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Carboidratos

Daiane Liberali Schmidt Portugiesisch

Carboidratos

Inhalt der Mindmap

Carboidratos

  1. Estrutura: Formados por átomos de carbono (C), hidrogênio (H) e oxigênio (O)

  2. ·

    • Classificados conforme o grau de Hidrólise
      • Monossacarídeos
        • Glicose, Galactose e Frutose
      • Dissacarídeos
        • Maltose, Sacarose e Lactose
      • Oligossacarídeos
        • Rafinose, Estaquiose e Fruto-oligossacarídeo
      • Polissacarídeos
        • Amido, Glicogênio, Pectinas, Celulose e Gomas
  3. CHO Não Digeríveis

    • Polissacarídeos: Celulose, hemicelulose, pectinas, gomas e mucilagens. Essas fibras alimentares aumentam o bolo fecal, saciedade e velocidade de absorção de alguns nutrientes.
  4. Funções Básicas:

    • Produzir energia (ATP)
    • Manutenção da homeostase glicêmica do organismo.
    • Prevenir formação de corpos cetônicos.
    • Formam componentes da membrana: glicolipídios e glicoproteínas.
  5. Digestão dos CHO

    • 1º Boca: Estimulação da secreção da alfa-amilase salivar.
      • 2º Mastigação: Quebra mecânica.
        • 3º Hidratação: Com a ajuda da saliva.
          • 4º Ação Enzimática: (amilase salivar) é inativada pelo PH estomacal ácido.
            • 5º Duodeno: Com o (PH7) amido entra em contato com a alfa-amilase pancreática (hidrolisa ligações glicosídicas alfa-1,4, mas não alfa-1,6) Degrada o amido em dextrina limitantes que sofrem clivagem pela ação da glicoamilase (dextrinase alfa-limitante).
              • Dissacaridase: Enzima que rompe os dissacarídeos. (Lactase, sacarase e maltase). Secretadas e presente na borda em escova de enterócitos, hidrolisam em glicose, frutose e galactose.
                • Monossacarídeos: São absorvidos no intestino delgado e transportados para o fígado.
                • Intolerância a Lactose: Quando a pessoa não produz a enzima lactase que quebra o dissacarídeo da lactose em monossacarídeos para a digestão.
              • Dextrina: Classe de polissacarídeos de baixo peso molecular. Mistura de Polímeros de D-glucose.
    • Algumas enzimas gastrointestinais não são digeridas pelas enzimas gastrointestinais.
      • Chegam intactos nos intestino grosso, podem ser degradados pela microbiota. (Substratos para as bactérias colônicas). Degradação anaeróbica dos substratos, principalmente CHO.
    • Transportes da Glicose:
      • Passivo: A glicose move-se do lado mais concentrado (dentro da célula) para o menos (no sangue) sem gasto energético.
        • GLUT1: Placenta, cérebro, rins, cólon, coração e retina.
        • GLUT2: Células beta, rins e intestino delgado.
        • GLUT3: Neurônios, testículos, rins e placenta.
        • GLUT4: Músculo esquelético, cardíaco e tecido adiposo.
          • Transportador insulina-dependente.
        • GLUT5: Intestino Delgado.
        • Facilitado: A favor do gradiente de concentração
        • Não precisa de energia.
      • Transporte Ativo = SGLT (Transportador de glicose dependente de sódio)
        • Precisa de energia
          • Gasto de energia: Bomba de Na\K (Sódio e Potássio).
        • SGLT1: Intestino absorve glicose contra o gradiente.
          • SGLT2: Rins: Contra o gradiente de concentração.
        • Independente do gradiente de concentração, ele precisa levar a glicose para o outro lado, não pode depender da célula.
  6. Diabete Tipo I: Patologia que resulta de uma ausência acentuada ou absoluta de insulina, causada por uma redução de massa de células beta.

    • Células endócrinas nas ilhotas de Langerhans do pâncreas. São responsáveis por sintetizar e secretar o hormônio da insulina.
      • O excesso do requerimento da sua função pode fazê-lo parar de funcionar. Gerando a Diabete Tipo II. (Resistência a insulina).
      • Insulina: É de extrema importância para a manutenção dos níveis de glicose na corrente sanguínea. A Insulina capta a glicose no estado alimentado, é o armazenamento de substratos energéticos.
  7. GLICÓLISE

