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Flashcards

PROSEL LANN

Qesya Rodrigues Medicina Portuguese 37 cards

PROSEL LANN

Cards in this deck (37)

  1. 1A.C.T, 10 anos chega ao ambulatório acompanhada da mãe que relata que a criança ficou imóvel com os olhos "esbugalhados" após correr. Ao EEG, foram constatados complexos de espícula onda. Qual o diagnóstico?Epilepsia ausência na infância
  2. 2P.R.S, 16 anos, masculino, chega ao PS acompanhado da mãe. Ela relatou que, logo ao acordar, o filho estava balançando os braços, como se estivesse tomando choque. A mãe conta também que o adolescente vai dormir tarde todas as noites por conta do videogame. Ao EEG foram constatados complexos poliespícula onda lentos. Qual o diagnóstico?Epilepsia mioclônica juvenil
  3. 3G.R.M., 15 anos, chega ao PS acompanhado da mãe. Ela relatou que o filho estava estudando quando caiu no chão e ficou endurecendo e amolecendo o corpo. Ficou assim por aproximadamente 60 segundos. O EEG apresentou tanto espícula onda generalizada como descargas epileptiformes focais. Qual o diagnóstico?SÍNDROME DE LENNOX – GASTAUT
  4. 4HJC, homem, 22 anos, relata crises em que continua completamente consciente, "com os pelos do meu braço arrepiados" e sensação de estar corado. Após terceiro episódio observado no dia, resolveu procurar o serviço médico. Como é classificada a epilepsia do paciente? Qual o diagnóstico topográfico?Epilepsia focal perceptiva não motora
    Diencéfalo
  5. 5J.C.G, 57 anos, chega ao ambulatório levado pelo filho. O filho conta que há alguns dias o pai começou a adotar comportamentos estranhos, que está sentindo muita raiva, atacando as pessoas e parou de falar coisa com coisa. Conta também que ele dorme por 14h seguidas durante a noite e tira cochilos sempre que recosta em algum lugar. Ao exame físico apresentou rigidez muscular bilateral. O filho tem 30 anos e conta que o pai bebe desde que ele se lembra. Qual o diagnóstico topográfico?Córtex cerebral
    Encefalopatia hepática
  6. 6Paciente de 87 anos, hipertensa, portadora de gamopatia monoclonal de significado indeterminado e traço falcêmico, apresentou de maneira súbita confusão mental, agitação psicomotora e sensação de que suas mãos e pés estavam sumindo. No setor de emergência, constatou-se confusão mental e afasia. Qual o diagnóstico topográfico?Hemisfério esquerdo do cérebro
    Síndrome de Gerstmann
  7. 7T. B. L, 73 anos, sexo masculino, hipertenso, tabagista. Foi trazido ao PS após escorregar no banheiro. Ao exame físico apresentou desorientação, negligência e movimentos involuntários do lado esquerdo do corpo e fala arrastada. Qual o diagnóstico topográfico?Hemisfério direito do cérebro
    Lesão por queda
  8. 8I.M.T, 27 anos, masculino, vítima de acidente automobilístico. Ao exame físico, foi constatada paraparesia e hiporreflexia dos membros inferiores, resposta extensora plantar dos pés, perda de tônus dos esfincteres vesicais e intestinais e déficits na sensação de dor e temperatura. Qual o diagnóstico topográfico?Coluna torácica
  9. 9Mulher, 50 anos. Relata que há algum tempo sente dor no pescoço. Há alguns dias começou a sentir também formigamento e dor no braço esquerdo. Nega alcoolismo e tabagismo. Qual o diagnóstico topográfico?Sistema nervoso periférico
    Hérnia de disco
  10. 10Paciente do sexo feminino, 52 anos, residente e procedente de Belo Horizonte, Minas Gerais, caucasiana, lavadeira, chega ao consultório da unidade de saúde queixando sensações de dormência e alfinetadas na palma da mão direita do primeiro ao terceiro dedos, iniciadas há 4 meses. Relata que o desconforto vem piorando e conta que, frequentemente, acorda de madrugada por causa desses sintomas. Relata ainda que o desconforto piora quando ela faz alguma atividade com a mão e isto está atrapalhando em seu trabalho. Qual o diagnóstico topográfico?Disfunção focal do SNP em 1 nervo
