GoConqr hat ein neues Design! Sag uns, wie es dir gefällt.

Modul 20 von 30 · Text

Pronomes - Questões de Concursos II

Luiz Cláudio

QUESTÕES DE CONCURSOS PROPOSTAS (COM GABARITO NO FINAL)

 

1. (FGV / Anal. Leg.) Outra dificuldade encontrada por quem lida com a língua diariamente é o emprego dos pronomes, uma vez que o uso popular consolidou formas que não têm respaldo na gramática.

Assinale a alternativa em que ocorra erro no uso do pronome.

a) Para mim, é difícil entender a gramática.

b) Essa gramática não é para eu estudar.

c) Ele sempre carrega a gramática consigo.

d) Entre mim e ti não há diferenças.

e) Vou dividir os produtos entre eu e você.

 

2. (FCC / TRT) Considere as afirmações a seguir sobre o emprego dos pronomes nas frases.

I. “O vento da noite cortava-lhes o lombo” – Pronome pessoal com sentido possessivo.

II. “Os pescadores de largo curso olhavam para eles com certo desprezo” – Pronome indefinido atenuando o sentido do substantivo desprezo.

III. “Era como se todo o mundo se aproximasse para aconchegá-los” – Pronome indefinido todo equivalendo a qualquer.

É(São) verdadeira(s), apenas, a(s) afirmação(ões):

a) I

b) II

c) III

d) I e II

e) II e III

 

3. (FCC / TRT) Assinale a única frase em que o pronome lhe NÃO tem sentido possessivo.

a) O tempo mudou-lhe o rosto.

b) Não lhe pude conhecer a generosidade.

c) O sabor das balas de tangerina encheu-lhe a boca.

d) O entusiasmo abriu-lhe os olhos.

e) Deram-lhe um emprego perto de casa.

 

4. (FCC / TRT) As palavras em destaque não podem ser substituídas pelos pronomes à direita em:

a) José suspendeu o envio da correspondência. (suspendeu-o)

b) João viu o relatório antes da reunião. (viu-o)

c) A concessionária vendeu os carros em poucas horas. (vendeu-os)

d) Os congestionamentos trazem danos para os empresários. (trazem-Ihes)

e) O diretor convidou os funcionários para um evento. (convidou-lhes)

 

5. (FCC / Anal. Jud.) Indique a opção em que a expressão em destaque pode ser substituída por “lhe”, assim como em “... uma parte do mérito lhe cabe”.

a) O economista chamou o colega de benfeitor da natureza.

b) A Fundação convidou o professor para o cargo de diretor.

c) O projeto pertence ao renomado cientista.

d) O governo criou recentemente o Bolsa-Floresta.

e) A diretora gosta muito de sua assistente.

 

6. (FCC / TRE) A alternativa abaixo em que não se realiza de forma conveniente a junção do verbo com o pronome pessoal enclítico é:

a) “traz uma reportagem” = trá-la

b) “doar 85% de sua fortuna” = doá-los

c) “indicam um caminho” = indicam-lo

d) “estimula a filantropia” = estimula-a

e) “fazer filantropia” – fazê-la

 

7. (FCC / TRT) “É quase impossível enxergá-lo”.

Na frase, foi empregado corretamente o pronome oblíquo “o”. A frase que não se completa com esse pronome é:

a) Abracei- _______ com entusiasmo.

b) Vi- _______ ontem na esquina da rua.

c) Felicitei- _______ pela aprovação.

d) A ele, devolvi- _______ o documento.

e) O livro, entreguei- _______ ao aluno.

 

8. (FCC / TRT) Conforme determina o padrão culto da Língua Portuguesa, a frase “ou a empresa ouve ele ou não” deveria ter a forma:

a) ou a empresa ouve ou não.

b) ou a empresa o ouve, ou não.

c) ou a empresa lhe ouve ou não.

d) ou a empresa lhe ouve, ou não.