    • É a degradação citoplasmática, quando fisiológicamente precisamos da produção de energia. Acontece uma série de reações para extrair a energia da glicose quebrando-a em duas moléculas de três carbonos.
      • Acontece fora da mitocôndria no citosol da célula (Hialoplasma)
        • Molécula de 6C (carbonos) é quebrada em outras 2 moléculas de 3C (carbonos) cada uma.
          • Quando o piruvato entra na mitocôndria ele vai ser oxidado.
            • Essa oxidação faz cada piruvato perder 1C (carbono) e se tornar Acetil.
                  • ...
                    • Saldo final com os dois ciclos:
                      • 4CO2 - 6NADH - 2FADH2 - 2GTP= 2ATP
                    • Para quebrar 1 molécula de glicose acontece 2 ciclos.
                • Essa molécula só entra no ciclo de krebs com uma enzima. Coenzima-A.
                  • Acetil-coa (2C)
                    • Para a oxidação completa da glicose e conseguir extrair hidrogênio e elétrons, o acetil-coa irá se juntar com oxaloacetato (4C) .
                      • A enzima que une os dois é a Citrato Cintase.
                        • Oxaloacetato (4C)
                          • Desenvolve o ácido cítrico ou citrato (6C)
                            • Perde CO2 na oxidação
                              • (5C)
                                • GTP <----
                                  • CO2 <----
                                    • A glicose é oxidada e volta a ter (4C) no ciclo.
                                      • Oxaloacetato (6C)
                                      • Saldo: 2C02 -> Cada ciclo libera 2CO2; 3NADH -> Produz NADH (Por ser uma oxidação, libera hidrogênios e elétrons). 1FADH2 -> Produzido para carregar hidrogênios e elétrons também, como o NADH.
                                        • Fosforilação Oxidativa
                                          • É o processo pelo qual se forma ATP quando se transferem elétrons do NADH ou do FADH2 para O2 (Redução a H20) por uma série de transportadores de elétrons.
                                  • Guanosina Tri-Fosfato parecida com o ATP
                            • Dessa forma se transformando em ácido cítrico as enzimas vão conseguir quebrar esses (6C).
    • Anaeróbica (ausência de O2)
      • Metabolismo Anaeróbico: Extração de ATP da glicose na ausência de O2 (células que não tem mitocôndria), ex: Hemácias.
        • Metabolismo Aeróbico: Células com bastante O2, desde que as células tenham mitocôndria. Reguladas pelos hormônios: Glucagon, epinefria e insulina.
          • Para o piruvato escolher o ciclo de krebs ele precisa de O2 e mitocôndria.
            • Quando não há O2 ocorre o acumulo de lactato e o piruvato escolhe outra rota.
              • Na ausência de oxigênio, o piruvato gerado pela glicólise é convertido a lactato, durante essa transformação, o piruvato recebe hidrogênios do NADH, e o NAD+ é regenerado, estando novamente apto a receber os hidrogênios provenientes da glicólise. Assim a glicólise pode continuar e a célula pode continuar a produzir ATP anaerobicamente.
              • Quando se exercitar o músculo esquelético ao ponto de exceder a capacidade oxidativa da cadeia respiratória (pela glicólise aeróbica), ocorrerá conversão de piruvato em lactato. Durante o exercício intenso, o lactato se acumula no músculo, resultando em dor muscular e cãibras. Grande parte deste lactato posteriormente se difunde para a corrente sanguínea
                • Ciclo de Cori
                  • O ciclo de Cori é a transferência de lactato e glicose entre o músculo e o fígado. O lactato produzido no músculo é transportado para o fígado, onde é transformado em glicose, a qual é transportada do fígado de volta para o músculo.
    • Glicogênio
      • É a forma de armazenamento da glicose.
        • Sintetizado pelo fígado e músculos: embora a maioria das demais células armazene pequenas quantidades para uso próprio.
        • No fígado: manter a glicemia (entre as refeições e jejum noturno) Nos músculos: fibra muscular (a demanda energética > aporte de oxigênio)
      • Glicogênese
        • Ocorre após a refeição, pois é ativado pela insulina em resposta aos altos níveis de glicose sanguínea. É a síntese de glicogênio no fígado e músculo, no qual moléculas de glicose são adicionadas à cadeia do glicogênio.
        • Glicogenólise
          • É a quebra do glicogênio, realizada quando há falta de glicose. O glucagon age para manter a disponibilidade de combustíveis na ausência de glicose dietética no jejum.
            • Glucagon: Produzido pelas células alfa do pâncreas, é o oposto da insulina. Ele só é ativado no estado de jejum, e ativa a quebra da glicose do glicogênio hepático.
          • Gliconeogênese
            • É a rota pela qual é produzida a glicose a partir de compostos aglicanos (não açúcares ou não carboidratos) sendo o maior parte deste processo realizado no fígado (principalmente no jejum). As reações da gliconeogênese são inversas às da glicose.
            • Ocorre quando não há mais a glicose hepática, depois que toda glicose é absorvida e completamente oxidada, mais de 12 horas de jejeum. E também quando o indivíduo faz um intenso exercício físico e aumenta a ingestão de PTN e diminui a de CHO.
            • Principais Precursores da Gliconeogênese
              • Glicerol: Ele é liberado durante a hidrólise dos triacilgliceróis, no tecido adiposo e levado ao fígado pelo sangue.
                • Lactato: É liberado no sangue pelo músculo esquelético em exercício, pelas células que não possuem mitocôndrias, como eritrócitos. Esse lactato é captado pelo fígado e reconvertido em glicose, que é liberada de volta para a circulação.
                  • Aminoácidos: Os aminoácidos obtidos pela hidrólise de proteínas teciduais são as principais fontes de glicose no jejeum. Os alfa-cetoácidos, como o alfa-cetoglutarato, são produzidos pelo metabolismo de aminoácidos glicogênicos. Essas substâncias podem entrar no ciclo do ácido cítrico e produzir oxalacetato.

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Mindmap am Carboidratos, erstellt von Daiane Liberali Schmidt am 20/04/2019.
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