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Carboidratos
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Carboidratos
Fornecem 4 Kcal por grama
- Principal fonte de energia
- Biomoléculas mais abundantes na natureza.
- Fornecimento de energia para o cérebro e sistema nervoso
- Biomoléculas mais abundantes na natureza.
- Principal fonte de energia
ESTRUTURA
- São formados por átomos de carbono (C), hidrogênio (H) e oxigênio (O), na proporção de 1 : 2 : 1 .
- Sua fórmula genérica é: C(H2O)
FUNÇÃO
- Produzir energia
- E= ATP
- Adenosina Trifosfato (ATP)
- E= ATP
- Prevenir a formação de corpos cetônicos
- Manutenção homeostase glicêmica do organismo
- Formam componentes de membrana glicolipídios e glicoproteínas
- Manutenção homeostase glicêmica do organismo
- Produzir energia
CLASSIFICAÇÃO
- Conforme capacidade de hidrolise
- Monossacarídeos
- Glicose
- Principal fonte de energia celular
- Fontes : frutas, tubérculos, mel
- Sob condições normais é a única fonte de energia utilizada pelo cérebro
- Pode ser oxidada para produção de energia ou armazenada como glicogênio no músculo e fígado
- Sob condições normais é a única fonte de energia utilizada pelo cérebro
- Fontes : frutas, tubérculos, mel
- Principal fonte de energia celular
- São unidades básica de um carboidrato
- Não podem ser hidrolisados
- Galactose
- convertida em glicose no fígado
- É produzido pela degradação da lactose
- Não é encontrada naturalmente nos alimentos
- É produzido pela degradação da lactose
- convertida em glicose no fígado
- Frutose
- convertida em glicose no fígado
- Fontes: frutas e mel, xarope de milho
- Na escala de doçura dos carboidratos a frutose é a mais doce
- Fontes: frutas e mel, xarope de milho
- convertida em glicose no fígado
- Glicose
- Dissacarídeos
- Maltose
- Glicose +Glicose
- Produzido pela hidrolise do amid
- Não é encontrada naturalmente nos alimentos
- Seu uso é empregado na fabricação de cerveja
- Não é encontrada naturalmente nos alimentos
- Produzido pela hidrolise do amid
- Glicose +Glicose
- Lactose
- Galactose +Glicose
- Fontes: Lacticínios
- Principal fonte de energia dos recém nascidos
- Menor poder adoçante e solubilidade
- Principal fonte de energia dos recém nascidos
- Fontes: Lacticínios
- Galactose +Glicose
- Sacarose
- Frutose+ Glicose
- Seu consumo está associado à maior ocorrência de carie dental e aumento do risco de obesidade
- Frutose+ Glicose
- Os dissacarídeos são CHO compostos pela ligação de 2 monossacarídeos
- Maltose
- Oligossacarídeos
- São constituído por 3 a 10 monossacarídeos
- Rafinose Estaquiose Fruto- oligossacarídeos
- Altamente solúveis em agua
- Alfaglucano = maltodextrina é hidrolisada e absorvida com resposta glicêmica rápida
- Não alfaglucano = Não são hidrolisados pelas enzimas pancreáticas, passam direto para o colon , e podem ser fermentados por bactérias colônicas
- Altamente solúveis em agua
- Rafinose Estaquiose Fruto- oligossacarídeos
- São constituído por 3 a 10 monossacarídeos
- Polissacarídeo
- Formados por 10 ou mais unidades de monossacarídeos
- São menos solúveis e mais estáveis dos que os açucare
- Digeríveis
- Amido
- encontrado nos vegetais
- Cocção causa edema e rompimento da parede celular, facilitando o processo enzimático na digestão
- encontrado nos vegetais
- Glicogênio
- Reserva energética
- Armazenado no fígado e músculo
- Manutenção da glicemia durante o jejum
- Armazenado no fígado e músculo
- Reserva energética
- Amido
- Não digeríveis
- CELULOSE
- Insolúvel em água aumenta volume do bolo fecal
- Encontrada em cascas de frutas/vegetais, folhosos e cereais integrais
