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Feudalismo

Mariana Silva História Enem Portuguese 14 slides

Slides in this set (14)

  1. A FORMAÇÃO DA EUROPA FEUDAL

    • A EUROPA DA ALTA IDADE MÉDIA: TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS
    • A IGREJA E A EVANGELIZAÇÃO DOS POVOS BÁRBAROS
    • O REINO CRISTÃO DOS FRANCOS
    • SOCIEDADE E ECONOMIA NA ORDEM FEUDAL
    • TRANSFORMAÇÕES DO FEUDALISMO
    • A CULTURA NA BAIXA IDADE MÉDIA
  2. Slide 2

    • A EUROPA DA ALTA IDADE MÉDIA: TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS
    • A crise da escravidão e a ruralização da sociedade
    • A família, o casamento e a mulher
    • A violência no cotidiano
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    • A crise da escravidão e a ruralização da sociedade
    • À medida que as invasões bárbaras avançaram e se tornava cada vez mais difícil abastecer as cidades, a vitalidade do grande comércio diminuiu e a população urbana decresceu sensivelmente, levando as propriedades rurais a produzir basicamente para sua subsistência. Para os donos de terras, tornou-se improdutivo manter um contingente numeroso de escravos.
    • Assim, os antigos escravos passaram a trabalhar em pequenos terrenos conhecidos como mansos, situados às margens das grandes propriedades, os domínios senhoriais.
    • A escravidão não desapareceu subitamente com o fim do Império Romano do Ocidente.
    • No campo, porém, tornava-se cada vez mais difícil distinguir os antigos escravos dos camponeses livres. Assim, esses dois estratos populacionais acabaram se misturando e fundindo-se numa única camada social, a dos servos, que se caracterizavam por estarem presos à terra e pelo dever de prestar serviços ao senhor.
    • As mudanças ocorridas com o declínio do Império Romano do Ocidente levaram a uma crescente ruralização da sociedade e à privatização de muitos aspectos da vida.
    • A cidadania e o direito, que antes eram garantidos por uma série de instituições que não existiam mais, foram substituídos pelos laços de fidelidade entre as pessoas, por exemplo, os laços que prendiam os servos aos senhores dos grandes domínios rurais.
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    • A família, o casamento e a mulher
    • Entre os germânicos, como os francos, os godos e os burgúndios, o modelo de família que predominava era o patriarcal, que abrangia o conjunto da parentela, incluindo parentes distantes, viúvas, órfãos, sobrinhos e escravos.
    • Os homens adultos da família tinham a obrigação essencial de proteger os mais fracos: velhos, crianças, mulheres e escravos.
    • Já o papel das mulheres era casar-se para gerar filhos.
    • Normalmente, as meninas casavam-se entre 12 e 14 anos e eram educadas desde cedo para serem submissas às ordens do marido. As mulheres nobres ficavam, em geral, confinadas ao ambiente doméstico, enquanto as camponesas dedicavam-se ao trabalho nos campos, juntos aos seus maridos e filhos.
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    • A violência no cotidiano
    • Desde criança, o guerreiro germânico devia aprender a montar a cavalo, correr, marchar e manejar armas como a espada, o arco e o machado. As caçadas na floresta tinham à função de estimular a agressividade e desenvolver as habilidades do guerreiro. Era um verdadeiro treinamento para guerra.
    • Nas sociedades germânicas, a violência era um fato cotidiano e banal. Matar era um dever masculino, além de ser uma prova de coragem e virilidade.
    • Na ausência de um Estado ou autoridade organizada para impor normas jurídicas e punir atos de violência, reinava a pura e simples lei do mais forte.
    • Entre os povos francos, por exemplo, vingar um parente assassinado era um dever sagrado com relação à linguagem.
    • Daí se originavam ciclos intermináveis de vinganças que chegavam a durar várias gerações. Era possível interromper o massacre pagando à família da vítima uma quantia em ouro.
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    • A IGREJA E A EVANGELIZAÇÃO DOS POVOS BÁRBAROS
    • A ação da Igreja
    • O movimento Monástico
    • O mosteiro
    • A conversão dos reinos bárbaros
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    • A ação da Igreja
    • Em um mundo sem unidade política, administrativa, econômica ou cultural, como a Europa Ocidental do início da Idade Média, o cristianismo era a única força de união.
    • A Igreja também era a única instituição em condições de limitar a violência endêmica que marcava a sociedade, impondo normas e punições.
    • Entre os pecados condenados e sujeitos a serevas penitências, a violência e o assassinato vinham em primeiro lugar. Em seguida, vinham os pecados sexuais, como a poligamia, o concubinato e o incesto. Por último, vinham as práticas mágicas, a feitiçaria e a adivinhação.
