apareciam. Surgiu, então, uma maneira de escrever na qual eram observados os sons da fala. Se a gente espichar a fala devagar, ao dizer cavalo, por exemplo, alguns sons chamados “vogais” ficam destacados: caaa + vaaa + looo. Se a gente presta atenção nos movimentos da boca, os sons chamados “consoantes” se sobressaem: ccca + vvva + lllo. Juntando os dois tipos de sons, temos umas unidades chamadas sílabas: ca + va + lo. Assim, os símbolos da escrita passaram a ser as sílabas ou as vogais e as consoantes separadamente, conforme a língua. Esse tipo de escrita que representa separadamente as vogais e as consoantes, ou seja, cada letra, é chamado alfabeto, se mostrou tão interessante, útil e prático que hoje em dia todas as línguas do podem ser escritas com esse sistema. Luiz Carlos Cagliari. (Fonte: adaptado de http://chc.cienciahoje.uol.com.br/a-historia-das-letras/, acesso em 13/06/2012.) Considerando a tipologia textual, não podemos afirmar que: A. ( ) há sequência narrativa no TEXTO 1. B. ( ) o TEXTO 1 apresenta sequência explicativa. C. ( ) no TEXTO 1, a sequência instrucional / injuntiva é predominante. D. ( ) o TEXTO 1 apresenta sequência descritiva.
Answer
  • A
  • B
  • C
  • D

Question 4

Question
TEXTO 3 As minhas expectativas em relação a “Os Lusíadas” não eram muito grandes, pois pensava que era uma obra enorme e aborrecida. E mesmo depois de a começar a ler, preocupava-me o facto de a linguagem ser pouco acessível, o que à partida me levaria a perder o interesse pela mesma. Felizmente isso não aconteceu e, neste momento, a minha opinião é completamente diferente… O que me cativa n`“Os Lusíadas” é o efeito que tem sobre os nossos sentimentos, pois cada episódio diz-nos alguma coisa. Considero magnífica a maneira como Camões exalta os bravos feitos dos antigos navegadores portugueses e como me faz ter orgulho de ser portuguesa. O meu episódio preferido é o do “Gigante Adamastor”, pois fascina-me a maneira como Camões descreve o Amor não correspondido e a rejeição, e atribui estes sentimentos a um horrendo monstro que à partida não se esperava que os tivesse. Camões soube dar vida a uma personagem que simboliza o medo dos portugueses, e que mesmo quando se torna ameaçador e temível, nos faz reflectir sobre os sentimentos que por vezes são comuns a todos nós. É por esse motivo que este episódio é o meu favorito em toda a obra. Na minha opinião, acho que esta obra é fantástica e é, sem dúvida, um motivo de orgulho para todos os portugueses. Devemos honramo-nos por termos uma epopeia desta qualidade. Helena Monteiro, nº7, 9ºD (Fonte: https://sites.google.com/site/pormarescamonianos/caravela-epica, acesso em 15/06/ 2012.) QUESTÃO 4 Depois de ter lido os textos 2 e 3, diante das afirmações, escreva (A) se a sentença indicar uma informação do TEXTO 2 e escreva (B) se a sentença indicar uma informação do TEXTO 3: ( ) O autor expressa uma opinião negativa no começo e, em seguida, uma opinião positiva. ( ) O autor fala de uma maneira muito clara sobre patriotismo. ( ) O autor faz uso de fatos históricos, misturando-os com ficção. ( ) A linguagem é mais poética. ( ) A linguagem é mais objetiva e informativa. Qual seria a sequencia correta?
Answer
  • B B A A B
  • B B B A A
  • A A A B B
  • A B A B A

