Flashcards
CIRURGIA
Cards in this deck (91)
- 1Indicações para via aérea definitivaObstrução de via aérea
Trauma maxilofacial
Queimadura de face
Lesões inalatórias
Sangramento via aérea
Tubo digestivo incoercível
Apneia e insuficiencia respiratória
ECG ≤ 8 - 2Quais predadores de via aérea dificilV: veja externamente: lesão cervical, prótese, obesidade
A: avaliar a regra 3-3-2: abertura dentes, osso hioide e queixo, cartigem tireoide e mandíbula
M: mallampati - III e IV
O: obstrução
Mobilidade do pescoço: cuidado com cervical - 3Manobra de BURPFacilita visualização das cordas vocais na IOT
Pressão na cartilagem tireóide para cima e para direita - 4Manobra de SellickDiminuir o risco de aspiração durante a IOT
pressão na cartilagem cricóide, comprimindo o esôfago - 5Qual o tratamento para trauma pancreático com lesão ducalIII - distal/ a esquerda da a mesentérica superior - pancreatectomia distal com/ sem esplenectomia
IV - proximal/ a direita da a mesenterica superior - pancreatectomia central com reconstrucao em Y Roux - 6Definição de tórax instávelmovimento paradoxal (abaulamento durante a inspiração) do tórax quando ocorre fratura de ≥ 2 costelas em ≥ 2 locais
- 7Classificação de Gustilo-AndersonI - ferida aberta < 1 cm e limpa
II - ferida aberta > 1 cm
II- ferida com lesões extensas de tecidos moles
a - com cobertura de tecidos moles
b- perda de tecidos moles
c- lesão vascular associada
conduta: ATB, vacina anti-tetanica, reduco em CC - 8Perda sanguínea por compartimento úmero e tíbia femur pelveúmero e tíbia: 750 ml
femur: 1500 ml
pelve: varios L - 9Como é classificada a resposta a reposição volêmica inicial no trauma?Rápida - perda pequena
Transitória - sangramento persistente - transfundir hemoderivados
Ausente - hemorragia ativa - cirurgia imediata e PTM - 10Particularidades trauma idosoTaquicardia apresenta-se tardiamente (sinal precoce de choque) e o uso de bbloqueador pode mascarar sua presença
- 11Particularidades trauma gestanteÉ necessário uma perda polêmica acentuada para haver manifestações clinicas devido a hipervolemia fisiológica
- 12O que checar em um paciente IOT que evolui com piora clinica?DOPE
D: deslocamento do lubo
O: obstrução
P: penumotórax
E: equipamento - 13Qual tratamento para hemotórax?Paciente instável: drenagem toracica
Toracotomia: hemotorax maciço (> 1500 ml) ou nao melhora após drenagem)
Paciente estável: RX ou TC - 14Qual tratamento para pneumotórax hipertensivo?Punção de alívio no 5º EIC (ou toracostomia digital)
- 15Como é feita a classificação do choque?I- sem alterações
II- FC > 100
III- FC > 120, hipotensão -> hemoderivados
IV- FC > 140, hipotensão, confusão mental -> PTM
* 1 L RL para todos - 16Como é calculado o ABC Score e qual sua utilidade?Indicação de PTM (10 UI em 24h ou 4 UI em 1h)
PAS ≤ 90
FC ≥ 120
Trauma penetrante
FAST + - 17Qual a triade de Beck e o que ela indica?Tamponamento cardíaco
Hipofonese de bulhas
Hipotensao
Estase jugular - 18Qual a conduta frente ao tamponamento cardíaco?Toracotomia anterolateral esquerda
Se indisponível, realizar punção de Marfan, com risco de destamponar um ferimento - 19Quais indicações de laparotomia no FAB abdominal?Instabilidade
Evisceração
Peritonite
Pneumoperitonio
Empalamento
Sangramento persistente
Liquido livre na cavidade sem lesao de viscera oca - 20FAB abdominal anteriorExploração digital para avaliar perfuração de peritônio
Se houver perfuração prosseguir com TC ou laparoscopia (EF não confiável - obesidade, etilismo)
Se não perfurado: sutura e alta - 21FAB na transição toracoabdominalToracoscopia (hemotórax) ou Laparoscopia (liquido livre intra-abdominal)
