Flashcards
Clostrídios

Cards in this deck (48)
- 1Doenças causada por clostrídios:1. Tétano;
2. Gangrena gasosa;
3. Colite pseudomembranosa;
4. Miose supurativa. - 2Coloração de gram:Gram +
- 3Possuem flagelo? Se sim, de qual tipo?1. Sim;
2. Flagelo peritríquios.
- 4Formadores de esporos?Sim, com exceção do Clostridium perfringens, quem possui esporos raros.
- 5Formação das colônias:1. Colônias com características diversas;
2. Muitos produzem zona de B-hemólise em ágar sangue;
3. C. perfringens geram uma dupla zona de B-hemólise em ágar sangue; - 6Crescimento dos clostrídios:1. Capazes de fermentar uma variedade de açúcares;
2. Muitos deles podem digerir proteínas;
3. Anaeróbios ESTRITOS. - 7C. botulini Doença que causa:Botulismo
- 8C. botulini Habitat natural:Solo e fezes de alguns animais
- 9C. botulini Características dos esporos1. Muito resistentes ao calor (100ºC por várias horas);
2. Resistência ao calor diminui em pH ácido ou altas concentrações de sal; - 10C. botulini Quantos tipos de toxina?7: A, B, C, D, E, F, G
- 11C. botulini Ação da toxina na patogênese do Botulismo se dá:Na junção neuromuscular do neurônio motor alfa e o músculo estriado esquelético se ligando à membrana pré-sináptica e impedindo a liberação de Ach
- 12C. botulini A toxina age:Impedindo a liberação de acetilcolina na junção neuromuscular
- 13C. botulini Formas de contrair a doença:1. Ingestão da toxina em alimentos contaminados (mais comum);
2. Drogas (heroínas contaminada). - 14C. botulini Sintomas: quando começa, quais são1. Começam de 18 a 24h após a ingestão do alimento;
2. Alterações visuais, dificuldades na deglutição, dificuldade de fala, paralisia bulbar, paralisia respiratória, parada cardíaca. - 15C. botulini Como se manifesta em lactentes?1. Bebê "desengonçado", falta de apetite, paralisia;
2. "Comum" em lactentes;
3. Pode ser causa da síndrome da morte súbita. - 16C. botulini Diagnóstico de botulismo:1. Exames laboratoriais, toxina no soro, na secreção gástrica e fezes;
2. Em lactentes, a toxina é encontrada no soro. - 17C. botulini Tratamento1. Administração E.V. de antitoxinas trivalentes (A, B e E);
2. Monitoramento do paciente;
3. Em lactentes, pode ser observada melhora com o tratamento de suporte. - 18C. botulini Epidemiologia:Existe no mundo inteiro. associado a conservas caseiras de pimenta, azeitonas, peixes, etc...
- 19C. tetani Doença causada:Tétano
- 20C. tetani Habitat:Presente no solo e nas fezes de equinos e outros animais. Têm distribuição mundial
- 21C. tetani Antígeno comumAntígeno O (somático)
- 22C. tetani Nome e natureza da toxina:1. Tetanospamina;
2. Neurotoxina. - 23C. tetani Mecanismo de ação da toxina:1. Movimento retrógrado, vai do neurônio motor para o neurônio inibitório;
2. Inibição da sinapse com os neurônios inibitórios. - 24C. tetani Consequências da ação da toxina:1. O bloqueio da liberação da glicina e do GABA inibitório gera uma hiperreflexia, espasmos musculares e paralisia epástica.