 

9. (FCC / TRE) A substituição do termo destacado pelo pronome está incorreta em:

a) Viram a moça./ Viram-na.

b) Pedi a elas o material./Pedi-lhes o material.

c) Tocou o hino completo. / Tocou-o completo.

d) Parti em pedaços o bolo. / Parti-lo em pedaços.

e) Deixou para o filho a herança./ Deixou-a para o filho.

 

10. (NCE / Assemb. Leg.) Nos itens abaixo, dando continuidade ao que se diz na primeira frase, empregou-se com erro o pronome átono em:

a) Os nobres intensificavam suas atividades predominantemente ociosas. Eles intensificavam-nas quase sempre, depois que...

b) Os artesãos e os camponeses seguiam o ritmo da natureza. Eles o seguiam obrigatoriamente, uma vez que...

c) A deficiente iluminação não permitia aos artesãos e camponeses outra escolha. Ela não lhes permitia outra escolha, sobretudo quando...

d) A semente exige o tempo de plantio. Se ela o exige, é claro que não se podia...

e) A diminuição da jornada de trabalho acabou por criar o tempo liberado. Ao criar-lhe, tornou mais fácil para todos...

 

11. (NCE / UFRJ) Observe os pronomes oblíquos destacados no texto abaixo.

Como já se sabia, o ser humano adapta-se rapidamente a novas condições de vida. O que a pesquisa da felicidade nos ensinou foi o fato de a nossa capacidade de adaptação ser ainda maior do que se imaginava. Acostumamo-nos a quase tudo e há coisas das quais nunca nos enfadamos.

Segundo a norma culta, é possível inverter a colocação do pronome apenas em:

a) sabia-se

b) se adapta

c) imaginava-se

d) nos acostumamos

e) enfadamo-nos

 

12. (NCE / UFRJ) Observe as mudanças de colocação de pronomes propostas abaixo.

I. Só 46 delegados compareceram ao Parlamento, o que os tinha deixado em minoria – o que tinha deixado-os.

II. Um historiador acredita que o Brasil poderia ter se desintegrado em três diferentes países – se poderia ter desintegrado.

III. Antes da mudança da corte portuguesa, os conflitos regionais da colônia estavam se aprofundando – se estavam aprofundando.

IV. As colônias no Brasil estariam perdidas para Portugal, pois os ingleses queriam ocupá-las – os ingleses as queriam ocupar.

Tais mudanças são possíveis apenas em:

a) I e II

b) II e IV

c) I, II e III

d) I, III e IV

e) II, III e IV

 

13. (FGV / Anal. Leg.) Das alterações feitas abaixo na posição do pronome pessoal átono, é INCORRETA, de acordo com a norma culta da língua, a que foi feita na opção:

a) “... e o jogo dos rapazes elegantes transformara-se, então em um grande fenômeno de massas.” /

... e o jogo dos rapazes elegantes se transformara, então, em um grande fenômeno de massas.

b) “... que desde os primeiros anos do século vinha se difundindo rapidamente pela cidade...” / ...

que desde os primeiros anos do século vinha difundindo-se rapidamente pela cidade...

c) “... onde se realizavam os jogos em honra a Apolo...” / ... onde realizavam-se os jogos em honra a Apolo...

d) “... nos quais pudessem reunir-se e praticar o esporte.” / ... nos quais se pudessem reunir e praticar o esporte.

e) “... Paulo Barreto mostrava a grandiosa impressão que a popularização do futebol lhe causava.” /

Paulo Barreto mostrava a grandiosa impressão que a popularização do futebol causava-lhe.

 

14. (TCU) Na oração “(...) embora se trate, por exemplo, de um expediente assinado (...)” foi aplicado o seguinte princípio de colocação pronominal:

a) não se pospõe pronome átono a verbo, modificado por advérbio.

b) não se inicia período por pronome átono.

c) não se inicia período por ênclise.

d) não se pospõe pronome átono em locuções.

e) não se pospõe pronome átono a verbo flexionado em oração subordinada.

