GoConqr has a new look! Let us know what you think.

Mind map

Doenças esofágicas

Amanda Milhomem Medicina Portuguese

Doenças esofágicas

Map content

Doenças esofágicas

  1. ACALASIA

    • Ela é predominantemente doença idiopática, secundária à perda seletiva da função dos neurônios inibitórios dos plexos mioentéricos, provavelmente devido a fenômeno autoimmune em resposta a antígenos desconhecidos
    • Quadro clinico
      • A disfagia , regurgitação,dor torácica ,emagrecimento ,anormalidades pulmonares
    • Exames solicitados
      • Endoscopia digestiva alta(EDA), estudo radiológico contrastado de esôfago (o esôfago distal afunilado com configuração de “bico de pássaro”)
    • Escore de Eckart
      • varia os resultados de 0 a 12. Escores de 0-1 correspondem ao estágio clínico 0; 2-3 ao estágio I; 4-6 ao estágio II; escore >6 ao estágio III
    • Diagnósticos
      • é sugerido pelo quadro clínico e confirmado por exames diagnósticos específicos
    • Manometria Esofagica
  2. DIVERTICULO DO ESOFAGO

    • Os divertículos esofágicos são condições raras que causam sintomas esofágicos, como disfagia, regurgitação e dor no peito. Eles são classificados de acordo com sua localização e fisiopatologia característica em três tipos: divertículo epifrênico, divertículo de Zenker e divertículo de Rokitansky
    • Divertículo de Zenker
      • Surge do triângulo de Killian no faringoesôfago. É mais comum na 7ª-8ª década, predominância masculina apresenta sintomas: disfagia, regurgitação.
        • Tratamento cirúrgico; Diverticulectomia transcervical, diverticuloplexia .
    • Divertículo de Rokitansky
      • são os divertículos do esôfago médio que geralmente ocorrem no esôfago torácico. Eles são formados por contração anticatricial devido a um estado inflamatório e fibrótico crônico que atrai a parede do esôfago para fora; portanto, envolvem toda a parede do esôfago (divertículo verdadeiro). O ápice da bolsa geralmente está localizado em um ponto mais alto que o seu ponto de entrada; portanto, raramente atinge um tamanho apreciável ou produz qualquer sintoma. Sua associação com tuberculose pulmonar é bem caracterizada . Os casos de tuberculose pulmonar não controlada são raros na era atual; portanto, os divertículos de Rokitansky que apresentam problemas clínicos são ainda mais raros. Os divertículos do tipo pulsão no esôfago médio devem ser tratados da mesma forma que os divertículos epifrênicos.
    • Divertículo epifrênico
      • Os divertículos epifrênicos são divertículos do tipo pulsação que geralmente estão localizados no esofago distal. Sua patogênese é considerada um distúrbio secundário da motilidade esofágica e está associada à fraqueza congênita da parede esofágica.
        • A abordagem laparoscópica é a opção cirúrgica menos invasiva
          • Tratamento cirúrgico; Remoção do divertículo com miotomia através do LES e tratamento endoscópico por endoscopia (endoscópio flexível
    • Diverticulo iatogenico
      • Com as novas abordagens minimamente invasivas constatou-se um novo tipo de diverticulo que pode ocorrer pos procedimento devido ao estimulo das contrações
    • A importancia do tratamento correto é que a reincidava do diverticulo pode levar a uma neoplasia
  3. ESOFAGITE EOSINÓFILICA

