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- 1O DNIT define terraplenagem como:O conjunto de operações de
escavação, carga, transporte, descarga e compactação dos solos. - 2O Projeto de Terraplenagem tem por objetivo:a) a determinação dos quantitativos de serviços de terraplenagem;
b) a determinação dos locais de empréstimos e bota-foras;
c) a caracterização precisa, em termos de todos os parâmetros geotécnicos, dos materiais a serem utilizados; d) a apresentação de quadros de distribuição e orientação do movimento de terra. - 3O volume do prisma é calculado pela seguinte fórmula:

- 4Influência das Operações de Limpeza:Para seções de aterro

- 5Influência das Operações de Limpeza:Para seções de corte

- 6Definição das categorias de solos:A forma como a escavação é feita depende, entre outros fatores, do
tipo de solo que está sendo escavado, o que influencia diretamente
na escolha dos equipamentos, na dificuldade de execução e na
produtividade do serviço. - 71ª categoria:“terra em geral, piçarra ou argila, rocha em adiantado estado de decomposição, seixos rolados ou não, com diâmetro máximo inferior de 15 cm, qualquer que seja o teor de umidade, compatíveis com a utilização de “dozer”, “scraper” rebocado ou motorizado”;
- 82ª categoria(segundo o Manual de Implantação Básica do DNIT): “rocha com resistência à penetração mecânica inferior ao granito, blocos de pedra de volume inferior a 1m³, matacões e pedras de diâmetro médio superior a 15 cm, cuja extração se processa com emprego de explosivo ou uso combinado de explosivos, máquinas de terraplenagem e ferramentas manuais comuns”
- 92ª categoria(segundo a Norma DNIT 106/2009-ES): “compreende os solos de resistência ao desmonte mecânico inferior à da rocha não alterada, cuja extração se processe por combinação de métodos que obriguem a utilização do maior equipamento de escarificação exigido contratualmente; a extração eventualmente pode envolver o uso de explosivos ou processo manual adequado. Estão incluídos nesta categoria os blocos de rocha de volume inferior a 2 m³ e os matacões ou pedras de diâmetro médio compreendido entre 0,15 m e 1,00 m”.
- 103ª categoria(segundo o Manual de Implantação Básica do DNIT): rocha com resistência à penetração mecânica superior ou igual à do granito e blocos de rocha de volume igual ou superior a 1 m³, cuja extração e redução, para tornar possível o carregamento, se processam com o emprego contínuo de explosivo.
- 113ª categoria(segundo a Norma DNIT 106/2009-ES): compreende os materiais com resistência ao desmonte mecânico equivalente à rocha não alterada e blocos de rocha com diâmetro médio superior a 1,00 m, ou de volume igual ou superior a 2 m³, cuja extração e redução, a fim de possibilitar o carregamento, se processem com o emprego contínuo de explosivos.
- 12Variações Volumétricas dos Solos:Densidade compactado = 1,3 x Densidade corte;
Densidade compactado = 1,6 x Densidade solto.
Volume corte = 1,3 x Volume compactado;
Volume transportado = 1,6 x Volume compactado.
- 13Fator de Empolamentoé a relação entre o volume solto e o
volume no corte.
- 14Fator de Contraçãoé a relação entre o volume compactado e o
volume no corte.
- 15Fator de Homogeneizaçãoé a relação entre o volume no corte
e o volume compactado.
- 16Seção transversal do aterro:

