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Mapa mental

DRGE- TTO

Vanessa Ferreira nogueira Gastro Portugués

DRGE- TTO

Contenido del mapa

DRGE- TTO

  1. Mapa 4

  2. Tratado de gastro

  3. Fármacos disponíveis

    • ALCALINOS (OU ANTIÁCIDOS) E SUCRALFATO
      • Empregados para NEUTRALIZAR a secreção ácida gástrica, servindo apenas para CONTROLE IMEDIATO DOS SINTOMAS
      • Há escassez de evidências que suportem o seu uso e o ganho terapêutico é muito pequeno
      • São RARAMENTE EMPREGADOS , estando indicados apenas em situações especiais para fornecer alívio sintomático passageiro para indivíduos com SINTOMAS ESPORÁDICOS
      • ALGINATO
        • É um polissacarídeo natural extraído da alga marrom que se polimeriza quando exposto ao ácido formando uma matriz de gel sobrenadante ao conteúdo gástrico que posteriormente é estabilizada por íons cálcio.
        • BLOQUEADORES DOS RECEPTORES H2 da HISTAMINA
          • São eventualmente prescritos em situações em que Ñ pode ser utilizado o IBP
          • cimetidina, ranitidina, famotidina e nizatidina
          • Bons resultados para a CICATRIZAÇÃO DE ESOFAGITE EROSIVA LEVE
          • Ñ são ideais para o TTO de doença MODERADA a INTENSA ou quando longo período é necessário, já que apresentam TAQUIFILAXIA
          • Procinéticos
            • são eficazes para o alívio da pirose quando comparados a placebo.
            • metoclopramida, domperidona e bromoprida
            • Devem ser considerados medicamentos de exceção, uma vez que não aumentam o índice de cicatrização da esofagite.
            • Podem ser utilizados apenas em associação com IBP em pacientes com quadro de dismotilidade associada à DRGE (p. ex., empachamento pós-prandial)
        • Combinação de alginato-antiácido tem se mostrado efetiva em prevenir o refluxo originário da bolsa ácida, compondo, desse modo, o racional para sua utilização na DRGE
        • A COMBINAÇÃO DE UM IBP+ ALGINATO tem ganhado interesse crescente após a recente descoberta da bolsa ácida na porção proximal do estômago
    • Inibidores da bomba de prótons
      • Os índices de cicatrização são elevados, portanto, são seguras e eficazes para o tratamento prolongado
      • Classe de fármacos + indicada para o TTO da DRGE, apresentando resultados significativamente melhores
      • Os IBPs devem ser considerados medicamentos de escolha (em ciclo de 4 a 8 semanas de TTO para a fase aguda)
      • Indicados em dose plena para o TTO inicial da DRGE não complicada ou em dose dobrada para pacientes com complicações (estenose, úlcera ou esôfago de Barrett) ou com manifestações atípicas (por período prolongado, em geral, de seis meses de tratamento)
      • Evidências sugerem fortemente os benefícios da utilização de IBP no tratamento de manutenção da DRGE (com ou sem esofagite erosiva). As doses costumam ser < àquelas utilizadas no tto da fase aguda da enfermidade
      • Recentemente, por ex, o tto de manutenção e prevenção de recidivas com pantoprazol (20 mg/dia) e esomeprazol (20 mg/dia) não mostrou diferenças entre os resultados de eficácia e tolerância em pacientes com DRGE erosiva previamente cicatrizada, independentemente da presença ou não de Helicobacter pylori
      • Tendo em vista que é necessária a ativação das bombas protônicas pelos alimentos para a estimulação da produção de ácido clorídrico, é recomendável a administração do IBP em jejum, 30 a 60 minutos antes da ingestão alimentar. Determinados pacientes hipersecretores podem necessitar de dose dobrada do IBP para alívio dos sintomas ou cicatrização da esofagite
      • Os eventos adversos + comuns dos IBP são: cefaleia, diarreia, constipação e dor abdominal. Atenção especial deve ser dada ao uso dos IBP durante a gravidez, uma vez que, nessa condição, o omeprazol está enquadrado na categoria C e os outros IBP, assim como os antagonistas do receptor H2, na categoria B.
  4. OBJETIVA

    • Controlar os sintomas, cicatrizar as lesões e prevenir as complicações, podendo ser fundamentalmente clínico e cirúrgico
    • O TTO endoscópico, embora promissor, encontra- se ainda em fase de investigação
    • Medidas terapêuticas visam corrigir ou minimizar as consequências do refluxo gastroesofágico
    • TTO CLÍNICO
      • Medidas comportamentais + farmacológicas: implementadas simultaneamente
      • O pct deve ser informado da natureza crônica da sua enfermidade, e uma verdadeira parceria entre médico e paciente deve ser estabelecida com o propósito de △ a aderência ao tto
      • As medidas comportamentais ou de correção de hábitos de vida visam prevenir condições e alimentos que promovam ou facilitem o refluxo
      • Pacientes com DISTÚRBIO DO SONO- que pode ser consequente à pirose noturna, costumam se beneficiar com a ELEVAÇÃO DA CABECEIRA da cama. Porém, essa recomendação pode ser desnecessária para aqueles sem sintomas noturnos.
      • A ▽ PESO corporal deve ser recomendada rotineiramente para os pacientes OBESOS ou com SOBREPESO, dada a forte associação entre o △ do IMC e a probabilidade de aparecimento de sintomas relativos à DRGE
      • Embora as informações referentes aos benefícios da adoção de medidas comportamentais não sejam consistentes (grau B – medicina baseada em evidências), sua adoção certamente pode contribuir para a melhora da enfermidade
      • A inibição da secreção ácida gástrica é benéfica no tto de DRGE- melhora dos sintomas e a cicatrização da esofagite
        • A probabilidade de cicatrização da esofagite está diretamente relacionada com a potência do efeito antissecretor da medicação utilizada.

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Gastro Mapa Mental sobre DRGE- TTO, creado por Vanessa Ferreira nogueira el 10/02/2019.
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