GoConqr has a new look! Let us know what you think.

Mind map

MAD

Lucas x MM English

Map content

MAD

  1. Tensão x Modulo de elasticidade

    • Tensão e módulo de elasticidade que passam por referência de referência Tensão f12 =% fu [1 + 3 (U% -12) / 100] Módulo E12 = Eu% [1 + 2 (U% -12) / 100]
  2. Flecha máx.

    • Flecha efetiva máx. Trecho biapoiado - vao * 1/200  Trecho em balanço - vao * 1/100
  3. Flecha forro

    • A NBR 15575: 2013 define como os forros devem usar a carga vertical correspondente ao objeto que se fixar e em relação ao comprimento L do vão do forro, limitação ou deslocamento vertical (com valor máximo admissível de 5 mm) a L / 600.
  4. Patologias

    • Num pavimento de madeira (soalho ou assoalho), as tabuas secas foram assentadas corretamente com o lado da medula para baixo, mas depois de algum tempo as bordas ficaram levantadas. Uma das causas pode ser a umidade do piso (base) sobre o qual se assentaram as tábuas secas.
  5. Forro coef. maj. carga vertical

    • A qualidade das obras de construção civil pode ser ava- liada pelo seu adequado desempenho, o qual deve ser garantido, por exemplo, pela segurança dos forros que devem suportar a ação da carga vertical correspondente ao objeto que se pretende fixar. O coeficiente de majora- ção mínimo dessa carga vertical é 3
  6. Listas Questões

    • 56 (Fund.Casa) - Patologias 35 (Ribeirão Preto) - Tração x Compressão 36 (Guararapes) - Dimensões mínimas 44 (Imprensa oficial) - kmod 58 (Cananeia) - Forro
  7. Índice de Esbeltez

    • Para que não sofra efeitos de flexão, a peça deve ser curta, com índice de esbeltez máx = 40. λ = L/raio de giração Limites: λ < 40 (peça curta) 40 < λ ≤ 80 (semiesbelta) 80 < λ ≤ 140 (esbelta --------------- exemplo: Raio de giração = 200/40Raio de giração = 5 cm
    • Tração x Compressão
      • Para respeitar a esbeltez máxima, os comprimentos teóri- cos de referência máximos para peças comprimidas e tra- cionadas devem ser Tração -> 50x Compressão ->  40x
  8. Coef. de ponderação da resistência

    • 6.4.5 Coeficientes de ponderação da resistência para estados limites últimos O coeficiente de ponderação para estados limites últimos decorrentes de tensões de compressão paralela às fibras tem o valor básico γwc = 1,4. O coeficiente de ponderação para estados limites últimos decorrentes de tensões de tração paralela às fibras tem o valor básico γwt = 1,8 . O coeficiente de ponderação para estados limites últimos decorrentes de tensões de cisalhamento paralelo às fibras tem o valor básico γwv = 1,8. 6.4.6 Coeficiente de ponderação para estados limites de utilização O coeficiente de ponderação para estados limites de utilização tem o valor básico γw = 1,0.
  9. Dimensões mínimas

    • 10.2 Dimensões mínimas 10.2.1 Dimensões mínimas das seções transversais Nas peças principais isoladas, como vigas e barras longitudinais de treliças, a área mínima das seções transversais será de 50 cm2 e a espessura mínima de 5 cm. Nas peças secundárias esses limites reduzem-se respectivamente a 18 cm2 e 2,5 cm. Nas peças principais múltiplas, a área mínima da seção transversal de cada elemento componente será de 35 cm2 e a espessura mínima de 2,5 cm. Nas peças secundárias múltiplas, esses limites reduzemse respectivamente a 18 cm2 e 1,8 cm . 10.2.2 Diâmetros mínimos de pinos e cavilhas O diâmetro dos pregos deve respeitar as exigências de 8.3.2; o diâmetro dos parafusos de 8.3.3 e o diâmetro das cavilhas de 8.4. 10.2.3 Dimensões mínimas das arruelas Na fixação dos parafusos devem ser usadas arruelas com diâmetro ou comprimento do lado de pelo menos 3 d (d é o diâmetro do parafuso) sob a cabeça e a porca. As arruelas devem estar em contato total com as peças de madeira. A espessura mínima das arruelas de aço será de 9 mm nas pontes de 6 mm em outras estruturas, não devendo em caso algum ser inferior a 1/8 do lado, no caso de arruelas quadradas, ou do diâmetro, no caso de arruelas circulares. A área útil mínima das arruelas deve ser tal que permita utilizar todo o esforço de tração admissível no parafuso, sem exceder a resistência à compressão normal da madeira. 10.2.4 Espessura mínima das chapas de aço A espessura mínima das chapas de aço das ligações será de 9 mm nas pontes e 6 mm em outros casos.
  10. Pregos e Parafusos

    • 8.3.2 Pré-furação das ligações pregadas Em uniões pregadas será obrigatoriamente feita a préfuração da madeira, com diâmetro d0 não maior que o diâmetro def do prego, com os valores usuais: coníferas: d0 = 0,85 def dicotiledôneas: d0 = 0,98 def onde def é o diâmetro efetivo medido nos pregos a serem usados. Em estruturas provisórias, admite-se o emprego de ligações pregadas sem a pré-furação da madeira, desde que se empreguem madeiras moles de baixa densidade, ρap ≤ 600 kg/m3, que permitam a penetração dos pregos sem risco de fendilhamento, e pregos com diâmetro d não maior que 1/6 da espessura da madeira mais delgada e com espaçamento mínimo de 10 d. 8.3.3 Pré-furação das ligações parafusadas Para que as ligações parafusadas sejam consideradas rígidas, a pré-furação deve ser feita com diâmetro d0 não maior que o diâmetro d do parafuso, acrescido de 0,5 mm. Caso sejam empregados diâmetros d0 maiores, a ligação deve ser considerada deformável.
  11. Coef. de modificação

    • Kmod - coef. de modificação das resistências Kmod1 - duração do carregamento Kmod2 - teor de umidade diferente da condição padrão de referência para o projeto Kmod3 - qualidade da madeira (primeira ou segunda categoria)
  12. Pintura

    • Na execução de pinturas em madeiras sem acabamento, devem-se lixar as farpas e limpar a poeira com uma pano umedecido com aguarrás ou tíner. Além de estar limpa, livre de pó e gordura, a superfície deve estar seca, ou apresentar umidade máxima de 20%.

Information

Description
MM Mind Map on MAD, created by Lucas x on 10/07/2020.
Created by
Lucas x
Views
2
Rating

Feedback

What is it about?

What do you think of the new look?

How do you like it?