    • Doença Inflamatória Crônica
    • Prevalências Homens > Mulheres
    • Associada a Hereditariedade e a doenças alérgicas prévias: asma, eczema, rinite
    • Presença de denso infiltrado eosinofílico no epitélio esofágico
    • Mecanismo patológico parecido com alergias
      • Os alérgenos estimulam as células Th2 que produzem IL-5. A diferenciação final dos precursores mielóides em eosinófilos é induzida pela ação da IL-5. Ao ocorrer a maturação completa do eosinófilo, a IL-5 se sinergiza com a eotaxina, que promove a liberação destas células da medula óssea para a corrente sanguínea e para os locais de inflamação alérgica. Nos tecidos ocorre a ativação dos eosinófilos que degranulam, liberando substâncias, como histamina, causando inflamação dos tecidos e conseqüente sintomatologia da Esofagite Eosinofilica
    • Sinais Clinicos:
      • Adultos : disfagia, impactação alimentar, vômitos, dor no peito, náusea, pirose, dor epigástrica, sialorreia, intolerância alimentar e dificuldade na deglutição, pode ocorrer tosse, sinusite e pneumonia
    • Diagnóstico:
      • Endoscopia: endoscopia digestiva alta com análise dos fragmentos da mucosa esofágica obtidos por biópsia Os achados mais frequentes: inúmeras alterações da mucosa esofágica como anéis, sulcos transversais,erosões longitudinais, edema, friabilidade, placas esbranquiçadas, estenoses, pólipos.
      • Paciente sintomático: anéis transversais (48%), sulcos longitudinais (46%), estenoses (24%) e diminuição do calibre do esôfago (12%)
    • Histologia:
      • é caracterizado pela presença de 15 a 20 eosifnofilos por campo, a coleta deve ser feitas nas porções do terço distal e proximal e para um diagnostico fidedigno é necessário 5 biopsias. Achados exclusivos da EE ( que diferem de DRGE) : Os micro abscessos, depósitos de proteínas eosinofílicas extracelulares e imunologia positiva.
    • Tratamento:
      • Corticoides tópicos e sistêmicos -drogas antagonistas dos receptores de leucotrienos ( montelucaste) que promove melhora clínica significativa, mas sem comprovação de cura histológica -mepolizumab, um anticorpo monoclonal contra ainterleucina 5, utilizado em terapia parenteral, com melhora clinica e histológica -Dieta alimentar: melhora clinica e histológica -Casos extremos: dilatação esofágica endoscópica – alta morbidade
  4. -Amanda Faria -Amanda Milhomem -Ana Beatriz -Estéfane Lobo - kharla Loiola -Maria de Lourdes

  5. RUPTURA ESPONTÂNEA DO ESÓFAGO

    • Sindrome de Boerhaaver
    • Perfuração mais letal do TGI Elevada taxa de mortalidade
    • Decorrente de um aumento súbito na pressão interna do esôfago durante o ato de vomitar, resultante de uma incoordenação neuromuscular do músculo cricofaringeo.
    • Quadro Clinico: Dor súbita típica torácica ou epigástrica após episódios de vômitos precedidos de abuso de álcool ou alimentos Associada a enfisema cervicomediastinal e na forma da tríade de Mackler (vômito, dor torácica, enfisema subcutâneo
    • Diagnostico: Endoscopia digestiva alta e esofagograma
    • Tratamento : cirúrgico Em 24h aumento de 75% da taxa de sobrevida
  6. CANCER DE ESÓFAGO UMA REVISÃO

    • Tipos histológicos
      • Adenocarcinoma
        • Tipo mais comum nos EUA
        • Fator de risco
          • Doença Barret; Obesidade; Refluxo gastroesofágico crônico
        • Localização
          • Esófago distal e junção esofagogástrica
            • Classificação de Siewert
      • Carcinoma Epidermóide
        • Mais comum no Brasil
        • Fator de risco
          • Tabagismo e etilismo
        • 50% dos casos no terço médio do esofago
    • Diagnóstico Diferencial
      • Estenose por refluxo; Megaesófago; Divertículo Faringoesofágico
    • Diagnóstico
      • Exames
        • EDA alta com biópsia; Esofagograma com contraste; TC de tórax, abdomen e pelve com contraste para avaliar metástases distantes; PET-SCAN; USG endoscópica; Toracoscopia; Laparoscopia; Broncoscopia
    • Tratamento
      • Esofagectomia
        • Transtorácica
        • Trans-hiatal
      • Linfadenectomia regional
        • Na ausencia de mestástase e T4 irresecável
      • Radioquimioterapia neoadjuvante
      • Terapia paliativa
        • tumores irresecáveis
        • dilatadores esofágicos
        • radioterapia
    • Estadiamento
      • TNM
    • Quadro Clinico
      • Sinal de Troiser
      • Em alguns casos pode vir acompanhado de anemia ferropriva devido a perda de sangue crõnica
      • Disfagia progressiva; perda rápida de peso,odinofagia, regurgitação,dor retroesternal,nauseas, võmitos;perda de apetite; dor torácica
  7. DRGE