 

 15. (TRT / Anal. Jud.) O segmento do texto em que o termo destacado se refere textualmente a um elemento anteriormente expresso, e não a um elemento posterior, é:

a) Parece possível distinguir duas tendências fundamentais na reação ao grupo estranho: uma de admiração e aceitação, outra de desprezo e recusa. Aparentemente, quase todos os seres humanos apresentam essas duas tendências fundamentais.

b) ... pois supomos entender que os que falam a nossa língua têm um passado comum conosco...

c) e também sabem o que esperar de nós...

d) Sentimos que aqueles que mais nos conhecem...

e) ... capazes de ignorar o que de melhor trazemos.

 

16. (FCC / Téc. Jud.) Em 1970 e 1971, houve, no Nordeste brasileiro, uma enorme procura por sapos, que eram caçados para que suas peles fossem exportadas para os Estados Unidos. Lá elas eram usadas para fazer bolsas, cintos e sapatos. Isso levou a uma drástica diminuição da população de sapos nessa região. Nesse primeiro parágrafo do texto os elementos em destaque se referem a

outros elementos do mesmo parágrafo; assinale a correspondência errada:

a) suas – dos sapos;

b) Lá – Estados Unidos;

c) elas – as peles dos sapos;

d) Isso – bolsas, cintos e sapatos;

e) nessa região – Nordeste brasileiro.

 

17. (FCC / Anal. Jud.) O pronome que faz referência exófora, isto é, referência a elemento pertencente ao universo extratextual, encontra-se destacado em:

a) “mas permito-me fazer algumas ponderações e reflexões”.

b) “Existem situações clínicas em que a morte é claramente inevitável”.

c) “Nesses casos, o médico tem de conviver com incertezas”.

d) “No meu íntimo, é como se eu quisesse entendê-la”.

e) “Procuro respeitar sua vontade”.

 

18. (FCC / Téc. Jud.) Assinale a opção em que é possível substituir, de acordo com a norma culta,

a expressão grifada pela palavra “onde”.

a) O cinema em que nos encontramos passa bons filmes.

b) Vejo você às 11 horas, quando iremos almoçar.

c) Se o tempo melhorar, então vamos à praia.

d) A situação que ele criou não é aceitável.

e) Lembrei-me do tempo no qual íamos juntos trabalhar.

 

19. (ANS – Técnico) Sua ideia de que as espécies variam...

O segmento grifado acima preenche corretamente a lacuna da frase:

a) Não havia ainda poderosos instrumentos __________ a ciência pudesse basear-se e desenvolver-se, como ocorre atualmente.

b) Os dados __________ se reportavam alguns cientistas permitiram o nascimento de teorias interessantes a respeito da vida no planeta.

c) Nem sempre as informações __________ dispõem os pesquisadores são suficientes para justificar complexas teorias científicas.

d) Durante muito tempo as explicações para a origem da vida, __________ todos sonhavam, eram fornecidas pela religião.

e) É necessário considerar-se __________ o desenvolvimento tecnológico atual foi o grande passo na descoberta de fatos biológicos.

 

20. (PM – BA) Está correto o emprego da expressão sublinhada na frase:

a) A aversão com que alguns demonstram pela preservação é incompreensível.

b) A prevenção é uma medida de cujos bons efeitos todos devem apoiar.

c) É injustificável a má vontade de que muitos manifestam diante da prevenção.

d) A prevenção, em que muitos fazem questão de ignorar, é imprescindível.

e) Medidas preventivas provocam efeitos de cuja eficácia ninguém duvide.

