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PORTUGUÊS JURÍDICO

Matheus Viégas Direito Portuguese

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PORTUGUÊS JURÍDICO

  1. MAPA MENTAL: 1- Linguagem, língua e variabilidade 2- Vocabulário 3- Leitura e análise textual 4- Funções de linguagem 5- Compreensão e interpretação de texto

    • DISCENTE: MATHEUS MACIEL VIÉGAS DE SOUSZA
      • DOCENTE:
    • 1- Linguagem, língua e variabilidade
      • Qual é o conceito de linguagem? Linguagem é o sistema através do qual o homem comunica suas ideias e sentimentos, seja através da fala, da escrita ou de outros signos convencionais. ... linguagem formal: produzida em situações que exigem o uso da linguagem padrão (conhecida também como norma culta).
        • Linguagem é: “o conjunto das palavras e dos métodos de combiná-las usado e compreendido por uma comunidade.” “capacidade de expressão dito como verbal.”
      • Língua é: conjunto das palavras e das regras que as combinam, usadas por uma comunidade linguística como principal meio de comunicação e de expressão, falado ou escrito
        • O idioma nacional. Sendo assim, a língua não é a linguagem. Aqui no Brasil, a nossa língua é aquela matéria cheia de regras e normas fixas que estudamos na matéria de Gramática, em alguns lugares registrada como “Português”, e em outros como “Comunicação e expressão”.
      • Variação linguística é o movimento comum e natural de uma língua, que varia principalmente por fatores históricos e culturais. Modo pelo qual ela se usa, sistemática e coerentemente, de acordo com o contexto histórico, geográfico e sociocultural no qual os falantes dessa língua se manifestam verbalmente.
        • As variações linguísticas diferenciam-se em quatros grupos: sociais (diastráticas), regionais (diatópicas), históricas (diacrônicas) e estilísticas (diafásicas).
          • Variação social é um conceito que engloba a variação linguística dos indivíduos, de modo que cada grupo social possui uma linguagem própria que é utilizada por esse grupo, não necessariamente formal, mas informal na maioria dos casos.
          • Variação diatópica, é a variação caracterizada através das diferenças geográficas, ou seja, diferenças relacionadas ao espaço físico, como países, regiões, estados, cidades, zona rural, zona urbana. ... Por ele apresentar uma variedade que é característica de sua comunidade, ou região, ex. português (cidadão de Portugal) ou (língua oficial brasileira)
          • Variação histórica acontece ao longo de um determinado período de tempo e pode ser identificada ao serem comparados dois estados de uma língua. O processo de mudança é gradual: uma variante inicialmente utilizada por um grupo restrito de falantes passa a ser adotada por indivíduos socioeconomicamente mais expressivos.
          • As variações diafásicas, também chamadas de variações situacionais, são variações que ocorrem de acordo com o contexto ou situação em que decorre o processo comunicativo. Há momentos em que é utilizado um registro formal e outros em que é utilizado um registro informal. São as variações que se dão em função do contexto comunicativo, isto é, a ocasião determina o modo como falaremos com o nosso interlocutor, podendo ser formal ou informal. Por ex. comunicação onde a mudança ocorre pela oscilação de temperamentos.
    • 2- Vocabulário
      • Vocabulário é o conjunto de termos e expressões que pertencem a uma língua, mas também pode se referir ao grupo de palavras conhecidas de determinada pessoa ou grupo, seja ele social, etário, regional, entre outros. O vocabulário pode ser considerado o mesmo que glossário, léxico ou dicionário, ou seja, um acumulamento de diferentes palavras e seus significados.
        • O vocabulário pode ser entendido como a totalidade de palavras que pertencem ao idioma de determinado país, assim como do dialeto de determinado povo, e como a linguagem técnica que é típica de determinado grupo de profissionais. Exemplo: vocabulário médico, vocabulário mineiro, vocabulário espanhol, vocabulário inglês, vocabulário indígena e etc.
          • EX; Vocabulário jurídico: unívocos, equívocos e análogos.
            • O vocabulário unívoco é aquele em que as palavras têm um único significado na linguagem comum e na linguagem jurídica. Por exemplo: Furto (art. 155, CP): Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel. Está no conhecimento comum o sentido da palavra furto.
