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Flashcards

Abdome agudo

Maria Fernanda Albuquerque Medicina Portuguese 43 cards

Cards in this deck (43)

  1. 1Sinais e sintomas de Obstrução pilórica e de bulbo duodenalvomitos pós brandiais com resíduos alimentares e distensão gástrica
  2. 2Tratamento obstrução piloricasubestenose: endoscopia com dilatação
    e casos mais graves antrectomia ou piloroplastia
  3. 3Sinais e sintomas úlcera petica perfuradaepigastralgia de longa data com piora recente ou uso de AINEs com inicio subito da dor
    dor em andar superior e se generaliza
    náuseas e vomitos
    distensão abdominal
    ruidos hidro. reduzidos ou abolidos
  4. 4Achados exame físico da úlcera péptica perfuradaSinal de jobert (perda da macicez à percussão na projeção hepática)
    confirmado pela presença de pneumoperitonio na radiografia ortostatica do tóraz (com cúpulas diafragmáticas)
  5. 5Tratamento úlcera pépticalaparoscopia, ulcerrografia e tamponamento com epiplon, até ressecções gástricas (antrectomia) e vagotomia
  6. 6Sinais e sintomas Colecistite agudador no andar superior direito há > 6hrs com sinais ultrassonicos de colecistite ou dor hipocondrio direito com litíase vesicular ao USG, podendo estar associada a febre
  7. 7Alterações exames Colecistite agudaleucocitose e/ou proteína C reativa >10mg/L
    elevação fosfatase alcalina e transaminases
    geralmente sem hiperbilirrubenia (exceção sindrome mirizzi)
  8. 8Principais causas de colecistite agudalitíase (90%) e antecedentes de cólica biliar e diagnóstico de colecistite crônica calculosa
  9. 9Como é dor da cólica biliarcausada pelo espasmo do ducto cístico, desencadeado pelo estímulo da colecistoquinina durante alimentação
    dor epigástrio e hipocondrio direito
    nauseas e vomitos
    <6hrs
  10. 10Causa da dor da colecistite agudaobstrução do ducto cístico pela impactação do cálculo biliar e seguida da inflamação da mucosa vesicular
    pode ocorrer infecção secundária evoluindo para empiema, necrose e até perfuração da vesícular biliar
  11. 11Exame imagem colecistite agudaUltrassom abdominal e em casos duvidosos TC ou cintilografia
  12. 12Fatores de risco para colecistite aguda alitiásicapacientes debilitados e imunodeprimidos, uso de nutrição pareteral prolongada, diabéticos, portadores de insuficiência renal crônica, vasculites, HIV
  13. 13Tratamento colecistite agudacolecistectomia
    antibioticoterapia para germes gram - e anaeróbios nos idosos e na alitiásica
  14. 14Causa da Colangiteobstrução do ducto biliar principal, seguida de infecção secundária que irá comprometer o fígado e disseminar pelo organismo
    germes: e. coli, klebsiella, enterococcus e bacterioides
  15. 15sinais e sintomas colangiteTríade de charcot: febre, icterícia e dor em hipocondrio direito, pode evoluir oara confusão mental e sepse (pentade de reynalds)
  16. 16Exames e alterações na colangitehiperbilirrubinemia (predomínio da direta), elevação da transaminases e fosfatase alcalina, leucocitose com desvio escalonado para esquerda
  17. 17Diagnóstico colangiteclínico e confirmado pela colangiografia endoscópia retrógrada (também terapeutica em 95%-outros 5% é cirugico com antibioticoterapia de largo espectro)
  18. 18Causa da apendicite agudaobstrução da luz do apendice, seguida de inflamação, infecção secundária e necrose evoluindo para a perfuração do orgão
  19. 19sinais e sintomas apendicite agudador abdominal periumbilical que se irradia para fossa ilíaca direita
    nauseas e vomitos
    inapetencia
    febre baixa
    (ausencia leucocitose)
  20. 20exame físico apendicite agudasinal de blumberg (dor a descompressão brsuca no ponto do mcburney) e sinal de rosving (dor referida na fossa iliaca direita após compressão do hemiabdomen esquerdo, levando a distensão do ceco)
  21. 21Diagnósticos apendicite agudacasos típicos: clínico
    formas atípicas (associadas a alteraões anatomicas do apendice e pacientes imunosuprimidos como gestante e idosos): USG, TC,
  22. 22tratamento apendicite agudaintervenção cirugica e ressecção do apendice
    casos graves: antibióticos após ressecação do apendice
    videolaparoscopia: casos de dúvida e obesos
  23. 23causas pancreatite agudacoledocolitíase e ingesta alcoolica absuiva
  24. 24sinais e sintomas pancreatite agudador andar superior abdomen (epigástrio e flancos) que podem irradiar para o dorso
    associada ou não a ictericia
    vomitos precoces
    distensão abdominal
    graves: hipotensão arterial, taquicardia, sudorese, febre, torpor e coma