Question 5

Question
TEXTO 3 As minhas expectativas em relação a “Os Lusíadas” não eram muito grandes, pois pensava que era uma obra enorme e aborrecida. E mesmo depois de a começar a ler, preocupava-me o facto de a linguagem ser pouco acessível, o que à partida me levaria a perder o interesse pela mesma. Felizmente isso não aconteceu e, neste momento, a minha opinião é completamente diferente… O que me cativa n`“Os Lusíadas” é o efeito que tem sobre os nossos sentimentos, pois cada episódio diz-nos alguma coisa. Considero magnífica a maneira como Camões exalta os bravos feitos dos antigos navegadores portugueses e como me faz ter orgulho de ser portuguesa. O meu episódio preferido é o do “Gigante Adamastor”, pois fascina-me a maneira como Camões descreve o Amor não correspondido e a rejeição, e atribui estes sentimentos a um horrendo monstro que à partida não se esperava que os tivesse. Camões soube dar vida a uma personagem que simboliza o medo dos portugueses, e que mesmo quando se torna ameaçador e temível, nos faz refletir sobre os sentimentos que por vezes são comuns a todos nós. É por esse motivo que este episódio é o meu favorito em toda a obra. Na minha opinião, acho que esta obra é fantástica e é, sem dúvida, um motivo de orgulho para todos os portugueses. Devemos honramo-nos por termos uma epopeia desta qualidade. Ainda a respeito dos textos 2 e 3, vamos refletir sobre algumas considerações trazidas nas seguintes colunas: TEXTO 2 (Quadrinhos): 1-O texto é marcado por pergunta que expressa dúvida ou incerteza e por exclamação que expressa medo. 2-De fato, os navegadores estavam esperando se encontrar com o Gigante Adamastor. 3- O Gigante Adamastor apresenta uma postura medonha. 4- O encontro com o Gigante provocou temor nos marujos. TEXTO 3 (Resenha) 1-A autora achou a linguagem do livro “Os Lusíadas” um pouco difícil no começo da leitura. 2-Camões só deve ser lido nas séries mais adiantadas. 3-No final, a leitura de “Os Lusíadas” provocou boas impressões. 4-O Gigante Adamastor é o episódio favorito da autora, pois causou reflexão Quais as afirmativas falsas, de acordo com os textos lidos? A. ( ) As informações da linha 1. B. ( ) As informações da linha 2. C. ( ) As informações da linha 3. D. ( ) As informações da linha 4.
Answer
  • A
  • B
  • C
  • D

Question 6

Question
TEXTO 3 As minhas expectativas em relação a “Os Lusíadas” não eram muito grandes, pois pensava que era uma obra enorme e aborrecida. E mesmo depois de a começar a ler, preocupava-me o facto de a linguagem ser pouco acessível, o que à partida me levaria a perder o interesse pela mesma. Felizmente isso não aconteceu e, neste momento, a minha opinião é completamente diferente… O que me cativa n`“Os Lusíadas” é o efeito que tem sobre os nossos sentimentos, pois cada episódio diz-nos alguma coisa. Considero magnífica a maneira como Camões exalta os bravos feitos dos antigos navegadores portugueses e como me faz ter orgulho de ser portuguesa. O meu episódio preferido é o do “Gigante Adamastor”, pois fascina-me a maneira como Camões descreve o Amor não correspondido e a rejeição, e atribui estes sentimentos a um horrendo monstro que à partida não se esperava que os tivesse. Camões soube dar vida a uma personagem que simboliza o medo dos portugueses, e que mesmo quando se torna ameaçador e temível, nos faz reflectir sobre os sentimentos que por vezes são comuns a todos nós. É por esse motivo que este episódio é o meu favorito em toda a obra. Na minha opinião, acho que esta obra é fantástica e é, sem dúvida, um motivo de orgulho para todos os portugueses. Devemos honramo-nos por termos uma epopeia desta qualidade. Helena Monteiro, nº7, 9ºD (Fonte: https://sites.google.com/site/pormarescamonianos/caravela-epica, acesso em 15/06/ 2012.) Podemos afirmar que neste trecho do TEXTO 3 – “O meu episódio preferido é o do “Gigante Adamastor”, pois fascina-me a maneira como Camões descreve o Amor não correspondido e a rejeição, e atribui estes sentimentos a um horrendo monstro que à partida não se esperava que os tivesse.” – a palavra “os” retoma o termo: A. ( ) “sentimentos”. B. ( ) “Camões”. C. ( ) “Gigante Adamastor”. D. ( ) “amor e rejeição”.
Answer
  • A
  • B
  • C
  • D