- 22FAB flancoTC triplo contraste e tratar conforme
- 23Indicação de tratamento nao operatorioLesão de vísceras parenquimatosas em pacientes estáveis hemodinamicamente,
após TC com ausência de indicação cirúrgica e lesões associadas (TCE)
Monitorização ativa em UTI, EF e laboratorial seriados
Arteriografia: presença de blush ou pseudoaneurisma - 24Pacientes vitimas de incêndio em ambiente fechadoIntoxicação por CO: cefaleia e náusea, confusão, coma e morte
Diagnóstico: carboxihemoglobina
Tratamento: O2 100% mascara não reinalante - 25Quais indicações para administração de acido tranexamico?< 3 h do trauma
FC > 110
PAS < 90
1g bolus 10 min + 1g em 8h BIC - 26Fratura de face do tipo Blow OutFratura parede média e assoalho da órbita (maior fragilidade), apresenta-se com enoftalmia, diplopia, diminuição da musculatura ocular extrínseca devido ao encarceramento do músculo reto inferior - liberação cirúrgica imediata da musculatura encarcerada
- 27Conduta no FAFMaioria: laparotomia
Se paciente muito estável e sem suspeita de trauma penetrante: TC - 28Sd da embolia gordurosaAssociada a fratura de ossos longos e êmbolos de gordura provenientes da medula óssea
CIVD, hipotensão, petéquias, insuficiência respiratória e RNC - 29Trauma de baçoGrau I e II: não operatório (≠ de expectante)
III: arteriografia (blush/ extravasamento contraste)
IV e V: esplenectomia ou arteriografia - 30Rotura bronquicaTrauma por esmagamento: elevação súbita da pressão intratorácica
Intenso borbulhamento
Enfisema subcutâneo
Ausencia de expansão por drenagem
* correção cirúrgica - 31Ca esofago irresecávelMetástase a distancia
linfonodo + extraregional
Tumor primário T4b (invasão de órgãos não ressecáveis - aorta, via aérea, coluna vertebral, nervo laringeo recorrente)
Conduta: QT + RDT definitiva - 32Ressecção endoscópica Ca esofagoTis ou T1aN0M0
Lesões precoces restritas a mucosa - 33Ca esôfago com resposta completa a neoajuvanciaFazer cirurgia: esofagectomia com linfadenectomia
- 34Fisiopatologia DRGERelaxamento transitório EEI**
Hipotonia EEI (< 10 mmHg): gravidade - manometria (pré-cirurgia)
Hérnia de hiato
Aumento pressão intra-abdominal: obeso, gestante, tosse crônica, POEM - 35DRGE em gestantesOmeprazol é teratogenico
Antagonista receptor da histamina - 36Clínica DRGESintomas típicos: pirose e regurgitação
Sintomas atípicos (25%): dor torácica, tosse, asma, pigarro, globus faringeo, afta, erosão dental
* Não se relaciona com H pylori - 37Sinais de alarme DRGEDisfagia*, odinofagia, perda de peso, HDA, nausea/ vomito, AF Ca esofago, > 40a
Realizar EDA - 38DRGE que não precisa fazer EDA<40 anos, sintomas típicos, sem sinais de alarme
Iniciar tto com IBP: dose plena omeprazol 40 mg/dia + mudanças comportamentais - 39Exames DRGE1- EDA: sinais indiretos - esofagite Los Angeles C ou D, esôfago de Barret, estenose pepita, ulcera
2- pHmetria: indicações - EDA normal + suspeita DRGE, sintomas atípicos, recidiva tto
3- Impedancio pHmetria: padrão ouro - identifica refluxo básico - 40Indicação de cirurgia para DRGEHipotonia EEI (< 10) - critério gravidade
Não obeso
Refluxo não acido
Impossibilidade tto clinico, dependência IBP, refratário a IBP
complicações DRGE
hernia de hiato refrataria
* melhor prognostico: boa resposta ao IBP
* IMC > 35 - bypass
* Mandatório fazer manometria antes - 41Classificação de Los Angeles DRGEA: solução de continuidade < 5 mm
B: soluções de continuidade > 5 mm nao contiguas
C: soluções de continuidade contiguas, nao circunferencial < 75%
