Mind map
CEFALEIA
Map content
CEFALEIA
TENSIONAL
- MANEJO CLÍNICO
- Orientar paciente e familiares quanto à baixa gravidade do quadro e de não haver necessidade de encaminhá-lo a um especialista ou realização de exames complementares.
- Medidas educativas como: sono regular, evitar bebidas alcoólicas, controle de estresse (técnicas de relaxamento, atividade física leve), lazer.
- Prescrição de analgésicos/AINES
- Paracetamol 750-1.000 mg até 6/6 h;
- Dipirona 500 1.000 mg até 6/6 h);
- Ibuprofeno 400-800 mg até 6/6 h;
- Diclofenaco 50 mg até 8/8 h;
- Cetoprofeno 50 mg até 6/6 h;
- Naproxeno sódico 500 mg dose inicial e 250 mg até 6/6h).
- Associações com cafeína aumentam a eficácia analgésica.
- Orientar consulta na Unidade Básica de Saúde (UBS) para seguimento ambulatorial do quadro.
- EPIDEMIOLOGIA
- A mais frequente das cefaleias primárias.
- Pico de prevalência na quarta década.
- CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS
- Intensidade fraca ou moderada;
- Sensação de aperto ou pressão;
- Bilateral;
- Frontal, occipital ou holocraniana.
- A dor pode melhorar com atividades físicas.
- Surge no final da tarde (ESTRESSE).
- Físico (cansaço, exagero de atividade física, especialmente no calor e sob o sol).
- Muscular (posicionamento do pescoço no sono ou no trabalho) ou emocional.
- Emocional
- Hiperestesia;
- Hipertonia da musculatura
- MANEJO CLÍNICO
EM SALVAS
- Cefaleia trigêmino-autonômica mais frequente.
- EPIDEMIOLOGIA
- Acomete 1 em cada 1.000 indivíduos (85% das pessoas afetadas são do sexo masculino).
- Geralmente se inicia após os 20 anos, mas é mais frequente entre as 3ª e 5ª décadas
- CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS
- A doença evolui em surtos de um a três meses de duração (salvas), quando o paciente experimenta de uma a oito crises por dia;
- Frequentemente é despertado à noite pela crise
- Duração limitada, de 15 a 180 minutos;
- Dor excruciante
- Unilateral
- Após episódio de salvas pode haver período de meses ou anos sem crises
- Hiperemia conjuntival e/ou lacrimejamento, congestão ocular e nasal, rinorreia, edema palpebral, rubor facial, miose e/ou ptose ipsilaterais; associados a sensação de inquietude e agitação.
- MANEJO CLÍNICO
- Oxigênio a 100%, em máscara sem recirculação, com fluxo de 10- 12 l/min durante 20 minutos, ou sumatriptano 6mg por via subcutânea se disponível.
- Após melhora do quadro álgico, o paciente deve ser orientado a evitar fatores desencadeantes (bebidas alcoólicas e substâncias voláteis), até o final do período de crises.
- Caso o paciente tenha utilizado algum medicamento vasoconstrictor, o sumatriptano deve ser evitado. Analgésicos comuns e opioides são ineficazes e não devem ser utilizados.
- O médico da urgência deve encaminhar o paciente para avaliação pelo neurologista em nível secundário, dentro do sistema de referência e contrarreferência.
MAPA MENTAL FEITO POR MILENA LEÃO
REFERÊNCIAS: Academia Brasileira de Neurologia – Departamento Científico de Cefaleia Sociedade Brasileira de Cefaleia - PROTOCOLO NACIONAL PARA DIAGNÓSTICO E MANEJO DAS CEFALEIAS NAS UNIDADES DE URGÊNCIA DO BRASIL - 2018
Information
- Description
- 1° ETAPA N1 Medicina Mind Map on CEFALEIA, created by Milena Leão on 20/04/2020.
- Created by
- Milena Leão
- Views
- 3
- Rating