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Teoria Geral dos Contratos
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Teoria Geral dos Contratos
Visão Contemporânea
- O contrato sempre atenderá a interesses privados, os quais terão perspectivas de não prejudicar a sociedade
- Preocupação com repercussão social - nucleada na solidariedade social
- Autonomia da Vontade (Contratação a partir da absoluta liberdade) --> Autonomia Privada (exercício da liberdade contratual baseado em valores constitucionais)
- Teoria da eficácia horizontal dos direitos fundamentais - Repersonalização do Direito Civil
- Contrato - estrutura complexa - processo.
- O contrato não deixou de se preocupar com a satisfação do interesse do credor, mas passou a enfatizar a necessidade de COOPERAÇÃO na consecução deste fim.
- STF - Mutação conceitual dos contratos - Mudança na interpretação sem alterar a estrutura ôntica
- Não pode mais se restringir a um acordo de vontade para fins patrimoniais. Boa-fé, função social, equilíbrio econômico
- Novas possibilidades contratuais: I- Contratos de direitos da personalidade (cessão de imagem, barriga de aluguel) II- Contratos de Direito de Família - pacto antenupcial , contrato de convivência III-Contratos relacionais ou de longa duração(cativo) - fornecimento de água, plano de saúde, etc. IV- Contratos do CDC - posição finalística mitigada - possibilidade de a pessoa jurídica se enquadrar no conceito de consumidor
- O contrato sempre atenderá a interesses privados, os quais terão perspectivas de não prejudicar a sociedade
Contratos e Direito Intertemporal
- Contrato que se prolonga no tempo - Relação jurídica de trato sucessivo
- Qual norma jurídica a ser aplicada??
- Artigo 2035 CC
- Existência e Validade - Norma jurídica vigente na data da celebração do contrato
- Eficácia - Norma vigente no momento presente
- Mudança de regime de bens - plano da eficácia - aplicação da lei nova
- Cuidado! Multa está no plano da eficácia
- As convenções de condomínio antes do CC 2002 que previa multa de até 20% ainda assim vão se adequar a nova regra(não pode exceder a 2%)
- A proibição de sociedade entre pessoas casadas sob o regime da comunhão universal ou da separação obrigatória (artigo 977CC) só atinge as sociedades constituídas após a vigência do CC 2002
- Eficácia - Norma vigente no momento presente
ELEMENTOS DE VALIDADE
- Artigo 104
- Agente Capaz
- O grau de capacidade influencia o tipo de invaliade
- Contratos difusos ou coletivos - efeitos transindividuais
- Em certos casos, é possível a produção de efeitos em contratos celebrados com incapaz
- ARTIGOS 588 e 589 CC
- Entes Despersonalizados podem contratar
- Objeto lícito, possível , determinado ou determinável
- A indeterminalidade inicial de um objeto de contrato só o invalida se for absoluta. Se for superveniente não invalidará ( só atinge a eficácia)
- Artigo 106
- Não pode ser objeto de contrato a herança de pessoa viva - Proibição de pacta corvina/sucessória
- Nulidade por força da ilicitude do objeto
- EXCEÇÃO: Possibilidade de partilha em vida
- Artigo 2018 CC É válida a partilha feita por ascendente, por ato entre vivos ou de última vontade, contanto que não prejudique a legítima dos herdeiros necessários
- Se todos os herdeiros necessários forem maiores capazes, não existir conflito entre eles e o autor da herança reservar para si forma de subsistência
- A indeterminalidade inicial de um objeto de contrato só o invalida se for absoluta. Se for superveniente não invalidará ( só atinge a eficácia)
- Forma prescrita e não defesa em lei
- Regra Geral - Forma livre - Consensualismo
- Somente precisam ser formais quando:
- Mitigação da regra dos contratos imobiliários -> Função social do contrato - se preocupa com os usos e costumes do brasileiro (artigo 108 CC)
- Houver disposição normativa
- Expressa disposição das partes
- Em contratos formais a violação de forma gera nulidade
- ARTIGO 166, IV CC Ex: Artigo 109 CC
- CONSENTIMENTO
- Vontade livre e desembaraçada
- Vício de vontade/consentimento - gera ANULABILIDADE
- Erro, dolo, coação, lesão, estado de perigo, fraude
- Devem ser averiguados no momento da declaração de vontade e não posteriormente