- 17Solos coesivos:São solos muito finos, com predominância de silte e argila. A coesão tem origem na capacidade desses solos em absorver a umidade.
- 18Uso dos solos coesivos:Na compactação dos solos coesivos, a função da água é envolver as partículas mais finas de solo, dotando-as de coesão. Qualquer acréscimo de água superior ao necessário faz com que as partículas se separem; o esforço de compactação, neste caso, é utilizado para expulsar a água, procurando a reaproximação das partículas.
- 19Solos não coesivos (granulares):São solos com predominância de grãos de rocha de tamanho variável. A parte fina destes solos pode ser arenosa ou siltosa. Exemplo: areias.
- 20Uso dos solos não coesivos:Nos solos granulares (arenosos), há predominância de partículas sólidas que entram em contato entre si. Durante a compactação, a água funciona como lubrificante, facilitando a movimentação e o entrosamento.
- 21Aspectos Teóricos sobre a Compactação: Melhor disposição dos grãos do solo, permitindo aos menores ocupar os espaços deixados pelos maiores;
Diminuição do volume de vazios pela nova arrumação do solo;
Utilização da água como lubrificante. - 22Processo de compactação por compressão:o esforço é proveniente da aplicação de uma força vertical, de maneira constante, o que provoca o deslocamento vertical do solo. Este deslocamento permite uma melhor arrumação das partículas, objetivando sempre a diminuição do volume de vazios.
- 23Processo de compactação por amassamento:consiste na aplicação simultânea de forças verticais e horizontais provenientes do equipamento utilizado. Esta ação simultânea de forças é conseguida pelos rolos compactadores
onde os esforços horizontais da tração são somados aos verticais do peso do rolo. Esse processo de compactação é o adequado para os solos coesivos. (ex. rolo pé de carneiro, rolo de pneus etc.). - 24Processo de compactação por impacto:consiste na aplicação de forças verticais,
provocando impacto sobre a superfície em que é aplicada, com repetição até de 500 vezes por minuto (ex.: compactador manual). - 25Processo de compactação por vibração:quando a aplicação das forças verticais se dá com uma frequência de repetição acima de 500 golpes por minuto. Esse processo de compactação é o adequado para solos arenosos. (ex. rolo liso vibratório).
- 26misto:quando combinadas dois processos num mesmo movimento (ex. rolo pé-de-carneiro vibratório).
- 27Equipamentos de compactação:pé de carneiro, estático ou vibratório;
de pneus com pressão fixa ou variável;
e liso, estático ou vibratório. - 28Rolos pé de carneiro:São mais eficientes em solos coesivos;
Os rolos pé de carneiro não devem ser utilizados na compactação de solos granulares ou de pouca coesão, pois seu
efeito é praticamente nulo. Exceto em solos misto que usa o rolo mais a vibração. - 29Rolos de pneus:Podem ser classificados em leves, médios e pesados. O número de pneus e a área de contato são de grande importância no valor da pressão efetiva
de compactação.
Este tipo de rolo é o mais versátil e pode ser utilizado na maioria dos solos (misturas de areia, silte e argila), pelas vantagens do efeito de amassamento produzido pelos pneus. No entanto, possui boa eficiência em solos de granulação fina arenosa (misturas de areia com silte ou argila). - 30Rolos lisos vibratórios:São rolos metálicos dotados de um
sistema vibratório, que permite aplicar ao solo determinado número de golpes por minuto (frequência).
Este tipo de rolo é de alta eficiência principalmente para solos granulares, arenosos. - 31Resumo:

- 321ª Solução: Remoção da camada de solo mole:remoção com altura inferior a 3,0 m.
- 332ª solução: Execução de bermas de equilíbrio:

- 343ª solução: Execução de aterros por etapas:Esse procedimento consiste em sobrepor ao terreno de baixa resistência ao cisalhamento, por sucessivas vezes, frações do aterro projetado. A cada nova deposição de material, o adensamento da camada mole é monitorado, até que a sua estabilidade permita a adição da próxima camada de solo no aterro.
- 354ª Solução: Execução de drenos verticais:Essa solução é fundamentada no fato de que a remoção da água acelera o processo de adensamento da camada de solo de baixa resistência. Uma prática é a execução de drenos verticais preenchidos com areia, adequadamente dispostos em planta e seção transversal,
aos quais se sobrepõe um colchão drenante, composto pelo mesmo
material. Posteriormente, segue-se a execução sobre esse colchão de
parte do aterro, a qual exercerá pressão sobre o sistema, forçando a água de saturação a atingir os drenos verticais, ascender por estes e ser eliminada pela camada drenante.
- 365ª Solução: Reforço de Terreno de Fundação com Geossintético:Essa técnica consiste em aplicar sobre a superfície do terreno de fundação um geossintético do tipo geotêxtil, geocélula ou geogrelha.
- 37Unidades de tração (tratores):Os tratores são unidades autônomas, básicas, as quais executam a tração ou empurram outras máquinas, podendo receber diversos implementos destinados a diferentes tarefas.
- 38Unidades Escavoempurradoras:Para os tratores de pneus, e, principalmente para os tratores de esteiras, são convencionalmente implantadas lâminas que fazem desses equipamentos unidades escavoempurradoras.

