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modulo 6

Carolina Fontoura Portuguese 2 pages

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Page 1

ZOONOSE

doenças que podem ser transmitidas dos animais para o homem e vice versa.

agentes responsáveis: bactérias, vírus, fungos e parasitas.

BACTÉRIAS

São organismos muito pequenos apenas visíveis a microscópio

são unicelulares

São procariotas (ou seja não apresentam membrana celular)

Como se reproduzem?

Muito rapidamente e se forma assexuada.

Bactérias patogénicas:

Bordetella

Leptospira

Stahilococus intermedius

TOSSE DO CANIL

Etiologia mista (ou seja bactéria e vírus)

Bactéria: bordetella bronchisepitica

não é uma zoonose

Sinais:

tosse paroxística, irritante e seca

pode haver vómito

sem febre

geralmente é leve e auto-limitante recuperam entre 7 a 10 dias

altamente contagioso (mesmo sem sinais podem ser transmitidas durantes 3 meses)

Tratamento:

antibiótico largo de 10 a 14 dias

pode haver necessidade de juntar outros fármacos.

PIODERMATITE

infeção na pele

geralmente mais em cães do que gatos

são normalmente secundárias a outras doenças

Sinais:

prurido

erosões. crotas

odor

pus

Tratamento

antibiótico (adequado a problemas de pele

tosquias da zona afetada

desinfeção

hidratação da pele

FUNGOS

São heterotróficos, ou seja não produzem o seu próprio alimento.

alimentam-se de matéria morta e viva.

MALASSEZIA

Doença fúngica

Sinais Clínicos

prurido intenso

pele avermelhada ou escurecida

pele oleosa, com odor forte e desagradável

Locais mais acometidos

lábios, focinho, entre os dedos, axilas, virilhas. ao redor do ânus ou vulva

DERMATOFISES

Doença fúngica

é a infeção de tecidos queratinizados (pelo, pele e as unhas)

Diagnóstico

É utilizada a lâmpada de wood

esta lâmpada é útil em infecções por M.canis

os pelos infetados fluorescem

VÍRUS

Agentes infeciosos mias pequenos que as bactérias

Só visíveis em microscópio eletrónico

possuem uma estrutura muito complexa e variável.

Tratamento

Vacinas

Quando o organismo é atacado por uma vírus, forma anticorpos que lhe permitem desenvolver alguma resistência aos vírus na próxima infeção -PRÍNCIPI BÁSICO DAS VACINAS

Há poucos antivirais

o uso de antibióticos é ineficaz porque não mata vírus, mata sim bactérias.

VACINAS

As vacinas são produzidas a partir de microrganismos mortos ou atenuados, ou ainda por toxinas inactivadas que neles produzem.

uma vez introduzidos num indivíduo esses agentes são capazes de estimular o organismo e produzir anticorpos.

o indivíduo fica imunizado contra a doença

PARVOVIROSE

Doença entérica hemorrágica canina. transmissão feco-oral

O seu período incubação: 3 a 5 dias ( mas pode permanecer no ambiente anos)

Faixa etária mais atingida: 6 a 20 semanas de idade

Mortalidade: 16-48% .

Sinais:

Diarreia profusa e/ou hemorrágica

febre

desidratação progressiva

vomito

depressão

anorexia

Tratamento

Fluidoterapia

controlo de vomito (anti-eméticos e anti-ácidos)

antibiótico para prevenir septicénia bacteriana secundária

internamento de longa duração

RAIVA

Doença neurológica

vírus lábil (não resiste sozinho no ambiente)

Transmissão feita pela saliva

Período de incubação: 3a 8 semanas

Sinais

3 Fases

Prodómica: há alteração de comportamento ( animais noturnos durante o dia)

Excitação: período de hipereatividade (tentam morder ao mínimo estimulo, ou abocanhar objetos imaginários)

Paralíticas: nesta fase além de paralisarem, babam-se por paralisia dos músculos da deglutição.

Não se traz tratamento porque representam um perigo para os humanos. a vacinação é obrigatória em Portugal. A vacinação é a partir dos 3 meses até aos 6.