- Silêncio - importa anuência quando não se exige forma expressa, e se os usos e costumes permitirem
- No Brasil, a simples celebração do contrato não gera aquisição de propriedade. Exige-se a entrega da coisa
- Vício de vontade/consentimento - gera ANULABILIDADE
- Vontade livre e desembaraçada
REGRAS DE INTERPRETAÇÃO
- A vontade humana nem sempre é manifestada com precisão
- REGRA PRINCIPAL (DE OURO)
- Artigo 113 CC
- Boa-fé Objetiva - Comportamento - Norma Princípio - Eticidade
- # Boa-fé Subjetiva - Conhecimento(psicológica) - Norma Regra
- A contradição do comportamento contraditório decorre da boa-fé objetiva
- Ninguém pode se valer da sua própria torpeza
- NEMO AUTIRUR PROPRIAM TURPITUDINEN ALLEGANS
- REGRAS ACESSÓRIAS (combinantes)
- Auxiliam a interpretação pela regra principal
- Contratos com reserva mental
- É a intenção de não cumprir o que se declarou
- Artigo 110 CC
- Reserva mental conhecida - Simulação - Nulidade
- Reserva mental não conhecida da parte contrário - Contrato Subsiste = Protege-se a boa-fé subjetiva
- Prejuízo resolvido com perdas e danos
- É a intenção de não cumprir o que se declarou
- Declaração de Vontade
- Artigo 112 CC Boa-fé objetiva
- Intenção das partes prevalece o sentido literal da linguagem
- Interpretação restritiva
- Artigo 114 CC
- Contratos Benéficos
- Cláusulas de Renúncia
- Cláusulas Sancionatórias
- Fiança
- Súmula 214 STJ - O fiador na locação não responde por obrigações resultantes de aditamento ao qual não anuiu Lei de Locações - o fiador permanece obrigado até a devolução das chaves, salvo disposição em contrário
- Aval
- Interpretação do autocontrato
- Contrato consigo mesmo
- Possibilidade de representação privada - conferir poderes a alguém para atuar em nome do mandante.
- Quando uma mesma pessoa figura em ambos os polos da relação contratual ao mesmo tempo, em um deles em nome próprio, e no outro em nome alheio
- Se for celebrado com prejuízo para o mandante - ANULÁVEL
- Se decorrer de Contrato de Adesão ou de Consumo - NULIDADE
- SÚMULA 60 STJ
- Contrato consigo mesmo
- Interpretação dos Contratos de Adesão
- Artigo 423 CC
- (Cláusulas ambíguas ou contraditórias) Interpretação mais favorável ao aderente
- Interpretação das cláusulas que estabelecem renúncia antecipada em contrato de adesão
- Artigo 424 CC Súmula 335 STJ
- Nulas
- Cuidado! Nos contratos de locação é válida a cláusula de renúncia à indenização das benfeitorias e ao direito de retenção
- Interpretação do contrato aleatório
- Artigos 458 a 461 CC
- Possibilidade de um acontecimento episódico externo influenciar os efeitos do contrato
- Ex: Safra agrícola
- Emptio spei - assume-se o risco de a compra futura inexistir (Art. 458 CC)
- Emptio rei speratur- assume-se o risco apenas em relação à quantidade da coisa futura adquirida (Art. 459 CC)
CONTRATO PRELIMINAR
- Artigos 462 a 466 CC Pré-contrato ou promessa de contrato
- Não há relação de subordinação
- Não há dependência, não há subordinação - não há relação de acessoriedade Deve conter todos os requisitos do contrato que se prometeu, EXCETO QUANTO À FORMA
- Obrigação de Fazer - Tem sempre por objeto a efetivação de um contrato definitivo
- Obrigação de fazer consistente a celebrar outro contrato
- Promessa de Compra e Venda - contrato pelo qual as partes se vinculam com um pagamento de valor denominado sinal tendo ainda em sua força vinculante a possibilidade de celebração em data certa e futura de um contrato principal
- Tutela Jurídica: Gera possibilidade de perdas e danos ou tutela específica
- Artigo 466 CC Opção do interessado
- Mesmo que o contrato definitivo deva ser celebrado por escritura pública, o preliminar pode ser lavrado em instrumento particular
- ARTIGO 462 A promessa de compra e venda de um imóvel não precisa ter a mesma forma que o contrato de compra e venda
- O registro é necessário para que o contrato preliminar tenha efeitos em relação a terceiros
- STJ permite a propositura de ação de adjudicação compulsória mesmo não estando registrado o compromisso de compra e venda irretratável e irrevogável
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO DIREITO DOS CONTRATOS
- Obs.: As regras e os princípios são fundamentais - sem possuir hierarquia
- Tiveram um papel reduzido até a Constituição de 1988.
