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Flashcards

MICOSES SUBCUTANEAS E SISTEMICAS

AMANDA VIEIRA APS estudar Portuguese 22 cards

MICOSES SUBCUTANEAS E SISTEMICAS

Cards in this deck (22)

  1. 1COMO SÃO CLASSIFICADAS AS MICOSESCOMO SÃO CLASSIFICADAS AS MICOSES
  2. 2QUAIS AS CARACTERISTICASQUAIS AS CARACTERISTICAS
  3. 3FALE DA EPIDEMIOLOGIA DA ESPORTRICOSEUniversal: tropical e subtropical
    • Zona rural: homens, agricultores, jardineiros
    • Caçadores de tatus (doença profissional)
    • Novo padrão: Rio de Janeiro, doença urbana (padrão urbano), pessoas que lidam com gatos, notificação compulsória
  4. 4COMO É A EPIDMEIOLOGIA DA ESPOROTRICOSE• Sporothrix schenckii
    • Fungo dimórfico: Fungo filamentoso no meio ambiente e
    ao penetrar no ser humano vira leveduriforme
    • Subagudo e crônico
    • Inoculação por trauma: espinhos, farpas, arame, mordida,
    arranhadura de animais (gatos). A partir dai ele pode se
    disseminar ou via contiguidade ou via linfática. Pode acometer outros órgãos em imunodeprimidos.
    • Vias de propagação: contiguidade e linfática
    • Fungo saprófito: se alimenta de matéria orgânica em decomposição)
    • Reservatório natural: solo
    • Período de incubação: 3 dias a 12 semanas
    • Cancro esporotricósico: é a lesão inicial no local da inoculação do fungo
    • A evolução depende do sistema imunológico: Se a imunidade for baixa, pode se espalhar via linfática, se imunidade for alta, a lesão é mais localizada
  5. 5como é a clinica da esporotricosecomo é a clinica da esporotricose
  6. 6DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO
  7. 7QUAL O DIAGNOSTICO DIFERENCIAL DA ESPOROTRICOSEPLECT
    P: Paracoccidioidomicose
    L: Leishmaniose
    E: Esporotricose
    C: Cromomicose
    T: Tuberculose/tumores
  8. 8QUAL O TRATAMENTO PARA ESPOROTRICOSEQUAL O TRATAMENTO PARA ESPOROTRICOSE
  9. 9CASO CLINICO ESPOROTRICOSECASO CLINICO ESPOROTRICOSE
  10. 10CROMOMICOSE- CONCEITUE• Tropical/subtropical
    • Zonas rurais
    • Crõnicas
    • Inoculação: trauma
    • Propagação: contiguidade e linfática
  11. 11ETIOLOGIA DA CROMOMICOSE• Fungo demáceo: Fonsecaea pedrosoi (fungo enegrecido,
    preto)
    • Corpos fumagóides: forma parasitária (arredondadas).
    Estrutura arredondada enegrecidas com uma septação
    central (é uma estrutura de divisão celular)
  12. 12CLINICA DA CROMMOMICOSE• Placa vegetante de aspecto verrugosa, com crescimento
    lento e continuo, que gera fibrose no local acometido, gerando perda de movimento de articulação., limitação de
    movimento (impotência funcional)
    • Acomete os MMII
    • Período de incubação: 1 a 2 meses
    • Vegetantes/verrucosas
    • Crescimento contínuo
    • Impotência funcional
  13. 13COMO SE FAZ O DIAGNOSTICOCOMO SE FAZ O DIAGNOSTICO
  14. 14QUAL O DIAGNOSTICO DIFERENCIAL DA CROMOMICOSEPLECT
    P: Paracoccidioidomicose
    L: Leishmaniose
    E: Esporotricose
    C: Cromomicose
    T: Tuberculose/tumores
  15. 15COMO É O TRATAMENTO DA CROMOMICOSECOMO É O TRATAMENTO DA CROMOMICOSE
  16. 16FALE DA EPIDEMIOLOGIA DA PARACOCCIDIOIDOMICOSE• Importância epidemiológica no Brasil (80% dos casos)
    • Elevada mortalidade: 7ª causa de morte entre doenças
    infecto-parasitárias e 1ª causa entre micoses sistêmicas
    • Possíveis apresentações clinicas: crônica (mais comum,
    no adulto, principalmente no sexo masculino; tabagismo
    e etilismo são facilitadores); subaguda e aguda (acomete mais crianças e jovens de ambos os sexos)
    • No Brasil ocorre principalmente no Centro-Oeste: clima
    mais ameno (17-24°C), regiões rurais (rios)
    • É endêmica na América Latina, especialmente México e
    Argentina
  17. 17PORQUE A PARACOCCIDIOIDOMICOSE NÃO AFETA MULHERESObservação: Na mulher não acontece devido a proteção
    pelo estradiol, que mata o fungo. A diferença de incidência
    por sexo é atribuída a fatores hormonais. O Paracoccidioides brasiliensis possui receptores de b estradiol em sua
    membrana citoplasmática, que impede a transformação
    da fase filamentosa em leveduriforme.
  18. 18QUAL A ETIOPATOLOGIA DA PARACOCCIDIOIDOMICOSE• Paracoccidioides brasiliensis
    • Fungo dimorfo: filamentoso no meio ambiente (vegetais
    e solo úmido) e leveduriforme nos seres humanos
    • Inoculação por via respiratória
    • Propagação: via linfática e sanguínea
    • NÃO existe transmissão entre humanas, somente se a
    pessoa inalar o fungo do meio ambiente, inalar a hifa
    • A evolução da doença vai depender da imunidade do
    hospedeiro
  19. 19como é a clinica da paracoccidioidomicose• Infecção: sem lesões clinicas. Pode evolui para a forma
    aguda ou crônica
    • Aguda ou subaguda infantil: acomete crianças, baixa
    imunidade. S reticuloendotelial
    • Crônica do adulto: em adultos, por reativação, por uma
    baixa de imunidade. Acomete o pulmão em 80 a 90% dos
    casos. Uni ou multifocal
    • Cicatricial: tratou a infecção mas ficou com fibrose (reação granulomatosa). Acontece em pacientes tratado
  20. 20como é feito o diagnostico da paracoccidioidomicosecomo é feito o diagnostico da paracoccidioidomicose
  21. 21QUAL O DIAGNOSTICO DIFERENCIAL DA PARACOCCIDIOIDOMICOSEDIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
    “PLECT”
    P: Paracoccidioidomicose
    L: Leishmaniose
    E: Esporotricose
    C: Cromomicose
    T: Tuberculose/tumores
  22. 22COMO É O TRATAMENTO DA PARACOCCIDIOIDOMICOSECOMO É O TRATAMENTO DA PARACOCCIDIOIDOMICOSE

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estudar APS Flashcards on MICOSES SUBCUTANEAS E SISTEMICAS , created by AMANDA VIEIRA on 04/05/2024.
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