  25. 25Exames complementares Pancreatite agudaamilase aumentada nas primeiras horas e valor normal após 48hrs
    radiografia pouco auxilia, detecta complicações
    TC: avaliação pancreatica e classificação gravidade, pode ser dispensada ou substituida por colangiopancreotografia por ressonancia magnetica
  26. 26Tratamento Pancreatite agudaCLINICO: reposição hídrica, analgesia, reposuo alimentar e medidas de suporte
    colangiopancreatografia endoscópica em casos de obstrução biliar
    pancreatites graves com coleções e/ou necrose: antibioticoprofilaxia de largo espectro, com imipenem
    necrose sem repercussão clínica: quinolonas associadas ao metronidazol
    necrose infectada: intervenção cirurgica, mecrosectomias e drenagem de todas coleções pancreaticas
  27. 27Causa da diverticuliteinflamação e infecção do divertículo, geralmente por oclusão por fezes ou residuos alimentares, podendo levar a perfuração
  28. 28Quadro clínico diverticulitesintomatologia variavel a depender do local divertículo
    pode evoluir com penumoperitônio se perfurado para cavidade abdominal. ou abcessos em flano ou bloqueios abdominais
  29. 29O que investigar no paciente com suspeita de diverticulite?faixa etaria avançada
    constipação cronica
    antecedentes pessoais e familiares de doença diverticular
  30. 30Exames complementares diverticuliteradiologia simples de abdome mostra pneumoperitonio e/ou quadro oclusivos
    TC quando há ausencia de pneumoperitonio no raio x
    colonoscopia contraindicada na suspeita de perfuração
  31. 31Tratamento diverticuliterestabelecimento hidroeletrolíticos, antibioticoterapia de largo espectro com aminoglicosideos ou ceftraxona associada aos metronidazol (indicado para situações que inflamação esra contida por um tumor inflamatorio)
    caos de perfuração, falha tratameto clínico, choque septico: ressecção segmento lesado e colostomia
  32. 32causas obstrução intestinaladerências entre alças, proveniente cirurgias abdominais prévias (75%), hernias, fecalomas, neoplasias, doença de crohn, volvos, intussuscepção, ielo biliar e outras
  33. 33quadro clínico obstrução intestinaldor abdominal difusa tipo colica
    nauseas e vomitos (conteúdo gastrico-bile-fecaloide)
    parada eliminação flatos e fezes
    distensão abdominal progressiva
  34. 34exame físico obstrução intestinaldistensão abdominla
    timpanismo à percussão
    dor difusa a palpação
    ruídos hidroaereos inicialmente aumentados com timbre metalico e ausente casos avançados
    avaliar região inguinal a procura de hernias
  35. 35exames complementares obstrução intestinalexames laboratorias com alterações das condições hidroeletroliticas e infecciosas
    Raio x abdome apresenta edema de alças intestinal e presença niveis hidroaereos nas grafias em posição ortostatica
  36. 36Tratamento obstrução instestinalreposição hídrica vigorosa, restabelecimento hidroeletrolitico, jejum e descompressão do transito instestinal por sonda gastrica durante 24 a 48hrs - espera resolução espontanea
    sem resolução: cirurgia
  37. 37fatores de risco doença isquemica intestinalidade avançada, cardiopatias,doenças vasculares prévias, fibrilação arterial, doenças valvares e hipercoagulação
  38. 38o que é isquemia mesenterica agudaperda súbita do suprimento arterial, geralmente por tromboembolismo, podendo ocorrer no tronco celíaco, a. mesenterica superior ou inferior ou seus ramos menores
    leva a infarto, necrose e morte de grandes porções trato digestório
  39. 39caracterize isquemia mesenterica cronicacausada por arteriosclerose, leva a angina abdominal
    dores abdominais após refeições
  40. 40o que é isquemia colonicahipofluxo sanguíneo em regiões do colon, que leva a isquemias localizadas
  41. 41Quadro clínico doença isquemica intestinaldor abdominal súbita e intensa região periumbilical que evolui para abdomen agudo franco
  42. 42alterações exames doença isquemica intestinalhemoconcentração associada a hipovolemia e distúrbios hidroeletrolíticos e ácido basicos
    hiperamilasemia
    raiox, USG, TC poucos específicos -- angiografia alta especificidade
  43. 43Tratamento doença isquemica intestinalcomo geralmente diagnóstico tardio-ressecção segmento lesado e anastomose primária ou derivação instestinal (colostomia, ileostomia, jejunostomia)

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Medicina Flashcards on Abdome agudo, created by Maria Fernanda Albuquerque on 24/03/2022.
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