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Untitled
Cards in this deck (9)
- 1Crítica à ideia tradicional de fidelidade e equivalência (síntese comum):a tradução não é reprodução literal, mas reinterpretação que envolve criatividade, história, cultura e transformação.
- 2Arrojo (2007)critica a visão tradicional da tradução como transporte fiel de significados (ex: metáfora dos vagões de Nida). O texto original é, para ela, um palimpsesto, sempre reescrito a partir de novas leituras e contextos históricos e subjetivos
- 3Chestermantambém desmonta o “supermeme” da equivalência, apontando que equivalência plena é uma ilusão teórica. Sugere, em vez disso, pensar em semelhança, função e evolução dos textos
- 4Walter Benjaminvai além: traduzir não é repetir, nem comunicar o conteúdo, mas revelar uma afinidade entre as línguas e uma "sobresignificação" que só a tradução poética pode sugerir. A boa tradução não serve ao leitor nem ao original — ela realiza a pervivência do texto, sua vida contínua.
- 5Relação entre autor, texto e leitor/tradutor (Síntese comum):o tradutor é coparticipante da criação de sentido, não apenas um mediador neutro. A autoria é compartilhada e reinterpretada historicamente.
- 6Arrojoinfluenciada por Barthes, descentraliza o autor e valoriza a leitura como ato criador: o tradutor é também autor, que traz seu contexto, subjetividade e cultura para o texto
- 7Benjaminde forma análoga, afirma que a tradução é uma forma e, como tal, obedece a uma lei própria. A tarefa do tradutor é quase mística: participar da vida futura do texto, além de qualquer função comunicativa ou intencionalidade do autor
- 8Jakobsonmais técnico, fala em três tipos de tradução (intra, inter e intersemiótica), ressaltando que mesmo dentro da mesma língua, todo significado é construído por substituições interpretativas — logo, o tradutor é inevitavelmente um intérprete
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- Flashcards on Untitled, created by Alice Alteman on 09/06/2025.
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- Alice Alteman
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