- 39Unidades Escavotransportadoras:As unidades escavotransportadoras realizam as quatro operações básicas da terraplenagem: escavação, carga, transporte e descarga de solos de consistência média a distâncias médias. São representados por dois tipos básicos: o scraper rebocado, o motoscraper ou scraper automotriz.
Já o moto-scraper “push-pull” consiste no encaixe de dois moto-scrapers que se ajudam mutuamente na operação de
escavação e carga, sem a necessidade de outro equipamento auxiliar. - 40Unidades escavocarregadoras:Essas unidades são representadas por equipamentos que tem a capacidade de escavar e carregar o material até as unidades transportadoras.
- 411 Carregadeiras:

- 422 Escavadeira:a) “shovel” (concha) – possuem a capacidade de fazer a escavação em taludes de cortes altos, sendo esse seu emprego específico em terraplenagem.
- 432 Escavadeira:b) “drag-line” (draga de arrasto) – possui uma lança diferente, em forma de treliça, e uma caçamba que possibilita ao equipamento, a dragagem de cursos d’água, lagos, atoleiros, e a raspagem em terras pouco consistentes e escavação de solos em nível bastante inferior ao do equipamento. Porém, a escavadeira do
tipo “drag-line” não é um equipamento comum de ser usado em rodovias. - 442 Escavadeira:c) “clamshell” (mandíbulas) – as escavadeiras com a lança do tipo treliça podem também possuir uma concha na forma de mandíbula, cuja função é efetuar a escavação e o carregamento de materiais soltos. A escavação se faz pela queda da caçamba e posteriormente pelo fechamento das mandíbulas, de modo que a remoção do material avança verticalmente em profundidade.
- 453 Retroescavadeira:retroescavadeiras são equipamentos bastante versáteis, montados sobre rodas, e que possuem dois implementos:
(1) uma lança com concha do tipo “shovel”, e (2) uma concha carregadeira. - 46Unidades de transporte:As unidades transportadoras são utilizadas na terraplenagem quando as distâncias de transporte são de tal grandeza que o emprego de moto-scraper ou scraper rebocado se torna antieconômico para transportar o material.
Para esses casos, são utilizados, basicamente, os caminhões basculantes comuns e os caminhões basculantes “fora-de-estrada”. Além disso, são utilizados caminhões do tipo tanque, para o transporte de água, conforme veremos a seguir. - 47Tipos de unidades de transporte:Caminhões Basculantes;
Caminhões Basculantes “Fora-de-estrada”;
Caminhões Tanque. - 48Unidades Aplainadoras:motoniveladora;
possui lamina mais escarificados. - 49Unidades Compactadoras:-Rolo pé de carneiro: para solos coesivos;
-Rolo Liso: para solos arenoso;
-Rolo de Pneus: para solos de granulação fina arenosa.
-Compactador Manual; - 50Serviços preliminares: O desmatamento deve ser realizado dentro dos limites de offset da plataforma da rodovia, acrescidos de uma faixa adicional mínima de operação, na largura em que seja indispensável a sua utilização.
Nas áreas destinadas a cortes, a camada de 60cm abaixo do greide de projeto deve ficar totalmente isenta de tocos os raízes. - 51Serviços preliminares: Nas áreas destinadas a aterros, de altura inferior a 2,00 m, a camada superficial do terreno natural contendo raízes e restos vegetais deve ser totalmente removida.
Nas áreas destinadas a aterros, de altura superior a 2,00m, o desmatamento deve ser executado de modo que o corte das árvores fique, no máximo, nivelado ao terreno natural, não havendo necessidade de destocamento. - 52Serviços preliminares: Para vegetação de porte reduzido, com diâmetro médio inferior a 15 cm (medido a uma altura de 1,00 m do solo), o desmatamento poderá ser realizado, exclusivamente, com
tratores de esteiras. A medição desses serviços de feita de acordo com a área desmatada. - 53Serviços preliminares: No caso da vegetação de maior porte, de diâmetro maior que 15 cm (medido a uma altura de 1,00 m) o processo demanda o uso adicional de motosserras. Posteriormente, deve ser
procedido o destocamento, que consiste em remover os tocos remanescentes. A medição desses serviços é realizada por unidade de árvore efetivamente
estocada, considerando dois grupos distintos: (1) árvores com diâmetro entre 15 cm e 30 cm, e (2) árvores com diâmetro superior a 30 cm. - 54Serviços preliminares: Podem ser assinaladas ainda pela fiscalização, árvores de grande porte a serem preservadas. Nesse caso, as árvores são transportadas para local determinado, visando posterior
aproveitamento.
Na operação de limpeza, quando o terreno for inclinado, o trator deve trabalhar sempre de cima para baixo. - 55Serviços preliminares: A apropriação dos custos do serviço deve englobar, além dos custos de desmatamento e destocamento, as operações referentes à remoção/transporte/deposição e respectivo preparo e distribuição, no local de bota-fora, do material
proveniente do desmatamento, do destocamento e limpeza,
incluindo-se, também, as operações referentes à preservação ambiental. - 56Outros elementos a serem removidos: Com relação às linhas de transmissão, o serviço normalmente é executado pelas próprias empresas concessionárias, e nenhuma ação deve ser tomada sem a autorização dessas empresas.