ESGANA

Doença mundialmente caracterizada por febre.

o vírus é relativamente lábil

transmitidos por aerossóis contaminados provenientes das secreções de cães infetados.

Sinais

Esgana digestiva

Febre alta, vomito, diarreia, anorexia e desitração

Esgana respiratória

​​​​​​​Tosse

Esgana Neurológica

​​​​​​​Espasmos nervosos, contrações musculares e paralisia

Tratamento

Fluidoterapia

antibiótico para infeções secundárias

vitaminais do complexo B

cortisona

vacinação como prevenção

VACINAÇÃO

processo através do qual um individuo é obrigado a produzir resposta imune perante um agente causal determinado. As vacinas fabricam-se de modo que uma vez inoculado não seja capaz de produzir doença mas sim dar imunidade contra ela

Vacina Viva Atenuada

Vacina na qual se perdeu a virulência

realização de passagens sucessivas em cultivos celulares.

Vacina Inativada

Vacina na qual se mata o agente por diferentes procedimentos. (físicos, químicos etc) mas em destruir a sua capacidade de proporcionar imunidade.

Vacina Sintética

Vacina na qual se introduz o Ag ou a fração capaz de estimular a resposta imune.

FIV

Vírus da imunodeficiência felina (sida dos gatos)

maior causa de morte dos gatos

diminui drasticamente as defesas do animal tornado-o mais suscetível a doenças.

Não tem cura

Transmissão: mordedura entre felinos; contacto sexual, transfusão sanguínea.

Fases da Doença:

1ºFase: febre sem origem aparente ou assintomático

2ºFase: Há diminuição do nº de linfócitos, não há sintomas e transmite a doença a outros

3ºFase: primeiros sinais, há perda de peso e alterações comportamentais.

4ºFase: sinais mais persistentes como: febre, letargia, perda de apetite e perda de peso.

Diagnóstico:

Sangue (pesquisa de anticorpos)

testes rápidos na clinica.

FeIV

vírus da leucemia felina

é a segunda causa de morte

vírus oncogénico

Transmissão: Saliva , amamentação

O gato pode ficar doente de repente e permanecer assintomático. o sistema imunitário do gato pode conseguir eliminar o vírus mas pode ficar latente na medula óssea e traduzir-se em doença mais tarde.

Tratamento:

estimulantes da imunidade

o animal deve permanecer resguardado para não transmitir o vírus e evitar stress

boa nutrição

vacinação (vacinar nas patas)

PIV

Peritonite infeciosa felina

Corona Vírus

Uma das infeções mias mortíferas nos gatos, ainda sem vacina e sem diagnóstico fiável. uma vez detetada, a esperança média de vida do gato é de 2 anos.

Transmissão: fezes, gestação e amamentação.

Formas Clínicas

Efusiva (húmida) é a acumulação de liquido peritoneal.

Não efusiva (seca) caracteriza-se por febre, perda de peso e sinais neurológicos.

Mista

Tratamento

Pouco sucesso

os melhores candidatos são os que não têm FeIV

PANLEUCOPÉNIA

Parvovírus felino

Vírus bastante contagioso e resistente- pode sobreviver até 1 ano no meio ambiente.

Formas de contagio: via oral (secreções) e fezes

Sintomas

Depressão, anorexia febre alta

vómitos e diarreias

desidratação severa

Tratamento

Não existe tratamento antiviral efetivo.

utiliza-se um tratamento sintomático e terapia de suporte para ajudar o animal a superar a doença, embora que a maioria dos gatos jovens com esta doença, acabam por falecer.

Prevenção

Isolar o animal doente dos outros gatos.

lavar cuidadosamente as superfícies e pertencentes do mesmo com lixivia diluída em água para evitar contágios

vacinar os gatos saudáveis.

COMPLEXO RESPIRATÓRIO FELINO

Herpesvirus tipo I (rinotraqueíte) - descarga nasal, conjuntivite, espirros

Calicivirus (calicivirose) - úlceras na boca, gengivite crónica, descarga ocular.

Afeta boca, fossas nasais e vias aéreas superiores de gatos bebes, gatos não vacinados e gatos debilitados.

