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Teste de Software

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Teste de Software

  1. NÍVEIS DE TESTE

    • • Teste de Aceitação (Requisito): são realizados geralmente por um restrito grupo de usuários finais do sistema. Esses simulam operações de rotina do sistema de modo a verificar se seu comportamento está de acordo com o solicitado.
    • • Teste de Sistema (Análise): avalia o software em busca de falhas por meio da utilização do mesmo, como se fosse um usuário final. Dessa maneira, os testes são executados nos mesmos ambientes, com as mesmas condições e com os mesmos dados de entrada que um usuário utilizaria no seu dia-a-dia de manipulação do software.
    • • Teste de Integração (Arquitetura): Visa provocar falhas associadas às interfaces entre os módulos quando esses são integrados para construir a estrutura do software que foi estabelecida na fase de projeto.
    • • Teste Unitário (Código): tem por objetivo explorar a menor unidade do projeto, procurando provocar falhas ocasionadas por defeitos de lógica e de implementação em cada módulo, separadamente.
  2. TIPOS DE TESTE

    • • Teste de Instalação e Configuração: Basicamente no teste de Instalação e teste de configuração são verificadas o comportamento do sistema em diferentes configurações de software e hardware. Se o software funciona corretamente nas configurações de hardware e software especificados.
    • • Teste de Integridade: Verificar se os componentes envolvidos vão permanecer íntegros mesmo com um alto volume de dados. Por exemplo, verificar o comportamento de uma tabela com milhões de registros.
    • • Teste de Segurança: o teste de segurança e teste de invasão visam identificar as falhas de segurança de um software ou ambiente em que está sendo executado. Avaliar as vulnerabilidades em aplicações e serviços frente a diferentes tipos de ataques de segurança.
    • • Teste Funcional: testa os requisitos funcionais da aplicação e software. Resumidamente verificar se a aplicação está apta a realizar as funções na qual foi desenvolvida para fazer. O teste funcional pode ser manual, realizado de forma automatizada ou uma mistura dos dois.
    • • Teste de Unidade: é o teste básico em um software, fornecendo valores válidos ou inválidos e verificando se o retorno foi de acordo com o esperado.
    • • Teste de Integração: é a fase do teste de software em que módulos são integrados e testados em grupo. Como por exemplo, seu software acessando um banco de dados ou fazendo uma chamada externa a outros sistemas.
    • • Teste de volume: o teste de volume submete uma certa quantidade de dados ao sistema para determinar seu comportamento. Vai depender da estratégia adotada. Pode submeter uma estimativa de 1 ano de utilização, por exemplo, para avaliar o comportamento. Ou submeter uma entrada de dados do volume máximo de dados em cada campo ou a criação de consultas que retornem todo o conteúdo do banco de dados.
    • • Teste de Regressão: o teste de regressão é uma técnica do teste de software que consiste na aplicação de versões mais recente do software, para garantir que não surgiram novos defeitos em componentes já analisados. Se ao juntar o novo componente ou as suas alterações, com os componentes restantes do sistema e surgirem novos defeitos em componentes inalterados, então se considera que o sistema regrediu. Muito comum a utilização de testes automatizados para reduzir o tempo de testes.
    • • Teste de Performance: consiste em avaliar a capacidade de resposta, robustez, disponibilidade, confiabilidade e escalabilidade de uma aplicação, conforme a quantidade de conexões simultâneas, avaliando seu desempenho em alta carga de trabalho e considerando seu comportamento em circunstâncias normais.
    • • Teste de Usabilidade: levantamento em conjunto com os reais usuários do sistema e verificar a facilidade que o software ou sistema desenvolvido possui, de ser claramente compreendido e manipulado pelo usuário.
  3. TÉCNICAS DE TESTE

    • Teste Funcional (caixa-preta) O teste funcional, ou de caixa-preta, é baseado nos requisitos funcionais do software. Esta técnica não está preocupada com o comportamento interno do sistema durante a execução do teste, mas sim com a saída gerada após a entrada dos dados especificados. Tal tipo de teste é indicado para detectar erros de interface, de comportamento e/ou desempenho, podendo ser aplicada em todas as fases de testes (unidade, integração, sistema e aceitação). Uma dificuldade dessa técnina, por questões de tempo e recurso, é testar todas as entradas possíveis. Essa técnica de teste apresenta-se como necessária durante o desenvolvimento de um sistema, contudo, por sua natureza, mostra-se insuficiente para identificar certos riscos num projeto de software.
    • Teste Estrutural (caixa-branca) O teste estrutural, ou de .caixa-branca, é projetado em função da estrutura interna do sistema, e por isso permite uma verificação mais precisa do funcionamento do software. Este tipo de teste é desenvolvido analisando o código-fonte e elaborando casos de teste que cubram as funcionalidades do componente de software. Essa técnica é vista como complementar à técnica funcional e informações obtidas pela aplicação desses critérios têm sido consideradas relevantes para as atividades de manutenção, depuração e para a confiabilidade de software. A técnica de teste de caixa-branca é recomendada para as fases de teste de unidade e teste de integração, cuja responsabilidade principal fica a cargo dos desenvolvedores do sistema, que por sua vez conhecem bem o código produzido
    • Teste Alfa: Semelhante ao teste de aceitação, o teste alfa usa o sistema de forma não planejada disponibilizando o sistema para um pequeno grupo de pessoas. Essas pessoas participam do projeto dando feedbacks sobre a situação atual em que o sistema se encontra. O teste alfa é frequentemente usado para sistemas de prateleira como forma de teste de aceitação interna.
    • Teste Beta: Realizado por um grande número de pessoas, a execução do sistema ocorre de forma não planejada por pessoas desconhecidas, que não possuem nenhuma relação com a equipe ou empresa desenvolvedora. Frequentemente o teste é utilizado como uma forma de aceitação externa para softwares de prateleira possibilitando avaliar o feedback do mercado.
    • Testes Estáticos: Tem como objetivo analisar o código sem precisar executá-lo, verificando se as boas práticas adotadas foram efetuadas. O principal objetivo dessa técnica é identificar erros de programação, tais como: Práticas ruins e Falhas de segurança.
    • Testes Dinâmicos: Engloba todos os tipos de teste e níveis de testes de software. Executando o sistema para ser testado, sendo um método tradicional inserindo uma entrada, executando o sistema e conferindo uma saída. A análise estática e a dinâmica se complementam sendo as duas realizadas no sistema.

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Tecnologia na Educação Mind Map on Teste de Software, created by Whisky Charlie on 08/04/2020.
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  • Created by Felipe Tavares · Apr 7, 2020
  • Copied by Whisky Charlie · Apr 8, 2020
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