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Mapa mental

ENTEROPARASITOS 1

Willian Custódio Farmácia Português

Conteúdo do mapa

ENTEROPARASITOS 1

  1. CLASSE: Nematoda

    • GEOHELMINTOS
      • Ascaris lumbricoides
        • CARACTERISTICA
          • Os ovos devem ser gerados no solo, assim como o desenvolvimento do ovo também requere estar no solo.
          • FORMAS EVOLUTIVAS
            • : Ovo, L1, L2, L3, L4 e adulto
            • INFECTANTE: Ovo larvado (L3)
            • DIAGNOSTICO: Ovos (larvados e inférteis)
        • DOENÇA CAUSADA: Ascaridíase
          • FORMA DE TRANSMISSÃO: Ingestão de ovos larvados através de comida e água contaminadas através de carreadores como poeira, aves e insetos. Mãos contaminadas levadas à boca
          • TIPO DE DIAGNOSTICO: Coleta de fezes, método de Hoffman e Kato-Katz, sedimentação espontânea.
          • TRATAMENTO: Albendazol, mebendazol, pamoato de pirantel
        • PROFILAXIA: Educação em saúde, saneamento básico, tratamento de indivíduos parasitados, exames de rotina.
      • Necator americanus
        • CARACTERÍSTICA
          • O desenvolvimento da larva dentro do ovo, a eclosão e a maturação acontecem no solo (ovo até L3).
          • DOENÇA CAUSADA:
            • FORMA DE TRANSMISSÃO: Larva em L3 penetra pela pele na sola dos pés. Os ovos são liberados nas fezes
            • TIPO DE DIAGNÓSTICO: Exame de fezes, Harada-Mori, Hoffman, Blagg e Wills, sedimentação espontânea.
            • TRATAMENTO: Albendazol e similares
            • Ancilostomose, amarelão
        • MORFOLOGIA: Cápsula bucal subglobular dorsal com 2 pares de lâminas. Há dimorfismo sexual, macho possui extremidade posterior alargada. A fêmea não possui o espinho como no A. duodenale. Larva em L3 filarióide possui bainha. Possui esôfago, bulbo e vestíbulo bucal bem desenvolvido. Primórdio genital pouco visível
      • Strongyloides stercolaris
        • CARACTERÍSTICA DE GEOHELMINTO
          • No ciclo direto, larva rabditóide (eliminada nas fezes) amadurece no solo (L1-L3). No ciclo indireto, acontece diferenciação da larva rabditoide em macho ou fêmea (não possuem poder de penetração cutânea). Esses machos e fêmeas fazem uma pseudo-cópula e geram ovos, que amadurecem até L3 no próprio solo, e em seguida, penetram na pele do hospedeiro.
          • DOENÇA CAUSADA: Estrondiloidíase
            • FORMA DE TRANSMISSÃO: Cutânea, diretamente do solo. Há auto-infecção interna e externa., assim como heteroinfecção.
            • TRATAMENTO: Albendazol e similares.
            • FORMAS EVOLUTIVAS
              • FORMA EVOLUTICA INFECTANTE: L3 filarioide
              • DIAGNÓSTICO: Larvas rabditoides L1
            • TIPO DE DIAGNÓSTICO: Exame de fezes e imagem. Método de Rugai, método de Baermann, Harada-Mori. Pode ser usado Hoffman porém não é o mais adequado.
            • PROFILAXIA: Educação sanitária, saneamento básico, higienizar mãos, tratamento do paciente parasitado e investigação dos demais membros da família, uso de calçados.
            • TRATAMENTO: Albendazol e similares.
        • MORFOLOGIA: Macho e fêmea possuem esôfago, vestíbulo bucal pequeno, ístimo, bulbo bem desenvolvido, primórdio genital bem aparente. Larva filarióide possui calda bifurcada e não possui bulbo.
      • Trichuris trichiura
        • CARACTERÍSTICA
          • Desenvolvimento inicial do ovo depende da temperatura do solo, até atingir a forma infectante.
          • FORMAS EVOLUTIVAS
            • INFECTANTE: Ovo na fase L3
            • DIAGNÓSTICO: Ovo
        • DOENÇA CAUSADA: Tricuríase, causa prolapso retal.
          • FORMA DE TRANSMISSÃO: ingestão do ovo por alimentos e água infectada. Dispersão por vetores mecânicos como insetos.
          • TIPO DE DIAGNÓSTICO: Exame de fezes, método de Hoffman e método de Faust
          • TRATAMENTO: Mebendazol e pamoato de oxantel
        • PROFILAXIA: Educação em saúde, saneamento básico, tratamento de indivíduos parasitados, exames de rotina
      • Ancylostoma duodenale
        • CARACTERÍSTICA DE GEOHELMINTO
          • FORMAS EVOLUTIVAS
            • INFECTANTE: Larva madura L3
            • DIAGNÓSTICO: Larva rabditoide e ovo
            • DIAGNÓSTICO: Larva rabditoide e ovo
          • DOENÇA CAUSADA
            • FORMA DE TRANSMISSÃO: Cutânea, larva madura penetra pela pele da sola do pé. Os ovos são liberados nas fezes. Duodenale pode ser transmitida por via oral, através de alimentos e água contaminados, porém não faz o ciclo de Loss.
            • TIPO DE DIAGNÓSTICO: Exame de fezes, Harada-Mori. Hoffman, Blagg e Wills, sedimentação espontânea.
          • PROFILAXIA: Educação sanitária, saneamento básico, higienizar mãos e alimentos crus, proteção de alimentos contra vetores mecânicos, tratamento do paciente parasitado e investigação dos demais membros da família, uso de calçados
        • CICLO DE VIDA: Monoxeno
          • Passa de L3 para L4 no pulmão. Se torna adulto no intestino delgado, onde fixa-se permanentemente.
          • faz ciclo de Loss. Passa de L3 para L4 no pulmão. Se torna adulto no intestino delgado, onde fixa-se permanentemente
          • faz ciclo de Loss.
          • Duplo ciclo evolutivo. Monoxeno, pode ser direto (fêmea partenogenética) e indireto. Faz ciclo de Loss, onde faz L3 para L4.
    • NÃO GEOHELMINTOS
      • Enterobius vermicularis
        • DOENÇA CAUSADA: Enterobíase
          • FORMA DE TRANSMISSÃO: Auto-infecção direta quando o indivíduo coça a região perianal onde estão depositados os ovos, e leva a mão à boca. Também pode ocorrer por roupas, assentos, cobertores.
          • TIPO DE DIAGNÓSTICO: Exame de fezes, método de Graham, swab anal.
            • TRATAMENTO: Albendazol, mebendazol, pamoato de pirantel.
        • FORMAS EVOLUTIVAS
          • INFECTANTE: Ovo larvado (L5)
          • DIAGNÓSTICO: Ovo
          • L1, L2, L3, L4 e adulto
            • FORMAS EVOLUTIVAS
              • INFECTANTE: Larva madura L3
              • DIAGNÓSTICO: Larva rabdiotoide e ovo
        • PROFILAXIA: Educação em saúde, saneamento básico, tratamento de indivíduos parasitados, exames de rotina. Além disso, banhos matinais, troca de roupas frequente, manter unhas curtas e mãos limpas, evitar lotação de quartos e alojamentos.
        • MORFOLOGIA: Fêmea maior que o macho, possui asa cefálica, esôfago, bulbo, ístimo. Ovo em forma de mamão, bem característico.

Informações

Descrição
Trabalho UFPR Parasito - Willian Custódio de Melo GRR20180443
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