A remoção de construções ou outras benfeitorias dependerá do estágio do processo de desapropriação. - 57Outros elementos a serem removidos: No caso de remoção de cercas, deve-se sempre construir primeiro a nova cerca, antes de remover a antiga, visando evitar estragos em plantações ou pastagens, ou ainda, saída de animais para a faixa de domínio, trazendo perigo ao trânsito de
equipamentos. - 58Outros elementos a serem removidos: Todos os serviços preliminares executados devem guardar consonância com as normas ambientais, com o projeto de engenharia, com o Plano Básico Ambiental, além das recomendações e exigências dos órgãos ambientais.
- 59Preparo dos Serviços:-O segmento em corte deve se apresentar convenientemente desmatado e destocado e estando o respectivo entulho removido.
-Os segmentos em aterro ou bota-fora que serão o destino dos solos escavados deverão estar devidamente desmatados,
destocados, entre outras operações que os tornem aptos a receber o solo escavado dos cortes. - 60Preparo dos Serviços:-As obras de arte correntes previstas nos segmentos em aterro que receberão o material do corte devem estar devidamente construídas.
-As marcações topográficas para o corte devem, após as operações de desmatamento, ser devidamente checadas. - 61Preparo dos Serviços:-As correspondentes fontes ou tomadas d’água devem estar preparadas e equipadas, e, em condições de abastecerem regularmente as operações de compactação.
-Os caminhos de serviço deverão estar devidamente concluídos. - 62Execução dos Serviços:Nos cortes de altura elevada, deve ser procedida a implantação de
banquetas, de largura mínima de 3 m, além de valetas revestidas
e proteção vegetal. - 63Execução dos Serviços:-Largura mínima das banquetas 3 m;
-Na ocorrência de rocha sã ou em decomposição, deve-se promover o rebaixamento do greide, da ordem de 0,40 m, e o preenchimento desse rebaixo com material inerte; - 64Execução dos Serviços:-Na ocorrência de solos em expansão maior que 2% e baixa capacidade de suporte, deve-se efetuar o rebaixamento do solo com a remoção de 0,60 m. E se for solo orgânico o projeto ira determinar a espessura de remoção.
- 65Execução dos Serviços:-Devem ser verificadas as condições do solo in natura nas camadas superficiais (últimos 60 cm). Tais condições devem atender às especificações para essas camadas finais, no tocante às condições mínimas de compactação;
-Os taludes de corte devem apresentar, após as operações de terraplenagem, a inclinação indicada no projeto de engenharia. - 66Execução dos Serviços:-Não deve ser permitida a presença de blocos de rocha nos taludes que possam colocar em risco a segurança do trânsito;
-Solos que atendam o projeto, e técnica e economicamente viável, os volumes destinados ao bota-fora poderão ser integrados aos aterros, constituindo o alargamentos da plataforma. - 67Cortes em material de 3ª categoria, e seus cuidados: Estabelecer um horário rígido de detonação, e cumpri-lo a risca;
Não trabalhar com explosivos à noite;
Abrigar bem o equipamento e possibilitar a proteção do pessoal;
Avisar a comunidade local e ao tráfego sobre o período de detonação;
Evitar a aproximação de pessoal estranho nas vizinhanças do corte na hora da explosão. - 68Variação de altura máxima, para eixo e bordas:o Cortes em solo: +/- 5 cm
o Cortes em rocha: +/- 10 cm - 69Variação máxima de largura:de + 20 cm para cada semiplataforma,
não se admitindo variação negativa. - 70A medição dos serviços tem consideração:-o volume de material extraído;
-a respectiva dificuldade de extração;
- a distância de transporte
percorrida - 71distância:em termos de extensão axial entre o centro de gravidade de cada corte e o centro de gravidade do segmento de aterro em construção, onde deve ser
depositado o material. - 72Empréstimo Condições Específicas:-Os materiais de para empréstimos devem ser compostos de solos de 1° e 2° categoria..
- 73Para os cortes em tangente, deve ser observado o seguinte:-Para os de pequena altura, deve ser alargado em toda a altura, para melhorar as condições de drenagem e de visibilidade;
-Para os de grande altura, o corte deve ser alargado criando-se banquetas e melhorando a estabilidade dos taludes. - 74Condições Específicas:-Para os segmentos em curva, o corte deve ser feito no lado interno, em toda a altura ou não, melhorando as condições de visibilidade;
-Para execução do CORPO DO ATERRO, apresentar CBR ≥ 2% (Energia Proctor Normal), e expansão menor ou igual a
4%. - 75Condições Específicas:-Ser isentos de matérias orgânicas;
-Para a camada final, devem possuir o melhor CBR possível (no mínimo uma alternativa com CBR ≥ 6% - Energia Proctor
Intermediário), além de expansão menor ou igual a 2%. - 76Empréstimos laterais:-Os empréstimos laterais devem atingir a cota do greide,não sendo permitida, em qualquer fase da execução, a condução de águas pluviais para a plataforma da rodovia.
- 77Para esses empréstimos, a faixa entre a borda externa das caixas de empréstimos e o limite da faixa de domínio, deve ser mantida sem exploração uma largura de 3,00 m, com a finalidade de permitir, também, a implantação da valeta de proteção e da cerca delimitadora.