    Síndrome do túnel do carpo
  11. 11Paciente de 34 anos, sexo masculino, apresentou quadro de exantema, prurido, febre e artralgia, que se resolveu em 72h com o uso de sintomáticos. Após 10 dias, passou a apresentar parestesias em membros inferiores, que evoluiu para membros superiores em 24h. Paciente não buscou ajuda médica por julgar tratar-se de “câimbras” devido a falta de atividade física regular. Após 4 dias, o quadro evoluiu com fraqueza nos membros inferiores, impedindo a deambulação. Qual o diagnóstico topográfico?Disfunção difusa do SNP
    Síndrome de Guillain-Barré
  12. 12A.C. B, 35 anos, sexo feminino, natural e residente de Sobral-Ceará, casada chega ao ambulatório de endocrinologia com queixas de cefaleia intensa, hemianopsia bitemporal parcial e artralgia. Durante o interrogatório sintomatológico, relata também que os seus ciclos menstruais tornaram-se irregulares, vem sentindo bastante fadiga e sonolência. Percebeu ainda crescimento de extremidades e alterações na pele, com hiperidrose. Afirma que os primeiros sintomas começaram há cerca de 7 anos, mas se intensificaram há aproximadamente 6 meses. Nega doenças prévias, hospitalizações, transfusões sanguíneas anteriores ou alergia. Qual o diagnóstico topográfico?Quiasma óptico no SNC
    II par craniano
    Tumor de hipófise
  13. 13T. P. J., masculino, 5 anos. história de queda de escada e traumatismo cranioencefálico leve há 5 dias. A mãe percebeu que, no quinto dia após o traumatismo, o lado direito do rosto do seu filho não mexia. Ao exame neurológico o paciente apresentava-se orientado em tempo e espaço, não apresentou sinais meníngeos, alterações sensitivas ou déficits apendiculares, Glasgow 15. Desvio da rima bucal para o lado esquerdo, dificuldade de fechamento completo do olho e para enrugar a fronte do lado direito da face (paralisia facial periférica direita grau IV de House-Brackmann). Qual o diagnóstico topográfico?SNP
    Lesão do VII par craniano (nervo facial)
    Lesão por trauma
  14. 14Paciente sexo masculino, 10 anos de idade. Paciente apresentava-se hígido, há cerca de 48 horas começou a apresentar febre alta de 39,5°C junto com vômitos em jato, inapetência, astenia e irritação. Apresentou cefaleia latejante no mesmo período sem fatores de melhora, relata piora ao movimentar-se. Genitora relata administrar Dipirona, 1 vez, sem melhoras. Procurou a emergência, onde foi percebido a presença de petéquias, inicialmente em região inguinal e posteriormente por todo o corpo do paciente. Encaminhado para o Hospital Couto Maia para averiguação e tratamento. Após chegada, a criança tem respondido bem ao tratamento com melhora da febre e da cefaleia, mas com petéquias e irritação persistentes. Exame neurológico: Lúcido e orientado, responsivo. Sinais de Kerning, Brudzinski e Laségue positivos. Reage a estímulos dolorosos, sem alterações na força muscular. Qual o diagnóstico? Qual a classificação da cefaleia?Meningite
    Cefaleia secundária
  15. 15L.B.F.C., feminino, 77 anos. Portadora de hipertensão arterial sistêmica mal controlada, em uso irregular de Losartana 100mg/dia e Hidroclorotiazida 25mg/dia, admitida após relato de instalação súbita de fraqueza no hemicorpo direito. Relata cefaleia súbita holocraniana intensa. Familiares negam história pregressa ou familiar de episódios semelhantes, negam alergias, e êmese associada ao quadro. Qual o diagnóstico sindrômico? Qual o diagnóstico topográfico? Qual o tipo de cefaleia?AVE hemorrágico
    Hemisfério cerebral esquerdo
    Cefaleia secundária
