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Apendicite

Vanessa Ferreira nogueira Semiologia Portugiesisch

Apendicite

Inhalt der Mindmap

Apendicite

  1. Anatomia

    • Em forma de dedo de luva que se projeta do ceco
    • Aproximadamente a 2,5 cm abaixo da válvula íleo-cecal
    • Tamanho -> Varia até 30 cm, mas, habitualmente, é de 5 a 10 cm
    • Largura +- até 0,5 cm
    • Posição-> retrocecal: 65,3%; pélvico: 31,6%; subcecal: 2,3%; na goteira parietocólica: 0,4%; em posição póstero-ileal: 0,4%7
    • Vascularização
      • Ramo apendicular da artéria íleo-cólica que corre no mesoapêndice
    • A drenagem venosa
      • Tributárias da veia íleo-cólica no mesmo meso
        • drenagem linfática segue o padrão destas veias
    • EPIDEMIOLOGIA
      • Causa + comum de abdome agudo de tratamento cirúrgico
      • Típica dos adolescentes e adultos jovens
      • Incomum antes dos cinco e após os 50 anos
      • Parece + frequentemente em países industrializados com hábito alimentar pobre em fibras
  2. ETIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA

    • Resulta da obstrução da luz do apêndice
      • + por fecalito ou hiperplasia linfoide
      • Raro: corpo estranho, parasitas ou tumores
      • Anatomia do apêndice, de diâmetro pequeno e de comprimento longo, predispõe a obstrução em alça fechada
        • Oclusão da sua porção proximal
          • Leva ao △ da secreção de muco pela mucosa apendicular distal à obstrução
          • Tempo do o início da dor até os eventos de gangrena e perfuração
            • Perfuração
              • Abscesso bloqueado
              • Peritonite localizada
                • Pode evoluir para generalizada
            • Irregular
              • Maioria dos casos -> 48 horas para a necrose e 70 horas para a perfuração
    • 1- Lúmen ▽
      • Distensão da sua parede e a uma rápida elevação da pressão
        • Distensão estimula fibras nervosas aferentes, produzindo DOR ABDOMINAL
          • Geralmente periumbilical seguida de náuseas e vômitos
        • . Com △ progressivo da pressão intraluminal
          • ▽ Drenagem venosa
            • Desencadeia ISQUEMIA DA MUCOSA
    • 2- trombose das pequenas vênulas e, ao continuar o fluxo arteriolar
      • A parede se torna cada vez + edemaciada
    • 3- Mucosa torna-se progressivamente isquêmica
      • Surgindo ulcerações
        • Levando à quebra da barreira mucosa
          • Ocorre invasão da parede apendicular pela flora bacteriana intraluminal
    • 4- processo inflamatório deflagrado progride
      • Até atingir a camada serosa- peritônio parietal vizinho
        • Resulta na MUDANÇA DA LOCALIZAÇÃO DA DOR, que passa a ser referida no quadrante inferior direito
    • 5- persistência da obstrução
      • Leva a à necrose e à perfuração do apêndice
    • OBS: a estase intraluminar contribui para o crescimento bacteriano e espessamento do muco
  3. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

    • Anorexia
    • Dor abdominal mal definida
      • Ou referida no mesogástrio ou na região periumbilical, consequência da mediação por fibras nervosas autônomas
    • Não há melhora com a eliminação de flatos ou com evacuação
      • Embora pode ter constipação e ▽ da eliminação de flatos
    • Dor se acentua progressivamente nas primeiras 12/24 horas
      • Migração da dor para o fossa ilíaca direito devido ao comprometimento do peritônio parietal vizinho, promovido pela irritação das fibras nervosas somáticas
    • 80% apresentam náuseas ou vômitos
      • Comum um ou dois episódios no máximo
    • Febre baixa, entre 37,5 e 38ºC
      • 39°C em casos de perfuração
    • SINAIS CLÍNICOS
      • ausculta abdominal
        • Normal nos casos iniciais
        • Casos avançados com peritonite difusa, vai estar ▽ ou ausente
      • Palpação
        • Iniciada na diagonal oposta da queixa de do
      • Hiperestesia cutânea na área de inervação somática das terminações nervosas de T10, T11 e T12
      • Toque retal e vaginal são extremamente importantes
    • Rara a ocorrência de diarreia
  4. Exame físico

    • Sinal de Rovsing
      • Compressão profunda do quadrante inferior esquerdo provoca dor da fossa ilíaca direita pelo deslocamento retrógrado dos gases da luz dos cólons, e consequente distensão do ceco.
      • Sinal de psoas
        • Sinal do Obturador
          • Sinal de Blumberg
            • Descompressão dolorosa indicando irritação peritoneal
              • Sinal de irritação peritoneal presente em múltiplas situações
            • sinal de Lopez-Cross
              • Sinal de Lapinsky
                • Sinal de Dunphy
                  • Sinal de Lenander
                    • Diferença das temperaturas axilar e retal maior do que 1ºC
                  • Dor na FID que piora com a tosse
                • Dor à compressão da FID enquanto o paciente eleva o MMII esticado
              • + crianças do sexo masculina
              • Semiereção do pênis, encontrada em casos de irritação peritoneal.
          • Flexão com rotação externa da coxa direita no paciente deitado poderá provocar dor referida no hipogástrio
            • +abscesso ou massa inflamatória pélvica
        • Paciente em decúbito lateral esquerdo, a extensão da coxa direita, efetuada pelo examinador
          • + contato direto do apêndice retrocecal sobre o íleo-psoas, ou quando já existe um abscesso formado na região

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Semiologia Mindmap am Apendicite, erstellt von Vanessa Ferreira nogueira am 12/09/2018.
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