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Flashcards

PPM 1

simone zaar Portuguese 33 cards

Cards in this deck (33)

  1. 1na justiça militar da uniao ha julgamento por orgao singular?não, um conselho é formado
  2. 2qual a composição do conselho?o conselho é composto por cinco juizes: 1 juiz-auditor (juiz togado, concursado) e 4 juízes militares. A presidência do conselho é do juiz militar mais antigo. Atenção aqui, pois na Justiça Militar Estadual a presidência do conselho cabe ao juiz-auditor.
  3. 3quem preside o conselho?o juiz auditor
  4. 4como é formado o conselho especial de justiça ?é sorteado
    e formado em cada processo em que haja julgamento de um oficial das for•as
    armadas. Prolatada a senten•a, o conselho é dissolvido.
  5. 5como é formado o conselho permanente de justiça?Os Conselhos Permanentes de Justi•a tem a mesma composi•‹o (um juiz auditor e quatro ju’zes militares) e sao formados a cada trimestre. Eles
    processam e julgam as açoes em que os acusados sao praças ou civis.
  6. 6quando a denuncia DEVE ser feita?sempre que houver:
    a) prova de fato que, em tese, constitua crime;
    b) indícios de autoria.
    É o principio da obrigatoriedade ou da indisponibilidade
  7. 7ha possibilidade de transação no processo penal militar?nao,
  8. 8ha possiblidade de suspensao condicional do processo no processo penal militar?não
  9. 9por que o MP militar age de oficio ?pq os crimes sao de ação penal publica incondicionada
  10. 10existe no codigo penal militar a possibilidade de ação penal privada subsidiaria da publica ?sim, caso o MP militar atue com desidia
  11. 11Quando houver conflito entre as normas do Codigo de Processo Penal Militar e convençao ou tratado do qual o Brasil faça parte, qual norma deve ser aplicada?a norma internacional
  12. 12o codigo de processo penal militar adota a interpretação extensiva e restritiva ?sim
  13. 13em quais casos nao se pode usar a interpretação restritiva e extensiva?qdo cercear defesa pessoal, qdo prejudicar o curso normal do processo, qdo desfigurar os fundamentos da acusação
  14. 14em casos omissos no coodigo de processo penal militar o q se usa?o CPP comum, jurisprudencia, analogia, usos e costumes militares , principios gerais de direito
  15. 15no processo penal militar , o interrogtorio do reu foi deslocado assim como o processo comum para depois da oitiva das testemunhas?nao
  16. 16em casos omisso no CPPM usa-se o CPP comum , mas não pode haver ofensa a 2 principio do codigo militar . quais sao ?hierarquia e disciplina
  17. 17como é formado o STM ?o STM é o órgão superior da Justiça Militar da Uniao. é formado por 15 ministros nomeados pelo Presidente da Republica e aprovados pelo Senado Federal. Sao 3 representantes da Aeronautica, 3 representantes da Marinha e 4 do Exercito, todos da ativa e do posto mais elevado da carreira (oficiais generais). Os 5 ministros civis sao 3 advogados de notorio saber jur’dico e reputaçao ilibada, com mais de dez anos de atividade profissional; um juiz-auditor e um membro do Ministério Público Militar.
  18. 18quantas são as Circunscriçoes Judiciarias Militares?sao 12. compostas pelas auditorias q julgam militares vindo das 3 forças armadas
  19. 19como sao compostas as auditorias?pelos conselhos especiais e permanentes
  20. 20ha retroatividde prevista nas normas penais do processo penal militar?nao, nem para abrandar ou agravar a pena do reu , assim como no CPP
  21. 21Segundo a lei processual penal militar, o princ’pio da imediatidade é aplicado aos processos cuja tramitaçao esteja em curso, ressalvados os atos praticados na forma da lei processual anterior. Caso a norma processual penal militar posterior seja, de qualquer forma, mais favoravel ao reu, devera retroagir, ainda que a senten•a penal condenatoria tenha transitado em julgado?errado. a norma
    processual deve ser aplicada a partir de sua vig•ncia, inclusive aos processos
    pendentes de julgamento. A regra
    da retroatividade da lei penal mais benigna é do Direito Penal, nao se aplica
    ao Direito Processual.
  22. 22O CPPM disp›e expressamente a aplica•‹o de suas normas, em casos espec’ficos, fora do territ—rio nacional ou em lugar de extraterritorialidade brasileira. Nesse ponto, o CPPM difere do CPP.certo,A regra adotada pelo CPPM, bem como pelo Direito Penal Militar Ž a