Question 7

Question
A história da escrita da língua portuguesa conta com importantes contribuições em vários países onde encontramos temas, situações e formas que dialogam com as raízes brasileiras. Mia Couto, por exemplo, é um escritor moçambicano, reconhecido por vários prêmios literários, dentre eles, o Prêmio Eduardo Lourenço recebido em 2011. Abaixo, temos um trecho da obra infantil “O gato e o escuro”: TEXTO 4 O gato e o escuro Vejam, meus filhos, o gatinho preto, sentado no cimo desta história. Pois ele nem sempre foi dessa cor. Conta a mãe dele que, antes, tinha sido amarelo, às malhas e às pintas. Todos lhe chamavam o Pintalgato. Diz-se que ficou desta aparência, em totalidade negra, por motivo de um susto. Vou aqui contar como aconteceu essa trespassagem de claro para escuro. O caso, vos digo, não é nada claro. Aconteceu assim: o gatinho gostava de passear-se nessa linha onde o dia faz fronteira com a noite. Faz de conta o pôr do Sol fosse um muro. Faz mais de conta ainda os pés felpudos pisassem o poente. A mãe se afligia e pedia: - Nunca atravesse a luz para o lado de lá. Essa era a aflição dela, que o seu menino passasse além do pôr de algum Sol. O filho dizia que sim, acenava consentindo. Mas fingia obediência. Porque o Pintalgato chegava ao poente e espreitava o lado de lá. Namoriscando o proibido, seus olhos pirilampiscavam. Certa vez, inspirou coragem e passou uma perna para o lado de lá, onde a noite se enrosca a dormir. Foi ganhando mais confiança e, de cada vez, se adentrou um bocadinho. Até que a metade completa dele já passara a fronteira, para além do limite. Quando regressava de sua desobediência, olhou as patas dianteiras e se assustou. Estavam pretas, mais que breu. Escondeu-se num canto, mais enrolado que o pangolim. Não queria ser visto em flagrante escuridão. (Fonte: adaptado de COUTO, Mia. O gato e o escuro. Lisboa: Caminho, 2000.) Após ter lido o TEXTO 4, vamos refletir sobre os comentários abaixo e marcar (V) para VERDADEIRO ou (F) para FALSO: ( ) o vocábulo “breu” reforça a ideia da cor negra na comparação estabelecida. ( ) o verbo “pirilampiscar” pode ser substituído pelo verbo “zunir” sem qualquer alteração de significado no texto. ( ) Ao invés de usar a célebre expressão “Era um vez” para reportar o passado, o narrador faz uso da expressão “Aconteceu assim”, seguido de dois pontos, obtendo um efeito similar. ( ) “- Nunca atravesse a luz para o lado de lá” representa uma fala do narrador da história. ( ) A expressão “mais...que”, no último parágrafo do texto, é usada para indicar o grau superlativo dos adjetivos “pretas” e “enrolado”.
Answer
  • V F V F F
  • V V F F F
  • F V F F F
  • V V F V F

