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RUBÉOLA

RODRIGO ROSI ASSIS Medicina Portuguese 7 slides

Slides in this set (7)

  1. RUBÉOLA

  2. RUBÉOLA

    • Doença exantemática viral aguda, caracterizada por febre baixa e exantema maculopapular, que se inicia na face, couro cabeludo e pescoço, espalhando-se para tronco e membros.
    • Este exantema é, precedido, em 5 a 10 dias, por linfadenopatia generalizada, principalmente sub-ocipital, pós-auricular e cervical posterior.
    • Adolescentes e adultos podem apresentar poliartralgia, poliartrite, conjuntivite, coriza e tosse.
    • Cerca de 25 a 50% das infecções pelo vírus da Rubéola são subclínicas, ou seja, não apresentam sinais e sintomas clínicos característicos da doença.
    • Tem curso benigno e toda sua importância epidemiológica está relacionada à Síndrome da Rubéola Congênita
  3. RUBÉOLA

    • Agente etiológico - Vírus RNA, gênero Rubivirus, família Togaviridae.
    • Reservatório - O homem.
    • Modo de transmissão - Direto, pelo contato com secreções nasofaríngeas de pessoas infectadas.
    • Período de incubação - De 14 a 21 dias, com duração média de 17 dias, podendo variar de 12 a 23 dias.
    • Período de transmissibilidade - De 5 a 7 dias antes do início do exantema e de 5 a 7 dias após.
  4. RUBÉOLA

    • Diagnóstico - Clínico, laboratorial e epidemiológico. O teste mais utilizado é o ensaioimunoenzimático (ELISA) para detecção de anticorpos específicos IgM e IgG e/ou pela identificação do vírus a partir de secreção nasofaríngea e urina, até o 7º dia do início do exantema.
    • A coleta de sangue deve ser feita logo no primeiro contato com caso suspeito. Aquelas coletadas após 28 dias são consideradas tardias, mas, mesmo assim, devem ser aproveitadas e encaminhadas ao laboratório de referência estadual para a realização da pesquisa de IgM.
    • Não existem indicações para solicitar e realizar exame de rotina no prénatal para Rubéola em gestantes.
  5. RUBÉOLA

    • Vacinação - A vacina é a única forma de prevenir a ocorrência da Rubéola na população, sendo sua principal medida de controle. Esquema básico: uma dose da vacina tríplice viral (sarampo, Rubéola e caxumba), aos 12 meses de idade, e uma 2a dose, entre 4 a 6 anos de idade.
    • Via de administração: a vacina tríplice viral é administrada por via subcutânea, de preferência na face externa da parte superior do braço (região deltóide).
  6. Síndrome da Rubéola Congênita

    • A Síndrome da Rubéola Congênita (SRC), geralmente, é uma condição clínica grave. A infecção da placenta e viremia fetal ocorrem em cerca de 40 a 60% das mulheres grávidas infectadas com o vírus da Rubéola, principalmente durante as primeiras semanas de gestação (primeiras nove semanas). Esse vírus tem tropismo por células em formação (embriogênese) e quanto mais precoce a idade gestacional, mais elevadas são as taxas de malformações congênitas: estima-se que, nas primeiras 8 semanas de gestação, 90% dos recém-nascidos (RN) sejam portadores da SRC (com múltiplos defeitos); 80%, até a décima semana de gestação; e 35%, entre a décima primeira e décima segunda semana de gestação. Após esse período, a ocorrência da doença fetal declina e, da décima sexta à vigésima semana, somente se registra sofrimento fetal.
    • Os principais sinais e sintomas da infecção intra-uterina são aborto espontâneo, prematuridade, baixo peso, malformação congênita de grandes órgãos e sistemas, como olhos (microftalmia, retinopatia, glaucoma e catarata), deficiência auditiva, e alterações neurológicas (meningoencefalite, retardo mental), púrpura, esplenomegalia, osteopatia radiolúcida, dentre outros.
  7. Síndrome da Rubéola Congênita

    • Agente etiológico - Vírus RNA, gênero Rubivirus, família Togaviridae. Reservatório - O homem. Modo de transmissão - A infecção é adquirida por via intra-uterina (transmissão vertical). Período de incubação - Não há período definido. Período de transmissibilidade - Lactentes com SRC podem eliminar o vírus através das secreções nasofaríngeas, sangue, urina e fezes, por até 1 ano após o nascimento
    • Diagnóstico - Clínico, epidemiológico e laboratorial. O feto infectado é capaz de produzir anticorpos específicos da classe IgM e IgG para Rubéola, antes mesmo do nascimento.
    • Tratamento - Não há tratamento específico

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Medicina Slide Set on RUBÉOLA, created by RODRIGO ROSI ASSIS on 20/02/2021.
Created by
RODRIGO ROSI ASSIS · Feb 2021
Updated
Feb 20, 2021
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