            • O vocabulário equívoco é aquele em que as palavras possuem mais de um significado, devendo ser identificados pelo contexto; Competência (Art. 100 e seguintes do CPC). Sentido jurídico: Competência é a divisão da Jurisdição.
            • O vocabulário análogo é aquele em que as palavras pertencem a uma mesma família ideológica, tendo o mesmo significado apesar de ter distinções semânticas. Resolução: (dissolução de um contrato ou ato jurídico) diferente no entendimento da ciência da químico.
    • 3- Leitura e análise textual
      • Análise Textual é a leitura visando obter uma visão do todo, dirimindo todas as dúvidas possíveis, e um esquema do texto. Para efetiva-la, inicialmente o leitor deve ler o texto do começo ao fim, com o objetivo de uma primeira apresentação do pensamento do autor. Não há necessidade dessa leitura ser profunda.
        • Ao escrever um texto, o autor (o emissor) codifica sua mensagem que, por sua vez, já tinha sido pensada, concebida e o leitor (o receptor), ao ler um texto, decodifica a mensagem do autor, para então pensá-la, assimila-la e personaliza-la e compreendendo-a.
      • Leitura
        • A leitura é um processo de compreensão de mundo que envolve características essenciais singulares do homem, levando a sua capacidade simbólica e de interação com outra palavra de mediação marcada no contexto social. Assim, um texto só se completa com o ato da leitura na medida em que é atualizada a linguística e a temática por um leitor.
          • ESTUDO DO TEXTO Para estudar um determinado texto, devemos fazê-lo como um todo até adquirir uma visão global, para que possamos dominar e entender a mensagem que o autor pretendia relatar quando escreveu. Os textos de estudos requerem reflexão por aqueles que os estudam e, portanto, a leitura dos mesmos exige um método de abordagem. Devemos compreender, analisar, interpretar e, para isso, temos que criar condições capazes de permitir a compreensão, a análise, a síntese e a interpretação de seu conteúdo. Analisar – decompor um texto completo em suas partes para melhor estudá-las. Sintetizar – reconstituir o texto decomposto pela análise. Interpretar – tomar uma posição própria a respeito das ideias enunciadas no texto, isto é, dialogar com o autor.
        • Análise do Texto
          • Para analisamos um texto devemos fazer por etapas, possibilitando por fim, a construção de um raciocínio global, obedecendo a algumas etapas de análises:
            • Análise Textual
              • consiste em buscar informações a respeito do autor do texto, verificar o vocabulário, entre outros, podendo ser finalizada com uma esquematização do texto, tendo como finalidade apresentar uma visão de conjunto da unidade
            • Análise Temática
              • Procura ouvir o autor, apreender sem intervir, fazendo ao texto uma série de perguntas, onde as respostas fornecem o conteúdo da mensagem
            • Análise Interpretativa
              • Visa a interpretação, segundo situações das idéias do autor, faz-se uma leitura analítica, objetivando o amadurecimento intelectual
            • Problematização
              • Visa o levantamento do problema relevante, para a reflexão pessoal e discussão em grupo
            • Síntese Pessoal
              • Consiste na construção lógica de uma redação, baseada na problemática levantada pelo texto; E por fim conclui valorizando a leitura analítica como responsável no desenvolvimento de posturas lógicas na vida do estudante-leitor.
          • Para efetiva-la, inicialmente o leitor deve ler o texto do começo ao fim, com o objetivo de uma primeira apresentação do pensamento do autor. Não há necessidade dessa leitura ser profunda. Trata-se apenas dos primeiros contatos iniciais, quando se sugere que já sejam feitas anotações dos vocábulos desconhecidos, pontos não entendidos em um primeiro momento, e todas as dúvidas que impeçam a compreensão do pensamento do autor. Após a leitura inicial, o leitor deve esclarecer as dúvidas assinaladas que, dirimidas, permitem que o leitor passe a uma nova leitura, visando a compreensão do todo. Nesta segunda leitura, com todas as dúvidas resolvidas, o leitor prepara um esquema provisório do que foi estudado, que facilitará a interpretação das ideias e/ou fenômenos, na tentativa de descobrir conclusões a que o autor chego
    • 4- Funções de linguagem
    • 5- Compreensão e interpretação de texto

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MAPA MENTAL DO ASSUNTO
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Matheus Viégas
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