- Historicamente, nos países com direito positivo, os princípios eram meras regras de desempate - usados apenas quando o juiz não conseguia julgar conforme a lei
- Norma Jurídica = Norma Princípio (conteúdo aberto- solução casuística) + Norma Regra (conteúdo fechado - solução apriorística)
- Princípio interpretativo das normas - Razoabilidade
- Exemplo: STJ tem entendido que se deve interpretar as cláusulas de condomínio que proíbem animais, por exemplo, com razoabilidade - respeitando os valores de vizinhança do art. 1277CC
- Técnica de solução de conflitos principiológicos - ponderação de interesses
- Ex> Súmula 209 STJ Uso da ponderação
- No que diz respeito às REGRAS, a técnica utilizada é derrotabilidade/superabilidade
- FORÇA NORMATIVA DOS FATOS - Modelo tudo ou nada - ou aplica a regra ou não. Quanto não se mostrar válida para o caso concreto a regra não será aplicada
- MITIGAÇÃO - em certos casos é preciso flexibilizar a regra e superá-la, para garantir que o fundamento do princípio decorrente que inspirou a regra seja respeitado
- FORÇA NORMATIVA DOS FATOS - Modelo tudo ou nada - ou aplica a regra ou não. Quanto não se mostrar válida para o caso concreto a regra não será aplicada
PRINCÍPIOS CONTRATUAIS CC/02
- BOA-FÉ OBJETIVA
- Artigo 422 CC # Boa-fé subjetiva = conhecimento, psicológica. Norma-regra
- Norma-Princípio - comportamento probo, ético. Eticidade mínima que se espera das partes
- Diretrizes do CC/02: Operabilidade, Socialidade, Eticidade
- Eticidade # Moralidade (sentimento pessoal, individual)
- Quando se projeta uma moral social - aquilo que se espera de todos - Ética - honestidade, transparência, informação correta, etc
- É abstrata - valor aplicado a ambos os contratantes para que se comportem com eticidade.
- Não é correção de posições de inferioridade ou hipossuficiência e nem visa suprir vantagens contratuais LICITAMENTE obtidas
- A boa-fé objetiva não pode ser aplicada da mesma forma às relações de consumo e às relações mercantis ou societárias
- Não é sacrifício de posições contratuais de vantagem
- Triplice Função
- Interpretativa
- Artigo 113 CC
- Sentido e alcance éticos
- Integrativa
- Estabelecimento de deveres anexos
- Deveres implícitos que fazem que a boa-fé objetiva seja uma fonte autônoma de obrigações
- Estabelecimento de deveres anexos
- Limitadora/Restritiva/Controle
- Antítese da função integrativa
- Espécie de freio na contratação
- Impede o exercício de direitos que estão no contrato, mas cujo exercício se mostra abusivo
- Interpretativa
- FUNÇÃO SOCIAL DO CONTRATO
- Artigo 421 CC
- O direito contratual passou a ter tutela interna (boa-fé objetiva) e externa (função social)
- Representa a socialidade. Preocupação com o exercício de direitos perante terceiros e coletividade
- Contrato para além do contrato.