D: solução de continuidade circunferencial > 75% - 42Hernia de HiatoTipo 1 (90%): deslizamento > 2 cm da junção esófago-gástrica (JEG) - EDA, EED - DRGE, hiato alargado
Tipo 2: paraesofágica - manutenção da JEG e migração do estômago para o tórax
Tipo 3: mista - JEG + estomago
Tipo 4: outras vísceras - 43Complicações hernia de hiatoTipo 1: DRGE, emagrecimento
Tipo 2: volvo gástrico
Gastro-tórax tensão
Úlcera de Cameron: ulcera gastrica ou gastrite do conteúdo herniario - 44CEC esofagoIdoso, tabagismo, etilismo, bebidas quentes, acalasia
Predominante no BR
Disfagia rapida progressão (meses)
Tumores sincronicos (pulmão e cabeça e pescoço) - 45Adenocarcinoma esôfagoDRGE, esofago de Barret, obesidade
Junção esófago-gástrica - 46Estadiamento Ca esofago TNMTC pescoço, tórax, abdome e pelve, PET-CT e EcoEDA
CEC: laringoscopia +/- broncoscopia
T1: submucosa
T2: muscular propria
T3: adventicia (nao tem serosa)
T4a: invasão estrutura ressecável
T4b: nao ressecável - 47Tratamento Ca esofagoTis ou T1a (restrita mucosa): ressecção endoscópica
T1b e T2: esofagectomia + linfadenectomia 3 campos
Demais: neoadjuvancia - T3, T4, linfonodos regionais - 48Técnica esofagectomia- Transhiatal: lesoes prosais, pior linfadenectomia, risco fistula
- Transtorácica (Ivor-Lewis): terço distal, linfadenecgomia, risco mediastinite
- Tri-incisional: combina anteriores - 49Esofago de BarretMetaplasia: epitelio estratificado escamoso (esofago) -> epitelio colunar intestinal (célula caliciforme)
DRGE
Risco de adenocarcinoma
EDA: epitelio salmao
Tto: IBP, EDA 3-5 anos
Displasia: erradicação endoscópica (ablacao, crioterapia) - 50AcalásiaDisfagia de progressão lenta (anos), regurgitação
Principal causa BR: Chagas
Destruição dos plexos submucosos mioentéricos de Aurbach e Meissner
Fator de risco para CEC (estase alimentar) - 51Classificação de Rezende e tratamento cde cada grauEED na Acalasia
Grau I - dilatação por EDA, botox, POEM (miotomia endoscópica - refluxo)
Grau II - cardiomiotomia EEI com fundoplicatura parcial (Heller Pinotti)
Grau III- cardiomiotomia com fundoplicatura (Heller Pinotti)
Grau IV- dolicomegaesofago - esofagectomia transhiatal ou cirurgia serra-dória (anastomose latero-lateral esofago e estomago + Y Roux)
* Classificação de Pinotti: EED + manometria - 52Acalasia diagnósticoManometria (padrão): Aperistalse e relaxamento incompleto do EEI, aumento tonus EEI > 45 mmHg (manometria + EED)
EDA: com lugol, diagnostico diferencial de cancer
EED: estratificação da acalasia - dilatação > 4 cm, estreitamente no EEI (bico de pássaro), estase contraste, ondas 3ªs, ausencia bolha gástrica - classificação de Rezende (EED) - 53PseudoacalásiaObstrução mecânica e funcional por tumores na transição esófago-gástrica
- 54Sd BoerhaaveRuptura esofágica decorrente do aumento súbito de pressão intraesofágica + pressão intratorácica negativa
Triade de Mackler: vomitos vigorosos + dor torácica + enfisema subcutâneo
EED ou TC com contraste iodado: coleções de ar peri-esofagicas, extravasamento de contraste
tto:
agudo < 24h: sutura primaria, lavagem, drenagem, ATB (ceftriaxone + clindamicina)
> 24h: ressecção esofágica (nao fazer anastomose), lavagem, drenagem, ATB - 55Sd Mallory-WeissLesão parcial da mucosa apos vomitos causando HDA
- 56Classificação de ChicagoManometria de alta resolução no diagnostico de acalasia
Tipo I: aperistalse
Tipo II: > 20% peristalse
Tipo III: contração espástica e nao peristáltica do corpo esofágico - POEM - 57Classificação de SiewertClassificação de adenocarcinoma na transição esófago-gástrica (40 cm da arcada dentaria superior?) a partir de seu epicentro