- Insolúvel em água aumenta volume do bolo fecal
- PECTINA, GOMAS E MUCILAGENS
- São solúveis em água
- Não hidrolisada em seres humanos
- Aumenta saciedade e a velocidade de absorção de alguns nutrientes
- Encontrada na polpa de frutas/legumes e aveia
- Aumenta saciedade e a velocidade de absorção de alguns nutrientes
- Não hidrolisada em seres humanos
- São solúveis em água
- CELULOSE
- Monossacarídeos
- Conforme capacidade de hidrolise
DIGESTÃO
- A digestão inicia na Boca
- Os dentes fazem a quebra mecanica dos alimentos em pedaços menores
- A secreção amilase salivar tem como função umidecer os alimentos e começar o processo de degradação dos Carboidratos em Amido
- Ação enzimática (amilase salivar) é normalmente inativada pelo pH estomacal ácido
- No duodeno o amido entra em contato com a amilase pancreática e reinicia a degradação do Amido em dextrina
- E são absorvidos no intestino delgado
- Fermentação colônica
- Componentes não digeridos por enzimas gastrointestinais e nem absorvidos pelo intestino delgado
- Chegam intactos no intestino grosso e podem ser degradados pela microbiota
- Componentes não digeridos por enzimas gastrointestinais e nem absorvidos pelo intestino delgado
- Fermentação colônica
- E são absorvidos no intestino delgado
- A secreção amilase salivar tem como função umidecer os alimentos e começar o processo de degradação dos Carboidratos em Amido
- Os dentes fazem a quebra mecanica dos alimentos em pedaços menores
- ALERGIA AO LEITE DE VACA (APLV)
- População alvo: Bebês e Criançãs
- Alergia a PROTEINA
- Mecanismo de defesa é o sistema Imunologico
- IgE e Linfócitos T
- O organismo quando em contato com a proteína do leite de vaca, pode responder com reações na pele e choques anafiláticos
- 90% da população conseguem reverter o quadro até os 5 anos
- Mecanismo de defesa é o sistema Imunologico
- Alergia a PROTEINA
- População alvo: Bebês e Criançãs
- INTOLERÂNCIA A LACTOSE
- População alvo: Adultos e idosos
- Diminuição/ ausência da enzima LACTASE
- Lactose não é digerida nem absorvida pelo intestino delgado
- É convertida em produtos tóxicos por bactérias do intestino grosso
- Sintomas abdominais, diarréia , dor, náusea e flatulência, mas também acontece assintomática
- É convertida em produtos tóxicos por bactérias do intestino grosso
- Lactose não é digerida nem absorvida pelo intestino delgado
- Diminuição/ ausência da enzima LACTASE
- HIPOLACTASIA PRIMÁRIA EM ADULTOS
- Após o desmame ocorre uma redução geneticamente programada e irreverssivel da atividade da lactase
- Fenótipo lactase não - persistente
- Fenótipo lactase persistente
- Após o desmame ocorre uma redução geneticamente programada e irreverssivel da atividade da lactase
- HIPOLACTASIA SECUNDÁRIA À DOENÇAS
- Há danos na borda em escova da mucosa do intestino delgado ou aumento significativo do tempo do transito intestinal
- Doenças associadas: Enterites infecciosas, giardíase, doença celíaca, doença de Crohn , síndrome do intestino irritável, doenças diverticular do cólon, consumo excessivo de álcool
- É transitória e reversível
- Doenças associadas: Enterites infecciosas, giardíase, doença celíaca, doença de Crohn , síndrome do intestino irritável, doenças diverticular do cólon, consumo excessivo de álcool
- Há danos na borda em escova da mucosa do intestino delgado ou aumento significativo do tempo do transito intestinal
- População alvo: Adultos e idosos
- A digestão inicia na Boca
ABSORÇÃO
- Os monossacarídeos são transportados pelas células do epitélio intestinal para o sangue
- Circulam entre o fígado e os tecidos periféricos
