Flashcards
prova 1
Cards in this deck (104)
- 1pavimentoestrutura construída sobre a terraplanagem do terreno
- 2funções do pavimento1. receber as cargas do tráfego e transferi-las para os solos da fundação
2. proporcionar boas condições de conforto, segurança, velocidade e economia no transporte - 3requisitos do pavimento1. estabilidade
2. durabilidade
3. regularidade longitudinal
4. resistência a esforços horizontais, verticais, de rolamento, de frenagem e aceleração centrípeta - 4tipos de pavimento-pavimento rígido (com cimento Portland)
-pavimento flexível (com ligantes betuminosos)
atualmente classificados assim devido ao seu comportamento estrutural - 5pavimentos rígidospavimentos cujo revestimento é constituído de concreto de cimento Portland rejuntados entre si
- 6características dos pavimentos rígidos-alta rigidez
-alta resistência
-pequenas espessuras, definidas em função da resistência à flexão - 7importante observar nos pavimentos rígidoso coeficiente de recalque da camada em que o pavimento se apoia
- 8principal fator de projeto para pavimentos rígidosresistência à tração das placas de concreto de cimento Portland
- 9funções da sub-base-controlar o bombeamento de finos, a expansão e contração do subleito
-função drenante
* pode ser flexível ou semi-rígida - 10vantagens do pavimento rígido-maior vida longa
-maior espaçamento entre manutenções
-resistência ao efeito de solventes combustíveis (óleo diesel, querosene...)
*se bem executado* - 11ressalva em relação aos pavimentos rígidosdeve ser bem projetado e executado para que seja vantajoso
- 12camadas dos pavimentos flexíveissub-base, base e revestimento repousam sobre o subleito (plataforma da estrada)
- 13o que é o subleitoplataforma da estrada - infraestrutura implantada, bem acabada em termos de movimento de terra.
é o terreno de fundação do pavimento - 14capacidade estruturalé fornecida pelas sucessivas camadas, seus respectivos materiais e propriedades, mas o que realmente influencia é a base (camada mais importante estruturalmente)
- 15dimensionamento dos pavimentos flexíveis-definição das espessuras das camadas
-definição dos materiais a serem utilizados - 16camadas do pavimento flexível: regularização subleito-espessura variável
-quando é necessário conformar o subleito (transversal e longitudinalmente)
-sempre que possível, deve ser executada em aterro
-pode não ocorrer em alguns trechos - 17camadas do pavimento flexível: reforço do subleito-necessária quando o subleito possui baixa capacidade de carga
-abaixo da camada de regularização
-também usado para reduzir a espessura da sub-base
-possui espessura constante
-características técnicas superiores ao subleito e inferiores às camadas superiores - 18camadas do pavimento flexível: sub-base-usada para diminuir a espessura da base
-possui as mesmas funções da base (complementar)
-drenar infiltrações e água que sobe por capilaridade
-suportar esforços transmitidos pela base - 19camadas do pavimento flexível: base-camada estruturalmente mais importante
-resistir e distribuir os esforços
-materiais estabilizados quimicamente ou granulometricamente (com aditivos) - 20camadas do pavimento flexível: revestimento-melhorar conforto e segurança da superfície de rolamento e resistir ao desgaste
-agregado mineral (90%; suporta caragas e desgaste) +material asfáltico (10%; ação aglutinante e impermeabiizante) - 21tipos de revestimento de pavimentos flexíveis-CBUQ (concreto betuminoso usinado a quente) ou CAUQ
-pré-misturado a quente ou a frio
-areia asfalto a quente
-micro revestimento asfáltico a frio com emulsão modificada com polímero
-revestimento asfáltico por penetração invertida ou tratamentos superficiais - 22vantagens do pavimento flexível-deformam sob ações das cargas, pois se adaptam a possíveis recalques do subleito
-rapidez de execução e liberação do tráfego
-reparações fáceis e rápidas - 23necessidade de se conhecer o tráfegoas características do tráfego afetam a qualidade do pavimento
solicitações acima das previstas podem causar deformações permanentes, trincas e perda de material da superfície de rolamento - 24o que a avaliação do desempenho estrutural deve considerar-deformações plásticas ou permanentes
-deformações elásticas ou resilientes - 25fendasaberturas na superfície asfálticas. podem ser fissuras (perceptível a olho nu) ou trincas (abertura superior à fissura)
- 26causas das trincas-fadiga (diminuição gradual da resistência por esforços repetidos, isoladas ou interligadas, trincas nas trilhas de roda)
-retração térmica da base ou revestimento (isoladas ou em bloco, indicam um endurecimento significativo do asfalto, não tendo a ver com o tráfego) - 27trincas isoladas transversais - TTfalhas na execução, na temperatura de compactação, na dosagem do asfalto, envelhecimento do ligante,
