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Flashcards

prova 1

Nathalie Borges construção de estradas e vias urbanas Gerente de Projetos Portuguese 104 cards

Cards in this deck (104)

  1. 1pavimentoestrutura construída sobre a terraplanagem do terreno
  2. 2funções do pavimento1. receber as cargas do tráfego e transferi-las para os solos da fundação
    2. proporcionar boas condições de conforto, segurança, velocidade e economia no transporte
  3. 3requisitos do pavimento1. estabilidade
    2. durabilidade
    3. regularidade longitudinal
    4. resistência a esforços horizontais, verticais, de rolamento, de frenagem e aceleração centrípeta
  4. 4tipos de pavimento-pavimento rígido (com cimento Portland)
    -pavimento flexível (com ligantes betuminosos)
    atualmente classificados assim devido ao seu comportamento estrutural
  5. 5pavimentos rígidospavimentos cujo revestimento é constituído de concreto de cimento Portland rejuntados entre si
  6. 6características dos pavimentos rígidos-alta rigidez
    -alta resistência
    -pequenas espessuras, definidas em função da resistência à flexão
  7. 7importante observar nos pavimentos rígidoso coeficiente de recalque da camada em que o pavimento se apoia
  8. 8principal fator de projeto para pavimentos rígidosresistência à tração das placas de concreto de cimento Portland
  9. 9funções da sub-base-controlar o bombeamento de finos, a expansão e contração do subleito
    -função drenante
    * pode ser flexível ou semi-rígida
  10. 10vantagens do pavimento rígido-maior vida longa
    -maior espaçamento entre manutenções
    -resistência ao efeito de solventes combustíveis (óleo diesel, querosene...)
    *se bem executado*
  11. 11ressalva em relação aos pavimentos rígidosdeve ser bem projetado e executado para que seja vantajoso
  12. 12camadas dos pavimentos flexíveissub-base, base e revestimento repousam sobre o subleito (plataforma da estrada)
  13. 13o que é o subleitoplataforma da estrada - infraestrutura implantada, bem acabada em termos de movimento de terra.
    é o terreno de fundação do pavimento
  14. 14capacidade estruturalé fornecida pelas sucessivas camadas, seus respectivos materiais e propriedades, mas o que realmente influencia é a base (camada mais importante estruturalmente)
  15. 15dimensionamento dos pavimentos flexíveis-definição das espessuras das camadas
    -definição dos materiais a serem utilizados
  16. 16camadas do pavimento flexível: regularização subleito-espessura variável
    -quando é necessário conformar o subleito (transversal e longitudinalmente)
    -sempre que possível, deve ser executada em aterro
    -pode não ocorrer em alguns trechos
  17. 17camadas do pavimento flexível: reforço do subleito-necessária quando o subleito possui baixa capacidade de carga
    -abaixo da camada de regularização
    -também usado para reduzir a espessura da sub-base
    -possui espessura constante
    -características técnicas superiores ao subleito e inferiores às camadas superiores
  18. 18camadas do pavimento flexível: sub-base-usada para diminuir a espessura da base
    -possui as mesmas funções da base (complementar)
    -drenar infiltrações e água que sobe por capilaridade
    -suportar esforços transmitidos pela base
  19. 19camadas do pavimento flexível: base-camada estruturalmente mais importante
    -resistir e distribuir os esforços
    -materiais estabilizados quimicamente ou granulometricamente (com aditivos)
  20. 20camadas do pavimento flexível: revestimento-melhorar conforto e segurança da superfície de rolamento e resistir ao desgaste
    -agregado mineral (90%; suporta caragas e desgaste) +material asfáltico (10%; ação aglutinante e impermeabiizante)