 

21. (FCC) Está correto o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:

a) A diferenciação entre profissionais, à que o autor faz referência, tem como critério um padrão ético, de cujo depende o rumo do processo civilizatório.

b) Se há apenas avanço técnico, numa época onde impera a globalização, as demandas sociais ficarão sem o atendimento a que são carentes.

c) As razões porque a globalização não distribui a riqueza prendem-se à relação mecânica entre oferta e demanda, cuja a crueldade é notória.

d) Os tecnocratas maliciosos imputam para o exercício da democracia os desajustes econômicos em que assolam os excluídos da globalização.

e) O aumento da produção, de cuja necessidade não há quem discorde, deve prever qualquer impacto ecológico, para o qual se deve estar sempre alerta.

 

22. (FCC) As palavras em destaque pertencem à mesma classe gramatical exceto na opção:

a) “Não seria isso que falta hoje a todos nós nas empresas?”

b) “... palestras que estão acontecendo neste exato momento.”

c) “... já dizia o poeta que o tempo não para...”

d) “... aos padrões que nos impedem de crescer, ampliar e inovar.”

e) “Acreditar naquilo que nossa voz interior diz...”

 

23. (FGV) Os pronomes relativos destacados substituem a palavra ou expressão que se encontra ao final de cada opção, exceto em:

a) “Está aí uma coisa que eu não sabia...” – coisa;

b) “Chefe de um país ou de um exército que preside...” – exército;

c) “E sempre desconfiei que ‘esdrúxulo’ foi inventada por um antigo dicionarista que sentia falta de uma palavra...” – antigo dicionarista;

d) “... sentia falta de uma palavra que descrevesse coisas” – uma palavra;

e) “figuras históricas que nunca foram” – figuras históricas.

 

24. (FGV) Em “O não marca que a decisão era reativa”, a palavra negritada pertence à mesma classe gramatical da destacada em:

a) “... reveja os caminhos que você percorreu...”.

b) “... para defender-se de algo que ameaça a integridade física...”.

c) “Então, muitas das decisões que tomamos...”.

d) “Entenda que o mapa da infância...”.

e) “A pergunta que tanto fazem...”.

 

25. (NCE) Indique a opção na qual a palavra que, destacada na coluna da esquerda, não substitui a palavra que a antecede, transcrita na coluna da direita.

a) “um quinto da energia que ingerimos...” energia

b) “Sem carne, que é uma fonte...” carne

c) “... conhecemos vegetais que substituem a carne...” vegetais

d) “... ir atrás da caça que estava no quintal...” caça

e) “É fato que somos onívoros” fato

 

(Cespe/UnB) Julgue as alternativas a seguir, com base no texto:

Efeitos da ameaça, no bem e no mal. Enquanto os nimbos da guerra toldam o horizonte, a vigília sugere pensamentos esparsos, de calibre diverso no bem e no mal. Por exemplo, transparece, com veemência dolorosa, o fato de que a arma atômica é o mais eficaz instrumento de poder. A unidade de medida. A prova.

Quem não tem arma atômica não se estabelece, está fora do grande jogo. Donde a conclusão grave, atemorizante: só a bomba é a última e definitiva garantia de segurança. E aqui trafegamos pelo domínio do mal.

Há compensações. Por exemplo, as marchas a favor da paz, a apinhar avenidas e praças ocidentais.

Comovem o mundo islâmico. Porta-vozes muçulmanos celebram a resistência cristã à ameaça da guerra. E a interpretam no melhor sentido, como demonstração de que o Ocidente não quer, antes ainda do ataque ao Iraque de Saddam, um confronto entre civilizações.

Mino Carta. Carta Capital, 19/03/2003 (com adaptações).

 

26. Mantém-se a coerência do texto e a sua correção gramatical ao substituir o pronome “Quem” por Países.

 

27. O advérbio “aqui” remete, no texto, ao lugar, ao país onde o autor está ao escrever.

 

28. A inserção de qualquer antes de “ameaça da guerra” preserva a coerência e a correção gramatical do texto.

Nossos projetos de vida dependem muito do futuro do país no qual vivemos. E o futuro de um país não é obra do acaso ou da fatalidade. Uma nação se constrói. E constrói-se no meio de embates muito intensos – e, às vezes, até violentos – entre grupos com visões de futuro, concepções de desenvolvimento e interesses distintos e conflitantes.