- Eficácia externa: Terceiro ofensor - terceiro lesante ou cúmplice. Terceiro ofendido - terceiro lesado
- Súmula 308 STJ Artigo 608 CC
- Tríplice função
- Contrato entre as partes não deve prejudicar terceiros
- Não deve prejudicar a coletividade
- Terceiros não devem prejudicar os contratos alheios
- Não se restringe a garantir uma proteção externa - mas proporciona uma eficácia interna - visando preservar a dignidade da pessoa humana e as garantias dos contratantes
- Ex: Súmula 302 STJ
- EQUILÍBRIO ECONÔMICO E FINANCEIRO
- Artigo 317 e 478 CC = Justiça contratual e o revisionismo
- Teoria da Imprevisão
- O CDC adotou a Teoria da Onerosidade Excessiva Pura/Teoria da Base objetiva do contrato - dispensa a discussão sobre o fato extraordinário imprevisível. Sendo, portanto, irrelevante se a onerosidade excessiva veio de um fato previsível ou imprevisível.
- Contrato de Trato Sucessivo
- Onerosidade excessiva SUPERVENIENTE
- Desequilíbrio/desarmonia entre as prestações Tem que ser sempre POSTERIOR/SUPERVENIENTE a celebração do contrato. Se a onerosidade excessiva estiver presenta na data da contratação - causa de nulidade/anulabilidade
- Álea extraordinária e IMPREVISÍVEL- fato externo superveniente ao contrato
- Inexistência de culpa dos contratantes pelo fato externo
- A imprevisibilidade extraordináia exigida não está presente na sua causa, mas sim nos seus efeitos
- Correspondência entre vantagens de uma parte e onerosidade excessiva de outro
- # Teoria da Onerosidade Excessiva (CDC) - é irrelevante se a onerosidade é imprevisível ou previsível
- BOA-FÉ OBJETIVA
FORMAÇÃO DOS CONTRATOS
- Contrato Preliminar (eventualmente) --- Formação -- Negociações Preliminares --- Proposta/Oferta/Policitação -- Aceitação/Oblação
- Negociações Preliminares
- Diz respeito aos ajustes prévios - as partes estudam o interesse, conveniência e oportunidade em celebrar o contrato
- Nessa já incide a função integrativa da boa-fé objetiva
- Os deveres anexos estarão presentes desde antes até após a contratação Artigo 422 CC
- Nessa já incide a função integrativa da boa-fé objetiva
- Não há vinculação ao negócio, mesmo quando surge um projeto ou minuta
- Qualquer parte pode afastar-se alegando desinteresse, sem responder por perdas e danos. Salvo se ficar demonstrada a intenção de causar dano - art.186 CC
- Diz respeito aos ajustes prévios - as partes estudam o interesse, conveniência e oportunidade em celebrar o contrato
- Proposta/Oferta/Policitação
- Declaração da vontade de contratar.
- Vincula o proponente e seus herdeiros ou sucessores, SALVO se o contrário resultar da sua natureza, circunstâncias ou disposição expressa
- Proposta Não Obrigatória:
- Em razão das circunstâncias - Artigo 428,CC
- Se contiver cláusula expressa a respeito
- Em razão da natureza do negócio
- Proposta Não Obrigatória:
- A proposta deve conter:
- Elementos essenciais do negócio proposto
- Como preço, quantidade, tempo de entrega, forma de pagamento
- Deve ser séria e consciente, pois vincula o proponente
- Artigo 427 CC
- Deve ser clara, completa e inequívoca
- Elementos essenciais do negócio proposto
- Vincula o proponente e seus herdeiros ou sucessores, SALVO se o contrário resultar da sua natureza, circunstâncias ou disposição expressa
- A oferta feita ao público vincula o proponente nos mesmos termos da proposta individual
- Artigo 429 CC O interessado escolhe entre perdas e danos ou tutela específica
- Declaração da vontade de contratar.
