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Flashcards

Conhecimentos Navais

Adelena Carloto Portuguese 60 cards

Cards in this deck (60)

  1. 1Estratégia Nacional de Defesa E Estratégia Nacional de DesenvolvimentoEstratégia nacional de defesa é inseparável de estratégia nacional de desenvolvimento.
    Esta motiva aquela. Aquela fornece escudo para esta. Cada uma reforça as razões da
    outra.
  2. 2Por que o Brasil precisa se desenvolver?o país precisa se desenvolver a fim de não depender da tecnologia estrangeira e
    aí sim alcançarmos a independência. Para isso, deverão ser mobilizados recursos físicos (estruturas), econômicos (dinheiro) e humanos (pessoal para desenvolver).
  3. 3Independência nacional, alcançada pela:capacitação tecnológica autônoma, inclusive
    nos estratégicos setores
    Espacial,
    Cibernético e
    Nuclear.
  4. 4Não é independentequem não tem o domínio das tecnologias sensíveis, tanto para a defesa como para o
    desenvolvimento.
  5. 5Independência nacionalassegurada pela democratização de oportunidades educativas e econômicas e pelas oportunidades para ampliar a participação popular nos processos
    decisórios da vida política e econômica do País
  6. 6END 1Dissuadir a concentração de forças hostis nas fronteiras terrestres, nos limites das águas jurisdicionais brasileiras, e impedir-lhes o uso do espaço aéreo nacional.
  7. 7END 2Organizar as Forças Armadas sob a égide do trinômio
    monitoramento/controle,
    mobilidade e
    presença.
  8. 8END 3Desenvolver as capacidades de monitorar e controlar o espaço aéreo, o território e as águas jurisdicionais brasileiras.
  9. 9END 4Desenvolver, lastreada na capacidade de monitorar/controlar, a capacidade de responder prontamente a qualquer ameaça ou agressão : a mobilidade estratégica
  10. 10A mobilidade estratégica -entendida como a aptidão para se chegar rapidamente ao teatro de operações reforçada pela mobilidade tática entendida como a aptidão para se mover dentro daquele teatro - é o complemento prioritário do monitoramento/controle e uma das bases do poder de combate, exigindo das Forças Armadas ação que, mais do que conjunta, seja unificada.
  11. 11Mobilidade EstratégicaAptidão para se chegar rapidamente ao teatro de operações
  12. 12Mobilidade TáticaAptidão para se mover dentro do teatro de
    operações
  13. 13END 5.Aprofundar o vínculo entre os aspectos tecnológicos e os operacionais da mobilidade, sob a disciplina de objetivos bem definidos.
  14. 14END 6DESENVOLVIMENTO:
    NUCLEAR
    CIBERNÉTICO
    AÉREA
  15. 15END 7Unificar as operações das três Forças, muito além dos limites impostos pelos protocolos de exercícios conjuntos.
  16. 16O Ministro da Defesa exercerá, ...na plenitude, todos os poderes de direção das Forças Armadas que a Constituição e as leis não reservarem, expressamente, ao Presidente da República.
  17. 17O Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas será chefiadopor um oficial-general de último posto, e terá a participação de um Comitê, integrado pelos Chefes dos Estados-Maiores das três Forças.
  18. 18END 8Reposicionar os efetivos das três Forças.
    As preocupações mais agudas de defesa estão, porém, no Norte, no Oeste e no Atlântico Sul.
  19. 19Onde a Marinha deve priorizar estar?a Marinha deverá estar mais presente na região da foz do Amazonas e nas grandes bacias fluviais do Amazonas e do Paraguai-Paraná.
  20. 20END 9Adensar a presença de unidades do Exército, da Marinha e da Força Aérea nas fronteiras.
  21. 21END 10Priorizar a região amazônica.
  22. 22END 11Desenvolver, para fortalecer a mobilidade, a capacidade logística, sobretudo na regi„o
    amazônica.
  23. 23END 12Desenvolver, para atender aos requisitos de monitoramento/controle, mobilidade e presença, o conceito de flexibilidade no combate.