Transmissão: secreções, comedouros e bebedouros infetados, mãos, jaulas, camas

Tratamento

Em casa

Antibióticos para infeções secundárias

medicação oftálmica

nebulizações

alimentação

Aguda

Piréxia

anorexia

desidratação

Crónica

Gatos recuperados tornam-se portadores

ECTOPARASITAS

Artrópodes

São animais invertebrados , com o corpo dividido em segmentos e apêndices articulados.

Insetos: são compostos por 3 pares de patas, corpo dividido em 3 segmentos (cabeça, tórax e abdómen) Ex: piolhos e pulgas

Aracnídeos: são compostos por 4 pares de patas, corpo dividido em 2 segmentos ( cefalotórax e abdómem) ex: ácaros e carraças

PULGAS

Alimentam-se de sangue do animal

atenção há animais que fazem alergia á saliva da oulga

Dermatite alérgica á picada

ÁCAROS

Passam a sua vida no hospedeiro

São escavadores e de superfície(local da pele onde vivem)

Ácaros Escavadores

fazem galerias na pele

poem os ovos em pequenos ninhos no interior desses túneis

Sarnas

Diagnóstico

Observação microscópica de raspagem profunda.

procurar lesão

tosquiar zona e desinfetar

espremer

Raspar com lamina de bisturi até sangrar superficialmente

colocar na lamina com óleo

desinfetar a zona

Ácaros Superficiais ( Cheylietella)

Como este ácaros não se enterram profundamente nas camadas da pele, podem ser vistos em movimento sobre a pele do cão

altamente infeciosa

descamação da pele marcada

Ácaros superficiais (Otodetes Cynotis)

Mais frequente em gatos

vivem no interior do canal auditivo externo

provocam um cerúnem castanho escuro

podem ser vistos á superfície aparecendo como pontos de cor branca

Sinais: otite, coçar a orelha

CARRAÇAS

São vetores de muitas doenças

nunca se deve tirar uma carraça viva da pele do hospedeiro, ja que as peças da sua boca podem ficar na espessura e constituir um foco de infeção

ECTOPARASITAS

Há fármacos no mercado que ajudam a prevenir a infestação por ectoparasitas.

contra: pulgas, carraças, piolhos, ácaros

DESPARASITAÇÃO

Interna

Feita todo o ano

Pipetas (1x por mês)

ENDOPARASITAS

Protozoários

Unicelulares

Helmintas

Trematodes ( planos, afetam os ruminantes como ovelhas e vacas)

Cestodes ( planos, alguns afetam animais de companhia )

Nematodes ( cilíndricos, alguns afetam animais de companhia )

HELMINTAS

Cestodes

corpo em forma de fita

necessitam de habitar o intestino

Cabeça (escolex) tem uma série de ganchos ou ventosas para se fixarem ao intestino

última parte do corpos (proglótide) composta por proglótides maduros cheios fo ovos que se vão desprendendo do parasita.

PROTOZOÁRIOS

Leishmania Infantum

Patologia: leishmaniose

zoonose

é um parasita que vive no sangue e parasita os linfócitos

Hospedeiro definitivo: cão

Hospedeiros intermediários: mosquito

Sinais:

forma cutânea (caspa, pelo sem brilho feridas que não cicatrizam)

forma visceral (perda de peso gressiva, astenia, apatia)

forma viscero-cutânea

Tratamento:

custo elevado

demorado e nem sempre eficaz

TOXOPLASMA

Parasita que se reproduz no intestino (oocistos)

Os oocistos são eliminados nas fezes.

o hospedeiro intermediário( qualquer animal exceto gato) infeta-se pela ingestão de oocistos nas fezes. o hospedeiro definitivo é o gato

BABESIA CANIS

patologia: babesiose

Hospedeiro intermediário: carraças

a carraça pica animal doente e infeta-se depois pica outro cão e transmite a doença.

Sinais

perde de apetite

letargia

anemia

Diagnóstico

sinais

histórico de carraça

esfregaço sanguíneo

titulação de Ac

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Note on modulo 6, created by Carolina Fontoura on 08/12/2020.
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