Tipo I: esofago distal - esofagectomia + linfadenectomia
Tipo II: cardia
Tipo III: subcardica - gastrectomia total com linfadene D2 - 58Divertículo de ZenkerHerniacao da mucosa no triângulo de Killian (hipertonia do cricofaringeo)
Retenção de alimentos, halitose, regurgitação, disfagia
EED
< 2 cm: miotomia (endoscopia)
2-5 cm: miotomia + diverticulopexia
> 5-6 cm: miotomia + diverticulectomia - 59Cirurgia DRGENiessen: fundoplicatura total
Lindt-toupet: fundoplicatura parcial posterior
Dor: fundoplicatura parcial anterior - 60Ulcera de CameronUlcera no saco herniario de uma hernia hiatal
HDA, sangramento cronico e ferropenia
Endoscopia, IBP + ferro - 61Fator de risco para ca gástricoSal, alimentos curados, defumados
Anemia perniciosa (deficiencia B12 - gastrite atrófica)
Obesidade
Tabagismo
H pylori (inflamação + gastrite cronica)
Ulcera, polipos, metaplasia
Mutacao CDH1 (e-caderina), sd Lynch, polipose adenomatosa familiar - 62Sinais EF ca gástrico avançadoLinfonodo de Virchow: supraclavicular esquerda
Nodulo irma Mary-Joseph: linfonodo infartado peri-umbilical
Linfonodo axilar de Irish
Prateleira de blumer: invasão do fundo de saco toque retal
Tumor de Krukenger: metástase ovariana
Ascite - 63Diagnostico ca gástricoSintomas: perda ponderal, dor epigastrica, disfagia, anemia ferropriva
EDA + multiplas biopsias
Estadiamento
TC tórax, abdome, pelve
USG endoscopico - se ausencia de evidencia de metastase
Laparoscopica diagnostica - T3/4 ou N+, carcinomatose peritoneale - 64Ca gástrico irresecávelMetastase
Linfonodos a distancia (pancreaticoduodenais, mesentericos e aortocavais)
invasão de estruturas vasculares
Linite plástica - 65Cirurgia ca gástrico- Tumor proximal: gastrectomia total + derivação em Y de Roux com pouch juncal a Hunt-Lawrence
- Tumor distal: subtotal + reconstrução Billroth I (anastomose direta com coto duodenal), Billroth II (termino lateral duodeno-jejuno) ou Y de Roux* (drenagem biliar distante do coto gástrico)
- Linfadenectomia D2 (cadeias linfonodais regionais): minimo 15 linfonodos
- Margem minima 6 cm
- Neoadjuvante: T3/4, N+, linite plastica
N+: QT adjuvante
* Não realizar metastectomia (fígado e peritônio)
* Nao fazer QT em caso de carcinomatose peritoneal - 66Ca gástrico precoceAcometimento até submucosa, com/sem acometimento linfonodal (T1, Nx)
- 67Ressecção endoscópica ca gástricoRestrito a mucosa (T1a)
Lesões < 20 mm
Não ulceradas
Bem diferenciadas (tipo intestinal)
Sem invasão linfovascular - 68Classificação de Lauren histológica Ca gastrico- Tipo intestinal: bem diferenciado, homem, distal, p53, disseminação hematogenica
- Tipo difuso: pouco diferenciado, melhores, tumores proximais, disseminação linfática - cel em anel de sinete (pior prognostico) - relacionado a perda da expressão da e-caderina (adesão celular) - metastático
- Tipo indeterminado - 69Classificação de Borrmann macroscopica de adenocarcinoma gástricoI- polipode
II- ulcerativo com bordas bem definidas
III- ulcerativo sem bordas definidas
IV- lesao gastrica difusa, infiltrativa, sem limites definidos (limite plástica) - 70Sd da alça aferenteObstrução em alça fechada apostando cirurgia com reconstrução a Billroth II
Dor abdominal aguda, vomitos
Revisão cirurgica com conversao para Y de Roux - 71Complicações relacionadas a anastomose- Deiscência: 7-10 dias - febre, taquicardia*, hipotensão, dor, defesa - achados pneumoperitônio, vazamento contraste, borramento gordura, coleções liquidas, abcessos - ATB, drenagem percutânea