Para muitos, os carros de luxo que trafegam pelos bairros elegantes das capitais ou os telefones celulares não constituem indicadores de modernidade.

Modernidade seria assegurar a todos os habitantes do país um padrão de vida compatível com o pleno exercício dos direitos democráticos. Por isso, dão mais valor a um modelo de desenvolvimento que assegure a toda a população alimentação, moradia, escola, hospital, transporte coletivo, bibliotecas, parques públicos. Modernidade, para os que pensam assim, é

sistema judiciário eficiente, com aplicação rápida e democrática da justiça; são instituições públicas sólidas e eficazes; é o controle nacional das decisões econômicas. Plínio Arruda Sampaio. O Brasil em construção. In: Márcia Kupstas (Org.).

Identidade nacional em debate. São Paulo: Moderna, 1997, p. 27-9 (com adaptações).

 

29. Na linha 1, mantendo-se a correção gramatical do texto, pode-se empregar em que ou onde em

lugar de “no qual”.

 

30. O trecho “os que pensam assim” retoma, por coesão, o referente de “muitos”, bem como o

sujeito implícito da oração “dão mais valor a um modelo de desenvolvimento”.

 

(Cespe/UnB) O texto é para as questões 31 e 32.

A visão do sujeito indivíduo – indivisível – pressupõe um caráter singular, único, racional e pensante em cada um de nós. Mas não há como pensar que existimos previamente a nossas relações sociais: nós nos fazemos em teias e tensões relacionais que conformarão nossas capacidades, de acordo com a sociedade em que vivemos. A sociologia trabalha com a concepção dessa relação entre o que é “meu” e o que é “nosso”. A pergunta que propõe é: como nos fazemos e nos refazemos em nossas relações com as instituições e nas relações que estabelecemos com os outros? Não há, assim, uma visão de homem como uma unidade fechada em si mesma, como Homo clausus.

Estaríamos envolvidos, constantemente, em tramas complexas de internalização do “exterior” e, também, de rejeição ou negociação próprias e singulares do “exterior”. As experiências que o homem vai adquirindo na relação com os outros são as que determinarão as suas aptidões, os seus gostos, as suas formas de agir.

Flávia Schilling. Perspectivas sociológicas. Educação & psicologia. In: Revista Educação, vol. 1, p. 47 (com adaptações).

 

31. Na linha 3, para se evitar a sequência “nós nos”, o pronome átono poderia ser colocado depois da forma verbal “fazemos”, sem que a correção gramatical do trecho fosse prejudicada, prescindindo-se de outras alterações gráficas.

32. Na linha 10, a flexão de plural em “próprias e singulares” estabelece relações de coesão tanto com “rejeição” quanto com “negociação” e indica que esses substantivos têm referentes distintos e não podem ser tomados como sinônimos.

A lenda urbana surge com a oportunidade do inusitado, do espetacular, do fantasioso. É o momento em que se pode romper com a realidade e crer que existe algo além do que se conhece. Em primeiro lugar, a lenda urbana apresenta personagens quase sempre construídos em busca do indivíduo comum: desperta-se o interesse do ouvinte. Também se espalha por meios muito

próximos dos simples mortais, seja oralmente, seja por e-mail, seja até em jornais sensacionalistas. As lendas urbanas se inserem no fenômeno chamado folk comunicação, segundo o qual a expressão das classes mais baixas ou marginalizadas encontra vazão na produção de cultura popular e, muitas vezes, na cultura de massa. Esse folclore – em seu sentido mais amplo – traz à luz a compreensão de

determinados povos sobre o meio que os cerca, mas de maneira bastante particular. As manifestações populares trazem tanto seus medos cotidianos quanto as influências sofridas por aquela população. As lendas urbanas são, assim, resultantes da criação contemporânea, modernamente adaptadas ao universo do século XXI e seus problemas. Hoje o homem comum

conhece a ciência (ou a pseudociência, como diz Carl Sagan) e se utiliza dela em seu cotidiano.

