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Inteligência emocional
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Inteligência emocional
A inteligência emocional foi primeiramente definida por Salovey e Mayer, onde os dois separaram esta do conceito de personalidade. A primeira definição foi: a habilidade para controlar os sentimentos e emoções em si mesmo e nos outros, discriminar entre elas e usar essa informação para guiar as ações e os pensamentos → modelo que prioriza a cognição e traz a I.E como uma habilidade mental. A segunda definição é: a capacidade de utilizar as habilidades emocionais para guiar o pensamento e o comportamento. → associa a cognição à personalidade.
- Goleman, considera a inteligência emocional como capacidade não cognitiva, seriam competências emocionais, para que as pessoas adquiram com êxito para ter sucesso no trabalho. Ele inclui no conceito a personalidade. Por não estabelecer um conceito fechado, acaba recebendo críticas acadêmicas, pela falta de critérios para caracterizar a I.E. Sua intenção era de popularizar o conceito que só era conhecido academicamente até então, não tinha a intenção de fazer um estudo acadêmico → modelo não baseado na cognição, acrescentando a personalidade.
- A I.E. possui 5 áreas de domínio segundo Goleman (competências) que podem ser divididas em: Competências Sociais: competências direcionadas ao outro, relacionadas à percepção das emoções do outro. Empatia: percepção dos sentimentos dos outros; Aptidão natural para relacionamentos: lidar com relacionamentos, habilidade de relacionar-se interpessoalmente Competências Pessoais: competências direcionadas ao indivíduo. Autopercepção: reconhecer os próprios sentimentos enquanto ocorrem; Autorregulação: lidar com os próprios estados interiores, impulsos. Regular suas emoções. Garante eficiência nas relações interpessoais. Motivação: esforçar-se para melhorar e/ou satisfazer seu padrão de excelência.
- Sallovey e Mayer após uma reformulação na sua teoria sobre inteligência emocional, enquadrou-os a ela a cognição e a personalidade. Os mesmos propuseram 4 habilidades centrais da I.E.: 1. Percepção/Identificação das emoções: Perceber e identificar as próprias emoções e/ou as dos outros. 2. Entendimento do conteúdo emocional: Nominar e compreender as emoções. 3. Facilitação ao pensamento: Utilizar da emoção para resolver problemas. 4. Administração/regulação emocional para promover o crescimento pessoal: Utilizar estratégias para mudar os sentimentos e perceber se são eficazes ou não.
- Goleman, considera a inteligência emocional como capacidade não cognitiva, seriam competências emocionais, para que as pessoas adquiram com êxito para ter sucesso no trabalho. Ele inclui no conceito a personalidade. Por não estabelecer um conceito fechado, acaba recebendo críticas acadêmicas, pela falta de critérios para caracterizar a I.E. Sua intenção era de popularizar o conceito que só era conhecido academicamente até então, não tinha a intenção de fazer um estudo acadêmico → modelo não baseado na cognição, acrescentando a personalidade.
A inteligência intrapessoal é importante nesse contexto em relação ao conhecimento próprio. A intrapessoal, se associa à percepção das ações e intenções das outras pessoas. A inteligência emocional, é o gerenciamento dessas duas inteligências, a união do próprio conhecimento com o conhecimento do outro para lidar no cotidiano. A inteligência social, proposta por Thorndike, também se associa à inteligência emocional, podendo ser percebida como uma subdivisão da I.S → a I.E é uma das habilidades necessárias para relacionar-se.
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- Psicologia Mapa Mental sobre Inteligência emocional, creado por Ana Filgueira el 24/05/2018.
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- Ana Filgueira
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