  21. 21tipos de revestimento de pavimentos flexíveis-CBUQ (concreto betuminoso usinado a quente) ou CAUQ
    -pré-misturado a quente ou a frio
    -areia asfalto a quente
    -micro revestimento asfáltico a frio com emulsão modificada com polímero
    -revestimento asfáltico por penetração invertida ou tratamentos superficiais
  22. 22vantagens do pavimento flexível-deformam sob ações das cargas, pois se adaptam a possíveis recalques do subleito
    -rapidez de execução e liberação do tráfego
    -reparações fáceis e rápidas
  23. 23necessidade de se conhecer o tráfegoas características do tráfego afetam a qualidade do pavimento
    solicitações acima das previstas podem causar deformações permanentes, trincas e perda de material da superfície de rolamento
  24. 24o que a avaliação do desempenho estrutural deve considerar-deformações plásticas ou permanentes
    -deformações elásticas ou resilientes
  25. 25fendasaberturas na superfície asfálticas. podem ser fissuras (perceptível a olho nu) ou trincas (abertura superior à fissura)
  26. 26causas das trincas-fadiga (diminuição gradual da resistência por esforços repetidos, isoladas ou interligadas, trincas nas trilhas de roda)
    -retração térmica da base ou revestimento (isoladas ou em bloco, indicam um endurecimento significativo do asfalto, não tendo a ver com o tráfego)
  27. 27trincas isoladas transversais - TTfalhas na execução, na temperatura de compactação, na dosagem do asfalto, envelhecimento do ligante,
  28. 28trincas isoladas longitudinais - TLenvelhecimento do ligante asfáltico, recalques diferenciais, falhas executivas
    *podem ser curtas ou longas
  29. 29trincas de retração - RRtrincas de placas de cimento portland ou de trincas preexistentes
    *nada tem a ver com fadiga
  30. 30trinca de bloco sem erosão - TBreflexão de trincas em solo-cimento base
  31. 31trinca de bloco com erosão - TEo em tratamento superficial decorrentes
    de reflexão de trincas em solo-cal da base, com erosão
    junto às bordas
  32. 32trincas tipo couro de jacaré - J ou JE (com erosão)repetição de cargas, envelhecimento do ligante, perda de flexibilidade do revestimento
  33. 33solução para trincas-selagem das trincas
    -capa selante
  34. 34afundamento plástico nas trilhas de roda - ATP-deformação permanente por fluência plástica
    -pode ocorrer devido à má dosagem (excesso de ligante) ou material de revestimento inadequado
    -pode gerar solevamentos laterais
  35. 35afundamento por consolidação em trilha de roda - ATC-compressão ou cisalhamento entre camadas
    -não costuma ter compensações volumétricas, diferentemente da ATP
  36. 36afundamento por consolidação localizada - ALC-falhas construtivas, problemas de drenagem, cisalhamento, solo borrachudo, falha na compactação
    -gera trincas nas depressões
  37. 37escorregamento de massa ou revestimento (E)falhas construtivas e de pintura de ligação, baixa estabilidade da mistura asfáltica
  38. 38deformações e sulcos nas bordaspista estreita, drenagem inadequada, acúmulo de água, acostamento mal conservado
  39. 39corrugação ou ondulação (O)ocorre em lugares de aceleração e desaceleração, veículos pesados e lentos, curvas
  40. 40exsudação (EX)excesso de ligante betuminoso na superfície
    -ligante em excesso ou inadequado, índice de vazios menor do que deveria
  41. 41desgaste (D)arrancamento progressivo do agregado
    -falta de adesividade, problemas de dosagem (falta ligante)
  42. 42panela (P) ou buracosação do tráfego e das intempéries, infiltração de água, qualidade inadequada dos materiais
    -quando atinge só o revestimento: "despelamento" - deixa um buraco onde entra chuva, vai se aprofundando e causando danos severos à estrutura
    *trincas -> placas -> panelas