  16. 16J.M.V, sexo masculino, 58 anos. QP: cefaleia e fraqueza há 5 meses. paciente com queixa de cefaleia associada a fraqueza em hemicorpo direito há 5 meses. Refere que apresenta cefaleia holocraniana, que vêm piorando, além de começar a aparecer associada a vômitos mais recentemente. Associado a isso, iniciou quadro progressivo de fraqueza em hemicorpo direito, principalmente em membros inferiores, o impossibilitando de deambular há aproximadamente 2 semanas. Notou ainda dificuldade na comunicação. Durante o atendimento, o paciente apresenta franca dificuldade no entendimento das questões perguntadas, apresentando, porém, boa fluência no discurso. Há 2 dias apresentou episódio de crise convulsiva caracterizada por abalos musculares em todo o corpo, seguido de hipertonia, com duração de aproximadamente 3 minutos, seguido de período de desorientação, sonolência, que durou aproximadamente 30 minutos, tendo voltado depois ao seu estado basal. Qual o diagnóstico sindrômico? Qual o tipo de cefaleia? Qual o diagnóstico topográfico?Tumor cerebral; hipertensão intracraniana
    Cefaleia secundária
    Hemisfério esquerdo do cérebro
  17. 17Paciente do sexo feminino, 72 anos de idade, quadro de 2 meses de duração de dor em região de cintura escapular, com rigidez matinal de cerca de 40 minutos. Há 1 mês, apresenta cefaleia hemicraniana à direita, na região temporal, mas sem fotofobia e fonofobia; há 2 semanas, com episódios esporádicos de febre, com temperatura máxima de 38,4°C, além de parestesias em região de hemiface; há cerca de 1 dia, apresenta embaçamento visual com perda de visão. Exame físico sem alterações. Qual o tipo de cefaleia?Cefaleia secundária
    Polimialgia reumática com artrite temporal
  18. 18Paciente sexo feminino, 37 anos. Paciente refere início de cefaleia hemicraniana esquerda há cerca de três meses, de característica pulsátil, de forte intensidade, com duração média de 48 horas, sempre precedida por alteração da visão, com sensação de ver pontos brilhantes por 15 minutos antes do início da dor. Faz uso de analgésico (Neosaldina) com melhora temporária da dor (“Quando passa o efeito do remédio a dor volta”), sendo necessário várias doses ao dia. No período relatado, teve dores quatro vezes por semana, com tendência de piora na última semana. Relata que já teve dor semelhante na adolescência, porém sem alteração visual, com melhora após a primeira gestação (há 18 anos). Dor piora com luz muito intensa. Há quatro dias teve um episódio de dor intensa, precedida de dificuldade de falar, com melhora espontânea. Nega outras queixas. CONDIÇÕES ATUAIS DE SAÚDE: Nega tabagismo. Etilismo nos finais de semana (1 garrafa de cerveja/semana). Exame físico neurológico sem alterações? Qual o diagnóstico? Qual o tratamento?Cefaleia migrânea
    Tratamento: mudança no estilo de vida, melhoria do sono, alimentação regular, evitar bebida alcoolica.
    Abortivo: AINE
    Profilático: betabloqueadores, antidepressivos tricíclicos, antiepiléticos
  19. 19A. N. S, 28 anos, masculino. Chega a UBS com queixa de cefaleia bilateral, que piora ao movimento. Ao caracterizar a dor, diz que é como se alguém tivesse empurrando sua cabeça. Nega tabagismo e refere consumo de álcool aos finais de semana. Nega outros sintomas? Qual o diagnóstico? Qual o tratamento?Cefaleia tensional
    Abortivo: AINE ou analgésico
    Profilático: amitriptilina
  20. 20Paciente do sexo masculino, 28 anos, procurou serviço de urgência/emergência no início da manhã com queixa de dor de cabeça excruciante, que descreveu como "a pior dor de cabeça da sua vida", com início em região retro-orbital esquerda e irradiando para hemicrânio esquerdo e acompanhada de náusea e episódio de vômito no trajeto ao hospital. Paciente relata que acordou aproximadamente 5 horas da manhã em decorrência da dor e que se intensificou rapidamente mesmo com o uso de analgésico. O paciente relata também a sensação de pressão no olho esquerdo “como se fosse explodir”. Além disso, afirma que vem sentido dores semelhantes e muito intensas nos últimos 4 dias, não acompanhadas de náusea ou vômito, fazendo-o acordar por volta do mesmo horário e que passam sem a necessidade de medicação em cerca de 1 hora, ocorrendo novamente por volta das 17 horas, mas com menor intensidade. O último evento, contudo, foi mais intenso, descrito como insuportável. Qual o diagnóstico sindrômico? Qual o diagnóstico topográfico? Qual o tratamento?Cefaleia em salvas