- Captados por transporte facilitado
- Circulam entre o fígado e os tecidos periféricos
- Há duas famílias de transportadores de monossacarídeos do lúmen intestinal até a circulação
- Transportadores ativos de glicose
- cotransporte de sódio e glicose
- Os rins e o intestinos são os dois principais órgãos que utiliza o transporte ativo de glicose dependente de Na + (SGLT – sodium glucose transporters )
- Com gasto de energia bomba de Na/K - ATPase
- SGLT 1
- O intestino absorve glicose contra o gradiente de concentração
- SGLT 2
- Rins • Contra o gradiente de concentração
- SGLT 1
- Com gasto de energia bomba de Na/K - ATPase
- Os rins e o intestinos são os dois principais órgãos que utiliza o transporte ativo de glicose dependente de Na + (SGLT – sodium glucose transporters )
- cotransporte de sódio e glicose
- Transportadores passivos de glicose
- A glicose move - se do lado mais concentrado (dentro da célula) para o menos concentrado (no sangue) sem gasto de energia
- A favor do gradiente de concentração
- GLUT 1
- Hemácias
- GLUT 2
- Intestino Rins Pâncreas Fígado
- GLUT 3
- Neuônios
- GLUT4
- REQUER INSULINA
- Músculos Adipósitos
- REQUER INSULINA
- GLUT 5
- Intestino FRUTOSE
- GLUT 1
- A favor do gradiente de concentração
- A glicose move - se do lado mais concentrado (dentro da célula) para o menos concentrado (no sangue) sem gasto de energia
- Transportadores ativos de glicose
- FOSFORILAÇÃO DA GLICOSE
- Após entrar na célula, a glicose se liga a um radical fosfato
- Glicose ----- Glicose-6-P
- Manter a molécula de glicose dentro da célula impedindo sua difusão para o meio extracelular
- Glicose ----- Glicose-6-P
- Após entrar na célula, a glicose se liga a um radical fosfato
- ABSORÇÃO E TRANSPORTE DA GALACTOSE
- Mesmo mecanismo de transporte da glicose nos enterócitos
- Cotransportadores apicais SGLT (transporte ativo) e o GLUT2 basolateral (transporte passivo)
- METABOLISMO DA GALACTOSE
- É convertida em glicose e armazenada como glicogênio
- Ela esta presente em elementos estruturais das células e tecidos como glicoproteínas e mucopolissacarídeos
- É convertida em glicose e armazenada como glicogênio
- METABOLISMO DA GALACTOSE
- Cotransportadores apicais SGLT (transporte ativo) e o GLUT2 basolateral (transporte passivo)
- Mesmo mecanismo de transporte da glicose nos enterócitos
- ABSORÇÃO E TRANSPORTE DA FRUTOSE
- O principal transportador da frutose é o GLUT5, com participação do GLUT2
- METABOLISMO DA FRUTOSE
- Após absorção e ida para o figado ela pode ser metabolizada
- metabolito intermediário (via glicolítica ou gliconeogênese
- Lactato
- Após absorção e ida para o figado ela pode ser metabolizada
- METABOLISMO DA FRUTOSE
- O principal transportador da frutose é o GLUT5, com participação do GLUT2
- Os monossacarídeos são transportados pelas células do epitélio intestinal para o sangue
Armazenameto e utilização da glicose
- Catabolismo
- Glicólise : Glicose --->Piruvato
- Conexão da Glicólise e o Ciclo de Krebs: Piruvato ---> Acetil - CoA (mitocôndria)
- Ciclo de Krebs: Acetil - CoA --->CO2 (mitocôndria)
- Via das Pentoses Fosfato: via alternativa de oxidação da glicose que leva a formação da Ribose - 5 - fosfato e NADPH
- Ciclo de Krebs: Acetil - CoA --->CO2 (mitocôndria)
- Conexão da Glicólise e o Ciclo de Krebs: Piruvato ---> Acetil - CoA (mitocôndria)
- Glicólise : Glicose --->Piruvato
- Biossíntese
- Gliconeogênese : ocorre no fígado e a partir de precursores glicogênicos
- CICLO DE COLI
- Músculo: Glicogênio --> Lactato
- Fígado: Lactato--> Glicose
- Ciclo Glicose - Alanina:
- Músculo: Glicose --> Piruvato -->Alanina