Question 8

Question
TEXTO 4 O gato e o escuro Vejam, meus filhos, o gatinho preto, sentado no cimo desta história. Pois ele nem sempre foi dessa cor. Conta a mãe dele que, antes, tinha sido amarelo, às malhas e às pintas. Todos lhe chamavam o Pintalgato. Diz-se que ficou desta aparência, em totalidade negra, por motivo de um susto. Vou aqui contar como aconteceu essa trespassagem de claro para escuro. O caso, vos digo, não é nada claro. Aconteceu assim: o gatinho gostava de passear-se nessa linha onde o dia faz fronteira com a noite. Faz de conta o pôr do Sol fosse um muro. Faz mais de conta ainda os pés felpudos pisassem o poente. A mãe se afligia e pedia: - Nunca atravesse a luz para o lado de lá. Essa era a aflição dela, que o seu menino passasse além do pôr de algum Sol. O filho dizia que sim, acenava consentindo. Mas fingia obediência. Porque o Pintalgato chegava ao poente e espreitava o lado de lá. Namoriscando o proibido, seus olhos pirilampiscavam. Certa vez, inspirou coragem e passou uma perna para o lado de lá, onde a noite se enrosca a dormir. Foi ganhando mais confiança e, de cada vez, se adentrou um bocadinho. Até que a metade completa dele já passara a fronteira, para além do limite. Quando regressava de sua desobediência, olhou as patas dianteiras e se assustou. Estavam pretas, mais que breu. Escondeu-se num canto, mais enrolado que o pangolim. Não queria ser visto em flagrante escuridão. (Fonte: adaptado de COUTO, Mia. O gato e o escuro. Lisboa: Caminho, 2000.) Assinale a alternativa correta de acordo com o TEXTO 4:
Answer
  • Em “Vou aqui contar como aconteceu essa trespassagem de claro para escuro”, não é possível substituir o verbo “acontecer” pelo verbo “haver”, pois teríamos prejuízo gramatical ao período.
  • Em “O caso, vos digo, não é nada claro.”, o verbo “digo” tem como sujeito o termo “vos”.
  • O advérbio “onde” pode ser substituído pela expressão “em que”, conservando os aspectos gramaticais do período, na sentença “o gatinho gostava de passear-se nessa linha onde o dia faz fronteira com a noite.”
  • No português brasileiro, a expressão “às malhas” é equivalente ao adjetivo “malhado

Question 9

Question
O texto que você irá ler agora, TEXTO 5, é de Ferreira Gullar, grande autor da língua portuguesa, um dos escritores brasileiros que já recebeu o Prêmio Camões de Literatura, o reconhecimento de expoentes da escrita lusofônica. TEXTO 5 gato pensa? Dizem que gato não pensa mas é difícil de crer. Já que ele também não fala como é que se vai saber? A verdade é que o Gatinho, quando mija na almofada, vai depressa se esconder: sabe que fez coisa errada. E se a comida está quente, ele, antes de comer, muito calculadamente, toca com a pata pra ver. Só quando a temperatura da comida está normal, vem ele e come afinal. E você pode explicar como é que ele sabia que ela ia esfriar? (Fonte: GULLAR, Ferreira. Um gato chamado Gatinho. São Paulo: Salamandra, 2000.) Sobre o TEXTO 5, é correto afirmar que:
Answer
  • O substantivo comum “Gatinho” no diminutivo é uma maneira carinhosa de se endereçar ao personagem.
  • Os advérvios “muito” e “calculadamente” indicam modo e intensidade, respectivamente.
  • O uso de frases interrogativas pode ser considerado uma estratégia argumentativa do poema.
  • O recurso de rimas no poema é realizado exclusivamente por verbos.

Question 10

Question
A palavra “frequente” sem o trema é uma das modificações resultantes do Acordo Ortográfico firmado pelos países da comunidade de língua portuguesa em 2009. Sobre o efeito de sentido que o uso dessa palavra provoca na charge (TEXTO 6), é errado afirmar que: A. ( ) A professora está tratando da questão ortográfica. B. ( ) O aluno responde a questão da professora observando o conteúdo e não a forma da linguagem. C. ( ) O aluno discorda da professora em relação ao uso do trema. D. ( ) O humor da charge se revela no duplo sentido de interpretação.
Answer
  • C
  • A
  • B
  • D
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