- 28trincas isoladas longitudinais - TLenvelhecimento do ligante asfáltico, recalques diferenciais, falhas executivas
*podem ser curtas ou longas - 29trincas de retração - RRtrincas de placas de cimento portland ou de trincas preexistentes
*nada tem a ver com fadiga - 30trinca de bloco sem erosão - TBreflexão de trincas em solo-cimento base
- 31trinca de bloco com erosão - TEo em tratamento superficial decorrentes
de reflexão de trincas em solo-cal da base, com erosão
junto às bordas - 32trincas tipo couro de jacaré - J ou JE (com erosão)repetição de cargas, envelhecimento do ligante, perda de flexibilidade do revestimento
- 33solução para trincas-selagem das trincas
-capa selante - 34afundamento plástico nas trilhas de roda - ATP-deformação permanente por fluência plástica
-pode ocorrer devido à má dosagem (excesso de ligante) ou material de revestimento inadequado
-pode gerar solevamentos laterais - 35afundamento por consolidação em trilha de roda - ATC-compressão ou cisalhamento entre camadas
-não costuma ter compensações volumétricas, diferentemente da ATP - 36afundamento por consolidação localizada - ALC-falhas construtivas, problemas de drenagem, cisalhamento, solo borrachudo, falha na compactação
-gera trincas nas depressões - 37escorregamento de massa ou revestimento (E)falhas construtivas e de pintura de ligação, baixa estabilidade da mistura asfáltica
- 38deformações e sulcos nas bordaspista estreita, drenagem inadequada, acúmulo de água, acostamento mal conservado
- 39corrugação ou ondulação (O)ocorre em lugares de aceleração e desaceleração, veículos pesados e lentos, curvas
- 40exsudação (EX)excesso de ligante betuminoso na superfície
-ligante em excesso ou inadequado, índice de vazios menor do que deveria - 41desgaste (D)arrancamento progressivo do agregado
-falta de adesividade, problemas de dosagem (falta ligante) - 42panela (P) ou buracosação do tráfego e das intempéries, infiltração de água, qualidade inadequada dos materiais
-quando atinge só o revestimento: "despelamento" - deixa um buraco onde entra chuva, vai se aprofundando e causando danos severos à estrutura
*trincas -> placas -> panelas - 43remendo (R)preenchimento de depressões com massa asfáltica - é uma solução, mas é considerado um defeito pois indica a fragilidade e provoca danos ao conforto
- 44revestimento com asfalto modificado por borracha-problema do descarte de pneus e da rigidez do pavimento - mas gera riscos ambientais e custo com equipamento de controle de gases poluentes
- 45métodos de incorporação de pneus na mistura asfálticaprocesso úmido ou seco (seco somente em CBUQ)
- 46vantagens da borracha no asfaltoredução do ruído, mais flexibilidade, resistência ao envelhecimento, maior aderência com o pneu, redução de espessuras, redução da suscetibilidade térmica, resistência à propagação de trincas
- 47materiais betuminososassociação de hidrocarbonetos dividida em:
asfalto - vem da destilação do petróleo
alcatrões: vem da destilação do carvão mineral - 48materiais betuminosos usados na pavimentaçãoCAP = cimentos asfálticos de petróleo
asfalto dilúido
asfalto modificado
emulsões asfálticas - 49cap's = cimentos asfálticos de petróleoproduto básico da destilação do petróleo. são semi-sólidos a temperatura ambiente e precisam ser aquecidos para a utilização. classificação segundo a viscosidade, penetração
- 50asfalto dilúidoCAP diluído em solventes - produtos menos viscosos, podem ser aplicados a menores temperaturas e evaporam totalmente (cura - rápida ou média)
- 51emulsões asfálticasdispersões de uma fase asfáltica em uma fase aquosa e vice-versa
a temperatura ambiente - 52ruptura de emulsãofenômeno que ocorre quando os glóbulos de asfalto dispersos em água sofrem ionização -> composto insolúvel que se precipita no agregado
ruptura pode ser rápida, média e lenta - 53espumaensaio para controle de CAP - aquece ele para ver se tem espuma devido à água (não pode ter, é perigoso no aquecimento)
- 54ponto de fulgorensaio para CAP - definir a qual temperatura o material começa a emitir gases inflamáveis - prevenir acidentes
- 55densidadeensaio para CAP - transformar unidades gravimétricas em volumétricas e cálculo de volume de vazios
- 56solubilidade em bissulfeto de carbonoensaio para CAP - medir a pureza, o teor de betume
- 57ductilidadeensaio para CAP - propriedade de se deformar sem ruptura - resistência à tração e flexibilidade
- 58ensaio de Oliensisverifica se o asfalto foi superaquecido (spot test = teste da mancha)
- 59efeito do calor e do arensaio que simula o envelhecimento do CAP - aquecendo e medindo peso e penetração depois