- Fígado: Alanina --> Piruvato --> Glicose
- CICLO DE COLI
- Gliconeogênese : ocorre no fígado e a partir de precursores glicogênicos
- Armazenamento
- Após captação para interior da célula
- Liberar energia; Armazenada como glicogênio
- Glicogênio muscular : energia para o próprio músculo
- Glicogênio hepático: Faz a manutenção da glicemia, no processo de armazenamento, hidrólise e exportação na forma de glicose
- Mantem a reservar de glicogênio por 12 a 18 horas
- Liberar energia; Armazenada como glicogênio
- Após captação para interior da célula
- Catabolismo
Regulação do Metabolismo d e Substratos Energéticos
- Glucagon
- Produzido pelas células Alfa pancreaticas
- Fazem a mobilização de substratos energéticos
- Glucagon, epinefrina e cortisol estimulam a degradação de glicogênio e gliconeogênese.
- Produzido pelas células Alfa pancreaticas
- Insulina
- Produzido pelas células B (beta) pancreaticas
- Fazem o armazenamento de substratos energéticos
- Promove a utilização de glicose como um combustível para facilitar seu transporte para dentro do músculo e do tecido adiposo;
- A liberação de insulina ocorre dentro de minutos após o pâncreas estar exposto a uma alta CONCENTRAÇÃO de glicose;
- O limiar para a liberação de insulina é aproximadamente de 80 mg de glicose dL
- Acima de 80 mg/dL a velocidade de liberação de insulina é proporcional a [de glicose plasmática] até aproximadamente 300 mg/dL;
- A secreção de insulina é mantida até os níveis de glicose começarem a diminuir
- A insulina é rapidamente removida da circulação e degradada no fígado
- Os níveis de insulina começam a diminuir rapidamente uma vez que a taxa de glicose esta estabilizada.
- A insulina é rapidamente removida da circulação e degradada no fígado
- A secreção de insulina é mantida até os níveis de glicose começarem a diminuir
- Acima de 80 mg/dL a velocidade de liberação de insulina é proporcional a [de glicose plasmática] até aproximadamente 300 mg/dL;
- O limiar para a liberação de insulina é aproximadamente de 80 mg de glicose dL
- A liberação de insulina ocorre dentro de minutos após o pâncreas estar exposto a uma alta CONCENTRAÇÃO de glicose;
- Promove a utilização de glicose como um combustível para facilitar seu transporte para dentro do músculo e do tecido adiposo;
- Fazem o armazenamento de substratos energéticos
- Produzido pelas células B (beta) pancreaticas
- Hormônios antagônicos
- Tem como função manter os níveis de glicose sanguínea em torno de 70 a 99 mg/dL
- Homeostase Metabólica
- A disponibilidade de substratos energéticos e a necessidade dos tecidos, influenciam no nível sanguíneo de nutrientes; nível hormonal e impulsos nervosos
- Sinais que regulam a homeostase metabólica
- Mensagens refletem o tempo e a composição de combustível ingerido na dieta
- Epinefrina é o hormônio "de luta e fuga". Ele sinaliza a necessidade imediata do aumento do substrato energético disponível
- Os hormônios do estresse são Cortisol e Epinefrina
- Epinefrina é o hormônio "de luta e fuga". Ele sinaliza a necessidade imediata do aumento do substrato energético disponível
- Mensagens refletem o tempo e a composição de combustível ingerido na dieta
- Homeostase Metabólica
- Tem como função manter os níveis de glicose sanguínea em torno de 70 a 99 mg/dL
- Glicose
- Indivíduo adulto requer no mínimo 190g de glicose por dia: 150g (aproximadamente) para o cérebro; 40g para os outros tecidos
- Quando houver uma diminuição significativa dos níveis plasmáticos de glicose ( inferior a 60 mg/dL) limita o metabolismo de glicose para o cérebro e pode provocar sintomas de hipoglicemia