  24. 24END 13.Desenvolver, para atender aos requisitos de monitoramento/controle, mobilidade e presença, o repertório de práticas e de capacitações operacionais dos combatentes.
  25. 25END 14Promover a reunião, nos militares brasileiros, dos atributos e predicados exigidos pelo conceito de flexibilidade. O militar brasileiro precisa reunir qualificação e rusticidade. Necessita dominar as tecnologias e as práticas operacionais exigidas pelo conceito de flexibilidade.
  26. 26END 15Rever, a partir de uma política de otimização do emprego de recursos humanos, a composição dos efetivos das três Forças, de modo a dimensioná·-las para atender adequadamente ao disposto
    na Estratégia Nacional de Defesa.
  27. 27END 16Estruturar o potencial estratégico em torno de capacidades. Convém organizar as Forças Armadas em torno de capacidades, não em torno de inimigos
    específicos. O Brasil não tem inimigos no presente. Para não tê-los no futuro, é preciso preservar a paz e preparar-se para a guerra.
  28. 28END 17Preparar efetivos para o cumprimento de missões de garantia da lei e da ordem, nos termos da Constituição Federal.
  29. 29END 18Estimular a integração da América do Sul.
  30. 30END 19Preparar as Forças Armadas para desempenharem responsabilidades crescentes em operações de manutenção da paz.
  31. 31Nas operações de PAZAs Forças agirão sob a orientação das Nações Unidas ou em apoio a iniciativas de órgãos multilaterais da região, pois o fortalecimento do sistema de segurança coletiva é benéfico à paz mundial e à defesa nacional.
  32. 32END 20Ampliar a capacidade de atender aos compromissos internacionais de busca e salvamento.
  33. 33END 21Desenvolver o potencial de mobilização militar e nacional para assegurar a capacidade dissuasória e operacional das Forças Armadas.
  34. 34END 22Capacitar a Base Industrial de Defesa para que conquiste autonomia em tecnologias
    indispensáveis à defesa.
  35. 35A Base Industrial de Defesa será incentivada a competir. . .em mercados externos para
    aumentar a sua escala de produção
  36. 36END 23Manter o Serviço Militar Obrigatório.
  37. 37END 24Participar da concepção e do desenvolvimento da infraestrutura estratégica do País, para
    incluir requisitos necessários à Defesa Nacional.
  38. 38END 25Inserir, nos cursos de altos estudos estratégicos de oficiais das três forças, os princípios e diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa, inclusive aqueles que dizem respeito ao Estado-Maior Conjunto.
  39. 39EIXOS ESTRUTURANTES DA FFAAReorganização das FFAA
    Restruturação da Indústria Nacional de Defesa
    Recomposição dos Efetivos
  40. 40Duas áreas do litoral continuarão a merecer atenção especial, do ponto de vista do acesso marítimo do Brasil- Faixa de Santos à Vitória
    - Foz do Rio Amazonas
  41. 41A força naval de superfície contarátanto com navios de grande porte, capazes de operar e de permanecer por longo tempo em alto mar, como de navios de porte menor, dedicados a patrulhar o litoral e os principais rios navegáveis brasileiros.
  42. 42Estratégia de dissuasãoPrimeiro serão empregados os
    submarinos, a fim de causar grandes baixas, em coordenação com meios espaciais e aéreos, e depois os meios de superfície.
  43. 43Flexibilidadeas forças militares devem possuir a característica de poderem alterar suas posições conforme demandado. Não se
    atrela somente a estar presente, mas se fazer presente, ou seja, por meio do
    monitoramento/controle saber onde devo posicionar as forças ou para onde elas devem ser deslocadas rapidamente de posição.
  44. 44ElasticidadeSignifica a capacidade de ampliar o efetivo material e humano das FFAA.
    Ligada à Mobilização Nacional
  45. 45Brigadassão unidades militares que englobam unidades operacionais especialistas em determinadas armas, como, por exemplo, engenharia, blindados, carros de
    combate, paraquedistas, etc.
  46. 46Hipóteses de EmpregoA antevisão de possível emprego das Forças