- 60viscosidade Saybolt-Furolíndice que se relaciona com a viscosidade - também há viscosidade cinemática e absoluta
indica a melhor temperatura de aquecimento - 61penetraçãoensaio que mede o quanto uma agulha penetra em uma amostra de material betuminoso
- 62ponto de amolecimentoensaio de anel e bola - estabelece uma temperatura de referência
- 63índice de suscetibilidade térmicaresultante da relação entre o ponto de amolecimento e a penetração
- 64materiais pétreos-naturais ou artificiais
-graúdo, míudo ou filler
-granulometria densa, aberta e tipo macadame
-eletro-positiva ou eletro-negativa - 65propriedades do agregado graúdoresistência mecânica - resistir impacto e desgaste por atrito
- 66ensaio de abrasão Los Angelesmede o desgaste por abrasão através do impacto entre agregados
- 67durabilidade dos agregadosdevem ter inércia química, garantir a permanência das propriedades
- 68ensaios de sanidadesubmete o agregado graúdo a 5 ciclos de molhagem e secagem
- 69forma ideal dos agregadoscúbica - melhor entrosamento - melhor travamento - maior resistência ao cisalhamento
- 70índice de formarelação entre a menor e a maior partícula de agregado
cúbica - <0,6 - 71textura superficial do agregadoquanto mais rugosa, maior adesividade
- 72pororidade dos agregadosdeve ser baixa para que não haja muita absorção de água e asfalto
- 73adeisividade do agregado ao produto asfálticoem função da afinidade eletro-química
a função do ligante é ligar o agregado
existem ensaios para agregado graúdo e miúdo
não pode haver descolamento - 74fillermaterial de enchimento, passa na peneira 0,075mm
material inerte para reduzir os vazios do agregado
material que mais influencia na superfície específica, com a qual aumenta o consumo de asfalto
-quanto mais filler, mais resistência a deformações permanentes, mas menos flexibilidade, o que diminui a resistência à fadiga - 75ensaio CBR = índice de suporte do soloISC = índice de suporte california mede a capacidade de suporte de um solo compactado
método de ensaio empírico
determina CBR e E - 76ensaio CBRpressão necessária para penetrar um pistão num cp é comparada com um material padrão - brita estabilizada granulometricamente
- 77cálculo do CBRpressão calculada/pressão padrão
*pressão=força/área - 78veículo padrãoserve de referência para os demais carregamentos. o tráfego dos veículos é expresso em termos do número equivalente de solicitações do eixo padrão
- 79eixo padrãoeixo simples com rodas duplas de 8,2tf
- 80problemas para estimativa do tráfegofalta de controle da pressão de inflação de pneus
pressão de inflação diferente da usada na prática -> alteração na distribuição de tensão - 81tráfego e seus componentesveículo de passeio, caminhão leve, médio e pesado, reboques e semi-reboques, ônibus
- 82peso dos veículospeso total = peso do veículo + peso da carga
- 83peso útilpeso da carga
- 84lotação Lpeso útil máximo
- 85tara T ou peso mortopeso do veículo sem carga
- 86peso bruto total PTBpeso útil + tara de um veículo unitário
- 87PTB máximolotação + tara
- 88PTBC peso bruto total combinadopeso util +soma das taras das unidades de combinação
- 89PTBC máximolotação + soma das taras
- 90composição do tráfego para dimensionamento de um pavimentobaseado no VDM - volume diário médio - de veículos, no ano méido do período de projeto, adicionando uma taxa de crescimento do tráfego
- 91VDM - volume diário médionúmero de veículos que circulam em uma estrada em um ano, dividido pelos dias do ano
- 92classificação do tráfegomenos de 50 comerciais/dia - leve
entre 50 e 300 - médio
mais de 300 - pesado - 93fator de equivalência das operaçõesconversão de aplicações de diferentes solicitações em um número equivalente de aplicações do eixo padrão
eixo real => conversão para o eixo padrão - 94cálculo do número de solicitações para o período de projetoinforma quantas repetições de carga (eixo simples de roda dupla - 8,2tf) o pavimento irá receber em sua vida útil
- 95FEOfatores de equivalência de operações - equações/gráfico
- 96número de solicitações NN = 365. VDMm . p. FC . FE . FR
- 97Nnúmero de solicitações do eixo padrão
- 98VDMmvolume diário médio de tráfego no ano médio de projeto (veículos/dia) para a faixa mais solicitada
- 99pperíodo de projeto em anos
- 100FCfator de carga
- 101FEfator de eixo
- 102FRfator climático regional, =1
- 103VDMmVDMf = VDM0 [1+(p-1)t]
- 104envelheciento do asfaltoidade mesmo ou perda de flexibilidade, oxidação
Information
- Description
- Gerente de Projetos construção de estradas e vias urbanas Flashcards on prova 1, created by Nathalie Borges on 22/03/2023.
- Created by
- Nathalie Borges · Mar 2023
- Updated
- Apr 20, 2023
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