- 78caixas de empréstimos laterais, destinados a aterros construídos em greide elevado, as bordas internas das caixas de empréstimos devem localizar se à distância mínima de 5,00 m do pé do aterro, bem como executadas com declividade longitudinal, permitindo a drenagem das águas pluviais.

- 79Aterro condições gerais: As áreas a ser objeto de aterro devem se apresentar devidamente desmatadas, e a conclusão dos caminhos de serviços;
As obras de arte correntes previstas devem estar devidamente construídas. - 80Aterros condições gerais: As marcações do eixo e dos offsets, bem como as referências de nível, devem, após as operações de desmatamento, ser devidamente checadas;
As correspondentes fontes ou tomadas d’água devem estar em condições de abastecer as operações de compactação. - 81Aterros Condições Específicas os materiais de aterro devem se enquadrar nas classificações de 1ª e 2ª categoria categoria, e atender aos seguintes requisitos: Ser preferencialmente utilizados, de conformidade com sua qualificação e destinação prévia fixada no projeto;
Ser isentos de matérias orgânicas, micáceas e diatomáceas. Não devem ser constituídos de turfas ou argilas orgânicas. - 82Aterros Condições Específicas: Para efeito de execução do corpo do aterro, deve apresentar CBR ≥ 2% (Energia Proctor Normal) e expansão menor ou igual a 4%.
Para efeito de execução da camada final dos aterros, apresentar a melhor capacidade de suporte possível (no
mínimo uma alternativa com CBR ≥ 6% - Energia Proctor Intermediário), além de expansão menor ou igual a 2%. - 83Aterros Condições Específicas: Em regiões onde houver ocorrência de materiais rochosos e na falta de materiais de 1ª e 2ª categoria, admite-se o emprego
de materiais de 3ª categoria (rochas), desde que devidamente especificado no projeto de engenharia; - 84Aterros Execução:aterros deve ser feito em camadas sucessivas;
Para o corpo dos aterros, a espessura de cada camada compactada não deve ultrapassar 30cm. Para as camadas
finais, essa espessura não deve ultrapassar 20 cm;
Todas as camadas devem ser compactadas. - 85Aterros condições do solo: Para o corpo dos aterros, na umidade ótima, mais ou menos 3% até se obter a massa específica aparente seca correspondente a 100% da massa específica aparente máxima aparente seca, pela Energia Proctor Normal;
- 86Aterros condições do solo: Para as camadas finais, aquela massa específica aparente seca deve corresponder a 100% da massa específica aparente máxima seca, pela Energia Proctor Intermediário.
- 87Aterros condições do solo: Os trechos que não atingirem às condições mínimas de compactação devem ser escarificados, homogeneizados, levados à umidade adequada e novamente compactados, de acordo com o estabelecido no projeto de engenharia.
- 88—
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- Obras Rodoviarias (aula 00) Flashcards on Untitled, created by Danny Costa on 04/05/2017.
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- Danny Costa
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