- 25C. tetani Patogênese:1. Não é um microorganismo invasor;
2. A doença consiste, quase que totalmente, em toxemia;
3. A toxina atinge o SNC e fixa-se rapidamente em receptores na membrana e tronco cerebral. - 26C. tetani Período de incubação/manifestações clínicas1. Manifesta-se entre 4 a 5 dias depois da infecção ou semanas depois;
2. Ação tônica dos músculos voluntários;
3. Trismo (mandíbula contraída). - 27C. tetani Diagnóstico:1. Baseado no quadro clínico;
2. Cultura pode ser feita, mas não se deve esperar a cultura em caso de suspeitas;
3. A prova é feita pela demonstração da toxina e sua neutralização com a antitoxina. - 28C. tetani Tratamento1. O tratamento não é satisfatório;
2. A prevenção se mostra mais eficiente. - 29C. tetani Prevenção1. Imunização ativa com toxoides;
2. Cuidados apropriados das feridas contaminadas com o solo;
3. Uso profilático de antitoxina;
4. Administração de penicilina;
5. Desbridamento cirúrgico (retirada do tecido necrótico). - 30C. tetani Controle:1. Imunização ativa com toxoides;
- 31C. perfringens Doenças associadas1. Gangrena gasosa;
2. Intoxicação alimentar;
3. Miose supurativa;
4. Evoluções gerais: necrose, bacteremia, etc... - 32C. perfringens Formação de esporos?Sim, porem raramento observável em culturas.
- 33C. perfringens Toxina associada à geração da gangrena gasosa:α-toxina, degradante da lecitina
- 34C. perfringens Toxinas associadas à intoxicação alimentar:1. Enterotoxina, associada a pratos a base de carne e conservas de alimentos (termolábel, superantígeno, liberada pelos esporos);
2. Beta toxina (enterite necrótica). - 35C. perfringens Outras toxinas:Beta, Épsilon, Iota, Teta (efeitos hemolítcos e necrosantes)
- 36C. perfringens Habitat:1. Livremente na natureza;
2. Componente transitório da flora bacteriana em quadros infecciosos. - 37C. perfringens Característica dos esporos1. Comuns em carnes cozidas;
2. Resistentes ao aquecimento e à refrigeração;
3. Cocção e aquecimento não destroem os esporos. - 38C. perfringens Tempo de desenvolvimento da doença/sintomas:1. Se desenvolve entre 6 e 24h;
2. Dores abdominais, diarreia, gases, náuseas, vômitos.
3. INFECÇÃO AUTOLIMITADA. - 39C. perfringens Patogênese das infecções:1. Geralmente adentram por região de trauma;
2. A necrose tecidual ajuda na disseminação da infecção (toxina necrosante e hialuronidase); - 40C. perfringens Tempo de desenvolvimento da doença/manifestações clínicas (gangrena gasosa):1. A infecção se dissemina de 1 a 3 dias;
2. Secreção, odor fétido, necrose rapidamente progressiva, febre, hemólise, toxemia, choque, morte. - 41C. perfringens Tratamento (gangrena gasosa):1. Cirurgia precoce (amputação do tecido lesionado);
2. Antibióticos (penicilinas); - 42C. dificile Doença associada:Colite pseudomembranosa.
- 43C. dificile Diagnóstico da colite pseudomembranosa:1. Identificação da toxina do C. dificile nas fezes;
2. Observação endoscópica de psuedomembranas ou microabcessos em pacientes com diarreias. - 44C. dificile Sintomas da colite pseudomembranosa:1. Diarreia aquosa ou sanguinolenta;
2. Cólicas abdominais, leucocitose e febre; - 45C. dificile Uma das causas comuns da colite pseudomembranosa é:Uso de alguns antibióticos tais quais ampicilina e clindaciamina e fluorquinolonas.
- 46C. dificile Tratamento da colite pseudomembranosa:1. Suspensão do antibiótico agressor;
2. Tratamento com vancomicina ou metronidazol. - 47C. dificile Patogenia da colite pseudomembranosa:O uso de antibióticos reduz a flora, favorecendo a replicação de C. dificile resistentes.
- 48C. dificile Toxinas associadas à colite pseudomembranosa:Toxina a e toxina B.
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- Microbiologia (3 NPC) Flashcards on Clostrídios, created by Alina Pinheiro on 15/11/2018.
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- Alina Pinheiro
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