    Nervo trigêmio
    Tratamento com oxigênio 100% 10-12L/min por 15/20min + sumatriptana 6mg SC (crise aguda)
    Preventivo: glicocorticoide
  21. 21Paciente do gênero feminino, 32 anos, submetida à hipofisectomia transesfenoidal para tratamento de macroadenoma de hipófise. Uma vez que a retirada do tumor foi parcial, o tratamento foi complementado com radiocirurgia. Antes do procedimento cirúrgico a paciente relatava cefaleia em região periorbitária direita de forte intensidade, escala analógica visual (EAV=10), tipo pontada, com frequência maior que 30 crises diárias. A sintomatologia era desencadeada por esforço físico e associava-se a hiperemia conjuntival e lacrimejamento ipsilaterais. Qual o diagnóstico? Qual o tratamento?SUNCT (cefaleia primária - cefalgia autonomica do trigemio)
    Abortivo: Lidocaína IV
    Profilático: Antiepiléptico (Lomotrigina)
  22. 22MVA, sexo masculino, 45 anos de idade, natural do Rio de Janeiro, apresenta-se com cefaléia há 12 dias, de forte intensidade, holocraniana com nítido predomínio nas regiões frontal e occipital, de caráter pulsátil, acompanhada de náuseas. Negava intolerância a sons intensos, fotofobia ou outras queixas visuais. A dor surgia poucos segundos após a adoção da posição ereta e desaparecia rapidamente ao deitar. Não havia relato de febre ou sinais e sintomas sistêmicos. História pregressa sem dados dignos de nota. Pai falecido de câncer de pulmão. Tabagista de dez cigarros por dia há 20 anos. Negava uso de álcool ou drogas. O exame físico geral e neurológico mostraram-se dentro da normalidade. Qual o diagnóstico? Qual o tratamento?Cefaleia por baixo volume de liquor
    Cafeína IV
  23. 23Paciente do sexo feminino, 56 anos, natural da Espanha e residente na cidade do Rio de Janeiro, apresentou cefaléias e fotopsias. Negava antecedentes oculares relevantes a não ser o uso de lentes corretoras. Ao exame a acuidade visual corrigida era de 20/20 no olho direito (OD) e 20/25 no olho esquerdo (OE). O exame ocular externo e da motilidade ocular extrínseca nada revelaram. As pupilas eram isocóricas e fotorreagentes, mas havia um defeito aferente relativo discreto no OE. A biomicroscopiado segmento anterior não mostrou alterações e a pressão intraocular foi de 12mmhg em ambos os olhos (AO). O fundo de olho mostrou disco óptico de limites nítidosno OD e borramento dos limites do disco óptico no OE. Foram solicitados exames laboratoriais incluindo hemograma completo, glicemia de jejum, cálcio, uréia, creatinina, proteina C reativa, velocidade de hemossedimentação, sorologia para toxoplasmose e sífilis que foram normais ou negativos. Qual o diagnóstico? Qual o tratamento?Pseudotumor cerebral
    Tratamento: acetazolamida
  24. 24JIN,79 anos, sexo masculino, branco, casado, aposentado, ensino fundamental incompleto, compareceu à consulta de rotina, acompanhado da esposas, queixando de esquecimento. Relata que iniciou a notar o sintoma referido há aproximadamente um ano. No início, os familiares perceberam dificuldade para lembrar nomes, recados e que estava contando os mesmos casos e fazendo as mesmas perguntas várias vezes. Entretanto, o paciente não percebia o esquecimento. Nega outras alterações cognitivas, como alteração na fala e percepção. Nega alterações comportamentais e de humor. Incapacidade em executar as atividades de vida diária como fazer compras, usar o telefone, tomar remédio, recebendo o auxílio da esposa para isso. Faz uso de sinvastatina, doxazosina, losartan, furosemida, omeprazol e furosemida. Possui como comorbidade DM tipo 2, HAS, hipercolesterolemia e DRC estágio IV. Passado de hérnia de hiato esofágico, gastrite e de câncer prostático, descoberto em fase inicial e tratado com quimioterapia. Qual o diagnóstico? Qual o tratamento?Doença de Alzheimer