    • É uma condição que se desenvolve quando o refluxo do conteúdo gástrico causa sintomas ou complicações. È uma das doenças mais importantes das afecções digestivas, tendo uma incidencia muito relevante
    • Sintomas
      • Manifestações típicas
        • Pirose
        • Regurgitação Acida
      • Manifestações atípicas
        • Pulmonares
          • Tosse cronica; asma; pigarro; pneumonia; bronquiectasiia
        • Otorrinolaringológicas
          • Roquidão; Otite; Sinusite
        • Orais
          • Erosão dentária; Halitose; Afta
    • Diagnóstico
      • é clínico! muito importante a anamnese
      • Exames complementares
        • EDA alta; Exame radiológico contraste do esofago; Manometria esofágica computadorizada; Cintilografia esofágica; pHmetria esofágica prolongada; pHmetria esofágica prolongada sem fio; Teste de Berntein; Impedanciometria esofágica; Teste terapeutico
          • obs: EDA alta e pHmetria esofagiana são os métodos mais sensíveis de diagnóstico
    • Tratamento
      • Clínico
        • Não farmacológico
        • Farmacológico
          • Inibidores de bomba de prótons (IBP)
          • Antagonistas dos receptores da histamina
          • Procinéticos
          • Antiácidos. Alginatos, sucralfato
      • Cirúrgico
        • Fundoplicatura total
        • Fundoplicatura parcial
        • Fundoplicatura mista
  8. ESOFAGO EM QUEBRA NOZES

    • Distúrbios motores primários
    • é caracterizado por ondas peristáuticas que atinge elevada amplitude em esófago distal
    • Manifestações Clínicas
      • Típica
        • Dor toracica constritiva na região retroesternal
      • Atípica
        • Queimação e Disfagia
    • Exames complementares
      • EDA alta;
      • PHmetria
        • para exclusão de DRGE
      • Manometria
        • diagnóstico
      • Esofagografia com bário
    • Tratamento
      • Farmacológico
        • Bloqueadores do canal de cálcio
      • Cirúrgico
        • Fundoplicatura
          • Indicada quando a fisiopatologia da doença está associada a hipersenssibilidade do esofago ao refluxo
  9. PERFURAÇÃO ESOFAGICA POR CORPO ESTRANHO

    • porção esofágica mais comumente lesada é a torácica, seguida pela cervical e abdominal
    • Manifestações Clínicas
      • Perfurações da porção SUPERIOR do esofago
        • dor cervical ou torácica; disfagia; agonia; dificuldade respiratória; náuseas; vomitos; febre
      • Perfurações da porção INFERIOR do esofago
        • dor abdonminal; pneumotórax e hidropneumotorax; enfisema subcutaneo em região mamária
    • Exames complementares
      • EDA alta; TC; exames radiológicos contrastados; radiografia de tórax
    • Tratamento
      • Endoscopia
        • remoção do corpo estranho sem rafiar a lesão;
      • controle da infecção; manutenção nutricional; reparo do trato digestivo lesionado, com reforço da rafia; hidratação; jejum; antibioticoterapia; cirurgia está indicada em casos com lesão periesofágica extensa, associada ao quadro clínico sugestivo de spse; pneumotórax; enfisema de mediastino e insuficiencia respiratória

Images and files in the map

  • Doenças esofágicas
  • Doenças esofágicas
  • Doenças esofágicas
  • Doenças esofágicas

Information

Description
Medicina Mind Map on Doenças esofágicas, created by Amanda Milhomem on 05/08/2020.
Created by
Amanda Milhomem
Views
0
History
  • Created by Amanda Milhomem · Aug 5, 2020
  • Copied by Amanda Milhomem · Aug 5, 2020
Rating

Feedback

What is it about?

What do you think of the new look?

How do you like it?