    extraterritorialidade incondicionada. Esta regra Ž diferente daquela adotada pelo
    Direito Processual Penal comum, em que a extraterritorialidade pode ser
    condicionada ou incondicionada.
  23. 23O sistema processual penal castrense veda, em qualquer hip—tese, o emprego da interpreta•‹o extensiva e da interpreta•‹o n‹o literalerrado .autoriza a interpreta•‹o extensiva ou a interpreta•‹o
    restritiva, so nao autoriza qdo cercear a defesa pessoal do acusado,
    prejudicar ou alterar o curso normal do processo, ou lhe desvirtuar a natureza,
    ou desfigurar de plano os fundamentos da acusa•‹o que deram origem ao
    processo.
  24. 24Se, na aplica•‹o da lei processual penal militar a caso concreto, houver diverg•ncia entre essa norma e os dispositivos constantes em conven•‹o ou tratado de que o Brasil seja signat‡rio, prevalecer‡ a regra especial da primeira, salvo em matŽria de direitos humanos.Se houver conflito entre a norma do CPPM e a de
    qualquer conven•‹o ou tratado internacional, deve ser aplicada a norma
    internacional.
    GABARITO: E
  25. 25Os casos omissos na lei processual penal militar ser‹o supridos pelo direito processual penal comum, sem preju’zo da peculiaridade do processo penal castrense. Nesses casos, o CPPM imp›e que haja a declara•‹o expressa de omiss‹o pela corte militar competente, com quorum qualificado.a aplica•‹o subsidi‡ria da norma
    processual penal comum é poss’vel nos casos de omiss‹o do CPPM, mas n‹o pode ofender as principais caracter’sticas do processo penal castrense, notadamente os princ’pios da hierarquia e da disciplina. Por outro lado, nao é necess‡ria nenhuma declara•‹o de omiss‹o pelo orgao julgador.
  26. 26No processo penal militar, o termo juiz denomina somente o juiz togado e n‹o, os militares, os quais s‹o chamados membros do conselho de justi•a, como os jurados nos processos do tribunal do jurierrado.nos Conselhos de Justiça o juiz togado é chamado de juiz-auditor, e é
    um juiz de carreira, aprovado em concurso publico de provas e t’tulos. Os outros quatro ju’zes que compoem o conselho sao militares de carreira, mas tambem sao chamados de ju’zes.
  27. 27Nos crimes militares, a açao penal é, em regra, publica, condicionada ou incondicionada e promovida pelo Ministerio Publico Militar; excepcionalmente, é privada, promovida pelo ofendido, quando a lei assim dispuserNos crimes militares a regra geral Ž de que a a•‹o penal seja pœblica
    incondicionada. Claro que isso n‹o exclui a possibilidade da a•‹o penal privada subsidi‡ria da pœblica,
  28. 28o processo penal brasileiro Ž regido pelo C—digo de Processo Penal que abrange todo territ—rio nacional, aplicando-se, inclusive, aos processos de compet•ncia da Justi•a Militarerrado, para oscrimes militares ha o direito penal militar e processual militar
  29. 29A transa•‹o penal pode ser proposta nos crimes de compet•ncia da Justi•a Militar.nao
  30. 30O contradit—rio e a ampla defesa devem ser sempre assegurados ao litigante ou acusado, tanto em processo judicial quanto administrativo. Este direito é assegurado pela Constitui•‹o Federal, e deve ser observado tanto no processo penal militar quanto no inquérito policial militar.a fun•‹o do inquŽrito Ž levantar ind’cios da
    pr‡tica de crime, para subsidiar a propositura da a•‹o penal por parte do
    MinistŽrio Pœblico. Por essas raz›es, n‹o Ž necess‡rio observar o contradit—rio e
    a ampla defesa no inquŽrito policial militar.
  31. 31Os —rg‹os julgadores do primeiro grau da Justi•a Militar da Uni‹o atuam em regime de escabinato, sendo formados por um juiz de carreira, chamado juiz-auditor, e quatro ju’zes militares, que devem ocupar posto superior ao do acusado ou, caso ocupem o mesmo posto, ser mais antigos.certo, ESCABINATO é quando o órgão julgador é formado por juízes leigos e togados. é exatamente o caso dos
    Conselhos de Justi•a, . Os conselhos
    s‹o formados por um juiz-auditor e quatro ju’zes militares, que precisam ocupar posto superior ao do acusado, ou ser mais antigos, caso ocupem o mesmo posto.
  32. 32—
  33. 33—

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Flashcards on PPM 1, created by simone zaar on 16/12/2017.
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