- Hipoglicemia: É quando temos diminuição significativa dos níveis plasmáticos de glicose
- Hiperglicemia: É quando temos aumento significativos dos níveis plasmáticos de glicose
- Quando houver uma diminuição significativa dos níveis plasmáticos de glicose ( inferior a 60 mg/dL) limita o metabolismo de glicose para o cérebro e pode provocar sintomas de hipoglicemia
- A glicose é armazenada como glicogênio – fígado e músculo
- Conversão de glicose para Triglicerídeo ocorre no fígado e seu armazenamento no tecido adiposo;
- Indivíduo adulto requer no mínimo 190g de glicose por dia: 150g (aproximadamente) para o cérebro; 40g para os outros tecidos
- Glucagon
VIAS METABÓLICAS
- Se o momento fisiológico exigir a produção de Energia , ocorrerá degradação citoplasmática da glicose, denominada de glicólise/rota glicolítica
- A glicose uma vez na corrente sanguínea entra na célula através de difusão facilitada
- Para que a glicose não reflua para o plasma, ela precisa perder a capacidade de atravessar a membrana celular de dentro para fora. O aprisionamento se dá pela sua fosforilação (adição de fósforo à molécula de glicose) até glicose - 6 - fosfato.
- GLICÓLISE
- é uma série de reações que extrai energia da glicose quebrando - a em duas moléculas de três carbonos chamadas de piruvatos.
- Não requer Oxigênio
- Primeira via que a glicose entra ao longo do seu caminho para fornecer energia
- A glicólise é o EIXO do metabolismo dos carboidratos . Praticamente todos os açúcares (da dieta ou de reações catabólicas ) podem ser convertidos em glicose
- No processo de glicólise, em um determinado momento ocorrerá a formação da molécula de piruvato; responsável por colocar o citoplasma em um dilema, pois dependendo do seu destino, ocorrerá
- Glicólise anaeróbica (não - oxidativa
- É um termo usado quando o organismo extrai energia (E) química (ATP) de combustíveis ricos em E (glicose), na ausência de O 2 molecular , principalmente de células que não possuem mitocôndria
- Para muitos tecidos, a glicólise anaeróbica é uma via fornecedora de E quando o suprimento de O 2 a um tecido é interrompido, pelo menos por um curto espaço de tempo
- Testículos
- Hemácias
- Olhos
- Rins
- Para muitos tecidos, a glicólise anaeróbica é uma via fornecedora de E quando o suprimento de O 2 a um tecido é interrompido, pelo menos por um curto espaço de tempo
- CICLO DE COLI
- LACTATO
- Quando se exercitar o músculo esquelético ao ponto de exceder a capacidade oxidativa da cadeia respiratória (pela glicólise aeróbica), ocorrerá conversão de piruvato em lactato
- Durante o exercício intenso, o lactato se acumula no músculo, resultando em dor muscular e cãibras
- Grande parte deste lactato posteriormente se difunde para a corrente sanguínea
- LACTATO
- É um termo usado quando o organismo extrai energia (E) química (ATP) de combustíveis ricos em E (glicose), na ausência de O 2 molecular , principalmente de células que não possuem mitocôndria
- Glicólise aeróbica (oxidativa).
- Ocorre em células com suprimento abundante de O 2 molecular , desde que as células contenham mitocôndrias, o produto final da glicólise aeróbica será CO 2 e H 2 O
- Fase preparatória
- gasto energético (2 ATPs ) e formação de 2 moléculas de gliceraldeído‐3‐fosfato (GAP)
- Fase de recuperação (ou pagamento)
- produção de 4 ATPs na oxidação de 2 GAP → 2 Piruvatos e formação de 2 NADH
- Ciclo de Krebs ou Ciclo do Ácido Tricarboxílico
- Se considerarmos a mitocôndria a central energética da célula, então o Ciclo de Krebs operando dentro dela pode ser considerado a sua sala de máquinas .
