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Autonomia do aluno de línguas
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Autonomia do aluno de línguas
Dinâmica de ensino/aprendizagem na qual os aprendizes planejam, implementam, monitoram e avaliam sua própria aprendizagem.
CONCEITO: Dinâmica de ensino/aprendizagem na qual os aprendizes planejam, implementam, monitoram e avaliam sua própria aprendizagem
RESULTADO: os aprendizes desenvolvem uma proficiência reflexiva e comunicativa, e a língua-alvo torna-se uma parte totalmente integrada de seu repertório e identidade plurilíngue.
QUESTIONAMENTO: " como os professores de línguas podem ajudar seus alunos a se tornarem totalmente proficientes em sua língua-alvo – capazes de ouvir e ler sem esforço e falar e escrever de forma espontânea, fluente e precisa?
- RELATÓRIO DE HENRI HOLEC, 1979: preocupava-se com os alunos adultos cujas necessidades não eram atendidas pelos cursos de idiomas.
- FOCO na autoinstrução no sentido usual, ou seja, não incluiu uma visão sobre como as línguas são aprendidas.
- EXEMPLO DE UMA ESTRATÉGIA: método gramática-tradução.
- aprender regras gramaticais
- traduções infinitas
- PALESTRA LENI DAM, 1985: utilizava a provisão de ambientes de aprendizagem nos quais todos os alunos pudessem prosperar de acordo com seus interesses e habilidades
- FOCO em envolver os aprendizes em uma conversa de aprendizagem dialógica na língua-alvo
- EXEMPLO DE ESTRATÉGIA: uso de cartazes onde a escrita apoia a fala.
- fornecer aos alunos as palavras e frases necessárias para rotinas interativas simples.
- listar possíveis atividades de lição de casa.
- coletar vocabulário sobre um determinado tema.
- listar os critérios que os alunos concordaram que deveriam ser usados para avaliar seus esforços para escrever e falar inglês.
- promover o envolvimento reflexivo dos alunos com a aprendizagem.
- RELATÓRIO DE HENRI HOLEC, 1979: preocupava-se com os alunos adultos cujas necessidades não eram atendidas pelos cursos de idiomas.
TRÊS PRINCÍPIOS PEDAGÓGICOS
- uso da língua-alvo, escrita e falada, para todas as funções de ensino e aprendizagem;
- controle do aluno, alcançado exigindo que os alunos identifiquem metas de aprendizagem, escolham atividades de aprendizagem e documentem o processo de aprendizagem;
- reflexão, já presente nos processos de autogestão, mas que ganha força ao atribuir um papel central à avaliação, incluindo a autoavaliação e a avaliação pelos pares.