- Construções: vômitos não biliosos - EDA, dilatações endoscópicas
- Fístula - 72Sd dumping- Precoce: Esvaziamento gástrico rapido do bolo alimentar hiperosmolar com aumento hormônios vasoativos
- Tardio: sintomas de hipoglicemia secundarios a pico pos-prandial de insulina - pós-cirurgia bariátrica - 73Gastrite alcalinaRefluxo de bile para o estomago
Dor em queimação e náuseas que pioram após alimentação, sem melhora com IBP
Manipulação gástrica cirurgica previa - 74Genes GISTProto oncogenes: c-kit*, dog-1, pkc-teta; antigen-s: CD117 (c-kit) e CD34
Mau prognostico: tamanho, ulceração, indice mitótico, localização - 75GISTTumores estromais derivados das células de Cajal (4º camada - muscular própria)
Massa epigástrico, HDA, empachamento
Localização: estomago*, jejuno e ileo
Diagnostico: EDA + PAAF
Estadiamento: TC tórax, abdome e pelve - 76Tratamento GISTTu < 2 cm não mestastático: ressecção sem linfadenectomia
Lesões antro: gastrectomia subtotal
Lesões fundo gástrico: ressecção em cunha
Imatinib: neo (irresecáveis) ou adjuvante (alto risco recidiva) - 77Estadiamento adenocarcinoma gástrico- TC tórax, abdome, pelve
- EcoEDA: invasão locorregional
- PET-CT: metastase
- Laparoscopia: metastase peritoneal, lavado peritoneal, tumores T3/4 - 78Triade de WhippleInsulinoma
1- hipoglicemia
2- sintomas neuroglicopenicos
3- melhora com glicose EV
- TC, RNM, USG endoscopico: blushs vasculares, redondos, bem vasculamrizados - 79Fístulas- Esofagojejunal: azul de metileno
- Coto duodenal: dosar amilase e BT
- Gastrojejunal
- Pancreática
Estável: ATB + drenagem
Instável: cirurgia + ATB + drenagem - 80Indicação gastrostomia- Disfagia
- Neo ca - 81Esofagectomia oncologica 3 campos1. acesso trais-torácico a direita: linfadenectomia, ligar a veia azigos na croça
2. Laparotomia e acesso trans-hiatal - esofagectomia distal e linfadenectomia abdominal
3. Cervicoromia a esquerda - ressecar esofago proximal sem linfadenectomia - 82Sinal de KehrDor referida no ombro em função do sangramento sob o hemidiafragma esquerdo
- 83Classificação lesão hepáticaGrau I: laceração < 1cm, hematoma subcapsular < 10%
Grau II: laceração 1-3 cm, hematoma subcapsular 10-50%
Grau III: laceração > 3 cm, hematoma subcapsular > 50%
Grau IV: laceração com ruptura de vasos
Grau V: baço fragmentado, lesao hilar ou desvascularização - 84Conduta trauma esplênicoPacientes estáveis
Lesão de baixo grau (I a III): observação
ou blush arterial: embolização
Demais: esplenectomia + vacinação germes encapsulados - 85Pneumotórax hipertensivoCausa: ventilação mecânica com pressão positiva em doentes com lesão da pleura visceral
Clinica: choque obstrutivo, dor, dispneia, hipotensão, estase jugular, MV abolido
Conduta imediata: punção de alivio 5º EIC
Conduta definitiva: drenagem toracica em selo d'agua 5º EIC - 86Indicação de toracotomia de urgenciaDrenagem > 1500 ml
Debito 200 ml/h 2-4h
Transfusão continua de CH - 87Indicação toracotomia de reanimaçãoPaciente trauma torácico penetrante, com sinais de vida pré-hospitalar, instável apesar da reposição polêmica, sem pulso, cirurgia disponível
- 88Definição hemotorax maciçoDrenagem > 1500 ml
1/3 volemia - 89Tríade de BeckTamponamento cardíaco
Turgencia jugular + Hipotensao + Abafamento de bulhas
Diagnostico: Eco, FAST - 90Contusao cardiacaRealizar ECG e troponina
Caso alterado, manter observação por 24h pelo risco de arritmia maligna - 91—
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- Medicina Flashcards on CIRURGIA , created by ana maschietto on 25/03/2022.
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