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Ética da Magistratura
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Ética da Magistratura
- É instrumento essencial para os juízes incrementarem a confiança da sociedade em sua autoridade moral; O Código traduz compromisso institucional com a excelência na prestação do serviço público de distribuir Justiça e, assim, mecanismo para fortalecer a legitimidade do Poder Judiciário;
Disposições gerais
- Art. 1
- Princípios norteadores do exercício da magistratura
- Independência
- Imparcialidade
- conhecimento e da capacitação
- Cortesia
- Transparência
- Segredo Profissional
- Prudência
- Diligência
- Integridade Profissional e Pessoal
- Dignidade
- Honra
- Decoro
- Princípios norteadores do exercício da magistratura
- Art. 2
- Deve o magistrado respeitar a CF e as leis
- Art. 3
- A atividade Judicial
- Garantir e fomentar pela dignidade humana, objetivando assegurar e promover a solidariedade e a justiça
- A atividade Judicial
- Art. 1
Independência
- Art. 4
- Deve o magistrado ter independência ética e não interfira na atuação do colega, exceto em respeito as leis.
- Art.5
- Não deve receber e nem ser influenciado por informações externas para solucionar os casos que lhe é submetido.
- Art. 6
- Deve o mesmo denunciar qualquer influencia que limite sua independência
- Art. 7
- VEDADO de participar de atividade político-partidária
- Art. 4
Imparcialidade
- Art. 8
- Magistrado imparcial: busca na provas a verdade dos fatos, com objetividade e fundamento. Mantêm distância das partes, evitando favoritismo, predisposição ou preconceito.
- Art. 9
- O magistrado deve tratar as partes de forma igual, vadado qualquer discriminação, execeto:
- Tratamento diferenciado resultate da lei
- Audiência apenas a uma das partes, mas devendo ser concedida a outra também
- O magistrado deve tratar as partes de forma igual, vadado qualquer discriminação, execeto:
- Art. 8
Transparência
- Art.10
- O magistrado deve ser transparente, documentando seus atos. Favorecendo a publicidade, exceto em caso de sigilo em lei
- Art. 11
- Sendo segredo de justiça, deve o magristrado informar as partes interessadas no processo.
- Art. 12
- Nas redes sociais: pudrente e equitativo. Cuidar-se para:
- Não prejudicar direitos das partes
- Não emiter opinão sobre processos em julgamento
- Nas redes sociais: pudrente e equitativo. Cuidar-se para:
- Art. 13
- Evitar comportamentos que impliquem a busca injustificada e desmesurada por reconhecimento social, mormente a autopromoção.
- Art. 14
- Ostentar conduta positiva e de colaboração para com os órgãos de controle
- Art.10
Integridade pessoal e profissional
- Art. 15
- A integridade da conduta fora do âmbito da atividade, ajuda a fundar uma confiança nos cidadãos
- Art. 16
- O comportamento na vida privada deve dignificar a profissão. O mesmo deve saver que essa profissão impõe restrições e exigências pessoais.
- Art. 17
- É dever recusar benefícios ou vantagens de ente público, de empresa privada ou de pessoa física que influencia sua indepência.
- Art. 18
- É vedado usar para fins privados, sem autorização, os bens públicos ou os meios disponibilizados para o exercício de suas funções.
- Art. 19
- Adotar as medidas necessárias para evitar que possa surgir qualquer dúvida sobre a situação econômico-patrimonial.
- Art. 15
Diligência e Dedicação
- Art. 21
- Não deve assumir encargos ou contrair obrigações que perturbem ou impeçam o cumprimento apropriado de suas funções específicas.
- § 1º O que acumular, de conformidade com a CF, o exercício da judicatura com o magistério deve sempre priorizar a atividade judicial.
- § 2º No exercício do magistério, deve observar conduta adequada à sua condição de juiz, tendo em vista que o magistério e a magistratura são indissociáveis, e faltas éticas na área do ensino refletirão necessariamente no respeito à função judicial.
- Não deve assumir encargos ou contrair obrigações que perturbem ou impeçam o cumprimento apropriado de suas funções específicas.
- Art. 20
- Velar para que os atos processuais se celebrem com a máxima pontualidade e em um prazo razoável.
- Art. 21
Cortesia
- Art. 22
- Tem o DEVER de cortesia com todos quantos se relacionem com a administração da Justiça
- Utilizar uma linguagem escorreita, polida, respeitosa e compreensivél.
- Tem o DEVER de cortesia com todos quantos se relacionem com a administração da Justiça
- Art. 23
- A atividade disciplinar, de correição e de fiscalização serão exercidas sem infringência ao devido respeito e consideração pelos correicionados.
- Art. 22
Prudência
- Art. 24
- O magistrado prudente é o que adota comportamentos e decisões que sejam o resultado de juízo justificado racionalmente, após haver meditado e valorado a ampla defesa das partes.
- Art. 25
- Deve o mesmo agir de forma cautelosa
- Art. 26
- Deve ter atitude paciente para receber argumentos ou críticas , podendo mudar de ideia em posições já tomadas
- Art. 24
Sigilo Profissonal
- Art. 27
- Dever de guardar absoluta reserva, na vida pública e privada, sobre dados ou fatos de que tenha tomado conhecimento no exercício de sua atividade.
- Art. 28
- Juízes de órgãos colegiados deve preservar o sigilo de votos que ainda não foram proferidos e daqueles que tomem conhecimento, eventualmente, antes do julgamento.
- Art. 27
Conhecimento e Capacitação
- Art. 29
- A exigência tem como fundamento o direito dos jurisdicionados e da sociedade em geral à obtenção de um serviço de qualidade na administração de Justiça.
- Art. 30
- Magistrado bem formado: conhece o Direito e tem capacidade e ética para aplica-las.
- Art. 31
- Obrigação de formação contínua: matérias jurídicas e outras para melhorar as funções judiciais.
- Art. 32
- O conhecimento e a capacitação levam a max proteção dos direitos humanos e o desenvolvimento dos valores da CF.
- Art. 33
- Deve facilitar a formação dos outros membros.
- Art. 34
- Deve manter colaboração em atividades que ajudam na formação judicial
- Art. 35
- Deve contribuir com seu conhecimento para melhorar o Direito e a Adm. Pública.
- Art. 36
- É dever atuar no sentido de que a instituição de que faz parte ofereça os meios para que sua formação seja permanente.
- Art. 29
Dignidade, Honra e Decoro
- Art. 39
- É atentatório à dignidade do cargo: implique discriminação injusta ou arbitrária de qualquer pessoa ou instituição.
- Art. 37
- VEDADO: procedimento incompatível com a dignidade, honra e decoro de suas funções.
- Art. 38
- NÃO DEVE: exercer atividade empresarial, exceto como acionista ou cotista e desde que não exerça o controle ou gerência.
- Art. 39
Disposições Finais
- Art. 41
- Tribunais brasileiros, na posse de todo Juiz, entregar-lhe-ão um exemplar do Código de Ética da Magistratura Nacional, para fiel observância durante o exercício da judicatura.
- Art.40
- Os preceitos deste Código complementam os deveres funcionais dos juízes que emanam da CF, do Estatuto da Magistratura e das demais.
- Art. 41
Informationen
- Beschreibung
- Mapa mental sobre o Código de Ética da magistratura Nacional.
- Erstellt von
- Najla Motta
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