    Fármacos anticolinesterásicos, fármaco inibidor dos neurotransmissores (NMDA), antioxidantes
  25. 25JSF, 82 anos, sexo feminino, caucasiana, viúva, natural de Juatuba, procedente de Belo Horizonte. Procurou atendimento médico, juntamente com seus familiares, por apresentar quadro, com um mês de evolução, de alteração de comportamento, heteroagressividade para com seus familiares, ideias delirantes do tipo paranoide. Ademais, os sintomas se associavam com um deterioramento cognitivo e funcional. Paciente relata possuir Hipertensão Arterial Sistêmica, além de fibrilação atrial crônica. Além disso, relata episódio de Acidente Vascular Encefálico há cerca de quatro meses. Nega etilismo e uso de drogas ilícitas. Relata tabagismo. Antecedentes familiares com histórico de AVE e IAM. Relata utilizar de forma constante os seguintes medicamentos: pantoprazol e losartana. Qual o diagnóstico? qual o tratamento?Demência vascular
    Tratamento: atividade física, controle de comorbidades, uso de IChE, antagonistas de receptores glutamatérgicos
  26. 26J.F.C, 67 anos, masculino, advogado com antecedentes de HAS e DM II (uso irregular de Losartana e Metformina). Vem trazido por familiares ao setor de emergência do HGRS com queixa de um quadro súbito de fraqueza ao lado direito do corpo e dificuldade para falar que iniciou há cerca de 2h30 minutos do momento da admissão. Exame neurológico: vigil, Afasia global, pupilas isofotoreativas, força muscular 0/5 em hemicorpo direito. Qual o diagnóstico sindrômico? Qual o tratamento?AVC isquêmico
    UTI -> Controle da pressão + dieta 0 + glicemia + manter PA < 220/120 <180 + cabeceira a 0º e manter temperatura < 37,8º -> checklist pra trombólise -> rtPA 0,9mg/kg -> verificar NIHSS -> manter PA <180/110
    J.F.C, 67 anos, masculino, advogado com antecedentes de HAS e DM II (uso irregular de Losartana e Metformina). Vem trazido por familiares...
  27. 27Segundo relato da esposa, quando C. tinha 53 anos apresentou humor triste e anedonia, cerca de um ano após sua aposentadoria. Iniciou tratamento com medicação antidepressiva (venlafaxina), mas não sabe informar a dose. Quatro meses após o início do tratamento, apresentou agitação psicomotora, humor irritável e heteroagressividade, tendo sido internado no Hospital Pedro Ernesto (enfermaria de Psiquiatria). Recebeu então o diagnóstico de transtorno bipolar do humor e iniciou monoterapia com carbonato de lítio. Durante o ano em que usou essa medicação, alternava períodos de apatia e irritabilidade, acrescentando a essa sintomatologia mussitação e atitude alucinatória. Qual o diagnóstico? Qual o tratamento?Demência frontotemporal
    Inibidores seletivos na recaptação de serotonina, antipsicóticos
  28. 28Paciente idoso, sexo masculino, agricultor, vítima de queda de cavalo há aproximadamente 6hs. Admitido no PS com anisocoria (PE>PD), postura de descerebração bilateral, abertura ocular ao estímulo de pressão e sem resposta verbal ao estímulo álgico intenso. Foi visto também que não há reatividade pupilar no olho esquerdo. Sat 95%, FC 85bpm, e PA 100x60. Qual o escore na escala de coma de Glasgow? Como proceder?4
    ABCDE -> intubação -> avaliação primária e reanimação -> avaliação secundária e história AMPLA -> TC de urgência -> neurocirurgia/UTI
    Paciente idoso, sexo masculino, agricultor, vítima de queda de cavalo há aproximadamente 6hs. Admitido no PS com anisocoria (PE&gt;PD), p...