    • Sem poder político e força militar, a Igreja não era capaz, por si mesma, de impor os valores cristãos por toda parte.
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    • O movimento monástico
    • Começaram a surgir novas estruturas destinas a evangelizar os camponeses e as populações bárbaras, localizados em áreas bem afastadas.
    • Nas regiões rurais, um dos principais pontos de apoio para a cristianização da sociedade foram os mosteiros. As comunidades monásticas, formadas por homens e mulheres, acolhiam diversos tipos de pessoas, principalmente aquelas marginalizados socialmente. Pobres, perseguidos escravos fugidos ou mulheres abandonadas encontravam refúgio em suas terras. Peregrinos e viajantes também se hospedavam no monastérios, pois a hospitalidade era considerada um dever sagrado.
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    • O mosteiro
    • Cada mosteiro era dirigido por um abade, encarregado de vigiar a conduta de seus membros e de guiá-los no caminho da salvação. Já os monges deviam aprender cultivar o silêncio e a humildade, virtudes adquiridas com uma disciplina diária de trabalho, penitência e oração, constituindo um estilo de vida regrado.
    • A disciplina da vida monástica foi estabelecida em Regras. Uma das mais importantes foi a Regra de São Bento. Sua obra destacava a necessidade de o mosteiro ser completamente independente do mundo exterior, dispondo de tudo o que era necessário para a vida em comum.
    • Havia também os anacoretas, monges eremitas que viviam isolados nas florestas, distantes do convívio social, não estando submetidos à autoridade de alguma ordem ou instituição.
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    • A conversão dos reinos bárbaros
    • O primeiro rei bárbaro a converter-se à fé cristã foi Clovis, rei dos francos, em 498.
    • A conversão era uma questão política. Buscava-se, antes de tudo, converter o rei ou chefe de uma comunidade, que então era imitado por todo o seu povo. As conversões eram feitas pela persuasão pacífica, por tratados diplomáticos ou pela força das armas.
    • Na Europa Ocidental, entre os séculos VI e VII, missões de monges irlandeses percorreram as ilhas britânicas, a Inglaterra e a Escócia, cristianizando totalmente a região. No século VIII, o monge inglês Bonifácio conseguiu converter grande parte das tribos germânicas que viviam ao leste do Rio Reno.
    • Por fim, entre os séculos IX e X, foram convertidos os povos eslavos e escandinavos que viviam nos limites da cristandade. Chegaram a inventar um dialeto e um novo alfabeto, o cirílico, para evangelizar os povos eslavos das estepes russas.
    • A estratégia foi bem-sucedida, pois entre os séculos VI e X as missões cristãs conseguiram converter praticamente todos os reinos bárbaros na Europa.
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    • O REINO CRISTÃO DOS FRANCOS
    • A dinastia merovíngia
    • Carlos Magno e a dinastia carolíngia
    • O ideal do imperador cristão
    • A independência da Igreja de Roma
    • O Renascimento Carolíngio
    • A administração imperial
    • A desagregação do Império
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    • A dinastia merovíngia
    • O Reino Franco, formou- se e expandiu-se sob o governo de duas dinastias: merovíngia (século V- VIII) e a carolíngia (século XVIII- X).
    • Desde a ocupação da Gália romana, no século V, até a metade do século VIII, os francos foram governados pela dinastia dos merovíngios. O primeiro rei soberano merovíngio foi Clóvis, o primeiro rei bárbaro a governar com o apoio da Igreja.
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    • Carlos Magno e a dinastia carolíngia
    • A aliança estratégica entre os francos e a Igreja se consolidou no reinado de Carlos Magno, neto de Carlos Martel. Carlos Magno assumiu o reino em 768 a.c e, em pouco tempo, construiu um enorme império, expandindo os domínios francos, que passaram a ser governados por um único soberano.
    • Todas essas campanhas militares foram feitas em nome do cristianismo, com o objetivo de converter os povos pagãos e ampliar as fronteiras da cristandade. Muitas dessas conversões foram feitas por meio de aliança e casamentos mistos, mas outras foram acompanhadas da violência e da força das armas.
    • A campanha contra os saxões, que se recusavam a aceitar o cristianismo. Milhares de saxões foram deportados, escravizados ou mortos.
  14. Slide 14

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Enem História Slide Set on Feudalismo, created by Mariana Silva on 23/05/2017.
Created by
Mariana Silva · May 2017
Updated
May 23, 2017
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