  43. 43remendo (R)preenchimento de depressões com massa asfáltica - é uma solução, mas é considerado um defeito pois indica a fragilidade e provoca danos ao conforto
  44. 44revestimento com asfalto modificado por borracha-problema do descarte de pneus e da rigidez do pavimento - mas gera riscos ambientais e custo com equipamento de controle de gases poluentes
  45. 45métodos de incorporação de pneus na mistura asfálticaprocesso úmido ou seco (seco somente em CBUQ)
  46. 46vantagens da borracha no asfaltoredução do ruído, mais flexibilidade, resistência ao envelhecimento, maior aderência com o pneu, redução de espessuras, redução da suscetibilidade térmica, resistência à propagação de trincas
  47. 47materiais betuminososassociação de hidrocarbonetos dividida em:
    asfalto - vem da destilação do petróleo
    alcatrões: vem da destilação do carvão mineral
  48. 48materiais betuminosos usados na pavimentaçãoCAP = cimentos asfálticos de petróleo
    asfalto dilúido
    asfalto modificado
    emulsões asfálticas
  49. 49cap's = cimentos asfálticos de petróleoproduto básico da destilação do petróleo. são semi-sólidos a temperatura ambiente e precisam ser aquecidos para a utilização. classificação segundo a viscosidade, penetração
  50. 50asfalto dilúidoCAP diluído em solventes - produtos menos viscosos, podem ser aplicados a menores temperaturas e evaporam totalmente (cura - rápida ou média)
  51. 51emulsões asfálticasdispersões de uma fase asfáltica em uma fase aquosa e vice-versa
    a temperatura ambiente
  52. 52ruptura de emulsãofenômeno que ocorre quando os glóbulos de asfalto dispersos em água sofrem ionização -> composto insolúvel que se precipita no agregado
    ruptura pode ser rápida, média e lenta
  53. 53espumaensaio para controle de CAP - aquece ele para ver se tem espuma devido à água (não pode ter, é perigoso no aquecimento)
  54. 54ponto de fulgorensaio para CAP - definir a qual temperatura o material começa a emitir gases inflamáveis - prevenir acidentes
  55. 55densidadeensaio para CAP - transformar unidades gravimétricas em volumétricas e cálculo de volume de vazios
  56. 56solubilidade em bissulfeto de carbonoensaio para CAP - medir a pureza, o teor de betume
  57. 57ductilidadeensaio para CAP - propriedade de se deformar sem ruptura - resistência à tração e flexibilidade
  58. 58ensaio de Oliensisverifica se o asfalto foi superaquecido (spot test = teste da mancha)
  59. 59efeito do calor e do arensaio que simula o envelhecimento do CAP - aquecendo e medindo peso e penetração depois
  60. 60viscosidade Saybolt-Furolíndice que se relaciona com a viscosidade - também há viscosidade cinemática e absoluta
    indica a melhor temperatura de aquecimento
  61. 61penetraçãoensaio que mede o quanto uma agulha penetra em uma amostra de material betuminoso
  62. 62ponto de amolecimentoensaio de anel e bola - estabelece uma temperatura de referência
  63. 63índice de suscetibilidade térmicaresultante da relação entre o ponto de amolecimento e a penetração
  64. 64materiais pétreos-naturais ou artificiais
    -graúdo, míudo ou filler
    -granulometria densa, aberta e tipo macadame
    -eletro-positiva ou eletro-negativa
  65. 65propriedades do agregado graúdoresistência mecânica - resistir impacto e desgaste por atrito
  66. 66ensaio de abrasão Los Angelesmede o desgaste por abrasão através do impacto entre agregados
  67. 67durabilidade dos agregadosdevem ter inércia química, garantir a permanência das propriedades
  68. 68ensaios de sanidadesubmete o agregado graúdo a 5 ciclos de molhagem e secagem
  69. 69forma ideal dos agregadoscúbica - melhor entrosamento - melhor travamento - maior resistência ao cisalhamento
  70. 70índice de formarelação entre a menor e a maior partícula de agregado
    cúbica - <0,6
