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Anatomia do Pâncreas

Guilherme Mello Laboratório Morfofuncional de Anatomia 9 Portuguese 21 slides

Anatomia do Pâncreas

Slides in this set (21)

  1. Introdução

    • O pâncreas é uma glândula acessória da digestão, alongada, retroperitoneal
    • O pâncreas produz:
    • Secreção exócrina (suco pancreático produzido pelas células acinares) que é liberada no duodeno através do ducto pancreático e do ducto acessório.
    • Secreções endócrinas (glucagon e insulina, produzidos pelas ilhotas pancreáticas [de Langerhans) que passam para o sangue
    • 3.Achatado no sentido ântero-posterior.
    • 4.Forma prismática.
    • 5.Apresenta duas faces - anterior e posterior, duas bordas - superior e inferior e sua localização é posterior ao estômago.
    • 6.Para fins descritivos, o pâncreas é dividido em quatro partes: cabeça, colo, corpo e cauda
    • Introdução
  2. Cabeça do pâncreas

    • É a parte expandida da glândula que é circundada pela curvatura em forma de C do duodeno à direita dos vasos mesentéricos superiores logo abaixo do plano transpilórico.
    • Está firmemente fixada à face medial das partes descendente e horizontal do duodeno.
    • O processo uncinado, uma projeção da parte inferior da cabeça do pâncreas, estende-se medialmente para a esquerda, posteriormente à AMS
    • A cabeça do pâncreas está apoiada posteriormente na VCI, artéria e veia renais direitas, e veia renal esquerda
    • Em seu trajeto para se abrir na parte descendente do duodeno, o ducto colédoco situa-se em um sulco na face posterossuperior da cabeça ou está inserido em sua substância
    • É a parte mais espessa do pâncreas, porém, mesmo assim, é achatada no plano anteroposterior.
    • O limite entre a cabeça e o colo é delimitado, anteriormente, pelo sulco da artéria gastroduodenal e, posteriormente, por um sulco mais profundo que contém a união das veias mesentérica superior e esplênica onde formam a veia porta.
    • A cabeça do pâncreas ainda apresenta uma face anterior coberta de peritônio e relacionada com a origem do mesocolo transverso e uma face posterior relacionada com a veia cava inferior, que ascende posteriormente ao pâncreas nessa região.
  3. Colo do pâncreas

    • É curto (1,5 a 2 cm) e está situado sobre os vasos mesentéricos superiores, que deixam um sulco em sua face posterior.
    • A face anterior do colo, coberta por peritônio, está situada adjacente ao piloro do estômago.
    • A VMS une-se à veia esplênica posteriormente ao colo para formar a veia porta.
  4. Corpo do Pâncreas

    • É o prosseguimento do colo e situa-se à esquerda dos vasos mesentéricos superiores, passando sobre a aorta e a vértebra L II, logo acima do plano transpilórico e posteriormente à bolsa omental.
    • A face anterior do corpo do pâncreas é coberta por peritônio, está situada no assoalho da bolsa omental e forma parte do leito do estômago.
    • A face posterior do corpo do pâncreas não tem peritônio e está em contato com a aorta, AMS, glândula suprarrenal esquerda, rim esquerdo e vasos renais esquerdos
    • A face anterossuperior é coberta por peritônio, que se estende desde a glândula anteriormente até se tornar contínuo com a lâmina anterior do omento maior.
    • Em relação às margens, a margem superior está relacionada com o tronco celíaco
    • A margem anterior separa a face anterossuperior da anteroinferior e a margem inferior separa a face posterior da anteroinferior.
  5. Margem Superior e Margem Inferior

    • Margem Superior e Margem Inferior
    • Margem Superior e Margem Inferior
  6. Cauda do Pâncreas

    • Situa-se anteriormente ao rim esquerdo, onde está intimamente relacionada ao hilo esplênico e à flexura esquerda do colo.
    • A cauda é relativamente móvel e passa entre as camadas do ligamento esplenorrenal junto com os vasos esplênicos.
    • Ducto pancreático começa na cauda do pâncreas e atravessa o parênquima da glândula até a cabeça do pâncreas: aí ele se volta inferiormente e tem íntima relação com o ducto colédoco.
    • O ducto pancreático e o ducto colédoco geralmente se unem para formar a ampola hepatopancreática (de Vater) curta e dilatada, que se abre na parte descendente do duodeno, no cume da papila maior do duodeno.
    • O ducto pancreático acessório abre-se no duodeno no cume da papila menor do duodeno. Em geral, o ducto pancreático acessório comunica-se com o ducto pancreático.
    • O músculo esfíncter do ducto pancreático (ao redor da parte terminal do ducto pancreático), o músculo esfíncter do ducto colédoco (esfíncter do colédoco – ao redor da extremidade do ducto colédoco) e o músculo esfíncter da ampola hepatopancreática (de Oddi), ao redor da ampola hepatopancreática, são esfíncteres de músculo liso que impedem o refluxo das secreções digestivas e do conteúdo duodenal.
  7. Ductos Pancreáticos