- Aceitação/Oblação
- Adesão a anuência da proposta que foi realizada
- No Brasil, não se admite aceitação parcial
- Deve ser plena e integral
- No Brasil, não se admite aceitação parcial
- Precisa ser séria, idônea ou integral
- Pode ser expressa ou tácita
- Aceitação fora do prazo, com adição, restrição ou modificação não é aceitação, mas sim nova proposta(contraproposta)
- Artigo 431
- Contrato entre presentes - deve ser imediata, salvo disposição em contrário.
- A contratação se forma no momento da aceitação
- Contratação por telefone equivale a um contratação entre presentes
- Mensagens instantâneas - contrato entre presentes.
- Todavia, se não tratar de mensagens instantâneas - contratos entre ausentes
- Mensagens instantâneas - contrato entre presentes.
- Contratos entre ausentes - o contrato se forma no momento da EXPEDIÇÃO pela aceitação, TEORIA DA EXPEDIÇÃO
- Artigo 434 CC Teoria da Expedição
- EXEÇÕES
- Quando a aceitação for inexistente em razão de antes dela ou com ela chegar a retratação do aceitante
- Se o proponente houver se comprometido a esperar resposta
- Se ela não chegar no prazo convencionado
- Formação do contrato entre ausentes por meio eletrônico - completa-se com a recepção da aceitação pelo proponente. Teoria da Cognição
- Adesão a anuência da proposta que foi realizada
LUGAR DO CONTRATO
- Artigo 435 CC
- Lugar em que foi proposto - relações jurídicas internas - domésticas
- LINDB - lugar do contrato é a residência do proponente - aplica-se em contratos internacionais
- # Foro de eleição(lugar competente para dirimir eventuais conflitos)
- Mitigação da Súmula 33 STJ Juiz pode controlar de ofício uma competência que seria relativa em contratos de adesão com cláusula abusiva ao aderente
INTERVENÇÃO DE TERCEIROS
- O contrato entre duas partes pode atingir terceiros
- Promessa de Fato de Terceiro
- Artigo 439 CC
- Obrigação de fazer consistente em uma outra pessoa cumprir o que se prometeu.
- A responsabilidade é de quem fez a promessa, caso o prometido não cumpra
- A responsabilidade civil somente recairá diretamente sobre o prometido se ele anuiu a promessa ou quando o promitente era seu representante
- Estipulações em Favor de Terceiros
- Artigos 436 a 438 CC
- Se caracteriza pela celebração de um contrato entre duas partes contendo uma previsão em que os efeitos benéficos daquele negócio serão produzidos a um terceiro
- Ex: Seguro de vida, divórcios consensuais Estipulante (segurado), Contratada (seguradora)
- Terceiro beneficiário = estipulado - não é parte do contrato - não precisa ser capaz e nem solvente
- Apesar de não ser parte, pode exigir o cumprimento do contrato de acordo com a regra do contrato, salvo disposição contrária
- O estipulante pode a qualquer tempo substituir o beneficiário. Somente não será possível , se já tiver executado o contrato
- Contrato com Terceiro/Pessoa a Declarar
- Artigos 467 a 471 CC
- Ocorre quando o contrato celebrado entre as partes, contém uma cláusula indicando que um ou ambos os contratantes reservam para si o direito de, dentro de determinado prazo ( 5 dias quando nada disser) , indicar a pessoa que vai figurar naquela posição contratual
- Esse terceiro precisa aceitar a condição que lhe está sendo atribuída. E tem que ser da mesma forma usada na celebração do contrato
- Se o terceiro indicado não aceitar ou for incapaz ou insolvente - contrato permanece válido e eficaz entre as partes originárias
- Esse terceiro precisa aceitar a condição que lhe está sendo atribuída. E tem que ser da mesma forma usada na celebração do contrato
- Essa pessoa indicada assume a posição de parte - retroativamente assume direitos e deveres desde a data da celebração
- Mutação da posição contratual - sem transmissão
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- Analista Judiciário Direito Civil Mind Map on Teoria Geral dos Contratos, created by Ana Beatriz Moraes on 28/03/2016.
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- Ana Beatriz Moraes
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