  29. 29Homem, 24 anos, vítima de acidente automobilístico. Chegou ao setor de emergência apresentando esquimose retroauricular, rinorreia aquosa, paralisia facial e dificuldade para entender os comandos. Glasgow 13. Como proceder? Qual o diagnóstico?TC de crânio e neurocirurgia de emergência
    Fratura de base de crânio
  30. 30Paciente do sexo masculino, 26 anos, pardo, chega ao Pronto Socorro em protocolo de trauma trazido pelo Corpo de Bombeiros, devido a atropelamento por carro há 20 minutos com ejeção da vítima. Deu entrada neste serviço nitidamente embriagado, porém sem perda de consciência, convulsões ou vômitos e em Glasgow 13. Não foi capaz de informar alergia medicamentosa, antecedentes patológicos ou se faz uso de medicamentos contínuos. Após 30 minutos, foi percebido no paciente um rebaixamento de consciência expressivo. Com abertura ocular ao estímulo sonoro, verbalização de palavras soltas, sem resposta aos comandos dado pela equipe e sem a capacidade de localizar os estímulos feito pelo médico. Qual o diagnóstico? Qual o escore na escala de coma de Glasgow? Como proceder?Hematoma epidural
    10
    TC, exame neurológico completo, hemograma, e cirurgia imediata. Após a cirurgia é necessário fazer avaliações neurológicas frequentes e TC antes da alta
  31. 31Paciente do sexo feminino, 73 anos, portadora de fibrilação atrial crônica, em uso de amiodarona e varfarina, teve queda da própria altura em casa. Foi levada ao departamento de emergência pelo resgate, chegando com queixa de cefaleia e Glasgow de 13. Ao exame físico apresentou midríase discreta do olho esquerdo. Nega outros sintomas. Qual o diagnóstico sindrômico? Qual o diagnóstico topográfico? Como proceder?Hematoma subdural
    Hemisfério esquerdo/ região occipital do hemisfério esquerdo do cérebro
    TC de crânio, Exame físico geral, exame neurológico, RX de coluna cervical.
  32. 32Qual o diagnóstico?Contusão cerebral focal com hematoma intracerebralQual o diagnóstico?
  33. 33Homem de 38 anos de idade, vítima de colisão carro/poste seguida de capotamento. Foi abordado pela equipe de resgate desacordado, não responsivo às solicitações, apresentando quadro de respiração ruidosa e com sangue em vias aéreas, além de ferimento corto-contuso em região frontal bilateral. Foi prontamente retirado do carro e intubado ainda no local do acidente devido ao rebaixamento do nível de consciência. O paciente foi levado ao pronto atendimento, onde foi atendido pela equipe do trauma que constatou um TCE grave devido a avaliação inicial ao politraumatizado. Qual o diagnóstico?Lesão Axonal DifusaHomem de 38 anos de idade, vítima de colisão carro/poste seguida de capotamento. Foi abordado pela equipe de resgate desacordado, não res...
  34. 34Qual o procedimento para a neuroproteção do paciente vítima de TCE grave?1. monitorização
    2. cabeceira elevada
    3. MC/IOT
    4. Sedação e analgesia
    5. Manter normotensão, normotermia, normoglicemia, normovolemia
  35. 35Paciente, sexo masculino, 18 anos. Paciente deu entrada no Hospital Geral do Estado no dia 24 de setembro 40 minutos após ter sofrido atropelamento, trazido pelo SAMU. Foi encontrado desacordado no local do acidente apresentando Glasgow 6. Ao chegar à unidade de saúde já apresentava Glasgow 3, hipertensão arterial, irregularidade respiratória e bradicardia, sendo realizada a intubação orotraqueal. Como proceder? Qual o diagnóstico?ABCDE -> intubação -> avaliação primária e reanimação -> TC de urgência -> avaliação secundária e história AMPLA -> drenagem + craniotomia descompressiva
    Hipertensão intracraniana
    Paciente, sexo masculino, 18 anos. Paciente deu entrada no Hospital Geral do Estado no dia 24 de setembro 40 minutos após ter sofrido atr...
  36. 36Homem, 33 anos. Paciente em estado de coma não perceptivo, com ausência de reatividade supraespinhal e apneia persistente há 48h. Possui lesão encefálica irreversível após trauma cranioencefálico decorrente de acidente automobilístico. Temperatura de 36º C, saturação em 97%, PA 110/10mmHg, Glasgow 1 e reflexos do tronco encefálico ausentes. Qual o diagnóstico? Como proceder?Morte encefálica
    2 exames clínicos por 2 médicos diferentes com o intervalo de 1h entre eles -> exames complementares -> verificar se é doador de órgãos
  37. 37Um paciente do sexo masculino, 62 anos, negro, apresentou, às 9 horas e 30 minutos, diminuição de força no hemicorpo direito e cefaleia holocraniana intensa. Dados vitais: PA 194×120 mmHg FC: 114 bpm, rítmico e cheio. Qual o diagnóstico? Como proceder?AVE hemorrágico
    UTI -> Terapia de suporte + via aérea + ventilação + circulação -> neurocirurgia
    Um paciente do sexo masculino, 62 anos, negro, apresentou, às 9 horas e 30 minutos, diminuição de força no hemicorpo direito e cefaleia h...

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Medicina Flashcards on PROSEL LANN, created by Qesya Rodrigues on 05/06/2021.
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