    • Ducto pancreático principal (de wirsung):
    • Começa na cauda do pâncreas e atravessa o parênquima da glândula até a cabeça do pâncreas.
    • Seu calibre aumenta à medida que segue dentro do corpo, pois recebe mais ductos lobulares que se unem quase em ângulo reto, formando um padrão em “espinha de peixe”.
    • Quando o ducto pancreático chega ao colo da glândula, geralmente se vira inferior e posteriormente em direção ao ducto biliar, que está ao seu lado direito.
    • Os dois ductos penetram obliquamente na parede da parte descendente do duodeno e se reúnem na ampola hepatopancreática (de Vater), curta e dilatada, que se abre na parte descendente do duodeno na papila maior.
    • 2.Ducto pancreático acessório (de Santorini):
    • Drena a parte superior da cabeça do pâncreas anteriormente.
    • Tem calibre muito menor que o do ducto pancreático principal, ascende anteriormente a esse e é formado no interior da substância da cabeça a partir de vários ductos lobulares.
    • O ducto pancreático acessório geralmente se abre em uma papila duodenal secundária pequena e arredondada, a papila menor do duodeno.
  8. Ductos Pancreáticos

    • Ductos Pancreáticos
  9. Relação anatômica do pâncreas com os outros órgãos da cavidade abdominal.

    • Está localizado sobrejacente e transversalmente aos corpos das vértebras L1 e L2, ao nível do plano transpilórico, na parede posterior do abdômen.
    • Ainda sobre a sua localização, podemos dizer que ele se encontra posteriormente ao estômago, sendo interposto ao duodeno à sua direita, e ao baço à sua esquerda, possuindo o mesocólon transverso fixado à sua margem anterior.
    • Relação anatômica do pâncreas com os outros órgãos da cavidade abdominal.
  10. Anatomia Descritiva

    • Anatomia Descritiva
  11. Vascularização Arterial

    • A irrigação arterial do pâncreas provém principalmente dos ramos da artéria esplênica, arterias gastroduodenal e mesentérica superior.
    • Até 10 ramos da artéria esplênica irrigam o corpo e a cauda do pâncreas.
    • As artérias pancratoduodenais superiores anterior e posterior (ramos da artéria gastroduodenal) e as artérias pancratoduodenais inferiores anterior e posterior (ramos da artéria mesentérica superior) formam arcos anteriores e posteriores que irrigam a cabeça do pâncreas.
  12. Vascularização Arterial do Pâncreas

    • Vascularização Arterial do Pâncreas
    • Vascularização Arterial do Pâncreas
  13. Mapa Mental: Irrigação

    • Mapa Mental: Irrigação
  14. Drenagem Venosa

    • A drenagem venosa do pâncreas é basicamente para o sistema porta.
    • A cabeça e o colo drenam principalmente por intermédio das veias pancreaticoduodenais superior e inferior.
    • O corpo e a cauda drenam predominantemente para veias pequenas que correm diretamente para a veia esplênica ao longo da superfície posterior da glândula ou pode haver ainda drenagem diretamente para a veia porta.
  15. Drenagem Venosa

    • Drenagem Venosa
  16. Drenagem Linfática

    • A drenagem linfática do pâncreas é extensa.
    • Vários grupos de linfonodos podem receber a drenagem proveniente de cada uma das regiões da glândula.
    • Os capilares linfáticos surgem ao redor dos ácinos pancreáticos.
    • Os vasos linfáticos maiores seguem o suprimento arterial e drenam para os linfonodos situados ao redor do pâncreas e para grupos de linfonodos adjacentes.
  17. Drenagem Linfática

    • Drenagem Linfática
  18. Mapa Mental: Drenagem e Inervação

    • Mapa Mental: Drenagem e Inervação
  19. Inervação

    • Os lóbulos que desempenham função exócrina no pâncreas são inervados por uma fina rede de fibras simpáticas e parassimpáticas.
    • O suprimento simpático origina-se do sexto ao décimo segmentos torácicos da medula espinal e é distribuído ao pâncreas principalmente via contribuição simpática aos gânglios celíacos.
    • As fibras pós-ganglionares chegam até a glândula por meio do suprimento arterial, na forma de plexos periarteriais.
    • O suprimento parassimpático provém do nervo vago posterior e do componente parassimpático do plexo celíaco.
    • Já a inervação das ilhotas endócrinas é oriunda quase exclusivamente da parte parassimpática do sistema nervoso. Ramos delgados ramificam-se entre as células e formam plexos ao redor das ilhotas.
    • Os gânglios parassimpáticos estão no tecido conjuntivo dentro dos lóbulos associados às células das ilhotas, formando complexos neuroinsulares. Tanto as células alfa quanto as beta participam desses complexos neuroinsulares.
  20. Inervação

    • Inervação
  21. Mapa Mental: Resumo

    • Mapa Mental: Resumo

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9 Laboratório Morfofuncional de Anatomia (Metabolismo) Slide Set on Anatomia do Pâncreas, created by Guilherme Mello on 27/05/2022.
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Guilherme Mello
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