- combustíveis metabólicos, especialmente a glicose, os aas derivados das PTNs e os AG derivados dos LIP , entram no ciclo para serem oxidado, formando CO 2 e H 2 O
- A formação de E se dá pela transferência de elétrons energia através do transporte de hidrogênio por carreadores específicos e, em uma etapa final para um aceptor terminal de e -
- Todos os combustíveis metabólicos (CHO, aas ou AG ) entram no Ciclo de Krebs como acetil CoA ( m olécula de “alta E ”) ;
- A formação de E se dá pela transferência de elétrons energia através do transporte de hidrogênio por carreadores específicos e, em uma etapa final para um aceptor terminal de e -
- combustíveis metabólicos, especialmente a glicose, os aas derivados das PTNs e os AG derivados dos LIP , entram no ciclo para serem oxidado, formando CO 2 e H 2 O
- Na 1 ª etapa do Ciclo de Krebs, A acetil CoA + oxalacetato = Citrato .
- Cada volta do Ciclo ocorre a liberação de 2 moléculas de CO 2
- Formação da Acetil CoA
- O piruvato é transferido para a matriz mitocondrial, sofre descarboxilação oxidativa , formando Acetil - CoA
- ciclo do ácido cítrico dá duas voltas para cada molécula de glicose que entra na respiração celular, pois são produzidos dois piruvatos — e, portanto, dois acetil CoAs por glicose.
- Fosforilação Oxidativa
- A fosforilação oxidativa é o processo pelo qual se forma ATP quando se transferem elétrons do NADH ou do FADH2 para o O2 ( redução a H2O) por uma série de transportadores de elétrons
- O ATP é gerado como resultado do transporte de energia, ao longo da membrana mitocondrial interna acoplado com o transporte de prótons através da membrana interna
- A energia gerada por este gradiente é suficiente para estimular a síntese de ATP, a partir de ADP e Pi, que é denominada de Fosforilação Oxidativa.
- O ATP é gerado como resultado do transporte de energia, ao longo da membrana mitocondrial interna acoplado com o transporte de prótons através da membrana interna
- A fosforilação oxidativa é o processo pelo qual se forma ATP quando se transferem elétrons do NADH ou do FADH2 para o O2 ( redução a H2O) por uma série de transportadores de elétrons
- Se considerarmos a mitocôndria a central energética da célula, então o Ciclo de Krebs operando dentro dela pode ser considerado a sua sala de máquinas .
- Ciclo de Krebs ou Ciclo do Ácido Tricarboxílico
- produção de 4 ATPs na oxidação de 2 GAP → 2 Piruvatos e formação de 2 NADH
- Fase de recuperação (ou pagamento)
- gasto energético (2 ATPs ) e formação de 2 moléculas de gliceraldeído‐3‐fosfato (GAP)
- Temos mais ATP produzidos na oxidação completa de glicose pela glicólise aeróbica do que pela conversão de glicose a lactato
- Glicólise anaeróbica (não - oxidativa
- GLICÓLISE
- Para que a glicose não reflua para o plasma, ela precisa perder a capacidade de atravessar a membrana celular de dentro para fora. O aprisionamento se dá pela sua fosforilação (adição de fósforo à molécula de glicose) até glicose - 6 - fosfato.
- A glicose uma vez na corrente sanguínea entra na célula através de difusão facilitada
- Se o momento fisiológico exigir a produção de Energia , ocorrerá degradação citoplasmática da glicose, denominada de glicólise/rota glicolítica
Informationen
- Beschreibung
- Mindmap am Carboidratos, erstellt von steffane strogulski am 10/10/2018.
- Erstellt von
- steffane strogulski · Okt 2018
- Aktualisiert
- 16 Okt 2018
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