  71. 71textura superficial do agregadoquanto mais rugosa, maior adesividade
  72. 72pororidade dos agregadosdeve ser baixa para que não haja muita absorção de água e asfalto
  73. 73adeisividade do agregado ao produto asfálticoem função da afinidade eletro-química
    a função do ligante é ligar o agregado
    existem ensaios para agregado graúdo e miúdo
    não pode haver descolamento
  74. 74fillermaterial de enchimento, passa na peneira 0,075mm
    material inerte para reduzir os vazios do agregado
    material que mais influencia na superfície específica, com a qual aumenta o consumo de asfalto
    -quanto mais filler, mais resistência a deformações permanentes, mas menos flexibilidade, o que diminui a resistência à fadiga
  75. 75ensaio CBR = índice de suporte do soloISC = índice de suporte california mede a capacidade de suporte de um solo compactado
    método de ensaio empírico
    determina CBR e E
  76. 76ensaio CBRpressão necessária para penetrar um pistão num cp é comparada com um material padrão - brita estabilizada granulometricamente
  77. 77cálculo do CBRpressão calculada/pressão padrão
    *pressão=força/área
  78. 78veículo padrãoserve de referência para os demais carregamentos. o tráfego dos veículos é expresso em termos do número equivalente de solicitações do eixo padrão
  79. 79eixo padrãoeixo simples com rodas duplas de 8,2tf
  80. 80problemas para estimativa do tráfegofalta de controle da pressão de inflação de pneus
    pressão de inflação diferente da usada na prática -> alteração na distribuição de tensão
  81. 81tráfego e seus componentesveículo de passeio, caminhão leve, médio e pesado, reboques e semi-reboques, ônibus
  82. 82peso dos veículospeso total = peso do veículo + peso da carga
  83. 83peso útilpeso da carga
  84. 84lotação Lpeso útil máximo
  85. 85tara T ou peso mortopeso do veículo sem carga
  86. 86peso bruto total PTBpeso útil + tara de um veículo unitário
  87. 87PTB máximolotação + tara
  88. 88PTBC peso bruto total combinadopeso util +soma das taras das unidades de combinação
  89. 89PTBC máximolotação + soma das taras
  90. 90composição do tráfego para dimensionamento de um pavimentobaseado no VDM - volume diário médio - de veículos, no ano méido do período de projeto, adicionando uma taxa de crescimento do tráfego
  91. 91VDM - volume diário médionúmero de veículos que circulam em uma estrada em um ano, dividido pelos dias do ano
  92. 92classificação do tráfegomenos de 50 comerciais/dia - leve
    entre 50 e 300 - médio
    mais de 300 - pesado
  93. 93fator de equivalência das operaçõesconversão de aplicações de diferentes solicitações em um número equivalente de aplicações do eixo padrão
    eixo real => conversão para o eixo padrão
  94. 94cálculo do número de solicitações para o período de projetoinforma quantas repetições de carga (eixo simples de roda dupla - 8,2tf) o pavimento irá receber em sua vida útil
  95. 95FEOfatores de equivalência de operações - equações/gráfico
  96. 96número de solicitações NN = 365. VDMm . p. FC . FE . FR
  97. 97Nnúmero de solicitações do eixo padrão
  98. 98VDMmvolume diário médio de tráfego no ano médio de projeto (veículos/dia) para a faixa mais solicitada
  99. 99pperíodo de projeto em anos
  100. 100FCfator de carga
  101. 101FEfator de eixo
  102. 102FRfator climático regional, =1
  103. 103VDMmVDMf = VDM0 [1+(p-1)t]
  104. 104envelheciento do asfaltoidade mesmo ou perda de flexibilidade, oxidação

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Description
Gerente de Projetos construção de estradas e vias urbanas Flashcards on prova 1, created by Nathalie Borges on 22/03/2023.
Created by
Nathalie Borges · Mar 2023
Updated
Apr 20, 2023
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