Também por isso, as representações mais fantásticas ganham, muitas vezes, aspectos científicos.

Surgem assim narrativas completas, em certa medida críveis, sobre o universo urbano moderno.

Andréa Neiva e Luciano R. Segura. Sem mistério: discutindo língua portuguesa, ano 2, nº 12, p. 26-32 (com adaptações).

 

33. (Cespe/UnB) O pronome “se” refere-se a “lenda urbana” em:

a) “se pode”

b) “se conhece”

c) “desperta-se”

d) “se espalha”

e) “se utiliza”

Gabarito: 1. e; 2. d; 3. e; 4. e; 5. c; 6. c; 7. d; 8. b; 9. d; 10. e; 11. b; 12. e; 13. c; 14. e; 15. a; 16. d; 17. a; 18. a; 19. c; 20. e; 21. e; 22. c; 23. b; 24. d; 25. e; 26. errado; 27. errado; 28. errado; 29. certo; 30. certo; 31. errado; 32. certo; 33. d.

 

9.12. RESUMO

São muitos os pronomes... Pessoais, possessivos, indefinidos, relativos... Vamos resumir tudo que é mais relevante sobre pronomes?

• Pronome indefinido é classe que se refere a substantivo. Indica ideia vaga, generaliza.

• Tanto o pronome indefinido quanto o adjetivo referem-se a substantivo. A diferença entre eles é semântica: o adjetivo qualifica o substantivo e o pronome indefinido indica ideia indefinida, vaga.

Atenção aos vocábulos “certo”, “vários”, “bastante”: quando se referem ao substantivo e vêm antes, são pronomes indefinidos; quando vêm

depois do substantivo, são adjetivos.

• Pronome pessoal reto substitui sujeito. Para substituir complementos, use o pronome pessoal oblíquo.

• Os pronomes oblíquos o, a, os, as substituem objetos diretos, complementos sem preposição.

Os pronomes oblíquos lhe e lhes substituem objetos indiretos, complementos com preposição.

• Já os curingas (me, te, se, nos, vos) podem ser objetos diretos ou indiretos. Tudo vai depender da regência do verbo.

• Pronomes de tratamento são pronomes de 2ª pessoa do discurso (com quem se fala), mas carrega o verbo e os demais pronomes para a 3ª pessoa do discurso (= você).

• Em colocação pronominal, lembre-se de que há 3 proibições, 1 regra e 2 exceções. Ao julgar uma frase como certa ou errada, comece pensando nas proibições. Parta do princípio de que o que não é proibido está correto

• Ao utilizar os demonstrativos em frases, não se esqueça de perguntar primeiramente se ele se refere ao espaço/tempo/texto.

• Quando o pronome remete o leitor para uma informação que está dentro do texto, diz-se que ele tem função endofórica. Tal função pode se subdividir em anafórica (o pronome retoma) ou catafórica (o pronome avança no texto).

• O pronome terá função exofórica quando remeter o leitor para uma informação fora do texto: algo que tem de se deduzido. É a função do “onde”, “quando”, “quem.

• Pronomes relativos têm sempre função anafórica. Lembre-se de que o pronome cujo não pode ser substituído por nenhum outro relativo.

• Para saber a preposição que antecederá o relativo, basta colocar a oração que vem após o relativo na ordem direta, verificando se há ali verbo ou nome que peça preposição.

 

Bons estudos!

Anleitung

Um im Kurs weiterzukommen, sende einen Versuch dieses Quiz ab. Du kannst ihn nach der letzten Frage absenden.

Zum gewählten Modul

Feedback

Worum geht es?

Wie gefällt dir das neue Design?

Dein Eindruck