    Armadas em determinada situação/situações ou área/áreas de interesse estratégico para a defesa nacional.
  47. 47Na pazSerão desenvolvidas atividades permanentes de inteligência, para acompanhamento da situação e dos atores que possam vir a representar potenciais ameaças ao Estado e para
    proporcionar o alerta antecipado ante a possibilidade de concretização de tais ameaças.
  48. 48Na criseO Comandante Supremo das Forças Armadas, consultado o Conselho de Defesa Nacional, poderá ativar uma estrutura de gerenciamento de crise, com a participação de representantes do Ministério da Defesa e dos Comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, bem como de representantes de outros Ministérios, se necessários
  49. 49Durante o conflito armado/guerraO desencadeamento da campanha militar prevista no Plano de Campanha elaborado.
  50. 50Ao término do conflito armado/guerraA adoção de medidas específicas de Desmobilização Nacional, de modo gradativo a fim de prevenir o recrudescimento das ações pelo oponente, procurando conciliar a necessidade decrescente da estrutura criada pela situação de conflito armado/guerra
    com as necessidades crescentes da volta à situação de normalidade.
  51. 51Medidas de implementação - ações estratégicas: MOBILIZAÇÃORealizar, integrar e coordenar as ações de planejamento, preparo, execução e controle
    das atividades de Mobilização e Desmobilização Nacionais
  52. 52Medidas de implementação - ações estratégicas: LOGÍSTICAAcelerar o processo de integração entre as três Forças, especialmente nos campos da
    tecnologia industrial básica, da logística e mobilização, do comando e controle e das
    operações conjuntas.
  53. 53Medidas de implementação - ações estratégicas: DOUTRINAO Ministério da Defesa promoverá estudos relativos ao aperfeiçoamento da Doutrina de Operações Conjuntas, considerando, principalmente, o ambiente operacional e o aprimoramento dos meios de defesa, a experiência e os ensinamentos adquiridos com
    a realização de operações conjuntas e as orientações da Estratégia Nacional de Defesa
  54. 54Medidas de implementação - ações estratégicas: COMANDO E CONTROLEdeverá ser capaz de disponibilizar, em função de seus sensores de monitoramento e controle do espaço
    terrestre, marítimo e aéreo brasileiro, dados de interesse do Sistema Nacional de Segurança Pública
  55. 55Medidas de implementação - ações estratégicas: ADESTRAMENTOO principal ponto desta ação estratégica de implementação de adestramento é notar que ele deve ser contÍnuo, desde o tempo de paz
  56. 56Medidas de implementação - ações estratégicas: INTELIGÊNCIA DE DEFESAO Sistema deverá receber recursos necessários à formulação de diagnóstico conjuntural dos cenários vigentes em prospectiva político-estratégica, nos campos nacional e internacional.
  57. 57Medidas de implementação - ações estratégicas: SEGURANÇA NACIONAL-o aperfeiçoamento de processos para o gerenciamento de crises.
    -a integração de todos os órgãos do SISBIN
    - a prevenção de atos terroristas
    - as medidas de defesa química, biológica, nuclear e radiológica . . .
  58. 58Medidas de implementação - ações estratégicas: OPERAÇÕES INTERNACIONAISÊnfase nas operações de paz
    e ações humanitárias, integrando Forças da Organização das Nações Unidas (ONU) ou de
    organismos multilaterais da região.
  59. 59Medidas de implementação - ações estratégicas: ESTABILIDADE REGIONALO Ministério da Defesa e o Ministério das Relações Exteriores promoverão o
    incremento das atividades destinadas à manutenção da estabilidade regional e à
    cooperação nas áreas de fronteira do País.
  60. 60Medidas de implementação - ações estratégicas: Ciência, Tecnologia e Inovaçãoo estabelecimento de parcerias
    estratégicas com paéses que possam contribuir para o desenvolvimento de tecnologias de ponta de interesse para a defesa.

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